sexta-feira, 26 de junho de 2009

E-commerce continua em alta

Define-se por comércio eletrônico todo tipo de transação comercial feita, como o próprio nome diz, por meio de um equipamento eletrônico. O maior exemplo são as compras feitas pela Internet, para as quais se faz necessário o uso de um computador.

Esta modalidade de negócios que está em franca expansão no mercado brasileiro, uma vez que as grandes redes varejistas que possuem lojas físicas estão dedicando maior atenção para o comércio eletrônico. Um fator que impulsionou esta mudança “cultural” no mundo dos negócios foi a popularização da Internet, proporcionada pela queda nos preços dos computadores (desktops e notebooks) e pelo acesso cada vez maior à conexão de banda larga.

A maior prova deste crescimento é que, de acordo com pesquisas divulgadas no site www.ecommerce.org.br, o comércio virtual brasileiro representava faturamento de R$ 540 milhões em 2001 e passou a representar R$ 8,20 bilhões em 2008. Nestes sete anos, o aumento foi de exorbitantes 1.518%. Fazendo uma comparação de períodos mais recentes, o faturamento registrado em 2008 representou um crescimento de 28% sobre os R$ 6,40 bilhões registrados em 2007.

Atualmente, 95% das marcas, sejam elas nacionais ou regionais, já possuem sistemas de vendas pela Internet. Uma grande rede varejista, por exemplo, possui como segunda maior fonte de renda o portal de vendas na Internet, que perde apenas para as vendas da loja presente em um shopping center de São Paulo.

Este “boom” do comércio virtual foi impulsionado em novembro de 2006, a partir da criação da marca B2W Companhia Global do Varejo, um “gigante” do comércio eletrônico originado a partir da fusão das marcas Americanas.com, Submarino.com e Shoptime.com.

É uma tendência natural que os lojistas passem a investir no e-commerce, por três motivos essenciais: oferece maior praticidade e comodidade ao cliente; não apresenta custo de estoque; e diminui o risco de inadimplência, uma vez que as transações são efetuadas por meio do cartão de crédito e passam por um processo de avaliação junto às instituições financeiras, para que o lojista tenha garantia de receber o valor equivalente à transação.

Outro importante benefício gerado pelo comércio eletrônico é o aumento da confiabilidade dos fabricantes que expõem suas marcas, pois os sites tornam-se excelentes fontes de consultas para os consumidores. Os portais de vendas não orientam apenas sobre preços, mas apresentam alto nível de informações de todos os tipos de produtos, sejam eles do setor de informática, áudio e vídeo, eletrodomésticos, perfumaria etc.

Porém, o mercado virtual ainda gera alguns desconfortos, mesmo que estes sejam perceptíveis em número bem menor. Para os consumidores, a principal barreira ainda é cultural, pois muitos ainda relutam em fornecer o número do cartão de crédito, com medo que os dados sejam clonados. Para os empresários, o maior empecilho é a logística, pois é necessário ter a garantia de que haverá eficiência no processamento de pedidos, na disponibilidade dos produtos solicitados e, finalmente, nas entregas ao cliente.

A realidade que vemos hoje é que o e-commerce pode ser considerado a porta de entrada para muitos empresários que desejam gerar novas oportunidades de negócios e aumentar sua participação de mercado.

Definitivamente, o comércio eletrônico chegou para ficar no Brasil e continuará crescendo exponencialmente. Porém, vale o alerta para empresários e consumidores: por maior que seja o desenvolvimento do e-commerce, as lojas físicas não deixarão de existir.

Fonte: PC Magazine (por Wagner Fontenel)
Link: http://pcmag.uol.com.br/conteudo.php?id=1916

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Google lança iniciativa para deixar navegação mais rápida

São Francisco - Para a campanha, empresa criou um site com tutoriais, dicas e ferramentas para melhorar o desempenho das páginas web.

O Google anunciou uma campanha para deixar a internet mais rápida. A ideia do maior site de buscas do mundo é usar padrões web de maneira mais eficiente, para fazer com que aplicações online e a navegação sejam “tão rápidas quanto virar a página de uma revista”.

“Estamos empolgados em discutir o que aprendemos sobre desempenho online com a comunidade”, disse Urs Hoelzle, vice-presidente de operações do Google, e Bill Coughran, vice-presidente sênior de engenharia, no blog da empresa.

“Para fazer com que navegar pela web seja tão rápido quanto virar uma página de revista, precisamos trabalhar junto com a comunidade e abordar grandes desafios que mantém a web lenta”, disseram os dois executivos.

Como parte dessa iniciativa, o Google lançou um site, no endereço http://code.google.com/speed, com tutoriais, dicas e ferramentas para melhorar o desempenho das páginas web.

