quinta-feira, 30 de junho de 2011

Não é de hoje que defendo o quanto o relacionamento é importante para uma marca no
ambiente digital. Uma recente pesquisa da Camara-e.net mostrou que 50% das pessoas que compram online, compram de lojas que elas já conhecem. Ou seja, onde já há um relacionamento.

Não é difícil descobrir porque a B2W (Americanas.com, Submarino.com, Shoptime.com) ainda é a líder em vendas. As empresas do grupo foram as primeiras a se destacarem, e tiveram a 1ª compra de muitos e-consumidores. E aqueles que não tiveram problemas com nenhuma das empresas, mantiveram-se fiéis. Esse é um dos motivos de sucesso da empresa.

Quando um consumidor vai comprar pela web é mais fácil ele procurar a Casas Bahia, o WalMart, o MagazineLuiza e o Extra, por serem que ele já conhece. Quem teve uma boa experiência nas compras nessas lojas físicas, se sente mais seguro para migrar para as lojas online quase que naturalmente.

É nesse quesito que refaço a pergunta do título: será que as marcas tem esse mesmo conhecimento do consumidor?

Por exemplo, será que a Crawford sabe o time que eu torço? Ou que a Volkswagem sabe o dia do meu aniversário? E o Submarino, sabe que tipo de livros eu prefiro? A Coca-Cola sabe que sou um grande fã da marca? E a Timberland sabe quanto eu calço? Ou a Sony, sabe que eu comprei um dos seus notebooks? Não são exemplos fictícios não, essas são as marcas que me relaciono e gosto. Tenho produtos de todas elas, e algumas para mim, são preferência número 1 no segmento em que atuam.

Mas será que elas sabem disso?

Claro, estou aqui dando um exemplo pessoal, mas imagine isso elevado a milhares de fãs dessas e de outras marcas. Até mesmo a Apple, que é uma empresa altamente desejada, será que ela sabe porque comprei um dos seus telefones e porque meus amigos também o fizeram? Cada indivíduo tem uma história de vida e assim uma forma de se relacionar com as marcas e produtos. O motivo pelo qual eu escolhi um celular da Apple não é o mesmo pelo qual meu amigo, advogado, ou a minha irmã compraram, podem ter certeza.

Cada vez mais, e se falando de Internet é mais forte ainda, as empresas tem que trabalhar o entendimento profundo do consumidor. As marcas esqueçam o perfil de público com idade, sexo, grau de escolaridade, faixa etária e classe social. Isso era perfil de consumidor há 15 anos atrás. Hoje precisamos saber mais desse consumidor: Quem, como, onde, porque compram?

Quando uma marca começa a entender profundamente o que o seu consumidor deseja, ela não apenas oferece produtos relevantes em momentos relevantes. Elas aumentam as chances de vendas, como também conseguem desenvolver novas linhas de produtos, melhorar o atendimento, se diferenciar da concorrência, ganhar fãs da marca e com isso, advogados da marca que vão defendê-la gratuitamente.

E por que mencionei que na Internet esse conceito de entender o consumidor é mais forte? Porque na web é onde as pessoas falam o que querem, mostram o que desejam e deixam rastros do seu caminho. Quando pego meu carro e saio de casa em direção ao shopping para comprar uma camisa, o máximo que o lojista sabe é que estou no determinado shopping e entrei na loja dele. Quando abro o browser, pesquiso no Google sobre uma camisa, entro no Buscapé e vejo o local com preço mais em conta e vou para o site da loja.

Sites que tem a cultura de web vão ver todo esse meu caminho digital, pois deixei rastros em cada site que fui. Sites sem conhecimento só saberão que eu cheguei a loja, mas não saberão o porque nem como. Ai fica mais difícil me conquistar ou oferecer produtos para que eu aumente meu ticket médio, correto?

Em resumo: quanto mais as marcas entenderem seus consumidores, mais retorno financeiro terão.

Fonte: iMasters

O consumidor conhece as marcas. As marcas conhecem o consumidor?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Uma recente pesquisa da Camara-e.net mostrou que 50% das pessoas que compram online, compram de lojas que elas já conhecem. Ou seja, onde já há um relacionamento.

O Google está por lançar o projeto Google+, uma ferramenta para ajudar as pessoas a visualizar anúncios mais relevantes e recomendados.

O Google+ é um site? Sim e não. Na verdade o site leva a uma ferramenta onde o internauta, dono de uma conta Google, monta e gerencia seus Círculos de amizade, muito semelhante às listas do Facebook e do Twitter. Mas o funcionamento, em geral, está espalhado pela Web, a partir de marcadores sociais (âncoras) como o botão +1 para conteúdos, dentro e fora de produtos Google.

O botão +1 é a ponta do iceberg desta estratégia.

A fala fica ainda mais clara quando abro a caixa-postal e leio um e-mail enviado a clientes do serviço Google AdWords.

“Nas próximas semanas, seus resultados de pesquisas e anúncios no Google incluirão um botão+1, no qual os usuários podem clicar para recomendar seus anúncios. Você não precisa fazer alterações em sua conta para aproveitar os benefícios do botão. O URL da página de destino final de seus anúncios também poderá ser exibido no perfil do Google de qualquer usuário que marcar seu anúncio com +1. (…) Pense no botão “+1″ como uma forma de as pessoas recomendarem seu produto ou serviço a todos os amigos e contatos. Ao ajudar as pessoas a visualizar anúncios mais relevantes e recomendados de uma forma mais pessoal, acreditamos que você receberá um tráfego mais qualificado.”

A versão 6.2 do FastCommerce, que agora torna-se a plataforma de comércio eletrônico mais integrada às principais redes sociais já inclui integração com serviço do Google "botão+1" .

A nova versão inclui também, de forma pioneira, o Google Shopping, que em breve estarão disponíveis no Brasil.

Com este lançamento, pretendemos manter o FastCommerce na dianteira, como a tecnologia de comércio eletrônico mais utilizada no Brasil.

Fonte: IDGNow

(Texto adaptado por Flavio Gomes)








Você conhece seu consumidor?

terça-feira, 28 de junho de 2011

Aprender com a experiência alheia pode economizar muito tempo e dinheiro. Os links patrocinados do Google (AdWords) foram planejados para serem gerenciados de forma independente por pessoas sem conhecimento técnico. Mas a sua aparente simplicidade - criar campanhas, anúncios e escolher palavras chave - oculta armadilhas que podem causar muitos prejuízos financeiros e pessoais. Veremos aqui alguns erros muito comuns na maioria das campanhas de links patrocinados. Espero que seja útil para você melhorar os resultados de suas campanhas. Caso atinja este objetivo, por favor, divulgue!

01. Falta de planejamento das campanhas. Primeiro entenda seu consumidor!


Muitas pessoas costumam a criar uma apresentação sem um planejamento prévio, simplesmente sentam e começam a criar slides. O resultado são apresentações com muito texto e monótonas.

Quando se trata de campanhas de AdWords as pessoas se deslumbram com a facilidade em criar campanhas, bolar "anúncios chamativos" e incluir dezenas de palavras-chave. O Google incentiva que o próprio usuário inicie sua campanha.

Com isso, muitas empresas começam as campanhas sem planejamento e aguardam chegarem os pedidos! Doce ilusão! Se você não sabe as regras do jogo, com certeza irá perder oportunidades para quem sabe.

Planejar uma campanha pode ser mais simples do que imagina. Uma ação simples é realizar buscas no Google e salvar prints das sugestões de busca. Veja no exemplo abaixo que é fácil perceber que há uma busca por "Buffet Infantil Zona Leste", ou seja, criar uma campanha com foco nessa palavra-chave é mais barato para um buffet da Zona Leste do que comprar a palavra mais genérica "Buffet Infantil".

É preciso compreender o comportamento de buscas das pessoas antes de iniciar as campanhas.

Como conhecer o comportamento de busca das pessoas?

Há dois sites do próprio Google que permitem estudar o comportamento de busca do usuário. São eles:

- Ferramenta de Palavras-Chave - Permite avaliar as palavras mais buscadas no Google. Digite uma ou mais palavras e terá uma lista de palavras com respectivos volumes de busca.
- Google Insights para Pesquisa - Compara até 5 palavras e analisa seu volume de busca ao longo do tempo. Experimente pesquisar a palavra MULHER e você notará que em março existe um pico de buscas devido ao Dia Internacional da Mulher.

A maioria das pessoas não planeja a falha, e sim falha no planejamento - John L. Beckley

02. AdWords é um leilão, portanto quem paga mais fica em melhor posição.

Muitos pensam que quem pagar um CPC (custo por clique) maior, terá seu anúncio em melhores posições. Em parte é verdade, o problema é que a posição é determinada pela multiplicação do CPC Máximo e do Índice de Qualidade. O anúncio que tiver o maior número será o primeiro.

Mas o que é índice de qualidade?

É uma nota que cada palavra-chave recebe de acordo com vários fatores, sendo três principais:

1.Relevância da palavra-chave com o texto do anúncio: o título e/ou texto do anúncio contém a palavra-chave procurada?

2.CTR (Taxa de Cliques): a taxa de cliques é o cálculo do Cliques/Impressões e indica se o anúncio foi relevante para o usuário. O CTR está estreitamente ligado a uma boa seleção de palavras-chave e anúncios bem redigidos.

3.Página destino: a URL para o qual o usuário é direcionado atende o desejo de busca do usuário? Se o usuário buscou Hotel Fazenda Reveillon 2011, não podemos direcioná-lo para Home Page do site, mas para uma página destino criada especialmente para essa palavra-chave.

03. Rede de Display como recomendação do Google?

Os anúncios do Google não aparecem apenas na busca direta no Google, mas também em parceiros de pesquisa, que são portais como o Terra, que utilizam a busca do Google, e na Rede de Display, que são milhares de sites que publicam anúncios do Google.

O AdWords deixa a opção Todos os sites disponíveis como recomendação para novos anunciantes. Minha sugestão é desabilitar a Rede de Display, para garantir que as primeiras visitas tenham origem no Google.

