terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ascensão de novos consumidores aquece o mercado no Natal.



Os integrantes da classe C são os que mais compram produtos atráves do e-commerce, representando 52% desse mercado, segundo uma pesquisa realizada pela plataforma digital MoIP.

A classe D também aumentou sua participação no mercado, sendo 29% do total. Com a ascensão desses grupos, o mercado tornou-se mais acessível para todos, fazendo com que o Natal desse ano seja considerado o melhor dos últimos 10 para os comerciantes.

Esse grupo de novos consumidores é formado principalmente por pessoas de faixa etária adulta, nascidos antes da internet, e por jovens da geração digital.

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Fonte: Administradores.com.br

Mais da metade dos e-consumidores são da classe C

As vendas do comércio eletrônico brasileiro somaram R$ 2,2 bilhões entre 15 de novembro e 24 de dezembro, segundo a consultoria e-bit. O valor representa um crescimento de 40% sobre o Natal do ano passado, quando o faturamento foi de R$ 1,6 bilhão no mesmo período.

Ao todo, foram feitos mais de 6 milhões de pedidos de bens de consumo em lojas virtuais de todo o país.

“Mais uma vez notamos uma franca evolução do e-commerce no Natal. Essa data é uma grande aliada para o setor, contribuindo com grande fatia do faturamento. Por essa razão, em 2010 exaltamos o melhor natal de todos os tempos no comércio eletrônico”, afirmou, em nota, o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.

Os eletrodomésticos lideraram as vendas, seguidos por informática e saúde, beleza e medicamentos. Livros e eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocação, respectivamente, completando o ranking de volume de pedidos para o referido período.

Fonte: G1

Vendas do comércio eletrônico no Natal cresceram 40%, diz consultoria

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Para terminar com chave de ouro nosso ciclo de palestras online de 2010, fizemos uma apresentação especial sobre SEO no FastCommerce.

SEO (Search Engine Optimization) é o conjunto de técnicas para melhorar o posicionamento nos resultados naturais em sites de busca.

Aparecer com destaque nos sites de busca (Google, Yahoo!, Bing, etc) é o objetivo de 10 entre 10 sites. O ideal é que isto ocorra nas buscas não pagas (naturais), ou seja, nos resultados que aparecem logo abaixo dos "links patrocinados" e que não precisam de constantes investimentos.

O FastCommerce permite o uso de diversas técnicas de SEO para melhorar o posicionamento nos resultados naturais dos principais sites de
busca. No evento apresentamos essas técnicas e mostramos como implementá-las em sua loja no FastCommerce.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar o conteúdo apresentado.

Palestra gratuita online: SEO é o céu!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Entre outras dicas, a cartilha ensina o internauta a fazer o passo a passo de uma compra segura, começando pelo PC em que efetuará a aquisição.



A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico criou uma "cartilha virtual" para orientar as compras de Natal dos internautas. "Percebemos que grande parte dos comentários dos e-consumidores vinham em forma de dúvidas muito simples sobre a utilização do comércio eletrônico. Todos estes questionamento foram abordados na cartilha de forma didática e neutra", explica Leonardo Palhares, coordenador do comitê jurídico da camara-e.net.

Entre outras dicas, a cartilha ensina o internauta a fazer o passo-a-passo de uma compra segura, começando pelo computador onde efetuará a compra, que deve sempre estar com seu antivírus atualizado. Muitos internautas também se esquecem de verificar a segurança da conexão. "Algumas pessoas possuem internet sem fio em casa e não colocam senha, deixando seu computador completamente vulnerável a uma possível invasão", explica Palhares.

Outras dúvidas podem ser esclarecidas no tutorial, como verificação do carrinho de compras, se existe segurança na página onde o e-consumidor vai digitar seus dados cadastrais, informações para o pagamento e, por fim, a necessidade de guardar o número do pedido para poder acompanhar sua compra.

Durante a navegação na cartilha, o e-consumidor poderá passar o mouse sobre "etiquetas" vermelhas que exibem explicações sobre pontos como: central de atendimento, preço, descrição técnica, selos de segurança, entre outras.


e-Natal

A camara-e.net espera um forte crescimento do comércio eletrônico neste Natal. Época do ano em que o varejo on-line e off-line fica mais aquecido, o Natal deve registrar um crescimento da ordem de 40% no e-comércio. "O faturamento das vendas on-line do segmento do e-varejo deve superar R$ 15 bilhões em 2010 e a previsão de crescimento para o último trimestre é de R$ 3,3 bilhões", prevê Manuel Matos, presidente da camara-e.net. O número de e-consumidores também deve crescer em 2010, passando de 17 milhões, em 2009, para 23 milhões neste ano.

Seguindo a mesma tendência de 2009, os produtos de informática e eletrônicos devem ser destaque de vendas, seguidos por livros, CD´s e DVD´s, os últimos na quantidade de itens vendidos. Os e-varejistas estão se preparando para atender o crescimento da demanda que ocorre nesta época do ano. "Nas três semanas que antecedem o Natal, o e-varejo vende o volume equivalente a oito semanas médias e o ticket médio de 2009 foi de R$ 346,00", explica Matos.

Fonte: IDG Now!

Câmara de Comércio Eletrônico lança cartilha para orientar compras na web

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O desenvolvimento do setor de compras online e das lojas virtuais no Brasil é incontestável. Mas pouco se sabe, ainda, sobre o perfil dos clientes. O IBOPE Mídia, por meio de uma pesquisa exclusiva com internautas, o TG.net, traçou um amplo perfil do consumidor de e-commerce brasileiro.

O estudo analisou dados demográficos e comportamentais dos consumidores, suas preferências, opiniões e atitudes e o que pretendem comprar. Segundo a pesquisa, o consumidor eletrônico ainda está situado, predominantemente, na classe AB, tem grau mais alto de escolaridade, compra produtos de uso pessoal e gasta, em média, R$ 118 por mês.