“Acredito que velocidade realmente importa”, disse o vice-presidente de engenharia do Google, Vic Gundotra. “E acho que os usuários são capazes de perceber mesmo pequenas diferenças de velocidade em latência e velocidade.”

Segundo Gundotra, a indústria está apenas começando a ver quão rápido a web pode ser. Assistir a vídeos em alta definição e fazer upload de fotos para a web serão aplicações instantâneas em um futuro próximo.

Segundo a empresa, uma área que precisa de atenção são os protocolos usados na infraestrutura de internet. “Muitos dos protocolos foram criados quando a banda larga e conteúdos interativos estavam em suas infâncias.

As redes se tornaram muito mais rápidas nos últimos 20 anos e, atualizando padrões como o HTML e o TCP/IP, vamos criar uma experiência web melhor para todos”, disseram os executivos do Google.

Para o analista da RedMonk Michael Cote, a iniciativa do Google “definitivamente vale a pena”. “Graças a sua forte receita com anúncios, o Google pode se dar ao luxo de subsidiar iniciativas como essa, que não trarão nenhum benefício direto à empresa”, disse.

Paul Krill, editor do InfoWorld, em São Francisco

Fonte: IDG Now!
Link: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/06/24/google-lanca-iniciativa-para-deixar-navegacao-mais-rapida/

Anatel nega pedido da Telefônica para liberar venda do Speedy

São Paulo - Operadora apresentou pedido na terça-feira, mas a agência decidiu manter suspensão da venda do Speedy por tempo indeterminado.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) negou um pedido feito pela Telefônica, operadora de telefonia responsável pelo serviço de banda larga Speedy, para liberar a venda do serviço. Na semana passada, a Anatel determinou a suspensão da venda do Speedy até que a operadora tome medidas para garantir a estabilidade do serviço.

Na terça-feira, (23/6), a Telefônica apresentou à Anatel um pedido de efeito suspensivo, que foi negado na noite de quarta-feira (24/6) pelo presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg.

De acordo com as determinações da Agência, a Telefônica deverá apresentar, em 30 dias, um plano para garantir a fruição e a disponibilidade do serviço "Speedy", em conformidade com os índices contratados pelos assinantes.

“O plano deverá conter planejamento de contingência, gerenciamento de mudanças, implantação de redundância de redes e sistemas críticos, planejamento operacional e cronograma que indique data a partir da qual estarão implementadas as medidas que assegurem a regularidade do serviço”, disse a Anatel, por meio de comunicado.

Fonte: IDG Now!
Link: http://idgnow.uol.com.br/telecom/2009/06/25/anatel-nega-pedido-da-telefonica-para-liberar-venda-do-speedy/

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Palestra gratuita: Como vender mais com segurança, evitando fraudes


Dando continuidade ao nosso ciclo de palestras online, convidamos a ClearSale, empresa que é referência em gestão de risco na Internet e tradicional parceira do FastCommerce, para falar sobre prevenção a fraudes.

Seus serviços são utilizados na prevenção de perdas da Vivo, Wal-Mart, Pernambucanas, Panasonic, Extra.com.br, entre dezenas de empresas de todos os segmentos e tamanhos.

A mesma inteligência de redes neurais e modelo estatístico está disponível para as lojas virtuais que utilizam o FastCommerce.

A solução agiliza o processo de análise de risco, garantindo a entrega dos produtos para bons clientes no prazo prometido, evitando o cancelamento de pedidos e minimizando o não-reconhecimento de transações.

Data: 24 de junho de 2009 (4ª-feira)
Dois horários: 10:30h às 12h e 14:30h às 16h

Veja mais informações em:
http://www.fastcommerce.com.br/eventos

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Anatel proíbe Telefônica de vender assinaturas do Speedy

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) vai proibir, a partir da semana que vem, a habilitação de novas assinaturas do serviço de banda larga Speedy. A medida, que tem caráter cautelar, será publicada no "Diário Oficial da União" na segunda-feira, 22.

A decisão deve durar até a prestadora comprovar para a Anatel que está tomando medidas para melhorar a qualidade do serviço e para coibir novas falhas. A expectativa da Anatel é de que isso seja feito em 30 dias. A empresa registrou seguidas panes nos primeiros meses deste ano.

Se descumprir a medida, a empresa pode ser punida com multa de R$ 15 milhões, além de R$ 1.000 por assinatura habilitada. Além disso, a Telefônica deverá publicar comunicado informando a situação aos consumidores.

A decisão teria sido tomada pelo conselho da agência em reunião na quarta-feira.

