quinta-feira, 22 de abril de 2010

Palestra FastCommerce 5.3: mais integração, mais vendas!

Na quinta-feira (15/04/2010) fizemos uma apresentação especial para falar sobre os novos recursos do FastCommerce 5.3, focado na integração da loja virtual a sistemas externos de gestão de negócios. Esta integração é feita através de uma detalhada API (Application Programming Interface), permitindo que aplicativos de ERP façam o "controle remoto" da loja.

Foram também apresentadas inovações importantes visando a melhoria dos resultados da loja, tais como a utilização da tecnologia full-text para aprimorar os resultados de buscas, o acompanhamento do funil de compra, a integração ao Mercado Pago e o lançamento do shopping Milho Azul, desenvolvido pela Rumo Informática, com mais de 500 mil produtos.

Clique aqui para baixar os slides da apresentação.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Correios reajustarão suas tarifas

No dia 9/4/2010 (próxima sexta-feira) os Correios reajustarão suas tarifas de balcão para SEDEX (tabela 40010 à vista). O último reajuste destas tarifas foi em 9/4/2009.

Caso a loja faça envio de pedidos pelo SEDEX, sugerimos que verifique suas tabelas de frete. Para isto, acesse a página Envio & fretee siga os passos abaixo:
  1. Se a opção Utilizar tabela SEDEX estiver selecionada, suas tabelas de frete já estão atualizadas.

  2. Se a opção Utilizar tabela de localidades ou frete fixo estiver selecionada, atualize as tabelas personalizadas da loja. Para importar as tabelas atualizadas de SEDEX, execute o utilitário Importação de localidades e tarifas SEDEX.

  3. Se a opção Utilizar faixas de CEP (Brasil) estiver selecionada, atualize as tabelas personalizadas da loja. Para importar as tabelas atualizadas de SEDEX, execute o utilitário Importação de CEPs e tarifas SEDEX.

  4. Se a opção Utilizar faixas de CEP (Brasil) e tabela de localidades estiver selecionada, siga os passos 2 e 3 acima.
OBS: Para executar os Utilitários mencionados acima, clique no link Utilitários que fica no topo do site administrativo, que deve ser acessado com usuário que tenha acesso aos utilitários de frete.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Vale a pena apostar

Na era da internet, as tribos de consumidores estão substituindo o mercado de massa. Hoje existem nichos inexplorados e altamente lucrativos. Quem resolveu apostar na tendência já está faturando alto.

Por Elisa Corrêa

Barbarah está com 17 anos e calça 42. Andrea tem a pele tão sensível que não consegue se expor ao sol. A advogada Mari, evangélica, quer fugir do clássico rabo de cavalo e saia jeans abaixo dos joelhos. Três mulheres diferentes, mas com um desejo em comum: encontrar produtos que atendam às suas necessidades específicas. Assim como elas, os consumidores do mundo todo deixaram de querer as mesmas coisas e passaram a fazer escolhas baseadas em hábitos e preferências individuais. Em vez de seguir em uma única direção, agora se dispersam em tribos e fragmentam o mercado em inúmeros nichos. Adolescentes com pés grandes, inimigos do sol, evangélicas, crianças vegetarianas, alérgicos, integrantes da 4ª idade: pessoas dispostas a pagar mais para ter exatamente aquilo que precisam. “As empresas estão competindo em preço, mas não veem que existem oportunidades bem debaixo do nariz, anseios não atendidos e estilos de vida contemporâneos que exigem novos produtos e serviços”, diz Carmen Migueles, professora da Fundação Dom Cabral e autora do livro Antropologia do Consumo.