Perfil do cliente e-commerce
A classe AB é responsável por 61% do total do e-commerce, a classe C, responde por 35% dos consumidores virtuais e a classe DE representa 4%. A parcela compreendida entre os 25 e 44 anos de idade é a maioria entre os consumidores das lojas virtuais, sendo 48% da população que realiza compras pela internet. O estudo mostra, também, que 15% dos consumidores têm entre 15 e 19 anos e 17% entre 20 e 24 anos. Outros 13% têm de 45 a 54 anos e apenas 6% têm entre 55 e 64 anos. A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos.

Os homens estão mais habituados a comprar pela internet: 54% ante 46% das mulheres.

A parcela de solteiros também é mais representativa (49% na comparação com os casados – 41%). O estudo revelou, ainda, que 36% estão matriculados em instituições de ensino e até 32% falam uma segunda língua.

As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo respondem por 37% do total dos compradores.


Preferências
Cerca de 80% dos internautas usam a internet para comparar preços, 25% buscam um carro novo e 18% realizam compras profissionais. Cerca de 43% dos internautas costumam recorrer à internet antes de realizar compras e, se o produto tiver valor superior a R$ 1.500, é na web que buscarão mais informações.

Mais de 66% dos consumidores online realizaram de uma a cinco compras nos últimos seis meses e 30% gastaram, pelo menos, R$ 224.

Entre os produtos preferidos por esses consumidores estão: livros (30%), telefones e acessórios para celulares (20%), eletrodomésticos (18%) e produtos de tecnologia pessoal (17%), como câmeras digitais, leitores de MP3.
Nos próximos seis meses, 25% pretendem comprar câmera digital, 17% telefone celular 3G, 17% telefone celular com câmera e 15% iPhone.


Metodologia
O TG.net é uma pesquisa online realizada com 2.500 internautas do Brasil. Fusionada com a base regular do Target Group Index, permite um banco único, com um universo de mais de 61 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos.

O levantamento foi realizado entre maio e junho de 2010, nos mercados de: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Distrito Federal (DF), além de Goiânia, Nordeste, São Paulo Interior e Interior do Sul e Sudeste.

Fonte: AdNews

Brasileiro gasta R$ 118 por mês com e-commerce

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O vendedor deve considerar o risco como parte do negócio, medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo.



Por Sandra Turchi*

O tema segurança na internet está sempre em pauta. Há diversas preocupações, como acesso a conteúdos inapropriados por crianças e adolescentes, assédio sexual, golpes dos mais diversos tipos, enfim, são muitas as questões pertinentes.

Neste artigo, abordarei, especificamente, as fraudes relacionadas ao e-commerce na visão do lojista.

O índice de fraudes no comércio eletrônico, no Brasil e no mundo, gira em torno de 1,2% do total das receitas do setor. Já foi maior e vem apresentando queda. No cenário internacional, há países que evitam transacionar com outros, segundo pesquisa da empresa americana CyberSource, devido aos altos índices de fraudes. Há, inclusive, um ranking de países menos seguros, liderado pela Nigéria e no qual o Brasil figura em sétimo lugar.

As fraudes no mundo, segundo essa pesquisa, contabilizam em torno de US$ 10 bilhões ao ano e, no Brasil, representam aproximadamente US$ 500 milhões.

Os comerciantes no mundo real já lidam com fraudes no seu dia a dia, tais como cheques e cartões de crédito roubados e cheques sem fundo, entre outras. No caso do comércio virtual, há esses riscos e alguns outros, devido ao fato de não haver certezas com relação à identidade do comprador e à veracidade das informações fornecidas. Esse é o tipo de fraude mais comum, ou seja, a compra de um bem ou serviço por meio de um meio de pagamento fraudulento, principalmente os cartões de crédito.

Qual é o caminho, então? Perder a venda? O vendedor deverá considerar o risco como parte do negócio, ou seja, não há negócios sem risco. Sendo assim, ao ter consciência disso, ele deverá medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo. Por outro lado, obviamente, deverá lançar mão de estratégias que reduzam esse risco e suas perdas.

Para isso, há basicamente dois caminhos possíveis. Um, mais prático e um pouco mais caro, é terceirizar a operação para empresas especializadas atuantes no setor. São os chamados gateways de pagamentos, que funcionam como um intermediário e que fazem toda a análise do crédito. Isso gera maior segurança para quem compra e para quem vende. Há algumas empresas, nesse segmento, que são bem conhecidas: PagSeguro UOL, Pagamento Seguro, Mercado Pago, PayPal, Moip, entre outras. Essa opção é a ideal para pequenas empresas, com pouca ou nenhuma estrutura interna disponível.

Outro caminho é a empresa criar uma estrutura própria. Para isso, deverá focar na identificação do comprador e de suas fontes de pagamento. Além disso, o processo não poderá ser demorado. Sendo assim, é interessante o uso de ferramentas automáticas de scoring ou de detecção de sinais de fraudes. Em caso de suspeitas, algumas medidas serão necessárias, como validação do nome e CPF na Receita Federal e validação dos dados com sistemas de proteção ao crédito, além de validações ativas, quando se entra em contato direto com os clientes.

Com o aumento da profissionalização do e-commerce no país, podemos observar que o cenário tem melhorado e apresentado cada vez mais segurança para todos os participantes do processo de compras.

* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP - Associação Comercial de SP - e do SCPC - Serviço Central de Proteção ao Crédito, Coordenadora do curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM e VP de Marketing da ABRAREC
www.sandraturchi.com.br
@sandraturchi


Fonte: Pequenas Empresas & Grande Negócios

Previna-se contra fraudes no comércio eletrônico

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Na quarta-feira (01/12/2010) recebemos o Robson Campos, responsável pela área comercial do MercadoPago, que apresntou as principais funcionalidades, recursos e números do sistema.

Com mais de seis anos de trajetória no Brasil, o MercadoPago é uma das plataformas de pagamentos online mais importantes do mercado nacional. Trata-se de um serviço seguro e de rápida implantação, que agrupa diversas formas de pagamento online, incluindo os principais cartões de crédito e várias opções de parcelamento.

