quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Palestra gratuita: Tudo sobre meios de pagamento em lojas virtuais


Na próxima quinta-feira (01/10/2009) continuaremos nosso ciclo de palestras online.

Para este evento, convidamos o Lúcio Vargas, da Cobre Bem Tecnologia, empresa especializada em soluções para meios de pagamento e que é nossa parceira há muitos anos.

Trata-se de uma palestra bastante abrangente e didática, onde serão abordados os seguintes assuntos:

- Meios de pagamento (conceito, histórico e participação)
- Dúvidas do comprador x Dúvidas do vendedor (foco no pagamento)
- Integrando meios de pagamento diretamente com os cartões e bancos
- Gateways de pagamento x Intermediadores
- Conectividade (VbV, MOSET, Komerci, Secure Code, WebPOS e TEF)
- Modalidades de pagamento dos cartões
- Dicas de como aumentar as vendas
- Conciliação
- Segurança: Prevenção à Fraude x Programa PCI DSS (VISA/Mastercard)

Palestrante:
Lúcio Vargas é formado em Processamento de Dados com MBA executivo em marketing pela ESPM. Possui experiência de 10 anos no mercado de meios de pagamento e comércio eletrônico (Cobre Bem, Tivit, Visanet e Unibanco). Desenvolveu os processos de pagamento VISA para a internet de 2000 a 2006, tendo profundo conhecimento em modelos de negócio baseados na Web.

Público alvo:
Empresários e profissionais das áreas administrativa, financeira, marketing, vendas e demais profissionais envolvidos com a implantação e a gestão do comércio eletrônico da empresa.

Informações gerais:
Data: 1º de outubro de 2009 (quinta-feira)
Dois horários: 10h às 11h e 15h às 16h
Investimento: palestra GRATUITA

Clique aqui para baixar os slides da apresentação.

ATENÇÃO: O EVENTO OCORRERÁ SOMENTE PELA INTERNET.

Para se inscrever, acesse: http://www.fastcommerce.com.br/eventos

Vagas limitadas!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Banda larga cresce 16% no Brasil

A Cisco anunciou a 12ª edição do Barômetro Cisco da Banda Larga, apontando um crescimento de 16% no primeiro semestre de 2009. Até o mês de junho o país totalizou 13,6 milhões de conexões. Contribuem para essa evolução a popularização dos computadores nos lares brasileiros e a percepção de que a banda larga passa a ser um serviço essencial para a população.

A desoneração tributária sobre computadores também continua sendo fator de incentivo. Mesmo em um período de incertezas para diversos setores da economia, o mercado de banda larga continuou apresentando forte evolução, tendo crescido em 1,13 milhão de conexões fixas e em 680 mil de acessos móveis durante o período analisado.

Na análise dos 12 meses, no período compreendido entre junho de 2008 e junho de 2009, o crescimento observado foi de 36,5%.

O acesso por meio da telefonia móvel também segue em forte trajetória de expansão. A quantidade de assinaturas móveis atingiu 2,6 milhões em junho de 2009, um aumento de 34,2% em relação ao semestre anterior – acessos móveis em desktops, notebooks e netbooks.

No primeiro semestre de 2009, o número de acessos em banda larga fixa aumentou em mais de 1 milhão de assinantes, o que representa um crescimento de 12% em relação ao semestre anterior e 25% se comparado ao ano anterior.

Somando os acessos móveis e fixos, o Brasil atingiu 13,6 milhões de conexões de banda larga, o que deixa o país a apenas 1,3 milhão conexões de alcançar a meta de 15 milhões, estimada pelo Barômetro Cisco da Banda Larga para 2010.

A velocidade média de navegação continua aumentando, ainda que timidamente. Nota-se um incremento de mais de 3% na presença de velocidades acima de 2 Mbps, que apresentou maior crescimento na base de assinantes, representando agora 16% das conexões.

São Paulo também lidera no quesito “acessos residenciais”, com 33% de penetração, índice comparável ao de países como Polônia, Hungria e Portugal. A média nacional, de 17,85%, também representa uma evolução, ainda que melhorias sejam necessárias para se alcançar benefícios substanciais.

Novamente, o semestre analisado acentuou a predominância do segmento residencial sobre o corporativo na distribuição das conexões móveis. O acesso em residências cresceu 5% em relação a dezembro, chegando a 76,6% das conexões, contra 23,4% do setor corporativo, destacando o apelo desta modalidade para o uso pessoal.

Fonte: PC Magazine
Link: http://pcmag.uol.com.br/conteudo.php?id=2665

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Na web, consumidor brasileiro está entre os mais exigentes do mundo

Brasileiro é o que fica mais desapontado quando loja favorita não vende online, entre 11 países pesquisados sobre o perfil do 'neoconsumidor'.

O consumidor brasileiro está entre os mais receptivos e exigentes do mundo quando se trata de canais digitais, revela o “Estudo sobre o Neoconsumidor” divulgado nesta terça-feira (15/9) pelas consultorias Gouveia de Souza (GS&MD), especializada em distribuição e consumo, e o grupo Ebeltoft, que reúne 19 empresas de 16 países.