“os meios digitais permitem um compartilhamento mais amplo e uma distribuição direcionada”
Lívia Barbosa, professora da ESPM



O jornalista e escritor norte-americano Chris Anderson afirma, no livro A Cauda Longa, que “a era do tamanho único está chegando ao fim e em seu lugar está surgindo algo novo, o mercado de variedades”. Basta lembrar que, em 1960, o carro mais procurado nos Estados Unidos, o sedã Impala, da Chevrolet, vendia mais de um milhão, ou 13% de uma indústria que não oferecia mais do que 40 tipos diferentes de automóveis. Hoje, em um mercado dez vezes maior, há mais de 250 modelos de carro disponíveis — se adicionadas as variantes para cada um dos tipos, esse número sobe para mil. Mas menos de dez deles conseguem ultrapassar 400 mil unidades vendidas anualmente, ou 0,5% do mercado.


A internet intensifica essa tendência. Se antes era difícil trabalhar com um mercado de nicho, devido ao número restrito de consumidores, com a web o público-alvo passou a estar em qualquer lugar do planeta. Mesmo que a ideia surja em uma cidade perdida no interior do Brasil, terá chance de vingar e fazer muito sucesso. “O mundo hoje é ocupado por seis bilhões de indivíduos que não precisam mais seguir o rebanho para ser ouvidos. Por mais excêntricas que sejam suas escolhas, existem 100 mil pessoas que compartilham seu gosto por iaque tibetano no espeto”, escreve Mark Penn no livro Microtendências. “O enfoque único e padronizado está ultrapassado”, prossegue ele.

“O novo consumidor entende do assunto e espera um atendimento que leve isso em conta”
Dailton Felipini, consultor de e-commerce



As tribos se encontram e se multiplicam na rede. Buscam os produtos e serviços com os quais têm afinidade e, depois, compartilham suas experiências em blogs e comunidades virtuais. É o novo boca a boca, que facilita e amplifica a divulgação dos negócios de nicho. “As redes de relacionamento permitem que as pessoas se reúnam e troquem informações relativas a gostos e preferências. E, é claro, sobre as empresas que atendem a suas expectativas”, diz Lívia Barbosa, antropóloga e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo.

Nos Estados Unidos e na Europa, o mercado de nicho já está mais maduro que no Brasil. Lá, já existe até mesmo ração para cachorro fabricada segundo os preceitos judaicos kasher. Ou um supermercado virtual para quem tem alergia alimentar; ou então cosméticos orgânicos só para mulheres com mais de 60 anos. No Brasil, ainda há vários segmentos a ser explorados e fartura de oportunidades. As empresas que estão apostando em tribos faturam alto, como mostram a Casa Eurico, a Joyaly Moda Evangélica e a UV Line, que atendem, respectivamente, às necessidades das consumidoras citadas no início desta reportagem — e vendem anualmente R$ 5 milhões, R$ 24 milhões e R$ 4,5 milhões. Mas essas empresas não deixaram de enfrentar dificuldades, como o despreparo dos fornecedores, que relutam em acreditar que vale a pena adaptar ou mudar a produção para atender um público aparentemente tão limitado. “O empresário de nicho vai ter um público menor, mas alta lucratividade”, diz o sociólogo e professor de comportamento do consumidor Fabio Mariano.

“É preciso perceber o que é valor para a tribo e criar estratégias”
Carmen Migueles, professora da Fundação Dom Cabral



Ao contrário do que ocorre no exterior, o consumidor brasileiro apresenta nuances de comportamento vitais a serem levadas em consideração no momento de apostar em um nicho. As tribos daqui não têm crenças e valores tão rígidos quanto no exterior. “Lá fora, as pessoas vivem como dizem que vivem. Aqui é mais elástico, o cara fala que é vegetariano, mas de vez em quando come uma carninha”, afirma Lívia Barbosa. Mas, assim como os estrangeiros, os brasileiros nunca serão vistos isoladamente em uma só tribo. Todos podem fazer parte de vários grupos. Tome-se o caso de um aposentado, vegetariano e zen ao mesmo tempo “Só é preciso estar atento na hora de falar com uma tribo para não excluir a outra”, afirma Carmen Migueles, da Dom Cabral.