Foram apresentados os detalhes da integração do MercadoPago com o FastCommerce e como implementá-lo facilmente em sua loja virtual.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra do MercadoPago: Todos os cartões em sua loja AGORA!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Com previsão de faturamento de R$ 15 bilhões até o final do ano, as vendas online devem ser 40% maiores do que em 2009



Estudo da Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico (camara-e.net) mostra que as vendas do setor chegarão a R$ 15 bilhões até o final do ano, aumento de 40% em relação a 2009. Pela primeira vez, a receita anual do e-commerce será maior do que do comércio tradicional na região metropolitana de São Paulo, que, segundo números da Fecomércio-SP, deve fechar 2010 com receita de R$ 11 bilhões.

Essa não é a primeira vez que as vendas eletrônicas superam o comércio tradicional. A Fecomércio e a e-Bit divulgaram um estudo que mostra que os sites faturaram R$ 7,8 bilhões no primeiro semestre deste ano, contra R$ 7,2 bilhões dos shoppings centers da Grande São Paulo no mesmo período. Os itens mais procurados pelos 23 milhões de consumidores online são eletrônicos, artigos de informática, eletrodomésticos e livros. O tíquete médio varia entre R$ 346 e R$ 370.

Outro estudo, encomendado pela Visa para a América Economia Intelligence, mostra que o comércio eletrônico cresceu 170% entre 2007 e 2009. É a maior expansão da América Latina e do Caribe, região que viu as vendas online aumentarem, em média, 39%. De acordo com o estudo, a estimativa é de que o comércio eletrônico chegue a R$ 36 bilhões em 2011, ou 61% do market share da América Latina.

Alguns fatores explicam o crescimento do comércio eletrônico no Brasil: maior base instalada de computadores, mais pessoas com acesso à internet de alta velocidade, aumento no número de usuários de cartão de crédito e investimentos de grandes varejistas. Alguns fenômenos da internet contribuíram para esse crescimento. Um exemplo são os clubes de compra coletiva, que oferecem produtos com até 90% de desconto.

Fonte: IG - Comércio e Serviços

Vendas online superam varejo tradicional em São Paulo

No dia 24/11/2010 recebemos a Iris Lo-Buono, responsável pelo Relacionamento e Assertividade da ClearSale, para uma apresentação sobre análise de fraudes nas vendas não presenciais efetuadas em lojas virtuais.

A ClearSale é uma empresa referência em gestão de risco na Internet, que desenvolve ferramentas anti-fraude para monitorar as vendas efetuadas com cartão de crédito nas lojas virtuais, com o objetivo de converter mais vendas para o bom cliente e evitar perdas financeiras.

Foram apresentados os benefícios da nova integração do FastCommerce com o t-ClearSale, que tem como diferencial a gestão total com entrega da decisão final: aprovar ou não aprovar a venda.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

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Palestra online com a ClearSale: Como evitar fraudes em transações eletrônicas

Que tal aderir à onda dos super-descontos e aumentar o número de vendas em sua loja virtual?

Com o MilhoAzul.com isso pode ser feito de forma simples e gratuita:

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4) Na ficha do produto escolhido, é necessário informar o preço normal, o preço promocional, a data e hora de início e de término da promoção. Selecione "Milho Azul" no campo Exclusivo.

Vamos lá? Ficou em dúvida se vale a pena?

Acesse nossa Sala de Imprensa e assista o vídeo da palestra que realizamos no dia 19/11/2010 sobre essa novidade do MilhoAzul.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Seus produtos na home do MilhoAzul!

SÃO PAULO - Relatório da comScore, consultoria especializada na mensuração de tráfego online, apontou que 88% das mulheres latinas fazem compras online de forma complementar às compras tradicionais.
Em relação aos homens, o índice cai para 79%. A pesquisa entrevistou cerca de 800 pessoas no Brasil, México, Argentina, Chile e Peru.
“Em relatação a outras regiões globais, o comércio virtual na América Latina ainda está engatinhando, mas os consumidores estão mostrando fortes indícios de adesão a esse tipo de compra”, disse Alejandro Fosk, vice-presidente da comScore na América Latina.
“Com 3 de cada 5 usuários da Internet na América Latina visitando sites de compra a cada mês, fica claro que os consumidores tem interesse em comércio virtual. Para converter esses visitantes em compradores, os comerciantes precisam considerar as preocupações dos consumidores ao fazer compras online para ajudar no crescimento da indústria de comércio virtual em seu completo potencial nessa região”, completou ele.
A segurança ainda é o principal empecilho apontado pelos usuários na hora de realizar uma compra online. 68% das mulheres e 48% dos homens assumiram ter algum receio na hora de fazer realizar uma ação.
A preferência pela compra presencial é o segundo quesito que mais impede a realização de compras online, seguida das opções de pagamento, os custos do frete e da seleção dos produtos.
Apesar dos empecilhos, 94% dos usuários brasileiros que visitam sites de comércio eletrônico fazem compras online.
Fonte: INFO Online

Mulheres compram online mais do que homens

Segundo pesquisa, data marca dia de liquidações em lojas virtuais.
Vendas superaram US$ 1 bilhão pela primeira vez em apenas um dia.

As vendas no varejo on-line dos Estados Unidos na última segunda-feira (29) atingiram sua máxima histórica, ultrapassando US$ 1 bilhão pela primeira vez em apenas um dia, segundo o grupo de estudos comScore.
A data, primeira segunda-feira após o feriado de Ação de Graças nos EUA e conhecida como “Cyber Monday”, marca um tradicional dia de liquidações nas lojas virtuais. A Amazon e o eBay devem ser os maiores beneficiários do salto nas vendas.
Conforme a pesquisa, os consumidores americanos gastaram um total de US$ 1,028 bilhão na internet na segunda-feira, 16% a mais que um ano antes. O gasto médio por compra também subiu 10%, para US$ 60,05, enquanto que o total de transações cresceu 6%, para 17,1 milhões.
Desde o começo da temporada de vendas de Natal, as vendas no varejo on-line nos EUA já chegaram a US$ 13,55 bilhões, alta de 13% sobre 2009, de acordo com a pesquisa.