A primeira edição da pesquisa, realizada em julho com 5.500 internautas de onze países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal, Reino Unido e Romênia), mostra que os internautas da Austrália, do Brasil e do Reino Unido são os que mais comparam preços online - 76% na Austrália, 74% entre os britânicos e 73% entre os brasileiros. A média mundial é de 52%.

Da amostra, 39% dos participantes têm idade entre 19 e 34 anos e 44% entre 35 e 54 anos, sendo 26% com formação superior. No Brasil foram feitas 500 entrevistas adicionais, via formulário, em Porto Alegre (RS), Recife (PE) e São Paulo (SP).

Os brasileiros apresentam um alto índice de adesão ao comércio eletrônico (92% dos entrevistados compram online), que está acima da média mundial de 86%, mas são os alemães que mais fazem compras na internet. Já os australianos, apesar do alto volume de acesso a comparadores de preços, apresentam o menor volume de compras na web.

“O brasileiro se mostra mais propenso a incorporar os canais digitais, compara preços e usa bastante a internet” afirma Luiz Goes, sócio da Gouveia de Souza e coordenador da pesquisa. “Comunicar produtos a este consumidor multicanal é um desafio enorme para as agências, assim como para varejistas e fornecedores”.

Por outro lado, é um consumidor exigente, observa o executivo. Segundo a pesquisa, quando suas lojas favoritas não vendem online, os brasileiros se mostram os mais desapontados (53%), enquanto apenas 17% dos dinamarqueses se aborrecem com isso.

O estudo também mostra que o comércio em múltiplos canais, além das lojas físicas deve explodir no País entre dois e três anos. “Existe de um gatilho da ordem de 10 a 15 mil dólares per capta onde o multicanal dispara e começa a crescer em uma velocidade muito grande”, destaca Goes. O PIB per capta brasileiro, atualmente em 10 mil dólares, dobrou nos últimos cinco anos.

Fonte: IDG Now!
Link: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/15/na-web-consumidor-brasileiro-esta-entre-os-mais-exigentes-do-mundo/

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Yahoo repagina resultados de buscas e anuncia campanha publicitária global

Yahoo muda página de resultados de busca com coluna dinâmica e revela investimento publicitário de US$ 100 milhões para promover mudanças.

O Yahoo afirma que seu buscador agora usa "resultados estruturados" para facilitar a exploração do que chamou de "web de objetos", como imagens, áudios e vídeos, e não apenas páginas com listas.

A página de resultados ganhou uma coluna dinâmica na esquerda com links para Wikipedia, Facebook, Twitter, YouTube e outros serviços que facilitam o refinamento dos termos digitados. Ao clicar sobre cada um deles, a busca é refeita apenas dentro do serviço escolhido.

Ao buscar por um time de beisebol, por exemplo, os resultados do Yahoo apresentam links para sites de notícias esportivas e para a Wikipedia na coluna na esquerda.

Caso um filme seja buscado, os resultados apresentam links de refinamento para sites como a comunidade de cinema IMDB, o YouTube e, novamente, a Wikipedia.

As novidades do Yahoo também facilitam a busca por pessoas - ao procurar pelo nome de um amigo, o serviço pode apresentar perfis em redes sociais, como Facebook, Flickr, Twitter, blogs e outras informações relacionadas ao nome digitado.

Em contraste, o Google também pode apresentar tais informações, embora nem sempre dê prioridade a estes perfis.

Entre outras características da nova interface de resultados do Yahoo estão o Search Pad, que permite que usuários "guardem" links e conteúdos encontrados em uma pasta própria, e o SearchScan, ferramenta elaborada junto à McAfee e na ativa desde o ano passado que indica links maliciosos, afirma post no blog oficial do Yahoo.

Campanha publicitária global
A alteração da busca do Yahoo acontece no mesmo dia em que o buscador revela que investirá 100 milhões de dólares no próximos 15 meses em uma campanha de marketing para promover sua marca e seus produtos globalmente.

Segundo a principal executiva do Yahoo, Carol Bartz, o objetivo com a campanha é posicionar o Yahoo no centro da vida online de seus usuários. A redação da campanha enfatiza o posicionamento usando o "Y" tradicional do buscador para compor a palavra "you" (você, em inglês).

Ainda que sites e serviços online do Yahoo contem com grande audiência mensal, a campanha é necessária para conscientizar usuários das recentes mudanças promovidas pela empresa em produtos importantes, como sua página inicial, seu sistema de busca ou seu serviço de e-mails.

O Yahoo quer promover especificamente novas ferramentas de socialização, personalização e integração com conteúdos externos introduzidas em seus principais serviços, o que levará o Yahoo, segundo seus executivos, a ocupar o papel de hub central para gerenciar a experiência online dos usuários.

Fonte: IDG Now!
Link: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/22/yahoo-repagina-resultados-de-buscas-e-anuncia-campanha-publicitaria-global/

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Comércio eletrônico no Brasil deve faturar R$ 2,6 bilhões no terceito trimestre

Dia dos Pais e redução do IPI incentivam aumento de 30% na receita do período, que deverá ter maior tíquete médio da história do setor.