Para segmentos com palavras-chave muito específicas (inglês para engenheiros, por exemplo), a Rede de Display pode ser uma alternativa importante.

04. Anúncios exibidos em todo o Brasil

O padrão é que os anúncios sejam exibidos em todo Brasil. Resista à tentação de achar que seu produto ou serviço poderá ser comprado por pessoas de qualquer lugar do país. Atualmente você possui clientes em todo Brasil? Se a resposta for não, então vá com calma e faça uma segmentação geográfica para focar suas visitas nas regiões com maior potencial de venda.

Você pode selecionar os estados, mas para cidades é necessário definir círculos ao redor das regiões de interesse.

05. Começar com um CPC Máximo muito baixo

Você pode influenciar a posição de seus anúncios configurando o lance máximo de CPA. Esse lance é o maior valor que você deseja pagar quando alguém clicar em seu anúncio. Você inserirá um lance inicial abaixo, mas poderá alterá-lo sempre que quiser. Experimente definir um lance agora para dar os primeiros passos e depois o analise com base no desempenho de seus anúncios.

No momento de informar o CPC Máximo, muitas pessoas colocam valores muito baixos como R$ 0,10. Não faça isso!

A razão é que se colocar um valor baixo, seu anúncio começará a ser exibido em posições muito ruins. Com isso, o CTR (taxa de cliques) será baixo. Por exemplo: se o anúncio está na oitava posição e foi exibido 1000 vezes, mas teve apenas 5 cliques, o CTR é 0,5%. Lembrem-se de que o CTR é um dos principais fatores do índice de qualidade, portanto um CTR baixo implica em um CPC Máximo alto (ver erro número 02).

06. Apenas uma campanha para todos anúncios

Colocar todos os anúncios em apenas uma campanha não seria o melhor, pois o orçamento de uma campanha é limitado. Com isso, haverá uma concentração de cliques em poucas palavras-chave.

Por exemplo: Se o anúncio (1) tem a palavra-chave HOTEL FAZENDA e o anúncio (3) tem a palavra-chave HOTEL FAZENDA COM PISCINA AQUECIDA, teremos muitos cliques no anúncio (1) e poucos no anúncio (3) (A curva representa o volume de busca das palavras).

07. Falta do código de conversão: saiba quais palavras são mais eficazes

Todo site possui um formulário de Fale Conosco, um Pedido de Orçamento ou um Formulário de Compra.

Em geral, uma página de agradecimento é apresentada logo após essa ação. O código de conversão é um pequeno trecho de código fornecido pelo Google que deve ser colocado na página APÓS UM FORMULÁRIO. Ele permite saber quantas pessoas preencheram o formulário de contato, orçamento ou compra, e QUAL PALAVRA-CHAVE gerou aquela conversão.

Em um site de brinquedos educativos, podemos ter as palavras/cliques: FANTOCHES (500 cliques/mês) e MÚSICAS INFANTIS (1000 cliques/mês). Como saber a palavra mais importante? Com o código de conversão, podemos descobrir que para fantoches temos 20 conversões em vendas (4% de conversão) e que músicas infantis tem ZERO conversões. Supondo que o CPC foi de R$ 0,20, investimos R$ 100 em FANTOCHES e tivemos 20 vendas, ou seja, R$ 5/venda. Para músicas infantis, o investimento foi de R$ 200, mas o retorno foi ZERO, pois não converteu em vendas.

Sem o código de conversão, sua campanha é como um voo sem destino.

"Quem não mede não gerencia. Quem não gerencia não melhora." - Joseph Juran

08. Falta de vínculo com o Google Analytics

Em muitas empresas é comum o próprio cliente gerenciar suas campanhas de AdWords com um e-mail pessoal do próprio sócio ou de um funcionário. Também é comum um fornecedor criar as campanhas de AdWords com o e-mail da agência.

A produção do site, em geral, é responsabilidade de outra empresa. Portanto, o e-mail utilizado para cadastrar o código do Google Analytics será diferente do e-mail utilizado nas campanhas de AdWords.

O resultado é que não será possível acompanhar pelo Google Analytics as visitas com origem nos links patrocinados, e elas serão contabilizadas como visitas orgânicas (ou gratuitas).

Para saber se o AdWords está vinculado ao Analytics, basta selecionar Relatórios > Google Analytics. Se aparecer a tela abaixo, é porque não estão vinculados.

09. Falta de relatórios

O AdWords oferece uma gama muito variada de relatórios que permitem analisar as campanhas, os anúncios e as palavras-chave com muitos detalhes. Infelizmente, a maioria das pessoas não tem o hábito de analisar mensalmente os resultados das campanhas, deixando 100% da responsabilidade com quem está gerenciando as campanhas.

Os relatórios são uma responsabilidade gerencial. Portanto, os gestores deveriam se envolver mais com as campanhas de AdWords e solicitar os relatórios que respondam suas demandas de informações sobre as campanhas.

"Uma boa pergunta já é 50% da resposta!"

10. Palavras-chave e anúncios não relacionados

As pessoas criam anúncios com títulos chamativos, porém não relacionados com a palavra-chave pesquisada.

No exemplo abaixo, a palavra pesquisada foi HOTEL FAZENDA CRIANÇAS. Note que, em primeiro lugar, temos o Hotel Fazenda Santa Mônica, cujo anúncio tem o título "Hotel Fazenda p/ Crianças". Em uma posição bem abaixo, temos um anúncio com o título "Viaje com as Crianças", que não possui as palavras HOTEL FAZENDA no anúncio.

Fonte: iMasters!

(Texto adaptado por Gustavo Takeshi)

10 erros comuns em Links Patrocinados

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Apesar da constante guerra entre as potências da época, o maior medo que rondava o Caribe dos séculos XVI e XVII era a pirataria. Com hábitos impiedosos, bandos saqueavam navios comerciais e aterrorizavam vilas com ameaças e uso indiscriminado de força para aumentar os seus patrimônios ou simplesmente para se divertir com o sadismo que sempre os caracterizou.
Séculos se passaram, mares se acalmaram e tanto territórios quanto países cercaram-se de defesas para extirpar os piratas tradicionais de boa parte das costas do planeta. Exceto por casos isolados que ainda persistem, a batalha foi ganha com um sucesso considerável.
Mas isso não significa que a pirataria tenha chegado ao fim: ela simplesmente evoluiu e entrou em uma nova era.

A metamorfose do dinheiro. E do crime
Nós séculos passados, o ouro rodava o mundo em baús estocados nos porões de navios.
Hoje, o dinheiro não está mais em navios. A cada dia que passa, ele sai também de bolsos e de cofres tradicionais e assume uma forma nova, característica da evolução à qual fazemos parte: a eletrônica, caminhando entre lojas online, bancos e contas diversas.
O crime, claro, está atento a isso.
Os ataques dos piratas modernos
Protegido pelo anonimato da rede e longe das armas da polícia, organizações criminosas modernas já dão claros sinais de acumularem conhecimento e experiência em um tipo de furto mais difícil de combater.
Apenas nos últimos meses, testemunhamos invasões em sites de entidades políticas (site do PT, em 18/10/2010, e PSDB, em 25/10/2010); de serviços de hospedagem como a Locaweb (17/10/2010) e até mesmo de sites que prestam serviço de segurança, como a Kaspersky Labs (17/10/2010).
Em maio de 2009, um hacker invadiu o sistema do Twitter e conseguiu acesso administrativo a todas as contas de usuários do serviço.
Até mesmo o Google já sofreu invasões de 2009 para cá – como uma que alterou a página da empresa no Marrocos para uma tela em branco contendo mensagens do tipo “cyber-criminal esteve aqui”.
Em alguns desses casos, os prejuízos financeiros foram notórios. Em outros, as marcas tiveram que se esmerar para recuperar a credibilidade perante os seus públicos.
A prevenção ao crime digital
Seja qual for o caso, o fato é que notícias de ataques e invasões a sites têm se tornado assustadoramente mais comuns, forçando empresas a investirem cada vez mais em segurança e a envolverem-se em um tipo diferente de guerra.
Se você está à frente de áreas digitais de empresas, é bom se preparar para combater um inimigo muito pior do que os seus concorrentes: os piratas digitais. Estes começam a se proliferar pela Web, dotados de conhecimento e motivação que varia de prazer pessoal a ambição desmedida.
Não há receita para combater um inimigo invisível – mas há, sim, algumas premissas que podem ajudar:
1) Investimento. Sistemas de segurança, certificados e muito trabalho de programação direta. Hoje, não há como fugir de se equipar as plataformas digitais de empresas com um aparato que diminua (mesmo sem eliminar) riscos de invasão.
2) Cuidado extra com as informações realmente delicadas. A única maneira 100% segura de um hacker não capturar informações é você não as colocar na rede. Assim, é aconselhável armazenar alguns dos dados da empresa em locais sem nenhum tipo de conexão com o mundo exterior e onde apenas poucos usuários tenham acesso.
3) Seja discreto. Quando muitos ficam sabendo de muita coisa, guardar segredos acaba se tornando algo impossível. O que vale, portanto, é a tradicionalíssima regra militar para lidar com informação: só se deve compartilhá-la diretamente com quem precisa sabê-la – e ninguém mais.
4) Orientação às equipes. Ainda assim, sempre haverá dados ao alcance de todos os membros da equipe – algo fundamental para que qualquer empresa informatizada consiga operar. Nesse caso, a única solução é orientar os colaboradores de maneira constante e clara sobre riscos envolvendo downloads de arquivos suspeitos, cliques em links que venham de anônimos e assim por diante.
5) Zelo extra com operações de comerciais online. Algumas empresas de comércio eletrônico têm o hábito de armazenar dados de cartão de crédito de seus consumidores para viabilizar cobranças recorrentes ou outros tipos de operações financeiras. Isso é completamente desaconselhado. Em um processo de compra, o ideal é que a loja nem sequer tenha acesso aos dados, fazendo-os transitar de maneira criptografada da máquina do usuário até a operadora de cartão de crédito. A partir do momento em que uma empresa armazena os dados de cartões dos seus usuários, ela está sujeita a ataques de hackers com o objetivo claro de capturar e utilizar este dados. Por mais que ela invista em segurança, esse é um risco que sempre existirá e que, caso se concretize, pode causar danos institucionais irreparáveis.
Há ainda uma lista praticamente infinita de medidas de segurança que se pode tomar, mas caberá também ao gestor desenhar a linha entre precaução e paranóia (mesmo porque a última pode afastar os usuários).
Mas, de todas as atitudes existentes nesse campo, a mais importante é estar permanentemente atento. A partir do instante em que o site que você estiver gerindo alcançar níveis altos de crescimento, ele chamará a atenção do crime.
Nesse momento, você estará inserido em um eterno jogo de xadrez contra um inimigo poderoso e invisível: precisará observar pistas, suspeitar tentativas de ataques e reagir, seja trocando senhas, aumentando investimentos ou realocando dados. Preferencialmente antes que o mal seja feito.
O FastCommerce possui vários recursos para inibir esses crimes e fraudes no comércio eletrônico. Exibição de força de senha, Firewall personalizado, Site Blindado e certificado de segurança EV SSL (Thawte).
Fonte: IDGNOW!
(Texto: Ricardo Almeida. Adaptação: Gustavo Takeshi)