Fonte: G1

Vendas on-line nos EUA atingem máxima histórica na segunda-feira

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O Brasil é o quinto País que mais acessa redes sociais, segundo o comScore, em agosto deste ano. As redes de relacionamentos tornam-se cada vez mais fortes e passam a ser um fator de influência no comércio eletrônico (e-commerce). Dados do e-Bit afirmam que 20 milhões de internautas já fazem compras pela internet até o primeiro semestre deste ano, o que representa 40% de crescimento do e-commerce se comparado a 2009.

A expectativa é fechar o ano com faturamento de R$ 14,3 bilhões em 2010, alcançando 23 milhões de e-consumidores. Os clientes virtuais estão cada vez mais confiantes em realizar compras pela internet. Segundo dados da WebShoppers, o índice de satisfação dos consumidores brasileiros com o comércio virtual atingiu 86% no primeiro semestre deste ano.

Um estudo do Sophia Mind aponta que 63% dos brasileiros só compram depois de consultar as redes sociais. Embora inicialmente as redes sociais fossem usadas apenas para encontrar pessoas e entrar em contato com os amigos, atualmente estes pontos de encontro virtuais começam a ser vistos também como uma grande oportunidade de fazer negócios pela internet.

A tendência do mercado atual é que as pessoas compartilhem ideias, elogios, críticas às marcas e aos produtos através dessa ferramenta. E as empresas precisam estar prontas para aproveitar o conteúdo gerado espontaneamente pelo próprio cliente. As redes de relacionamento vêm se tornando não apenas um canal de acesso as lojas virtuais, mas principalmente uma oportunidade de divulgar a marca para os internautas que ainda não fizeram a primeira compra on-line.

Os consumidores de e-commerce que utilizam as ferramentas das redes sociais ao comprar pela internet possuem um perfil diferenciado. Se no comércio eletrônico, as compras estão divididas igual entre homens e mulheres, a influência das redes de relacionamento é mais forte no gênero feminino. Pesquisas do e-bit apontam que 55% dos internautas que fizeram uma compra pela internet influenciados por esses meios são mulheres.

Os compradores pela internet e que se utilizam destas redes também são sete anos mais jovens. Este consumidor tem em média 34 anos, contra 41 que não utiliza as ferramentas sociais. A pesquisa ainda mostra que 65% dos internautas sociais que realizam compras pela web são light users, ou seja, possuem uma frequência baixa de compra. A renda desses consumidores é 10% inferior aos clientes de e-commerce em geral.

O Social Commerce, como é conhecida essa prática, está além de converter o número de acessos em rede sociais em vendas. Gerar conteúdo e compartilhar informações é a maior tendência da internet atualmente. Nas redes de informação, reclamações, sugestões e desejo dos clientes oferecem às marcas uma base de dados que pode se transformar em excelentes estratégias para o negócio. É um ambiente novo criado pelo próprio consumidor de forma espontânea.

O cliente, além de consumir o produto, difunde a marca e promove mais credibilidade para a empresa nos canais comunicação. É um institucional criado pelos e-consumidores e não mais pela marca. A participação do usuário gera o novo conteúdo que abastece as redes segundo a segundo.

Uma notícia ou informação se propaga através das conversas entre as pessoas. Mas o boca a boca se tornou high-tech, e nas redes sociais, as informações são amplificadas, discutidas e repassadas rapidamente. Da mesma forma, que um elogio de um consumidor pode atingir milhões de pessoas, uma avaliação negativa a marca pode também se tornar um vírus de insatisfação que se propaga na mesma velocidade.

As empresas precisam não só saber o que estão falando da sua marca, como também transformar em algo positivo para a empresa. As companhias inseridas na web passam a ter a necessidade de usar adequadamente as redes como ferramenta de marketing promocional, acompanhando as comunidades e aprimorando seus serviços a partir delas. As ações das empresas também precisam ser diferenciadas. As estratégias utilizadas nas mídias tradicionais não necessariamente serão aceitas pelos internautas.

A pesquisa da consultoria Deloitte aponta que 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. As redes sociais não são mídias de massa e o trabalho com redes sociais pode levar tempo. Um trabalho a ser realizado de forma diferenciada e de médio a longo prazo. Uma rede de relacionamentos é também de amigos e é preciso conquistá-los. Não são apenas consumidores. São pessoas e leva-se algum tempo para adquirir confiança.

Fonte: DCI - Comércio, Indústria & Serviços

Poder de influência das redes sociais

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Do total, 57 são lojas virtuais e 20 lojas físicas



Em mais uma operação de fiscalização ao cumprimento à Lei 13.747/09, conhecida como Lei da Entrega, a Fundação Procon-SP autuou 77 estabelecimentos comerciais, sendo 57 lojas virtuais e 20 lojas físicas. As 77 autuações atingiram um total de 70 empresas, já que o mesmo estabelecimento pode ter apresentado irregularidade em mais de uma filial e foram feitas com base nas reclamações encaminhadas pelos consumidores aos postos de atendimento do Procon-SP e em monitoramento realizado pelos fiscais da fundação.

Foram autuadas empresas que não fixavam data e turno para a entrega de produtos - contrariando a Lei Estadual -, e que não cumpriram o prazo estabelecido com seus consumidores - infração ao Código de Defesa do Consumidor. Houve casos de fornecedores que cometeram ambas as infrações.

Os infratores responderão a processo administrativo com base no artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor. Será assegurada ampla defesa e, ao final do processo, as empresas poderão ser multadas em valores que podem chegar a R$ 3,2 milhões. As reincidentes em infrações de maior gravidade podeão sofrer outras penalidades, como a suspensão temporária de suas atividades.

A Lei da Entrega, que entrou em vigor em 8 de outubro de 2009, determina que as empresas fixem data e turno para a entrega de produtos e realização de serviços. Os turnos podem ser das 7h às 12h; das 12h às 18h e das 18h às 23h. Ainda de acordo com a norma, o fornecedor deve informar previamente as datas e turnos disponíveis e fica a critério do consumidor a escolha dentre as opções apresentadas.

