quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Os novos meios de relacionamento e comunicação da internet estão modificando a estrutura dos negócios das empresas, indo além das tradicionais ações de marketing. O poder que as pessoas exercem nas comunidades, através de trocas de informações sobre seus desejos e expectativas, estão forçando as empresas a remodelar suas estratégias de marketing e comunicação. O Social Commerce depende da empresa ouvir de seus clientes o que eles desejam. Desta forma podemos evoluir no CRM Social criando novas estratégias de marketing.

No CRM Social é possível trabalhar com dados transacionais e conversacionais. A idéia é simples, mas a prática é complexa. Não basta apenas criar uma conta no Facebook, Orkut, Twitter entre outras, sem planejamento de comunicação e estratégia de alimentar esses canais, com informações relevantes para seu nicho de mercado.

Temos como exemplo a cafeteria Starbucks que mantém o site My Starbucks Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do McDonald’s. Há outros casos, todos devidamente apoiados por uma rede social aberta ou privada. São grandes empresas,
mas a inovação aberta é perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo.

Agora que temos uma noção mais aprofundada sobre CRM Social, poderemos explorar o Link building através dessas redes sociais. O Link Building basicamente é um conjunto de estratégias planejadas e colocadas em prática com o objetivo de obter links referenciando uma página de um
site.

Normalmente as pessoas acham que o único objetivo de uma estratégia de Link Building é melhorar o PageRank de um site. Essa é uma visão "curta", pois o bom trabalho de Link Building também visa um tráfego de pessoas qualificadas.

Existem inúmeras maneiras de colocar em prática uma campanha de Link Building. A mais trabalhosa porém mais duradoura é aquela que consiste em criar um conteúdo relevante e que leve uma pessoa a indicar, através de um link, a página desse conteúdo.

Comércio Eletrônico nas redes sociais

O FastCommerce está integrado ao Facebook e Twitter, as redes sociais que mais crescem e auxiliam na indexação junto com diversas técnicas de Search Engine Optimization (SEO) para melhorar o posicionamento nos resultados naturais (não patrocinados) dos principais sites de busca.

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Fastcommerce: Lojas que Vendem

Fonte: Blog da Mídia

CRM Social

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A audiência dos sites de e-commerce atingiu 29,7 milhões de pessoas em dezembro de 2010, e o internauta permaneceu conectado em média 1h 21m e 31s, segundo o IBOPE Nielsen Online.

Deste total, 25,4 milhões de usuários visitaram sites de lojas de varejo e estiveram conectados por 52m e 2s. Na categoria comércio eletrônico do estudo, o varejo responde por 58,7% dos acessos à internet. Os sites de compras coletivas tiveram participação de 34,8% na pesquisa, o que significa que 15,1 milhões de acessos, e acumulam crescimento da audiência de mais de 680% desde junho.

Fonte - Mundo do Marketing

E-commerce recebe mais de 29 milhões de visitas em dezembro

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Escrito por Juliana Gonçalves

Nos últimos dez anos, o comportamento da sociedade em relação ao comércio de produtos eróticos mudou radicalmente. Em 2010, de acordo com dados preliminares da Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), o mercado de produtos eróticos e sensuais cresceu 17%, contra 15% no ano anterior.

O setor ganha fôlego na carona das vendas de lingeries, cosméticos sensuais e similares.
Antes, um mercado que pertencia em sua maioria a homens solteiros, passou a ser dominado pelo público feminino, por mulheres solteiras e casadas, que buscam nos acessórios sensuais, novas formas de apimentar o relacionamento.

Segundo levantamento da Abeme, em 2004 elas representavam 31% dos clientes de lojas eróticas virtuais. Em 2009, esse número subiu para 42% e em 2010 para 70%. A preferência na compra são cosméticos íntimos, lingeries e vibradores.

De acordo com Paula Aguiar, presidente da Abeme, há mais de 10 mil consultores trabalhando com produtos eróticos no Brasil, isso sem contar aqueles que vendem também artigos não-eróticos.

Quando se fala em loja virtual, o destaque fica com A Loja do Prazer, a maior do mundo online no Brasil, segundo a Abeme. Em 2010, a Loja do Prazer cresceu 40%, aumentou o número de funcionários e mudou para uma estrutura três vezes maior que a anterior. Para o proprietário Daniel Passos "o mercado de produtos sensuais ganhou itens novos e diferenciados, muito com apelo romântico e menos erótico", declara.

O portal oferece mais de 11 mil produtos, vende 8 mil pedidos por mês e em datas comemorativas como Dia dos Namorados e Natal, esse número chega aos 10 mil.

No entanto, mesmo com esses números consideráveis, a participação da categoria em volume de pedidos, no primeiro semestre de 2010, não chegou a 1%, segundo a e-bit, empresa referência no fornecimento de informações sobre e-commerce nacional.


Raio-X do setor

O mercado de produtos eróticos no Brasil cresce em ritmo acelerado, cerca de 15% ao ano. Seguem alguns dados desse mercado fornecidos pela ABEME - Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual:

- Movimenta por ano 1 bilhão de reais;
- 70% dos consumidores são mulheres;
- Emprega mais de 50.000 pessoas;
- 30 fabricantes;
- 50 distribuidores;
- 15 importadores;
- 1000 lojas físicas;
- 650 lojas virtuais;
- 3.000 vendedoras domiciliares;
- Mais de 500 sites adultos;
- Mais de 120 publicações impressas;
- 5 produtoras de filmes.

Fonte: Revista no Varejo

Mercado de produtos sensuais cresce 15% ao ano

 
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