O crime digital e os cuidados das lojas virtuais!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A idéia deste artigo é transmitir aos lojistas o quanto é importante atender bem seus clientes e resolver questões simples para evitar futuros problemas e manter o bom relacionamento com os atuais e futuros clientes de sua loja virtual.
Com a facilidade de acesso à informação, as pessoas estão tendo respostas rápidas e prontas para qualquer tipo de negócio que desejarem. Se alguém nunca ouviu falar sobre determinado assunto, basta fazer uma busca rápida pelo Google para passar a entender mais aquele tema. Para aprender a manusear qualquer equipamento ou fazer alguma coisa que nunca antes teve contato, basta se dedicar um pouquinho e ter paciência para procurar que a web dará as dicas de como fazer.
As informações chegam de forma cada vez mais ágil, nós ficamos sabendo de um fato que ocorre do outro lado do mundo em poucos instantes, no conforto de nossa casa. Exemplo disso foi o caso da morte do Osama Bin Laden, que antes mesmo de os grandes veículos de comunicação darem a notícia, já se ouvia falar do assunto nas redes sociais.
Isso tudo traz diversas mudanças nos hábitos, no comportamentos e no relacionamento das pessoas, e não foi diferente na relação entre a empresa e seus clientes.
Antes, para ter uma resposta de alguma pergunta feita a um amigo, ou para resolver algum problema pessoal, demorava-se um pouco, o que com o passar do tempo foi mudando, até chegarmos hoje, uma época em que as pessoas, de forma geral, não têm mais paciência para esperar por nada. Se você manda um e-mail às 8h da manhã e às 10h ainda não recebeu uma resposta, como você reage? Imagine, então, esperar até o meio da tarde? Com certeza você já estaria bastante agitado e ansioso pela resposta!
Mas onde entra o atendimento aos clientes nesse contexto?
Pessoas entram em contato com as lojas virtuais a fim de receber uma resposta a respeito do envio do produto que elas adquiriram, ou para receber resposta sobre uma dúvida (que só a empresa pode resolver) no manuseio de um produto, para fazer uma reclamação por algum problema ocorrido, para obter informações sobre como efetuar uma compra em um e-commerce. Enfim, são vários os motivos que levam o cliente a procurar a empresa.
Até aí tudo bem, mas onde entra a adaptação das empresas para esses casos rotineiros de um negócio?
Da mesma forma com que as pessoas se relacionam umas com as outras, elas também o fazem com as empresas, só que, muitas vezes, com mais rapidez e em alguns momentos com um pouco mais de revolta, dependendo do caso. E, nesse cenário, no qual a resposta pronta é o fator primordial, é que as empresas devem surpreender seus clientes.
Um exemplo entre uma empresa e seu público (hipotético)
O cliente (ou possível cliente) a fim de resolver seu “problema” procura um meio de atendimento que a empresa oferece. Simulando um caminho de contato: vamos supor que o cliente envie um e-mail para a empresa, mas não obtém resposta rápida; aí ele entra em contato pelo chat, mas suponhamos que no chat ele não consiga resolver seu problema, seja por esperar muito tempo na fila e desistir, ou, talvez, porque o atendente não deu muita importância para seu problema e não resolveu nada, assim, em último caso, ele entra em contato pelo telefone e, novamente, não consegue resolver nada.
A partir desse momento, ele começa a procurar outros meios para conseguir ser ouvido. E então, o que era de conhecimento apenas da empresa e do cliente passa a ser público, pois a reclamação do cliente começa a ir para outros meios de comunicação que são de acesso de todos, como por exemplo Twitter, Facebook, Orkut, Reclame aqui, YouTube e tantas outras redes sociais e sites.
Com certeza o caminho que cada pessoa irá buscar não obedece ao citado acima, mas é somente para exemplificar que as pessoas estão utilizando esses canais para serem ouvidas.
Se o problema se agravar e essa pessoa for persistente e criativa, ela poderá criar vídeos, sites, posts em seu blog, enfim, qualquer coisa que a ajude a espalhar o seu problema, na tentativa de ser ouvida. Já são vários os casos de pessoas que fizeram isso com empresas como Brastemp, Renault, Americanas.com… tudo pela falta de resposta ou por causa de respostas vagas.
Um fato que pode piorar a situação é quando uma empresa utiliza as mídias sociais para interagir com seu público, mas, sendo apenas unilateral, como por exemplo, quando uma pessoa posta uma dúvida ou uma reclamação sobre uma empresa no Twitter e não obtém nenhuma resposta, apenas vê aquela empresa postar, a todo o momento, sobre promoções e outras coisas de seu próprio interesse, sem parecer se importar com o problema individual de cada cliente. A sensação da pessoa é de que está sendo “ouvida”, mas que não estão dando a mínima para ela, pois tem alguém naquele ambiente (Twitter, nesse exemplo) que viu (ou deveria ver, pois está lá) que ela falou alguma coisa, mas não fora escutada.
As empresas devem adaptar-se à forma como seus clientes agem e devem acompanhá-los no que diz respeito ao que dizem sobre sua marca nas mídias sociais, podendo, assim, antecipar um problema ou resolvê-lo enquanto é ainda um “embrião”.
Duas situações que podem acarretar problemas para uma empresa, quando não é dado nenhum retorno:
  1. Imagine que uma pessoa comprou um produto e não o recebeu ainda, ou não recebeu nenhum retorno sobre o envio. Ela provavelmente estará ansiosa para ter uma posição a respeito do envio, o que pode gerar uma insatisfação.
  2. Outro exemplo é quando um cliente está irritado por problemas com o produto de determinada empresa, e não recebe um parecer sobre sua reclamação ou sua pergunta.
Os clientes querem soluções imediatas e respostas rápidas para os seus problemas, e cabe à empresa adaptar-se aos “Clientes 2.0″. E você, já está adaptado?
A plataforma FastCommerce possui diversos recursos que ajudam o lojista a se comunicar mais e melhor com seus clientes através de recursos indispensáveis como o atendimento online e envio de sms para status do pedido de seu cliente.
Fonte: iMasters
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

“Cliente 2.0” e o Atendimento – as empresas devem se adaptar!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Muitos lojistas contratam a plataforma pronta para iniciarem suas vendas pela internet e pensam que apenas este primeiro passo será o sucesso de sua loja virtual. Porém se esquecem de todo o processo e planejamento que devem ter para começarem a vender e rentabilizar o projeto de Ecommerce. A equipe do FastCommerce alerta os lojistas a tomarem alguns cuidados antes de começarem as vendas pela web, disponibilizando um checklist para consulta.

Web Design

Quando se pensa em loja virtual uma das primeiras coisas que nos vem a mente é a parte visual: imagens dos produtos, gráficos, cores... mas webdesign é mais do que isso. O web designer deve considerar, de forma geral, a facilidade com que o cliente realiza as ações que desejamos nas páginas da loja virutal. Por exemplo: um site de e-commerce deve propiciar ao usuário a concretização da compra de forma fácil e rápida, ao percorrer as etapas necessárias à compra com o mínimo possível de atrito. Uma loja virtual que apresenta um bom design deve possuir as seguintes características:


Texto e Produtos de fácil visualização.

Facilidade de leitura significa que você deve dar uma atenção especial à escolha das cores da fonte e do fundo das páginas. Não utilize uma cor de fundo que prejudique a leitura do texto ou visualização dos produtos, evite cores escuras, de forma que se confundam com o texto e tornem cansativa a compra.

Fonte de texto escura sobre um fundo claro é mais fácil de ser lida do que o oposto: um texto em cor clara sobre um fundo escuro.Também não é boa idéia usar um texto muito pequeno ou grande demais.

Alinhando o texto. Texto centralizado fica bem para títulos. O seu usuário deve se sentir à vontade ao ler o conteúdo do seu site, o mesmo vale para os produtos disponibilizados; portanto, use o alinhamento que é padrão no mundo ocidental onde se costuma ler da esquerda para a direita.


Fácil navegabilidade.

É o equivalente a trafegar por uma cidade ou rodovia muito bem sinalizada. Na loja virtual, os clientes devem saber para onde ir, e como ir. Identifique que é link e o que é texto na sua página. Imagens como botões e tabelas devem estar claramente identificados, com texto legível e fácil de ler. Escolha as cores, fundos, texturas e efeitos gráficos com muito cuidado.

Se possível, use cores de links que sejam familiares para os usuários da internet. Por exemplo: texto em azul geralmente indica um link não visitado e texto marrom indica que o link já foi visitado.

Se você decidir por não usar as cores que são padrão de navegação na internet, os links devem ter então algum outro tipo de destaque (negrito, fonte maior, barrinhas verticais).