O consumidor que tiver problemas com o cumprimento da Lei da Entrega deve procurar o órgão de defesa do consumidor de sua cidade Os postos de atendimento pessoal da Fundação Procon-SP na capital localizam-se dentro do Poupatempo Sé (Pça. Do Carmo, s/n), Poupatempo Santo Amaro (Rua Amador Bueno, 176/258) e Poupatempo Itaquera (Av. do Contorno, 60 - ao lado da Estação Itaquera do Metrô). Nos postos dos Centros de Integração da Cidadania (CIC), de segunda à quinta-feira, das 9h às 15h.

A comunicação por cartas deve ser encaminhada à Caixa Postal 3050, CEP 01061-970 e por fax ao telefone (11) 3824-0717. O telefone para informações é 151 e o site www.procon.sp.gov.br.

As informações são da Fundação Procon-SP

Fonte: Midiacon News

Procon-SP autua 77 estabelecimentos por desrespeito à Lei da Entrega

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A PayPal escolheu o FastCommerce, sistema de criação de lojas virtuais, como um de seus principais parceiros no Brasil. A partir desse mês, as lojas online vinculadas ao FastCommerce poderão usar a PayPal para efetuar a venda de produtos via internet de forma rápida e segura.

De acordo com Guilherme Rudnitzki, diretor de tecnologia da Rumo Informática, grupo ao qual pertence o FastCommerce, os números do e-commerce no Brasil são promissores e tudo aponta para uma rápida expansão das lojas virtuais brasileiras rumo ao mercado mundial. “Estamos confiantes de que a adesão dos lojistas à PayPal será significativa”, afirma Rudnitzki.

A parceria com a PayPal será fundamental para a concretização desta tendência, em especial pelo alcance, facilidade de implantação e segurança oferecida pelo sistema. Todas as operações realizadas pela PayPal são protegidas e monitoradas por uma equipe antifraude e as informações dos clientes são armazenadas de acordo com critérios internacionais de proteção de dados.

“Quando os consumidores se sentem seguros para comprar, os comerciantes acabam ganhando mais. Cerca de 18% dos norte americanos, por exemplo, dizem que só fazem compras pela Internet por causa da PayPal”, afirma Mario Mello, presidente da empresa no Brasil. “Quando um pequeno ou médio comerciante decide colocar a PayPal entre as opções de pagamento da loja, é identificado um crescimento de 12% a 16% no volume de concretização de vendas”, complementa.

A disponibilidade da PayPal aos clientes do FastCommerce está alinhada à estratégia da empresa de se tornar líder em pagamento online no Brasil, como já é em outros países, como Estados Unidos, Inglaterra e França. A PayPal opera hoje em 190 mercados e possui mais de dois milhões de contas no Brasil.

Fonte: AdNews

PayPal fecha acordo comercial com FastCommerce

Faturamento do comércio eletrônico deve atingir R$ 15 bilhões em 2010; setor se expande 40% no Brasil e apenas 12,7% nos EUA



De acordo com dados levantados pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, as vendas online devem alcançar R$ 2,2 bilhões neste Natal, durante o período de 15 de novembro a 24 de dezembro. Isso corresponde a um aumento nominal de 40% em relação ao ano anterior, quando o comércio eletrônico faturou R$ 1,6 bilhão no mesmo período.

"Com a previsão de alta demanda na época natalina, as lojas virtuais já começam a preparar seus estoques para atender o grande número de pedidos", afirma o e-bit.

De acordo com Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, antecipar as compras em um período aquecido do mercado é mais do que necessário. “Recomendamos que os e-consumidores planejem suas compras antecipadamente. Dessa forma, não correm o risco de enfrentar uma surpresa desagradável durante a comemoração. Por outro lado, a comodidade de realizar as compras em casa ou no escritório, evitando assim filas em shoppings centers e o trânsito característico das grandes cidades, é uma vantagem diferencial para esses clientes”, explica Umberti.

Ainda de acordo com o executivo, outros fatores devem ser considerados nas vendas natalinas. “No Natal, as pessoas têm o hábito de presentear familiares e amigos, o que potencializa a decisão de compra. Além disso, a injeção do 13º salário e os bônus de final de ano estimulam as pessoas a adquirirem mais produtos.”

Tíquete médio e categorias mais vendidas

O tíquete médio do setor deve girar em torno de R$ 370,00. As categorias mais vendidas devem ser livros, eletrônicos, informática e eletrodomésticos. Para o público feminino, a e-bit estima que a maior parte das vendas sejam destinadas ao segmento de cosméticos e beleza.

O comércio eletrônico deve aproveitar o embalo das vendas de final de ano e fechar 2010 com R$ 15 bilhões de faturamento, um crescimento nominal 40% maior em relação a 2009, quando o canal faturou R$ 10,6 bilhões em vendas de bens de consumo pelas lojas virtuais em todo Brasil.

O potencial de crescimento do país no varejo online é tão expressivo que chega a superar o mercado norte-americano. Enquanto no Brasil as vendas pela internet têm previsão de crescimento de 40% em 2010, nos Estados Unidos as vendas devem ser de apenas 12,7%, de acordo com dados do eMarketer, empresa norte-americana de inteligência digital.

Fonte: Comércio e serviços - IG

Lojas online preveem crescer 40% e faturar R$ 2,2 bi no Natal

• Para especialista da TGestiona, empresa do Grupo Telefônica, a tendência do e-consumidor é não comprar novamente em sites que não entregam no prazo

• A logística tornou-se o calcanhar-de-aquiles das lojas virtuais para não perder clientes e aproveitar a melhor época de vendas do ano, o Natal

• Estimativa é que o e-commerce brasileiro cresça 40% neste Natal, época que concentra 16% de todas as transações realizadas no ano

Que o Natal é a melhor data do ano para o varejo em geral, até aí nenhuma novidade. Mas o comércio convencional tem enfrentado cada vez mais a concorrência das lojas virtuais, cujas vendas nessa época do ano, desde 2003, crescem sempre acima dos dois dígitos, de acordo com o e-bit. E, segundo estimativas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o e-commerce brasileiro vai crescer 40% neste Natal, época que concentra 16% de todas as transações realizadas no ano. Para dar uma idéia, as três semanas que antecedem o dia 25 de dezembro equivalem a oito semanas de um período normal. Fica evidente a importância das lojas virtuais se prepararem muito be m para aproveitar o “boom” das vendas nessa época.