A Telefônica informou que "não teve conhecimento oficialmente" do caso, por isso não se manifestou.

Atualmente, a Telefônica tem cerca de 2,6 milhões de usuários do Speedy no Estado de São Paulo. No primeiro trimestre, foram cerca de 100 mil novas assinaturas, de acordo com a empresa de consultoria Teleco.

Fonte:Folha Online
Link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u583818.shtml

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Cresce satisfação do consumidor com o comércio eletrônico

Cresceu a satisfação do consumidor com o comércio eletrônico no mês de maio, segundo o Índice de Confiança, divulgado nesta sexta-feira pela e-bit. No levantamento, mostrou-se que 86,45% dos usuários estão contentes com o resultado de suas transações feitas pela internet – o índice é o maior do ano. De acordo com analistas da consultoria, o resultado engloba compras do dia das mães e do dia dos namorados.

A pesquisa foi feita em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS) e analisou mais de 100 mil questionários aplicados. Nas perguntas, os consumidores eram convidados a opinar sobre facilidade da compra, seleção de produtos, informação sobre produtos, preços, navegação, entrega no prazo, qualidade dos produtos, qualidade do atendimento, política de privacidade e manuseio e envio dos produtos.

O índice obtido representa um crescimento de 0,4 pontos percentuais sobre o mês de abril e mostra uma grande evolução diante do índice de janeiro, que era de 85,87%.
Segundo o coordenador do MIS, Djalma Andrade, “o indicador demonstra que os varejistas virtuais brasileiros estão a cada dia melhor preparados para suportar com eficiência os grandes picos de volumes de transações”. Para ele, maio é o segundo período mais importante do varejo.

Fonte: WNEWS
Link:
http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=13689

Firewall personalizado

Para impedir acessos indesejados à loja, é possível cadastrar filtros de visitação, utilizando critérios de bloqueio tais como o endereço IP, a origem (Referer) ou o navegador (user-agent) do visitante.

Com este recurso pode-se impedir o acesso abusivo de robôs de indexação, que normalmente utilizam o mesmo user-agent nas visitas. Através do filtro de Referer é possível impedir os acessos de visitantes que são trazidos à loja a partir de um link, script ou iframe existentes em sites externos maliciosos ou em servidores infectados.

FastCommerce no Olhar Digital

Os negócios on line estão crescendo mais rápido do que a economia tradicional.
Pequenos comércios e lojas também vem aderindo as transações via internet. Fatores importantes como o aumento da segurança nos negócios e os baixos custos para manter um site de comércio virtual são alguns dos grandes atrativos disponíveis.



Fonte: Olhar Digital
Link: http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=3731

Comércio eletrônico cresce e fatura 20% a mais


As pessoas que compraram presentes para o Dia das Mães e até para o Dia dos Namorados pela internet no mês de maio aprovaram os serviços prestados pelas lojas virtuais brasileiras. É o que mostra o “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS). O levantamento mostra que 86,45% dos usuários destes sites se disseram satisfeitos com o resultado final de suas transações. Este foi o recorde do ano.

Segundo o coordenador do MIS, Djalma Andrade, o indicador demonstra que os varejistas virtuais brasileiros estão a cada dia melhor preparados para suportar com eficiência os grandes picos de volumes de transações. “Maio é o segundo período mais importante do varejo. Tivemos um volume maior de compras neste mês do que em qualquer outro do ano, devido à sazonalidade e também ao próprio crescimento vegetativo do negócio. Com um aumento destes seria natural o registro de alguns problemas em itens especificamente relacionados principalmente à logística, mas felizmente não foi isto o que aconteceu”, disse.

O MIS é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.

O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que para chegar a este resultado a empresa colheu 109.128 questionários no mês de maio. Por meio deles as pessoas são convidadas a opinar sobre os dez seguintes quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

A e-bit anunciou recentemente que o período do Dia das Mães deste ano registrou um faturamento de R$ 440 milhões no e-commerce. Já no Dia dos Namorados, embora os dados ainda não tenham sido consolidados, a expectativa era de que o setor movimentasse R$ 390 milhões. Ambos os resultados significam um crescimento de 20% em relação às mesmas épocas do ano passado.

Guasti lembra que o indicador de 86,45% de satisfação é o maior do ano, com 0,14 pontos percentuais de crescimento sobre o mês de abril e mostra uma clara evolução desde o início da apuração deste índice, no mês de janeiro, quando o patamar havia sido de 85,87%. De janeiro a maio foram colhidos 529.832 questionários em lojas virtuais de todo o país.
presa.com.br).