Lembre-se: Links tem que ter aparência única, distinta. Eles não podem ter a mesma aparência do texto normal escrito na página. Isso pode confundir o usuário e causar uma má experiência de navegação para ele.

Seus clientes deveriam conseguir encontrar qualquer produto dentro de sua loja virtual, com no máximo alguns cliques. Caso contrário ele vai "fugir" de sua loja virtual tão rápido quanto ele entrou. Outra sugestão para lojas virtuais com um grande número de páginas é criar um mapa da loja virtual onde o cliente pode ter uma visão geral de todas as páginas com o respectivo link de acesso. Vale lembrar que todas as lojas hospedadas na plataforma FastCommerce geram automaticamente este recurso de mapa do site.


Possuir boa identidade visual.

Mantenha um padrão visual em relação ao layout e ao design. O cliente deve sentir com clareza que está em sua loja virtual e o que está comprando.


Identidade visual padronizada.

Informações x Coerência Gráfica. Todas as fontes, textos, documentos, cabeçalhos, rodapés, imagens, ícones, newsletters e e-mails da loja virtual devem seguir um mesmo padrão. Mantenha a coerência gráfica desde um simples relatório emitido pelo seu site até no padrão de layout das páginas. Isso vai transmitir a sua loja virtual uma imagem mais profissional.


Facilidade de acesso.

Estudos indicam que os usuários irão rapidamente perder o interesse em navegar no site, se ele não carregar rapidamente. Páginas construídas com tecnologia flash devem conter um aviso do tipo "carregando, aguarde", embora o ideal seja simplesmente: não utilizar flash, a não ser que seja estritamente necessário. Mesmo que seu site tenha sido planejado para o cliente final que precise da interatividade do Flash, ainda assim você deve levar em conta o tempo de carregamento das páginas.


Animações e imagens.

Um bom exercício de aplicação dessa regra é analisar como incluir animações ao seu site. Animações podem ser interessantes para chamar a atenção do usuário, mas costumam ser arquivos grandes, o que pode implicar na velocidade de acesso ao site. Faça um teste com o tempo de carregamento do seu site sem a animação e com animação e avalie o tempo de carregamento da página, para então considerar a inserção delas ou não.Outro inconveniente mais grave ainda, no caso de uma loja virtual é tirar a atenção do usuário do roteiro, cuidadosamente estabelecido para ser concluído com a ação de compra. Por outro lado, vale a pena investir em boas imagens de produtos e, se possível, mostrar os produtos sob vários ângulos de forma a destacar aspectos que podem valorizá-los aos olhos do comprador.

Essas são algumas recomendações básicas para tornar sua loja mais atraente e objetiva, e assim aumentar a lucratividade de sua empresa com esse recurso que cresce exponencialmente e muita rapidez, vendas pela internet.

Texto baseado no artigo "5 Basic Rules of web page design and layout"
(Adptado por Gustavo Takeshi)

Facilite a compra de seu cliente!

terça-feira, 21 de junho de 2011

Atualmente muitas empresas estão integrando suas vendas de loja física as vendas pela internet. Um setor em exponencial crescimento e que aumenta consideravelmente a lucratividade e rentabiliadade dos lojistas se investido e planejado com eficiência. Consequentemente, a concorrência se torna mais acirrada e o sucesso de sua loja virtual dependerá das estratégias e planejamentos traçados.

Um dos maiores e mais saudáveis desafios que as empresas enfrentam em seu dia a dia chama-se concorrência. Um exercício natural e diário sem o qual o termo “mercado” simplesmente não existiria. Tudo bem, mas o que dizer sobre a concorrência desigual, aquela imposta pelas grandes empresas, contra as de menor porte? Como se não bastassem as dificuldades a serem enfrentadas (carga de impostos, inadimplência, burocracia, empréstimos, etc), em muitos casos, a concorrência com empresas de maior porte (melhor estruturadas) pode ser fatal. Então, uma pergunta se faz necessária: é possível a uma empresa de menor porte sobreviver ao poder de fogo dos grandes?

A resposta: pode até não ser tão fácil, porém, é perfeitamente possível. Pense bem, se fosse algo impossível, os grandes jamais teriam se tornado o que são, afinal, poucas empresas começam suas atividades dominando mercados (salvo as exceções das fusões de grandes corporações). Em sua maioria, quem hoje é grande certamente já foi pequeno um dia, desafiou concorrentes e enfrentou com sucesso os ataques de quem tinha mais estrutura, mais tempo de mercado e mais poder de fogo. No final das contas, mesmo que não os tenha derrotado literalmente, os venceu naquilo que era necessário para sua sobrevivência no mercado.

Use a criatividade e vença no mercado

A força dos grandes não pode ser ignorada, mas se por um lado eles dominam os mercados, por outro, possuem reações mais lentas e dificilmente têm o conhecimento regional que alguém de menor porte, como você, tem. Então, como brigar “de igual para igual” com alguém que não é igual a você? Simples. Usando a criatividade e seus diferenciais para atacar o “gigante” em seus pontos fracos (lembra-se da história de Davi e Golias?). Detecte suas deficiências e explore-as ao máximo (um gigante pode ser forte, mas nunca vai ser mais rápido e ágil do que você) e, principalmente, tenha coragem para realizar as mudanças que forem necessárias.

Alguns aspectos devem ser sempre levados em consideração para enfrentar os desafios do mercado e da concorrência desigual:

- Tenha excelência no seu atendimento, acima de tudo;

- Cresça com responsabilidade, dando sempre um passo de cada vez, afinal, há uma grande diferença entre ser empreendedor e ser responsável;

- Tenha um departamento de cobranças eficiente. A inadimplência é uma das maiores inimigas dos pequenos;

- Flexibilize-se, pois centralizar informações e ações é o primeiro passo para o mau atendimento ao cliente;

- Fortaleça-se. Busque sempre parcerias estratégicas com fornecedores e empresas. Lembre-se sempre do ditado: “a união faz a força”;

- Simplifique sempre. Afinal, a burocracia não tem essa má fama à toa;

- Monitore constantemente seus clientes. Não se envaideça pelos elogios. Dê toda a atenção às críticas e às reclamações que receber, pois elas são o melhor termômetro para detectar falhas nos seus processos e as corrigir rapidamente;

- Programe-se e planeje sempre o futuro;

- Contrate uma empresa ou um profissional que lhe oriente a utilizar corretamente as ferramentas de marketing e da comunicação para vender seus produtos e serviços. Saiba que já existem ótimas empresas e profissionais especializados no atendimento às empresas de menor porte. Não existe fórmula mágica para o sucesso nos negócios, mas seguindo essas dicas aparentemente simples, fica mais fácil você enfrentar os grandes. Sua empresa se fortalece, melhora o atendimento e, pode ter certeza, não há gigante capaz de entrar em sua “fortaleza” (fatia de mercado) se você tiver eficiência e uma carteira de clientes satisfeitos e fiéis. Ficar estagnado, apenas se defendendo dos golpes do gigante, pode ser fatal! Portanto, tome a iniciativa e vá à luta!

Durante toda a história do FastCommerce passaram lojistas que iniciaram suas vendas com pequenas lojas virtuais e através de muita dedicação e planejamento se tornaram hoje grandes lojas e que dependem das vendas online para continuar crescendo e evoluindo.

Fonte: UOL Carreira (Texto: Marcelo Antunes, Adaptação: Gustavo Takeshi)

Pequenos Negócios, Grandes Idéias.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Em 2010, quase um terço (33,02%) de todas as transações entre varejo e consumidores foram feitas eletronicamente, segundo a 13ª edição da Pesquisa FGV-EAESP. No caso de transações realizadas entre empresas, esse índice sobe pra quase dois terços do total, o que representa 65,25%. E, apesar das boas perspectivas nos negócios pela internet, ainda há um número muito grande de empresas online que desrespeitam os direitos do consumidor. Segundo o site Reclame Aqui, o volume de reclamações cadastradas no mês de dezembro de 2010, referentes a 14 lojas virtuais de maior operação no País, aumentou 320%, se comparado ao mesmo período do ano anterior.

Uma das razões pelo grande volume de reclamações sobre os sites de venda é a falta de preparo por parte do fornecedor. Se, por um lado, os custos em relação a ponto comercial físico, locais para estoque e funcionários são menores, por outro, a empresa deve investir em itens como atendimento e logística, principalmente para o cumprimento dos prazos. E, para evitar situações problemáticas entre a empresa e o consumidor, aqui estão os principais cuidados a serem tomados no ambiente virtual:
  • Aja sempre de acordo com a lei: A legislação que protege o consumidor no Brasil é uma das mais modernas e completas do mundo. O Código de Defesa do Consumidor é um verdadeiro manual de procedimentos, estabelecendo todos os critérios que a empresa deve seguir para evitar a insatisfação do consumidor e até problemas jurídicos. Sendo assim, o Código torna-se uma ferramenta a seu favor, sendo um aliado às suas atividades.
  • Forneça sempre informação adequada e precisa: A elaboração de manuais de compras, com todos os procedimentos descritos de forma clara e precisa, contendo informações como prazo de entrega e política de devolução, é essencial nessa relação. A linguagem deve ser simples e objetiva. O cumprimento dessas medidas também é essencial, ou seja, o fornecedor deve cumprir exatamente aquilo que descreve. Do contrário, irá gerar descredibilidade.
  • Garanta que os prazos sejam cumpridos: Há vários casos de sites que dispõem dos produtos, têm um marketing adequado e vendem muito bem, porém, na hora da entrega, a falha é evidente. Por isso, uma boa logística é essencial. Os prazos de entrega devem ser cumpridos à risca para que o consumidor não tenha a sensação de insegurança em relação ao fornecedor. Da mesma forma, quando houver uma devolução, o ressarcimento do valor ao consumidor deve ser imediato. Prazos longos para o ressarcimento geram desconfiança e desconforto ao consumidor, além de violar a legislação.
  • Atente-se ao crescimento ordenado: Muitas vezes, os empresários têm ideias criativas e até chegam a implementá-las, porém, sem a exata dimensão do que é necessário para colocá-las em prática. O resultado é um crescimento maior do que a empresa comporta, o que gera, na maioria das vezes, um resultado desastroso.
  • Aposte na responsabilidade social: O consumidor de hoje valoriza as empresas que investem nas questões sociais, entendendo essa postura como um sinal de ética e cidadania. E, para as empresas, atuar em prol de causas sociais é uma forma de aliar a sua imagem a questões politicamente corretas, proporcionando uma importante vantagem competitiva.
  • Encare um problema como oportunidade: Por mais que a empresa trabalhe com ética, transparência e de acordo com a lei, determinados problemas são inevitáveis. Nesses casos, reverta o problema a favor da sua empresa. Lidar com a situação de forma adequada, justa e atenciosa é a melhor maneira de minimizar o problema, além de evitar maiores constrangimentos, como reclamações em órgãos de proteção ao consumidor ou até mesmo processos judiciais. O consumidor se encanta com a empresa que reconhece seu erro e não poupa esforços para se redimir!
Elaborar um bom Plano de Negócios para estruturar e planejar todo o fluxo de venda é muito importante para evitar deslizes e surpresas ao longo das vendas de sua loja virtual. É muito importante informar e deixar muito claro para seu cliente o produto que está vendendo, o prazo de entrega, as garantias da compra e todas as leis que vigoram nas negociações pela internet.