Mas como aproveitar o Natal para faturar mais e não frustrar o consumidor ou, pior, perder a confiança em sua loja? “Sempre ansiosos, as pessoas que moram nos grandes centros urbanos tendem a não voltar a comprar em sites que não entregam no prazo”, afirma o diretor de Logística da TGestiona (www.tgestiona.com.br), empresa do Grupo Telefônica, Marcelo José de Sousa.

Especialista em entrega, principalmente, de produtos eletroeletrônicos para o consumidor final, pelo atendimento a grandes operadoras de telefonia, varejistas e fabricantes, “a TGestiona tem uma média histórica de 98% de performance de entrega no prazo na região Sudeste, enquanto o mercado trabalha com índice de 80% de pontualidade”, comemora Sousa.

Além do alto índice de eficiência na entrega, a empresa do Grupo Telefônica presta outros tipos de serviços que tornam-se verdadeiros “agrados” para o consumidor, como a instalação e a configuração de TVs de LCD, telefones móveis e computadores, de acordo com a necessidade do comprador.

“Frustrar um cliente que aguarda com ansiedade a sua compra, nesse caso, um presente de Natal para uma pessoa querida, no prazo prometido é algo impensável para as lojas virtuais e tradicionais e para nós que realizamos a logística dos produtos vendidos por elas”, desabafa Sousa, da TGestiona.

Todos os releases desta empresa estão disponíveis no site da Versátil Comunicação: http://www.versatilcomunicacao.com.br/versa/imprensa.asp

SOBRE A TGESTIONA (www.tgestiona.com.br)
Presente no Brasil desde o ano 2001, a empresa do Grupo Telefônica, com faturamento de cerca de R$ 213 milhões anuais, presta serviços nas áreas de logística, outsourcing e gestão de terceiros. Além das companhias do grupo (Vivo, Atento, Terra, Fundação Telefônica etc.), a TGestiona tem entre seus clientes empresas como Lenovo, Dell, Positivo, ZTE, L’Occitane, Motorola, Samsung e Sony Ericsson. Emprega 1,6 mil funcionários no Brasil e está presente em quatro outros países: Espanha, Peru, Argentina e Chile.

Fonte: Segs.com.br

E-consumidor não perdoa atraso na entrega

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Hoje (21/10/2010) recebemos o Mário Mello, presidente do PayPal no Brasil, que apresentou o sistema PayPal Express Checkout.

O PayPal é o meio de pagamentos mais utilizado no mundo e chegou ao Brasil com força total, tendo escolhido o FastCommerce como um de seus principais parceiros estratégicos.

Agora é possível vender e receber em Reais, e utilizar o PayPal Express Checkout, uma forma inovadora e fácil de pagamento, com alta segurança contra fraudes.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra online sobre o PayPal Express Checkout: é novo, é seguro, é mundial!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Hoje (14/10/2010) fizemos uma palestra online sobre os novos recursos do FastCommerce 6.0, focado na integração aos novos sistemas de pagamento online do mercado brasileiro: o PayPal Express Checkout e o MercadoPago. Mostramos também as novidades da Cielo e da Redecard.

Foi apresentada a integração com o t-ClearSale, que tem por objetivo guiar o lojista com precisão na decisão final de aprovar ou não aprovar um determinado pedido, evitando o temido chargeback. Apresentamos também as diversas melhorias feitas na usabilidade do sistema, para facilitar a exibição de grade de produtos, a possibilidade de exibição do histórico da visita do cliente, um resumo do carrinho de compras em qualquer parte do design da loja, entre outras novidades.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra online sobre o FastCommerce 6.0: novo cenário, novas integrações!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Faturamento do e-commerce no país atingiu US$ 13,23 bilhões em 2009.
Na América Latina e Caribe, crescimento foi de 39,2% no mesmo período.


Um estudo divulgado nesta terça-feira (31) revelou que o comércio eletrônico cresceu 170% entre 2007 e 2009 no Brasil, atingindo US$ 13,23 bilhões apenas em 2009. Segundo a pesquisa encomendada pela Visa, o crescimento registrado, na América Latina e Caribe, foi de 39,2% no mesmo período, atingindo US$ 21,8 bilhões. A estimativa é que, até o final de 2011, a região terá um aumento de 58% nas vendas on-line, atingindo um total de US$ 34,5 bilhões.

Segundo José Maria Ayuso, vice-presidente regional de produtos da Visa América Latina e Caribe, a empresa está conduzindo iniciativas para substituir o dinheiro e o cheque para os meios eletrônicos.
Entre 2007 e 2009, os gastos on-line aumentaram 106% em toda região. O Brasil foi o maior condutor desse crescimento, seguido pelo México (91%), Argentina (56%) e Chile (49%). Em relação à participação de mercado, o Brasil é o principal país, com 61% do consumo total on-line da região. México (12%) e Chile (5%) vêm em seguida.
Os mercados mais maduros da região, em relação à porcentagem de comércio eletrônico e a contribuição para o PIB, são o Brasil (0,84%) e o Chile (0,64%).
Entre os fatores que contribuíram para o crescimento estão:
– As mudanças no comportamento dos consumidores, percepções e demanda;
– Aumento no número de computadores, maior penetração da banda larga e melhorias da segurança online;
– Expansão das indústrias-chave tais como viagens e turismo, além do aumento da aceitação dos grandes varejistas, especialmente no Brasil.