Fonte: adNews
Link: http://www.adnews.com.br/internet.php?id=89987

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Na internet, tíquete médio de presente de Dia dos Namorados cresce em 2009

No Dia dos Namorados deste ano, os brasileiros gastaram mais ao comprar o presente pela internet, na comparação com 2008. De acordo com dados da e-bit, divulgados nesta quarta-feira (17), o tíquete médio foi 3,13% maior, passando de R$ 320 para R$ 330.

Com o gasto maior, o faturamento da data comemorativa para o comércio eletrônico subiu 21%, já que foi de R$ 393 milhões este ano, ante um total de R$ 324 milhões em 2008.

De acordo com o diretor-geral da e-bit, como o Dia dos Namorados foi comemorado em meio a um feriado, muitos namorados deixaram de comprar em lojas físicas porque estavam viajando. "Essa é mais uma vantagem do e-commerce, já que é possível programar suas compras com antecedência, acessando lojas virtuais muitas vezes a centenas de quilômetros".

Presentes

Os produtos preferidos dos namorados que compraram pela internet foram os livros (17% do total), de acordo com a tabela abaixo:

Item Participação nas vendas
Livros, revistas e jornais 17%
Saúde, beleza e medicamentos 14%
Eletrodomésticos 12%
Informática 10%
Eletrônicos* 6%
Fonte: e-bit; período de 29 de maio a 12 de junho
* TVs, vídeos, aparelhos de som,câmeras digitais, aparelhos de DVD etc.

Fonte: InfoMoney (17/06/2009)
Link: http://economia.uol.com.br/ultnot/infomoney/2009/06/17/ult4040u20048.jhtm

Atingidos pelas falhas do Speedy devem reclamar e pedir desconto

Consumidor lesado pela instabilidade do serviço de banda larga têm direito a desconto, deve reclamar à Anatel e ser indenizado.

Usuários afetados pela mais recente pane no Speedy, da Telefônica, ou por qualquer instabilidade em serviços de banda larga no Brasil, devem reclamar e exigir seus direitos para garantir um ressarcimento adequado e colaborar com a melhoria da qualidade do serviço. É o que defendem especialistas em defesa do consumidor dos órgãos Fundação Procon-SP, Idec, Pro Teste consultados pelo IDG Now!.

Na avaliação de advogados e técnicos das entidades, consumidores que sofreram com a instabilidade do Speedy desde o início desta semana (18/05) devem abrir protocolos de reclamação junto à operadora, exigir descontos proporcionais aos períodos que ficaram sem acessar a internet, registrar suas reclamações junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e ainda entrar com pedidos de indenização por danos morais na justiça.

Reclamação e desconto proporcional
Independentemente da proposta de ressarcimento anunciada pela operadora em casos de pane, o consumidor pode pedir desconto proporcional ao período em que ficou sem acesso. Neste caso, é importante que o usuário registre os períodos em que ficou sem serviço e comunique o fato à operadora, abrindo um protocolo de reclamação.

A advogada do Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, Estela Guerrini, recomenda que, além da reclamação por telefone, o consumidor envia uma carta à operadora, com aviso de recebimento, solicitando o desconto proporcional na próxima fatura.

A reclamação também deve ser feita junto à Anatel, por telefone ou pelo site da agência, recomenda Guerrini. “A Superintendência de Fiscalização da Agência é responsável por verificar se o serviço [de banda larga] tem sido prestado adequadamente e, com base nas reclamações, compor diferentes tipos de sanção. Um deles é uma multa”, diz Guerrini.

“O consumidor tem o direito de reclamar de uma prestação de serviço inadequada e a empresa é obrigada a averiguar” afirma Marta Aur, técnica do Procon-SP. O órgão de defesa notificou a Telefônica na terça-feira (19/05) sobre a pane mais recente do Speedy e analisa a resposta de operadora para avaliar um pedido de ressarcimento coletivo. Por enquanto, a operadora comprometeu-se a ressarcir cerca de nove de serviço.

Speedy ainda instável
A associação Pro Teste também notificou a Telefônica, esta semana, diante do aumento das reclamações que recebeu sobre a instabilidade do serviço. A notificação pede que a operadora informe se a instabilidade vai persistir, o que a empresa está fazendo para solucionar o problema e em quanto tempo.

“Muitos consumidores reclamaram que a instabilidade continua ocorrendo em alguns horários de pico. No período das 19h30 às 20h30, por exemplo, usuários reclamam de ausência de acesso ou lentidão”, afirma Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Pro Teste.

Mesmo ao verificar pequenas interrupções no serviço de banda larga, o usuário tem direito ao desconto. “O consumidor paga por um serviço que tem de ser oferecido de forma integral”, afirma Dolci.