Fonte: iMasters
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Você conhece os direitos do e-Consumidor?

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa do R$ 1,5 bilhão, e a participação da internet em relação a outras mídias - que hoje responde por pouco menos de 4,5% - saltaria para, no mínimo, 6,5% do bolo total de publicidade. Isso sem levar em consideração os investimentos em links patrocinados.

No que diz respeito ao número de pessoas com acesso à internet no Brasil, o IAB está prevendo que a população de internautas chegue a pouco mais de 81 milhões frente aos 73,7 milhões do ano passado.

O crescimento da publicidade na internet aqui no Brasil é natural e irreversível, à medida que cada dia mais pessoas passam mais tempo conectadas, seja em casa, no trabalho ou pelo celular. Da mesma forma que a atenção e o tempo dos consumidores migraram para os meios digitais, é necessário que as marcas também tenham sua presença na internet.

Mas será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? As marcas estão criando estratégias consistentes para acompanhar o ritmo dessa nova geração de pessoas que buscam, cada vez mais, se conectar, participar e compartilhar informações?

Somente alocar recursos para o digital, sem mudar o pensamento em relação ao comportamento do consumidor, pode fazer com que as marcas se percam na hora de fazer os investimentos. De nada adianta elas entrarem no mundo digital sem pedir licença, invadir as redes sociais e enviar mensagens indesejadas.

Sem entender as mudanças ocorridas no comportamento desse consumidor, as estratégias digitais estão fadadas ao fracasso. A solução para construir estratégias consistentes passa pelo entendimento de como esse consumidor interage e como ele manterá o relacionamento com a marca em todas as fases do processo de compra.

Atender esse consumidor nos canais corretos quando ele está buscando informações sobre o produto exigirá das marcas a geração de conteúdo relevante. Elas também poderão estimular que o consumidor crie conteúdo, seja permitindo que ele opine e participe do processo de criação de novos produtos ou dando sugestões para melhorar os que já existem.

É preciso estar à disposição do consumidor na fase em que ele estiver em busca do produto, sem deixar que ele tenha dúvidas, pois, caso contrário, ele entrará em contato com marcas concorrentes e que possuam uma presença digital mais consistente que a sua.

Após a compra, esse consumidor continuará interagindo com a marca através de opiniões próprias postadas nas redes sociais, lendo e compartilhando comentários de outros usuários ou ainda solicitando suporte online. A marca deve estar presente nessa fase, pois investir em ações publicitárias somente para vender, não dando continuidade ao relacionamento, acarretará em consumidores irritados e comentários negativos.

Vale ressaltar ainda que, independentemente das ferramentas que a marca esteja utilizando, falar de somente dela, sem abrir espaço para interação e feedback, pode não ser a melhor estratégia. No entanto, ao construir uma presença digital consistente, as marcas passam a entender melhor como o consumidor interage e quais são suas expectativas, podendo entregar uma experiência de consumo e interatividade cada vez melhor.

Além do volume investido em publicidade na internet, o que determinará o sucesso das marcas na utilização dos meios digitais está em como elas construirão essa presença, de maneira a entregar conteúdo, entretenimento e interatividade relevantes, que vão além dos anúncios estáticos e sem interação.
Quando o lojista vem até nós, tanto para esclarecer dúvidas sobre a plataforma pronta para loja virtual FastCommerce como para conhecer mais sobre o mundo da venda pela internet, recomendamos o planejamento do negócio antes de iniciar suas vendas pela web.
Assim o lojista evita surpresas durante a gestão de sua loja virtual, pois saberá um pouco mais sobre leis, impostos e até mesmo como se comunicar melhor com seus clientes e aumentar suas vendas.
Fonte: iMasters
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Presença digital: como implementar estratégias de marketing na web

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Seu negócio está no Twitter? Pois deveria estar. São mais de 200 milhões de usuários que enviam cerca de 65 milhões de mensagens por dia.