Oportunidades
Segundo o estudo, existe uma clara oportunidade de crescimento dentro do canal de comércio eletrônico na região da América Latina e Caribe. Em 2009, a Visa Inc, apresentou um crescimento de 42% no volume de pagamentos on-line na região, atingindo US$ 10 bilhões.
Como parte da sua estratégia de vendas on-line, a Visa comprou, recentemente, a Cybersource Corporation, empresa líder no fornecimento de soluções de pagamentos eletrônicos, controle de risco e segurança de pagamentos com o objetivo de facilitar e incentivar o e-commerce em todo o mundo.
Fonte: G1

Estudo revela que comércio on-line cresceu 170% no Brasil em dois anos

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O crescimento do comércio eletrônico trouxe o PayPal ao Brasil. O anúncio da instalação de uma das maiores empresas de pagamentos do mundo no país será feito na próxima semana.
Atualmente, 15% das vendas eletrônicas mundiais ocorrem via PayPal. Muitos consumidores preferem usá-lo para evitar abrir dados financeiros em sites desconhecidos. Para a companhia, é isso o que impede 85% dos internautas brasileiros de fazer compras on-line.
O negócio do PayPal é agir como intermediário nessa hora, evitando fraudes ou que alguém seja lesado. Ele também atua na transferência de valores entre empresas ou prestadores de serviço que realizam negócios no mundo real dentro de um país ou entre países.
Em outubro, a Folha revelou que o PayPal usaria o Brasil como base para sua expansão pela América Latina, prevendo que as vendas on-line movimentarão US$ 13 bilhões (cerca de R$ 23 bilhões) somente no Brasil até 2012.
No país existem concorrentes como PagSeguro e MoIP, mas eles estão restritos às compras on-line. Mesmo sem atuar no Brasil, o PayPal é usado por 2 milhões de empresas nacionais para adquirir importados. Elas movimentaram US$ 220 milhões no ano passado.
Com a instalação no país, qualquer consumidor poderá utilizar o sistema de pagamento e transferências, tanto no país quanto no exterior. Um tradutor, por exemplo, poderá oferecer seus serviços em 190 países e receberá via PayPal sacando os valores (convertidos para real) em sua agência bancária.
"Todas as operações são protegidas por um seguro e monitoradas por uma equipe antifraude", diz Mário Mello, presidente do PayPal no Brasil. "Os dados dos clientes são codificados e jamais abertos para terceiros."
Para usar o serviço, o internauta cadastra seu e-mail pelo site www.paypal.com.br. Ali vai informar dados financeiros, como o número de cartão de crédito e o da conta-corrente.
Essas informações ficam vinculadas ao e-mail cadastrado. Na hora de efetuar ou receber um pagamento, basta informá-lo e os créditos (ou débitos) são transferidos. Nas compras, o lançamento é feito direto no cartão de crédito. Nas transferências, ocorre pela conta-corrente.
As taxas cobradas podem chegar a 4,9% do valor negociado. Segundo Mello, a meta é tornar o Brasil o sexto maior faturamento do PayPal em quatro anos.
Fonte: Folha


PayPal, gigante do comércio eletrônico, chega ao Brasil

terça-feira, 15 de junho de 2010

Muitas vezes, o que encontramos é uma loja que faz justamente o oposto, colocando barreiras à realização da compra. Veja um exemplo gritante desse fato. Sabe-se que o consumidor on-line é um sujeito esclarecido, que sabe o que quer, é exigente e extremamente impaciente. Ao visitar uma loja, ele deseja saber rapidamente quais os produtos oferecidos, os atributos positivos do produto, o preço e a eventual promoção para tomar a decisão rapidamente e clicar no botão comprar. Mesmo assim, é comum nos depararmos com lojas virtuais que utilizam as antigas “splash pages”, aquelas páginas de abertura criadas em flash, cheias de animações e até com musica de fundo, que só servem para obrigar o usuário a clicar para desligar o som, procurar um botão de saída, clicar para fechar a página, para, só então, tentar descobrir o que, afinal de contas, a loja tem de interessante para ele comprar. Só que até chegar lá, boa parte de sua paciência já se esvaiu e ao se deparar com mais um ou dois cliques desnecessários, ele se cansa e vai procurar ambientes mais amigáveis. Com ele, se vai uma venda perdida! E para complicar, essas famigeradas páginas de entrada confundem os sites de busca que não encontram nada para indexar, dificultando também a chegada de possíveis novos visitantes.

São também muito comuns problemas graves de usabilidade, tais como: formulários extensos, que solicitam até o nome da mãe; navegação confusa que dificulta o percurso até a finalização da compra; imagens de baixa qualidade que não permitem uma visão adequada do produto; texto excessivamente voltado para as características técnicas do produto e não para as necessidades do usuário, e mais uma infinidade de pequenas barreiras que vão minando a paciência e o interesse do potencial cliente, de tal forma que no final só restarão alguns poucos teimosos que insistiram em chegar até o último clique.

Uma loja eficaz na transformação de visitantes em clientes é um dos principais fundamentos do e-commerce. É preciso que os empreendedores e os empresários iniciantes no novo canal de comercialização estejam atentos à necessidade de uma loja virtual vendedora para se ter sucesso nos negócios on-line. Para isso, devem ser muito exigentes na escolha da solução, preferencialmente optando por aquelas que estejam a um bom tempo no mercado e que já tenham sido testadas por muitos lojistas.

Fonte: eCommerceOrg

Lojas virtuais que não vendem: barreiras no caminho da compra

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual.

1. Loja virtual

Meu sobrinho “manja” muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.
Cai Fora!
Existem sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado, escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.

2. Formas de pagamento

Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento “depósito bancário”, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança
Cai Fora!
Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Mercado Pago.

3. Estoque

Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.
Cai Fora!
Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.
Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.

4. Correio e-Sedex

Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo…
Cai Fora!
Confira uns exemplos de valores de entrega:
  • Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50
    E-Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71
  • Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50
    E-Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50
Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é um bom diferencial com o seu cliente.

5. Atendimento ao cliente

Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.
Cai Fora!
Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.
Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.
Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.

6. Detalhes do produto

Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.
Cai Fora!
Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.
Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.

7. Publicidade “paga

Não vou investir em publicidade “paga“, conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.
Cai Fora!
Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.

8. Publicidade “gratuita

Só vou investir em publicidade “gratuita“, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.
Cai Fora!
Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso – lógico que se usadas com sabedoria.
Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal

Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.
Cai Fora!
Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento

Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.
Cai Fora!
O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual, mesmo que ele seja simplificado.

Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!
Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.