Ressarcimento em dobro
Caso o cliente já tenha pagado a fatura do serviço de banda larga após a pane, no valor integral – sem o ressarcimento combinado com a operadora - tem direito a receber o valor em dobro, com correções, da operadora, lembra Estela Guerrini, advogada do Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. A compensação está prevista no artigo 42 (parágrafo único) do Código de Defesa do Consumidor.

Acordo em primeiro lugar
Antes de entrar com uma ação contra a operadora, pedindo um ressarcimento adequado ao seu problema ou por danos morais – no caso de usuários que perderam prazos, tiveram negócios prejudicados ou enfrentaram outros problemas pela falta de acesso à internet - o consumidor deve buscar primeiro entrar em acordo com a operadora, por meio de carta. “O acordo extrajudicial é mais rápido”, afirma Guerrini.

Ação por danos morais
Simultaneamente ao pedido de acordo, o consumidor pode entrar com uma ação indenizatória contra a operadora por meio do Procon-SP (pessoalmente ou por carta) ou ainda iniciar um processo no Juizado Especial Cível, que se aplica a indenizações de até 40 salários mínimos, segundo a advogada do Idec.

“Em casos de até 20 salários mínimos, o consumidor não precisa de advogado. Basta detalhar o caso em um formulário específico (petição) para iniciar o processo”, aconselha Guerrini.

Fonte: IDG Now (22/05/2009)
Link: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2009/05/22/atingidos-pelas-falhas-do-speedy-devem-reclamar-e-pedir-desconto/

PMEs ganham espaço no e-commerce

Segundo dados divulgados recentemente pela e-bit, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 8,2 bilhões em 2008, o que significa um aumento de 30% se comparado com o ano anterior.

O resultado mostra que o mercado do e-commerce nacional continua em franca expansão, entretanto, uma mudança significativa indica que o segmento está em vias de um novo momento: a descentralização das lojas no montante de vendas.

Levantamento comparativo do quarto trimestre de 2008 com igual período de 2007 revela que os dez maiores varejistas do mercado nacional perderam 3,2 pontos percentuais de participação no mercado, mesmo que continuem registrando forte crescimento em seus resultados individuais. Se considerado somente a participação do líder de mercado, a perda chega à 5,3 pontos percentuais de market share.

Ao mesmo tempo, os pequenos e médios varejistas registraram um crescimento de 6% na participação se comparado os resultados do quarto trimestre de 2007 e 2008.

Fonte: B2B Magazine
Link: http://www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&id_subcanais=10&id_noticia=23774&colunista=1

Compras pela internet crescem 30% em 2008

As compras realizadas pela internet em 2008 somaram R$ 8,2 bilhões em 2008, de acordo com uma pesquisa realizada pelo E-bit, consultoria de comércio eletrônico. O montante representa um aumento de 30% com relação ao número registrado em 2007.

Segundo o instituto, o dado representa ainda que, no ano passado, cerca de 13 milhões de brasileiros compraram algo pela internet pelo menos uma vez.

A média do valor das compras realizadas foi de R$ 328. Mas calcula-se que no período do Natal, esse montante tenha aumentado para R$ 436, o que totalizou faturamento de R$ 1,25 bilhão para as compras virtuais.

O diretor geral da E-bit, Pedro Guasti, disse em comunicado que apesar dos resultados de 2008 terem sido importantes, o comércio eletrônico deve crescer nos próximos anos, porém, de forma mais sutil.

"Hoje em dia, [o e-commerce] é um setor maduro na economia e deve apresentar números menos chamativos do que nos anos anteriores. Mesmo assim, a expectativa de crescimento para 2009 é de 20% a 25%, um cenário muito positivo se compararmos com a realidade mundial", referindo-se à crise econômica.

O E-bit apurou que os livros continuam sendo o principal produto adquirido por quem compra na internet. Na segunda colocação estão os artigos de saúde, beleza e medicamentos, seguidos por itens de informática, eletrônicos e eletrodomésticos.

Segundo a pesquisa, o consumidor de internet também está mais maduro. Cerca de 19% dos que compraram on-line em 2008 tinham mais que 50 anos.

Previsão otimista

Para o primeiro semestre de 2009, espera-se que o número de pessoas comprando pela rede suba para 15 milhões. A expectativa é de que as compras via internet movimentem cerca de R$ 4,5 bilhões até o mês de julho.

Este valor representa R$ 800 milhões a mais do que o registrado nos seis primeiros meses do ano passado, quando o setor atingiu R$ 3,8 bilhões e cresceu 20% em relação a 2008.


Fonte: Folha Online (17/03/2009)
Link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u536023.shtml