A sua empresa já tem um perfil no Twitter? Então crie já. O microblog tweetou seu caminho até o topo das redes sociais. São mais de 200 milhões de usuários que enviam 65 milhões de tweets por dia.
Mas alto lá. Se você ainda não aprendeu em outras redes sociais, o relacionamento com clientes nessas plataformas não é o mesmo que pessoalmente. Você precisa aprender tanto o uso do Twitter quanto como usá-lo para se comunicar de maneira efetiva com consumidores para obter sucesso.
Aqui estão oito dicas para começar na direção certa:
1 - Construindo uma lista de seguidores
Não importa o valor da comunicação via Twitter se não há leitores. Seus tweets são públicos e pesquisáveis de acordo com os tópicos específicos contidos em sua mensagem, mas você precisa construir uma lista de seguidores ativos que leiam seu conteúdo. Os seguidores no Twitter representam sua comunidade, são a audiência e com quem você se relaciona.
Se você é Ashton Kutcher, Charlie Sheen ou Lady Gaga, tudo que precisa fazer é criar uma conta no microblog e milhões de pessoas irão seguir seu perfil instantaneamente. Caso você não seja um megastar, e a maioria não é, você vai ter que se esforçar para conseguir isso. Comece convidando comunidades de clientes que você tenha.
Sua companhia tem site, blog, lista de contatos ou newsletter? Use todos os meios que você possui. Se seus clientes já têm conta no serviço, convide-os a seguir seu perfil. Você deve também incluir o endereço do Twitter da sua empresa na assinatura de seus e-mails, marketing de apoio ou qualquer tipo de exposição. Você pode até mesmo estimular os usuários com sorteio de prêmios ou desconto em serviços.
Parte da cultura do Twitter é que os usuários seguem de volta quem os segue. Clique no link de sugestões no Twitter “Who to Follow”. Ferramentas como o software Tweet Adder pode dar mais detalhamento de contas a serem seguidas. Use-a para selecionar usuários de companhias similares ou que compartilham interesses com seus serviços e então siga automaticamente esses internautas. Certo número de perfis devem segui-lo de volta. Mas antes disso, é claro, deixa a sua página no Twitter atraente com uma boa imagem de perfil e bio.
2 - Conheça as regras do relacionamento
Se você é novo, aprenda o básico. As melhores práticas do Twitter como direct messages, o uso do ”@” para responder a usuários e os retweets. As direct messages são particulares. Para enviá-las, basta colocar a letra “d” antes do nome de perfil do destinatário. Para conversar em tweets público é feito o mesmo procedimento, mas substituindo a letra “d” pelo “@”. Caso você queira reenviar uma mensagem de outro internauta, basta colocar o mesmo símbolo antes do nome do usuário e escrever as letras “RT” no começo do tweet. Você pode também pedir educadamente que seu público retweet suas publicações.
Essas práticas atraem a atenção dos seguidores, que podem ver que você está interagindo com eles. Para ter ter sucesso nessa ação, escreva uma mensagem curta antes de replicar a publicação de outro usuário. E fique atento a tweets sobre suas mensagens para manter uma conversa. Assim que aprender o básico, ferramentas com o Group Tweet permitem que você se comunique com grupos de usuários, mesmo via direct messages.
3 - Valorize a conversa
Um dos maiores erros que companhias cometem no Twitter - e nas redes sociais em geral - é tentar usá-lo para um marketing antiquado. O slogan que sua empresa usa em campanhas publicitárias na mídia pode se revelar falso no microblog.
O Twitter pode ser uma ferramenta importante de marketing, mas a rede social deve gerar conversação e agregar valor à marca. Você se promove por quem é, não pelo que diz ser. Você pode certamente usar o microblog como um meio para anunciar produtos ou serviços novos, mas seus tweets precisam valorizar o público para manter sua audiência interessada. Compartilhe informações relevantes sobre o seu setor, assim como dicas e conselhos e conversas em geral para motivar seus contatos a participar das discussões. Faça tweets divertidos e espirituosos, diga algo único. Se posicione como especialista em sua área e ofereça conselhos gratuitamente. É melhor divulgar opiniões próprias e pessoais do que apenas repetir o que os outros dizem.
4 - Encurte os links
Utilize ferramentas de encurtamento de link, como bit.ly e TinyURL para que seus links não utilizem todos os 140 caracteres do seu tweet. O bit.ly oferece também mensuração de acessos para monitorar o sucesso da sua publicação. Você pode analisar quantos cliques foram dados em cada link e qual foi mais popular, informação que você pode usar para descobrir o que funciona melhor.
5 - Enriqueça seus tweets com ferramentas de terceiros
Uma quantidade incrível de ferramentas e plug-ins para Twitter pode aumentar o valor do seu perfil. Apesar de a rede social ter sido criada como forma de serviço de SMS via internet, você pode ampliar o tamanho de suas mensagens e enviar outros tipos de arquivo. Comece usando o TwitPic ou o Yfrog para compartilhar fotos ou vídeos. Habilite estes serviços no seu smartphone para que você possam mostrar - e não apenas contar - a coisa engraçada que você viu na rua.
Você pode tornar os tweets mais interativos conectando-os com pesquisas, usando o Twtpoll, ou a salas de bate-papo, com o Nurph. Seus seguidores vão prestar mais atenção em seus tweets se acharem conversas interessantes para participar. E integrando o Twitter com serviços de localização, como o FourSquare, pode chamar a atenção. Por exemplo, durante aquela conferência em Atlanta, alguém da sua área pode ver que você está realmente lá.
O TweetDeck, recentemente comprado pelo Twitter, permite que você gerencie multiplas contas tanto no microblog, como no Facebook, LinkedIn, MySpace, Google (GOOG) Buzz, and Foursquare. Você pode criar listas e filtrar o conteúdo dos updates que quer receber. O aplicativo possui colunas que permitem que o usuário monitore palavras-cheve específicas ou hashtags. Você também pode habilitar o TweetDeck a enviar alertas quando outras contas no Twitter mencionem sua companhia, o que dá oportunidade para identificar clientes fiéis, possíveis questões de relações públicas e gerenciar crises rapidamente.
O programa também permite programar o horário das publicações, mas o Timely, da Flowtown, vai além. Ele analise seus tweets anteriores e estima qual hora do dia eles são mais favoráveis e então programa seus próximos tweets de acordo com o resultado.
6 - Use hashtags
As hashtags são símbolos # na frente de palavras-chave. Elas tornam seus tweets mais fáceis de pesquisar. Ferramentas como o TweetDeck e o Hashtags.org permitem que visualizar os tweets mais recentes com qualquer hashtag. Uma hashtag comum no Twitter é #FollowFriday ou #FF, que às sextas-feiras divulga nomes de usuários que você acha relevantes. É um método valioso de conseguir mais seguidores. Se você ganhar novos seguidores, responda agradecendo a indicação. Esse tipo de toque pessoal é uma das coisas de que os usuários gostam.
Uma maneira de atrair a atenção é tweetar sobre tópicos enquanto eles estão entre os mais postados do momento. Crie um Google Alerta para rastrear assuntos da sua área, e quando ele enviar uma histórica inédita e relevante para seu e-mail, envie essa mensagem aos seus seguidores. Se sua compania conserta computadores antigos e uma matéria sobre desperdício de eletrônicos está nas manchetes dos jornais, você pode criar a hashtag #ewaste ou #desperdicioeletronico em um tweet que explique como seu trabalho deixa equipamentos eletrônicos fora de aterros sanitários.
Mesmo que você não comente as mais novas histórias populares do dia, você pode direcionar seu Twitter para divulgação de eventos na sua área. O NearbyTweets permite visualizar quem está falando sobre praticamente qualquer tópico em uma parte específica do mundo.
7 - Evite armadilhas
Já falamos sobre não usar o Twitter como ferramenta de spam. Mas cuidado com outras armadilhas. Lembre que muitos “seguidores” não estão realmente prestando atenção. Mesmo que a tática de conseguir seguidores seja seguir usuários com interesses em comum e esperar que haja reciprocidade, isso só vai até aí. Muitos internautas que seguirem seu perfil podem estar usando a mesma tática para aumentar a força de suas contas no microblog, e eles não estão realmente interessados nas suas publicações ou área de negócios.
Utilize o Klout ou o Peerindex para ter ideia de quantos seguidores são realmente ativos. Esses serviços dão notas de 1 a 100 para medir sua influencia online. Em algum ponto, você terá que parar de usar a estratégia de seguir usuários para conseguir mais seguidores.Deixa a sua conta no Twitter falar por si própia e espere a divulgação boca-a-boca da qualidade do seu perfil.
8 - Não espere milagres
Preciso lembrar que você não é a Lady Gaga? Você não vai ter milhões de seguidores instantaneamente. Não haverá um aumento milagroso nas vendas ou no lucro da sua companhia só porque você criou uma conta no Twitter. Como para tudo que vale a pena ser feito, não há atalhos mágicos.
Se você usar corretamente, o Twitter pode ser uma poderosa ferramenta de marketing, um instrumento para conseguir o reconhecimento da marca e a fidelidade de clientes. Seja paciente. Agregue valor. Construa uma comunidade e deixe o conteúdo e o reconhecimento dos seus seguidores ser a força que o leva ao sucesso, tanto a sua conta no Twitter, quanto nos seus negócios.
Vale uma dica que o pessoal do FastCommerce sempre dá aos lojistas virtuais: Invista em Publicidade, Comunicação e Marketing de sua loja virtual, utilize ferramentas como twitter, facebook, blog e youtube para se promover, é gratuito e atinge milhões de pessoas em curto período de tempo!!!! A próxima versão do FastCommerce, que será lançada em alguns dias, facilitará muito a comunicação nas mídias socias de nossos lojistas. Não é só porque sua loja está na web que irá vender. Seus atuais e futuros clientes devem saber que sua loja existe e vende pela internet!!!
Fonte: IDG NOW!
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Dicas: Veja como turbinar o Twitter de sua empresa e aumentar suas vendas

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Projeto Conecte seu Negócio reúne criação rápida de sites, domínio e publicidade online; primeiros 5 mil registros serão gratuitos.

O Google e o Sebrae, em parceria com HP, CNI, Serasa Experian e a empresa de hospedagem Yola, querem incentivar a entrada de pequenos negócios brasileiros na web. Para isso, disponibilizam a partir desta quarta-feira (15/6) um serviço gratuito de criação de sites, o Conecte seu Negócio. Utilizado por 11 países, o projeto chega em solo nacional com o intuito de ajudar pequenas e médias empresas a desenvolver o primeiro site de maneira simples, contribuindo para que elas ampliem as oportunidades de negócios.
Segundo Fábio Coelho, diretor-geral do Google Brasil, a companhia de buscas tem um compromisso global de apoiar pequenas e médias empresas. “Estar na internet torna os negócios mais sólidos e as empresas têm mais capacidade de competir e crescer, ao mesmo tempo em que trabalhamos para criar uma sociedade mais conectada”, afirmou, durante evento de lançamento transmitido pelo YouTube.
Na avaliação do diretor-presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, há ainda um grande número de companhias que não está presente no mundo digital e a ideia é mudar esse quadro. “Muitas oportunidades deverão surgir a partir do momento que o negócio está na web; a visibilidade e o poder de alcance aumentam e novos clientes aparecem”, aposta.
Registro e criação
Para criar o site, é preciso entrar na página do Conecte seu Negócio e verificar se o domínio desejado está disponível, registrando-o em seguida. Feito isso, o empresário usará uma ferramenta da Yola para construir a página. Lá, explica David Sexton, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Yola, há várias opções de layout e ainda existe a possibilidade de customizar o site. “Cada negócio tem uma necessidade específica e uma identidade”, pontua.
Os primeiros 5 mil empreendimentos que criarem os sites, que contam ainda com recurso para e-commerce, não precisarão pagar pelo domínio por um período de um ano. Depois, o usuário terá de pagar uma taxa anual de 29,95 reais ao Google.
O papel do Sebrae será o de realizar treinamentos via Internet, além de dar suporte às empresas no processo. Já a HP oferecerá condições especiais na compra de computadores, monitores e impressoras para empresas que não contam com infraestrutura adequada. E a Serasa Experian, por sua vez, vai disponibilizar pacotes a preços competitivos para consulta de dados cadastrais de consumidores.
O Google afirma ainda que o empreendedor que criar o site poderá usar o programa de publicidade AdWords para promover a empresa em resultados de busca e na rede de parceiros. Na inscrição, a empresa ganhará créditos no valor de 150 reais para uso na plataforma de publicidade online.
Fonte: IDG NOW!
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Google une-se a Sebrae em iniciativa para levar pequena empresa à web

Por Felipe Morais

A resposta para o título deste artigo, na teoria, seria muito fácil: “basta anunciar que as pessoas chegam ao site”. Mas será que é só isso mesmo? A fórmula é tão simples?

Na verdade, nem tanto. Primeiro que para fazer uma boa campanha na internet é preciso investimento e, bem ao contrário do que a maioria pensa, anunciar na web não é barato, entretanto, sabendo fazer, a loja virtual com certeza terá um excelente retorno em vendas.

O foco basicamente é um pilar estratégico, não apenas para aumentar as vendas, mas para manter uma loja no curso do crescimento sempre. Aumentar vendas não significa crescer, apenas, 10% de um mês para o outro, mas também deixar o cliente fiel. Em época de redes sociais, reputação é fundamental, pois além de o consumidor comprar sempre indica amigos.

Bons produtos, encontrabilidade dos produtos, atendimento, marketing digital e logística. Esses são os cinco pilares que defendo para a evolução da loja como um todo. Cada um deles tem a sua importância para essa evolução da loja, seja ela uma mega loja multiprodutos ou uma pequena loja de uma pessoa que vende camisetas pela internet.

Bons produtos significam que a loja deve vender qualidade: entender o que o mercado deseja comprar e oferecer esses produtos de forma clara, simples, objetiva e se possível com o melhor preço (digo se possível, pois frete ou empresas com produtos tabelados às vezes dificultam essa ação); se a loja tem bons produtos, é preciso que o usuário os encontre. De nada adianta levar o usuário ao site se ele não acha nada! Assim como não se pode, JAMAIS, achar que aquele usuário que digitou “câmera digital 12 megas” no Google chegue a sua loja para ver um notebook. Ele pode se interessar, mas depois de ver a câmera.