O comércio eletrônico brasileiro deverá movimentar 2,6 bilhões de reais durante o terceiro trimestre, aumento de 30% em relação ao mesmo período de 2008, segundo estimativa da consultoria e-bit divulgada nesta terça-feira (15/9).

Com o crescimento no período, tradicionalmente mais fraco que os segundo e quarto trimestres (que se beneficiam, respectivamente, do Dia das Mães e do Natal), o setor brasileiro deverá fechar 2009 movimentando 10,5 bilhões de reais.

Ainda que o Dia dos Pais não se compare às duas datas comemorativas citadas em termos mercadológicos, o terceiro trimestre deverá atingir o maior tíquete médio da história do comércio eletrônico nacional, incentivado também pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - cerca de 340 reais, segundo a e-bit.

Caso a projeção da e-bit para 2009 se concretize, o número representará um aumento de 28% em relação aos 8,2 bilhões de reais gastos pelos brasileiros pela internet durante 2008. No primeiro semestre, o Brasil movimentou 4,8 bilhões de reais pelo comércio eletrônico.

O número de usuários de serviços de venda pela internet cresce na mesma toada do valor movimentado. A e-bit projeta que 17 milhões de brasileiros terão comprado online em 2009, 28% a mais que os números referentes ao ano passado.


Por Guilherme Felitti, do IDG Now!
Link: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/15/e-commerce-deve-faturar-r-2-6-bilhoes-no-3o-trimestre-estima-e-bit/

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Parceria FastCommerce & Tiiza


A RUMO fechou parceria com o Tiiza (www.tiiza.com.br), um sistema focado no público feminino que ajuda as mulheres a realizarem seus desejos de consumo.

O Tiiza é um canal de vendas original, dirigido por gostos, necessidades e desejos das consumidoras. O funcionamento é simples e objetivo. As visitantes cadastram seus desejos de compra no Tiiza e passam a receber ofertas de produtos direcionados para o seu perfil.

Para conhecer gratuitamente o serviço, o Tiiza oferece para os lojistas que utilizam o FastCommerce uma degustação de 30 dias do sistema, além de inserção de produtos sem limites pelo mesmo período.

Para aproveitar esse benefício e obter mais informações, envie e-mail para tiiza@tiiza.com.br

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Internet Explorer enfrenta maior perda de mercado do ano

Em agosto, navegador da Microsoft perdeu 1,1 ponto porcentual de participação em relação a julho, somando 66,6% do mercado. Firefox ficou com 23,3%.

Em agosto, o navegador Internet Explorer (IE), da Microsoft, perdeu 1,1 ponto porcentual de participação em relação a julho, somando 66,6% do mercado, informa o relatório da empresa de métricas online Net Applications. De acordo com a análise, esta é a maior queda de participação do IE no mercado de navegadores desde novembro de 2008, quando perdeu dois pontos porcentuais. Nos últimos 12 meses, o IE perdeu um acumulado de 8,6 pontos porcentuais.

No mesmo período, o Chrome, do Google, conquistou 1,25% de participação, tomando mais espaço do navegador Safari, da Apple. Se continuar neste ritmo, o navegador do Google deve ocupar a terceira posição do setor nos próximos 11 meses, afirma a NetApplications.

Já o Firefox, da Mozilla, conquistou quase metade da participação perdida pelo IE, em um ano. Em agosto, o navegador de código aberto ganhou 0,8 ponto porcentual de participação, somando 23,3% do mercado - pouco abaixo do recorde de participação de 23,8% registrado em abril deste ano.

O Safari da Apple, apresentou um ligeiro crescimento, registrando 4,1% do mercado de navegadores em agosto. O Chrome registrou 2,9% do mercado e o Opera, da norueguesa Opera Software, alcançou 2,1% de participação - crescimento de 0,1 ponto porcentual em um mês.

O Internet Explorer 6, que foi motivo de uma campanha na internet contra sua utilização pelas empresas, perdeu 2,4 pontos porcentuais de participação entre julho e agosto e conta agora com 24,8% do mercado. Já a versão mais recente, o IE8, ganhou 2,7 pontos porcentuais, registrando 15,2%, o que mostra um crescimento expressivo diante da participação de 3,6% verificada em abril deste ano.

Na avaliação da empresa de análises, a queda no uso do IE6 se deve mais ao fortalecimento de uma campanha da Microsoft, incentivando a migração para o IE8, do que a campanha pelo fim do navegador lançado em 2001.

A medição da Net Applications se baseia no uso de navegadores que acessam mais de 40 mil sites monitorados pela empresa, somando 160 milhões de visitante únicos por mês. Em julho, a empresa modificou seu sistema de medição . Ela analisa agora a proporção do uso dos navegadores em relação ao número de internautas de cada país, o que reduziu a fatia do Safari e aumentou a participação do Google Chrome, assim como dos outros navegadores.

Fonte: Computerworld/EUA (Computerworld)

Link: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2009/09/02/navegador-da-microsoft-tem-maior-perda-de-mercado-desde-novembro/