Quem apostar nos nichos também terá como eventual vantagem fugir da voraz competição por preços, que foi intensificada pela ascensão da internet. Pesquisa da Gouvêa de Souza realizada em mais de 11 países e divulgada em setembro mostra que o índice de internautas brasileiros que usam sites para comparação de preços é de 73%. A fidelidade é rara nos dias de hoje, porém quem realmente compreender o que cada tribo valoriza tem mais chance de manter os clientes. Para ter um diferencial não só pelo que se cobra, é preciso outro tipo de valor. “Ninguém paga mais se o produto não tem um significado”, diz Carmen.

“O consumidor de nicho está disposto a pagar mais por um produto feito especialmente para ele” Fabio Mariano, professor da ESPM


Mas os consultores alertam que o nicho sempre vai ser um negócio com limites. Essa tendência de consumo não admite vários concorrentes vendendo o mesmo produto ou serviço superespecífico para um público limitado. “Segmentar não é escolher, é abrir mão. Os empresários precisam entender isso para dar certo”, diz Fabio Mariano, sociólogo e professor da ESPM. Jacqueline Mikahil, da agência de viagens Be Happy, por exemplo, deixou de investir em pacotes turísticos tradicionais para concentrar seus esforços nos roteiros de lua de mel — e dobrou o faturamento em apenas três anos. Nas próximas páginas, você vai conhecer melhor a história dela e de mais quatro empresários que estão ganhando muito dinheiro vendendo para tribos.


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Empresas no Brasil estão socialmente atrasadas

Uma pesquisa de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que 83% das empresas não têm cadastro em redes sociais, e as que o possuem, optam principalmente por Orkut, Twitter e Facebook. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.

As instituições financeiras são as empresas que mais participam das redes sociais, contando com a adesão de 26% das companhias. Em contrapartida, o comércio varejista é o que faz menos uso da plataforma, contando com 12% das empresas, argumenta a Superintendente de Marketing da ACSP e especialista em Marketing digital, Sandra Turchi.

Em relação ao porte das empresas que apresentam cadastro em redes sociais, quase 25% das pequenas empresas o possuem. “Embora ainda seja um número incipiente, seu potencial é imenso. Cada vez mais, o pequeno e médio empreendedor percebe a importância da web 2.0 para seu negócio e o retorno que pode apresentar no seu dia a dia”, aponta Sandra.

Considerando as redes sociais mais utilizadas pelas companhias, Orkut, Twitter e Facebook são, respectivamente, as plataformas preferidas das empresas, tanto no setor de serviços como as PMEs.

O relacionamento com o cliente é visto como prioridade na utilização das plataformas 2.0 pelas empresas, seguido do acesso a novos clientes e da busca de informações de mercado. Sandra explica que, na realidade empresarial dos dias atuais, "abrir canais de comunicação com os clientes e o público é fundamental para a sobrevivência das companhias, pois se elas não fazem isso, o cliente vai procurar outros canais para expôr suas insatisfações".

Apesar de poucas empresas terem seus cadastros nas redes sociais, como citado acima, mais da metade das empresas pesquisadas, 51% já procura monitorar o que é dito sobre elas na web.

Daquelas que fazem esse monitoramento, em 61% dos casos, isso é feito internamente por um profissional de marketing, de outra equipe ou pelo proprietário. Isto é feito diariamente (27% dos casos) ou semanalmente (41%). No entanto, 68% admitem não responder aos comentários feitos sobre elas nas redes sociais.

terça-feira, 6 de abril de 2010

FastCommerce 5.3: integração e controle em tempo real

Gostaríamos de comunicar o lançamento da versão 5.3 do FastCommerce, o sistema de comércio eletrônico mais utilizado do Brasil.