Atendimento é fundamental no pré e no pós-venda. As pessoas têm dúvidas e estas nem sempre podem ser sanadas pelo texto do site. Tem que ser na conversa. Tenha uma equipe pronta para atender as pessoas, e especializada em fechar a venda! Marketing digital é basicamente anunciar a loja, como disse no começo do artigo, mas como vimos até o momento não é a única solução para que a loja venda mais. Logística é fundamental, pois se uma pessoa compra e não entrega no prazo, perde a confiança. Ela não compra mais, não indica, não volta à loja e se possível fala mal dela para sua rede de amigos. É uma forma de perder não apenas um, mas vários potenciais consumidores.

Voltando ao marketing digital como estratégia, há diversas formas de se usar esse conceito. Banner na home de portal é um deles, muito usado pelos mega players. Altos investimentos, grandes riscos. É preciso pensar além do básico. As pessoas não se empolgam mais pelo “mais do mesmo”. Nesse momento, vem o conceito de presença digital que defendo. É preciso estar bem posicionado no Google, ter ações de Links Patrocinados. Usar bem o s-commerce (comércio pelas redes sociais), estar presente em blogs - de preferência em blogs que espontaneamente falem bem da marca -, estar no mobile não apenas com um banner em site, mas com uma loja virtual.

Mais do mesmo não vende mais. É preciso empolgar, deixar o usuário curioso e fazer com que ele sinta vontade de ir até a loja. Lá estando, oferecer um ambiente em que ele se sinta confortável e seguro. Oferecer a ele o que ele quer. Assim, cria-se um cliente fiel que pode trazer diversos outros.

Fonte: Imasters

(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Como aumentar as vendas no e-commerce?

terça-feira, 14 de junho de 2011

Quatro em cada dez usuários de smartphones clicam nos anúncios que veem; pesquisa aponta para o surgimento de um novo tipo de consumidor móvel.

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Os usuários de smartphone respondem a anúncios em um nível extraordinário, de acordo com os resultados de uma pesquisa divulgada pela Google. E uma das razões disso pode ser a natureza das buscas feitas no celular, mais voltadas para informações locais.
Dos usuários pesquisados, 42% clicam nos anúncios de que gostam, revelou o estudo "Mobile Movement: Understanding Smartphone Users". Destes, 49% - quase a metade – vão em frente para efetuar uma compra; 35% visitam o site do anunciante; e 27% ligam para a empresa em questão.
Conduzida sob encomenda pela empresa de pesquisas Ipsos OTX, a pesquisa ouviu 5.013 usuários adultos de Internet móvel no fim de 2010.
Outro resultado foi que 82% dos usuários de smartphone “percebem os anúncios móveis”, mas a frase é capciosa: perceber um anúncio não garante que ele tenha sido lido, por exemplo.
Natureza prática
A pesquisa enfatiza a natureza prática da busca em um smartphone se comparada com a no desktop. Nove entre dez pessoas tomaram uma ação com base nos resultados da busca pelo celular. As buscas na web via smartphone têm forte apelo local: 95% das pessoas usam o celular para procurar informações sobre as redondezas. Talvez a explosão recente de apps de geolocalização não seja apenas uma moda passageira, afinal.
Nós também usamos nossos celulares enquanto compramos no mundo real: 45% comparam preços enquanto navegam, 44% leem avaliações dos produtos cobiçados e 34% usam o celular até para verificar o estoque da loja no momento em que estão nela.
Some-se a isso o fato de que usamos nossos smartphones ao mesmo tempo em que vemos outra mídia (33% usam o celular enquanto assistem à TV e 22%, enquanto leem o jornal). A Google afirma que os resultados da pesquisa apontam para uma nova geração de consumidores informados em tempo real - o “smartphone consumer”, segundo a empresa.
Tais pessoas fazem parte de um “movimento móvel”, e novas técnicas de marketing são exigidas de quem deseja se aproximar dele, afirma a Google. Por exemplo, dos que usam seus smartphones durante as compras, praticamente a metade busca promoções ou cupons. A atitude combina com a visão da Google para a tecnologia Near Field Communications (NFC), que segundo a empresa será mais utilizada em promoções e ofertas.
Faltam sites
Nem tudo são flores. A pesquisa aponta que 79% dos maiores anunciantes não têm sites produzidos especialmente para a plataforma móvel, algo que pode afastar quem busca informações no smartphone. A maioria dos sites funciona bem nos smartphones modernos, mas alguns são melhores que outros, especialmente os mais adaptados a redução e ampliação e que não incluem firulas, como o excesso de animações em Flash.
De forma compreensível, a Google avisa que a publicidade móvel deverá se tornar uma área de crescimento explosivo à medida que mais pessoas tenham smartphones. Mas aqui, pelo menos, há questões em relação à lógica da Google.
A empresa esquece convenientemente que, neste exato momento, os donos de smartphones percentem às classes de alta renda. A menos que tenham achado seu aparelho na rua, eles gastaram centenas de dólares (e muito mais em reais) por um smartphone e continuam a pagá-lo por meio das contas mensais.
Pode ser que a tecnologia de smartphones se torne predominante caso os preços dos aparelhos caiam, mas não haverá garantia de que essa nova parcela de usuários não tão endinheirados terá o mesmo tipo de resposta diante de anúncios no celular.
Uso desigual
Além disso, uma pesquisa de 2010 divulgada também pela Google mostrou que o uso dos smartphones não é igual em todas as classes e faixas etárias. A maioria (58%) dos compradores de smartphones é homem e 40% deles são jovens, entre 25 e 34 anos. Sem cair em estereótipos, é razoável afirmar que as pessoas jovens saem mais que as mais velhas e, por consequência, estão mais sujeitas a fazer o tipo de pesquisa móvel que, segundo a Google, impulsiona a publicidade móvel.
De fato, no que diz respeito à publicidade móvel, nós podemos estar bem no meio de uma época de ouro. O mercado pode muito bem se diluir à medida que novos e mais baratos aparelhos cheguem ao mercado.
Há poucas dúvidas de que as buscas móveis sejam um novo e importante mercado. É provavelmente verdade que as versões móveis dos sites são necessárias. No entanto, pode ser preciso um pouco mais de tempo para perceber qual será o cenário antes que grandes investimentos sejam feitos. (Keir Thomas)
O FastCommerce disponibiliza para os lojistas uma plataforma pronta e adaptada para o uso em smartphones, recurso diferenciado da plataforma FastCommerce e que quando utilizado com planejamento e divulgação aumenta consideravelmente as vendas das lojas virtuais.
Fonte: IDG Now!

Publicidade no celular é extraordinariamente eficaz, afirma Google

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Estratégias de vídeos da Zappos: simples, barata e eficiente!

A Zappos - empresa pertencente à Amazon - vem trabalhando desde 2009 sua estratégia de vídeos nas páginas de produtos do seu site e na plataforma YouTube. No ano passado, a Zappos desenvolveu 58.000 vídeos curtos de demonstração de produtos estrelados pelos seus próprios funcionários - seus verdadeiros porta-vozes, ao invés de modelos profissionais -, demonstrando bolsas, sapatos e roupas. Atualmente 11 funcionários são responsáveis por produzir por volta de 400 vídeos por dia.

A Zappos vem analisando há muitos anos o comportamento dos seus compradores e descobriu que os vídeos vendem mais e reduzem as devoluções; as páginas de produtos com vídeos têm uma performance em vendas de 6 a 30% acima daquelas que não tem. E pesquisadores, marqueteiros e psicólogos já afirmaram que a utilização de pessoas comuns em propagandas ou recomendações de produtos pode ser muito eficiente em alguns casos pois as pessoas confiam mais na comunicação.Parece que o ar "caseiro" e natural passa credibilidade e sua simplicidade demonstra verdade.

No YouTube, a Zappos ainda utiliza em seu brand channel (nosso canal customizado) o que chamamos de "special annotations", annotations do YouTube que direcionam o usuário para a página de compra de detalhe do produto, através de linksexternos, retirando o usuário do ambiente do YouTube. Veja um exemplo de vídeo que possui o special annotation de "click here to buy".

A Zappos mostrou como uma estratégia simples e barata pode ser muito eficiente.

Roberta Plut, Gerente Comercial do Google Brasil

Fonte: Blog Google Varejo

Dicas e sugestões para aumentar suas vendas

Não é porque as empresas estão cada vez mais imersas no e-commerce que os empresários não tenham grandes desafios pela frente. Muito pelo contrário, vender pela internet todo mundo vende, difícil é manter a fidelização dos clientes e o posicionamento da marca no comércio eletrônico. É por isso que direcionar atenção especial para a pós-venda no e-commerce é essencial para o sucesso de qualquer empresa, seja ela pequena, média ou grande. Ter uma equipe especializada para atuar no que vem depois da venda é tão importante quanto ter vendedores bem treinados. E isso vale não só para o comércio eletrônico, mas também para o varejo tradicional. Portanto, é hora de começar a analisar o que sua empresa vem fazendo, ou deixando de fazer, para alcançar a excelência na pós-venda.

Insegurança à prova

De acordo com Maurício Morgado, professor do Centro de Excelência em Varejo da FGV–Eaesp, a pós-venda é tão fundamental para o comércio virtual quanto para o varejo tradicional, pois está diretamente ligada à credibilidade das empresas. Segundo o professor, as grandes preocupações daqueles que compram pela internet ainda são a insegurança e o atendimento – fatores determinantes para que um cliente volte, ou não, a comprar em determinado site.

Quanto ao atendimento, Morgado afirma que uma das maiores falhas está nos meios de fazer contato com a empresa. Segundo ele, a companhia deve disponibilizar diversos canais para que o consumidor entre em contato de maneira fácil, rápida e segura.

“Se o cliente tiver uma experiência negativa na pós-venda – se ninguém o atende, se ninguém resolve ou se tem de repetir várias vezes o seu problema –, isso irá irritar e gerar insegurança para o consumidor, que certamente não voltará a comprar. Então, esse tipo de cuidado é o que acho que as empresas deveriam ter, pois a pós-venda no e-commerce está diretamente ligada ao atendimento e às coisas mais simples. É fazer o básico de maneira correta, é registrar a reclamação e evitar que o consumidor repita várias vezes o problema. É ter algo que resolva a dificuldade do cliente.