A nova versão tem foco na integração do FastCommerce a sistemas externos de gestão de negócios. Esta integração é feita através de uma detalhada API (Application Programming Interface), permitindo que aplicativos de ERP façam o "controle remoto" da loja. Estão disponíveis métodos para gerenciamento de produtos (inclusão, alteração e exclusão), acompanhamento de pedidos, execução de utilitários, extração de informações de clientes, parceiros, estatísticas de visitação etc.

Com a API, os dados são obtidos em tempo real diretamente do banco de dados da loja com segurança EV SSL, que é o padrão superior da indústria e está entre os melhores disponíveis para transações seguras. Veja a documentação completa.

Aprimoramos os resultados de buscas por produtos e notícias da loja, utilizando tecnologia full-text. Este recurso faz a busca por palavras presentes nos campos textuais do cadastro. Para produtos, estes campos são o código, o nome, os campos de descrição e os descritores simples. Para notícias, os campos são título, sub-título e texto.

Com o full-text o visitante pode buscar por várias palavras e o produto será encontrado, mesmo que estas palavras não estejam cadastradas nesta ordem no nome ou na descrição do produto. Também é possível procurar por termos entre aspas, para busca por expressões exatas (ex: "tecnologia nano"). É possível solicitar resultados que contenham todas as palavras digitadas (que é o padrão) ou qualquer uma destas palavras.

Fizemos este recurso pensando também na melhoria da relevância da busca, ou seja, para evitar resultados errados e que não tenham relação com os termos buscados. Por exemplo, a busca pelo termo lula não retorna mais celular, da mesma forma que faz o Google.

Criamos um novo e importante relatório chamado Funil de compra no período. Funil de compra é o termo usado para a análise das conversões de visitas da loja em pedidos pagos. O funil mostra a relação entre os acessos às páginas de produtos, ao carrinho, à página de escolha do frete, à escolha das formas de pagamento, ao cadastro do cliente e à conclusão do pedido. Mostra também quantos destes pedidos foram pagos. Trata-se de uma ferramenta fundamental para verificar onde a loja pode ser aprimorada. Por exemplo, se a diferença entre os acessos à página de escolha do frete e das formas de pagamento for muito grande, isto indica que o frete da loja está afastando os clientes.

Para simplificar o processo de compra e melhorar o funil da loja, é possível agora ocultar os campos de entrega no fechamento do pedido. O cliente que quiser enviar seu pedido para outro endereço (ex: para mandar um presente) deverá marcar o campo Entregar em outro endereço, exibindo assim os campos para informar os dados de entrega. Para ativar este recurso, acesse a página Envio & frete e altere o campo Dados de entrega para a opção 7 ou maior. Isto poderá ter um efeito muito positivo nas vendas da loja.

Em breve lançaremos nosso novo shopping, que conterá mais de 500 mil produtos das lojas que utilizam o FastCommerce. A participação será gratuita e não haverá mais abertura automática do shopping quando a loja for acessada. Acreditamos que este novo portal trará muitos clientes para as lojas, resultando em melhoria das vendas, o que poderá ser acompanhado pelos diversos relatórios de parceiros.

Para posicionar corretamente os produtos da loja neste novo shopping, padronizamos cerca de 1500 classes hierárquicas de produtos. As principais classes devem ser selecionadas ao final da página Dados da loja. Após esta seleção, acesse as fichas de categorias e de cada produto para informar suas respectivas sub-classes. Para agilizar este processo, utilize a nova API, CSV ou o novo utilitário Alteração da classe de produtos.

Outros recursos:

- Ícone Twitter nas fichas de categorias e produtos, para divulgar promoções e lançamentos.

- Integração ao Mercado Pago. Veja as instruções.

- Permissão de acesso aos utilitários por usuário e por tipo de utilitário.

- Novo campo na página Dados da loja para informar Juros Padrão, para uso no XML de produtos e no novo shopping. Veja mais informações.

Os novos recursos já estão disponíveis gratuitamente para todas as centenas de lojas que utilizam o FastCommerce. Estamos à disposição para eventuais esclarecimentos adicionais, comentários e sugestões.