Se os fatores que atrapalham a fidelização dos clientes no e-commerce estão diretamente ligados ao atendimento e à credibilidade, o que fazem as empresas, depois da venda, para que os clientes se mantenham fiéis e voltem a comprar em seus sites?

Fonte: Venda Mais


Em busca da fidelidade

O FastCommerce possui recursos com a capacidade de reunir uma grande quantidade de informações sobre os clientes de forma organizada e acessível é um aspecto fundamental do CRM (Customer Relationship Management), que visa colocar o cliente no plano central do negócio a ponto de conhecê-lo de forma individualizada.

O FastCommerce integra solução completa de CRM, permitindo conhecer cada cliente de perto. As seguintes informações são armazenadas automaticamente:
Quantas vezes cada cliente visitou a loja e quais as páginas visitadas em cada uma das vezes.
O tempo de permanência no site em cada visita.
O navegador e o sistema operacional utilizados.
Quantos pedidos o cliente já fez no site e quais foram remetidos ou cancelados.
As formas de pagamento selecionadas pelo cliente.


Para aprimorar o atendimento de pós-venda, é possível enviar e-mails padronizados para o cliente a cada fase do processamento de seu pedido. Todas as mensagens enviadas são gravadas em log de auditoria. O histório do pedido é organizado em fichas, permitindo o acompanhamento de todos os trâmites do pedido, desde a sua realização até a sua entrega.

Para acompanhar e aprimorar o atendimento aos clientes, foram criados dezenas de relatórios administrativos. Seguem alguns exemplos:

Tempo médio de atendimento aos pedidos:
mostra o tempo médio que a equipe de atendimento da loja leva para atender aos pedidos realizados.
Comparativo entre visitantes e compradores:
compara o total de visitantes com aqueles que colocam produtos em cesta, os que fecham pedido e os que têm seus pedidos remetidos.
Lista de aniversariantes no período: relaciona os clientes que fazem aniversário no período indicado.


Para uma visão ainda mais ampla, vários relatórios comportamentais estão disponíveis. Eis alguns:

Comparativo de acessos por dia da semana
Comparativo de acessos por horário
Valor médio dos pedidos remetidos/cancelados
Comparativo dos clientes por faixa etária e sexo
Comparativo entre formas de pagamento
Tempo de Reposição ( Alguns produtos, tais como perfumes, cartuchos de impressora, papéis, alimentos etc, são adquiridos regularmente pelos clientes. Informe neste campo o tempo normal de recompra deste produto pelo cliente, em dias ou meses. Este intervalo será utilizado para determinar a data quando uma mensagem será enviada ao cliente, sugerindo a reposição do produto adquirido anteriormente na loja.


Diversos relatórios são gerados também em forma gráfica. Os relatórios podem ser exportados em formato Excel, Word ou XML, para utilização em outras aplicações ou acesso em tempo real como fonte de dados remota.

Com o conhecimento completo de cada cliente, a empresa pode se antecipar às suas necessidades, com larga vantagem sobre a concorrência.

Conhecer o perfil do cliente também ajuda na formulação de propostas de vendas casadas (cross selling), além de promover sua fidelidade.

Como está o seu pós-venda?

terça-feira, 7 de junho de 2011

Algumas dicas para os clientes FastCommerce de como interpretar e implementar ações de marketing para elevar a visibilidade de seus produtos no mundo virtual. Retirado do site Imasters (por Silvio Tanabe).
Não é à toa que o marketing digital se tornou uma das prioridades nos investimentos em publicidade e propaganda. É uma forma prática, dinâmica e acessível para empresas de qualquer porte ou segmento promover seus negócios e manter contato com clientes e consumidores. Um bom exemplo é o Google Adwords, um canal de publicidade em que uma pessoa com algumas horas de treinamento é capaz de criar e de gerenciar seu próprio anúncio de publicidade. Outro mais recente é a Like Store do Facebook, em que é possível não só divulgar, mas vender os produtos diretamente na fan page.
De tanto ler, ver e ouvir falar sobre essas aparentes facilidades, empresários e gestores passaram a acreditar em “mitos” que conferem poderes sobrenaturais ao marketing digital. Com base em experiências pessoais, vou relatar três dos mitos mais comuns.

Mito 1: É possível fazer marketing digital sem Marketing

Recentemente fui consultado para o lançamento de um novo site de compras coletivas. Ao ser apresentado ao projeto, fiquei preocupado com o fato de não haver praticamente nenhuma característica que o distinguisse de outras centenas de sites da categoria. Levantei a questão e me surpreendi com a resposta. Para os empreendedores, relevante não era ter um diferencial para se destacar dos concorrentes, mas sim uma propaganda boa o suficiente para chamar atenção e gerar tráfego.
Assim como eles, muitas outras empresas se enganam ao pensar que só publicidade é capaz de fazer de qualquer produto um sucesso. Ela pode até gerar visibilidade para a empresa ou produto por um determinado período, mas não se sustenta ao longo do tempo.
Banners, links patrocinados, ações em redes sociais, newsletters e outras iniciativas online só funcionam se fizerem parte de um mix de marketing abrangendo pesquisa de mercado e público-alvo, análise de oportunidades, definição de uma estratégia de diferenciação para o produto, política de preços, canais de venda e monitoramento dos resultados por meio de indicadores. Quanto mais esse Marketing estiver estruturado, maior o potencial de a publicidade realizada através do marketing digital gerar retorno efetivo.

Mito 2: Marketing digital é a solução milagrosa para meus problemas

O dono de um site de camisetas personalizadas nos procurou para saber como poderíamos ajudá-lo a alcançar seus concorrentes, que estavam“bombando” nas vendas. Antes de eu terminar de explicar como funcionava nosso trabalho ele já me questionava sobre os resultados. Na sua visão, a conta era simples: “minhas vendas não estão indo bem, então vou investir X em uma agência de marketing digital e eles vão aumentar meu faturamento em 10X”.
Isso pode até acontecer, mas não basta somente contratar a agência e esperar os resultados. Antes de mais nada, o trabalho de um profissional de marketing é compreender por que as vendas estão baixas. Quais os pontos fortes dos concorrentes, quais os pontos fracos da sua empresa e o que o cliente em potencial está procurando, de modo a estabelecer uma estratégia e um plano de ação envolvendo tanto iniciativas online quanto off-line.
No caso em particular, detectamos que a loja era praticamente desconhecida, enquanto o principal concorrente era um conhecido case de loja inovadora, inclusive com várias matérias na imprensa nacional e internacional. Seu produto era de qualidade e o preço até abaixo do que a média, mas as estampas não chamavam atenção. Por outro lado, outras lojas apresentavam camisetas segmentadas de acordo com o gosto do cliente (filmes, atores, bandas de rock) ou permitiam que a própria pessoa criasse sua estampa personalizada. As vendas eram limitadas ao site, enquanto a concorrência comercializava suas camisetas em outros sites e redes de varejo.
Para alcançar o tão almejado resultado, portanto, seria necessário investir não só em publicidade, mas em um reposicionamento da marca e de sua atuação no mercado, o que não estava nos planos da empresa. Ou seja, a conta não era tão simples de fechar quanto inicialmente parecia.

3. Fazer marketing digital custa uma mixaria ou sai até de graça

Uma metalúrgica interessada em fazer publicidade por meio de links patrocinados solicitou uma proposta. Fiz uma apresentação para a diretoria, explicando os detalhes de como o trabalho funcionava, o orçamento estimado para campanha e o valor do nosso trabalho de gerenciamento.
"Mas se já estamos pagando para o Google, para que pagar também a você?”, foi o questionamento de um dos diretores, quase ofendido pelo fato de eu cobrar por um serviço que ele considerava gratuito. “Afinal o Google não é de graça?”
Não adiantou tentar explicar que o “investimento” era destinado a remunerar os profissionais responsáveis pelo gerenciamento da campanha. Para dizer a verdade, até hoje não sei nem por que me chamaram lá, se eles mesmos podiam fazer o serviço “de graça”.
Assim como o Google, muitos sites oferecem recursos gratuitos, contribuindo para a percepção de que marketing digital é “barato” ou mesmo “na faixa”. Na verdade, os sites colocam à disposição algumas ferramentas gratuitas que, utilizadas por um bom profissional, são capazes de gerar bons resultados. Nesse sentido, comparado com a propaganda em jornais, revistas ou TV, o investimento no marketing digital é muito menor.
Mesmo o caso de pequenos empresários que conseguem promover seus negócios nas redes sociais “sem gastar nada” nas redes sociais, por exemplo, na verdade investiram muito do seu tempo (um dos ativos mais valiosos de hoje) em aprender os recursos dos sites e em interagir com os clientes e consumidores.
Em vez de “barato” ou “caro”, a empresa deveria avaliar o custo-benefício das ações de marketing digital comparado às alternativas.
Os relatos acima podem soar como desabafo, e de uma certa forma são mesmo. Mas também servem de alerta para as empresas que estão investindo ou pensam em investir em marketing digital. Comparado com outras formas de publicidade e propaganda, ele pode ser mais simples, ágil e apresentar custo menor, mas os resultados sempre vão depender do trabalho de profissionais (internos ou externos), dos recursos investidos e de muitos testes e avaliações.
Como os americanos costumam dizer: “no pain, no gain” (sem dor não há ganhos). O marketing digital não é exceção.
Atualmente muitos lojistas fecham devido a falta de investimento em publicidade e propaganda de sua loja virtual. Não adianta abrir uma loja virtual, por em funcionamento para vender para internet e esperar os resultados. Há todo um trabalho de divulgação e posicionamento da loja virtual na internet. O FastCommerce oferece alguns benefícios como créditos em cupons de divulgação nos principais buscadores para incentivar o planejamento e divulgação dos lojistas clientes.
Fonte: Imasters

Os três grandes mitos do marketing digital

 
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