Autor: Roberto Camargo

O que você não deve fazer na hora de criar uma loja virtual

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Muitas vezes potencializado pela diminuição constante na oferta de empregos, o empreendedorismo é um sonho acalentado por muitas pessoas pelo fato de representar uma nova oportunidade de crescimento pessoal e financeiro. Para se ter uma idéia da dimensão do empreendedorismo no Brasil, dados do Sebrae, mostram que, já lá atrás, em 1997, cerca de 2 milhões de pessoas buscavam informação e orientação nos balcões daquele órgão. Na mesma linha, estudo mais recente realizado pela Associação Comercial de São Paulo e seu Fórum de Jovens Empresários, indica que, nada menos do que 8 em cada 10 estudantes universitários em São Paulo, gostaria de se tornar empreendedor e montar seu próprio negócio. E foi justamente um estudante, quem me fez a pergunta sobre a viabilidade do empreendedorismo na Internet. Questão que, no meu entender, merece um sonoro "SIM" como resposta, pelas seguintes razões:

O Empreendedorismo na internet representa novas oportunidades

Isso tem duas implicações. A primeira, é que o conhecimento relacionado a esse novo ambiente de negócios, o chamado ? knowhow?, ainda não está plenamente difundido. Na verdade, os empresários, pesquisadores e estudiosos do ecommerce, ainda estão buscando conhecimento e aprendendo com os erros e acertos ao longo do caminho. Isso funciona como uma espécie de nivelador e diminui a distância entre quem já está no jogo há mais tempo e quem entrar nele agora, o que é positivo para o empreendedorismo na Internet. Também relacionado à questão da novidade da área, é fato que ainda existem muitos nichos de mercado interessantes para serem explorados. Pequenos segmentos que eventualmente não interessam às grandes empresas, ou passaram despercebidos, ou que ainda não estão totalmente maduros, podem representar uma excelente oportunidade de negócios para um empreendedor com visão e mente abertos.

O Empreendedorismo na Internet exige menos investimento

Quanto custa a montagem de um site de ecommerce e quanto custa a montagem de uma loja física? Quanto representa o custo de hospedagem de um site num Shopping Virtual em relação ao aluguel e luvas de uma loja num Shopping Center? Sem dúvida, o desembolso é sensivelmente menor para o empreendedor na Internet, particularmente no caso do varejo. É claro que você pode gastar os tubos em um site se quiser, e muita gente faz isso, mas, no que se refere a investimentos e custos, o fato concreto é que o empreendedorismo na Internet leva uma enorme vantagem. Para um empreendedor que, via de regra, dispõe de poucos recursos esse é um aspecto extremamente relevante.

O empreendimento pode ser implantado aos poucos e testado

Diferentemente de um negócio tradicional, onde o inicio das operações geralmente ocorre somente com o empreendimento totalmente estruturado, um negócio na Internet pode ser implantado em etapas, diluindo o investimento e facilitando a correção de erros. Imagine que você queira montar, por exemplo, uma tabacaria. Se sua loja for no shopping ou na rua, você só poderá receber o primeiro cliente com a loja totalmente pronta, e se não entrar um só gato pingado depois, paciência! Lá se vai praticamente todo o investimento por água abaixo. Na Internet você pode montar um site de conteúdo, com ou sem sua marca definitiva, testar a aceitabilidade de seu modelo de negócio e produtos, avaliar a visitação, e só depois começar a vender. É claro que isso representa tempo, mas é um tempo muito bem gasto que pode representar a diferença entre ganhar ou perder o jogo depois. E essa questão, nos leva ao último argumento a favor do empreendedorismo na Internet.

O momento do empreendedorismo na internet é agora

Se você pensasse em ser um empreendedor na Internet há quatro anos atrás, ainda no século passado, provavelmente já teria sido varrido do mercado juntamente com milhares de pequenos, médios e grandes empresários que fizeram parte da ?Internet eufórica?. Ou então, teria sobrevivido, numa espécie de concha aguardando a maré do mercado trazer uma quantidade razoável de compradores potenciais para começar a vender de verdade. O quadro hoje está mudado. A pesquisa mais recente do ibope eRatings, mostra que no mês de maio o número de Internautas ativos no Brasil, atingiu 7,9 milhões de pessoas e, o que é mais importante, 44% desses internautas (3,5 milhões de pessoas) fizeram compras on-line, o que definitivamente, não é pouca coisa. É claro que quando tivermos 10, 15 ou quem sabe 20 milhões de compradores vai ser melhor ainda. O problema para o empreendedor na Internet é que nesse momento, a coisa já não será mais novidade e boa parte das vantagens anteriormente assinaladas terão desaparecido. O conhecimento vai estar mais disseminado, muita gente boa e de peso estará estabelecida, já não haverá tantos nichos de mercado a disposição e assim por diante. Logicamente o grau de incerteza será menor, mas em contrapartida, a competição será muito mais feroz. Portanto, senhores empreendedores, façam suas apostas porque o jogo do empreendedorismo já está sendo jogado também na Internet.

Empreendedorismo na Internet

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Na quinta-feira (15/04/2010) fizemos uma apresentação especial para falar sobre os novos recursos do FastCommerce 5.3, focado na integração da loja virtual a sistemas externos de gestão de negócios. Esta integração é feita através de uma detalhada API (Application Programming Interface), permitindo que aplicativos de ERP façam o "controle remoto" da loja.

Foram também apresentadas inovações importantes visando a melhoria dos resultados da loja, tais como a utilização da tecnologia full-text para aprimorar os resultados de buscas, o acompanhamento do funil de compra, a integração ao Mercado Pago e o lançamento do shopping Milho Azul, desenvolvido pela Rumo Informática, com mais de 500 mil produtos.

Clique aqui para baixar os slides da apresentação.

Palestra FastCommerce 5.3: mais integração, mais vendas!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Gostaríamos de comunicar o lançamento da versão 5.3 do FastCommerce, o sistema de comércio eletrônico mais utilizado do Brasil.

A nova versão tem foco na integração do FastCommerce a sistemas externos de gestão de negócios. Esta integração é feita através de uma detalhada API (Application Programming Interface), permitindo que aplicativos de ERP façam o "controle remoto" da loja. Estão disponíveis métodos para gerenciamento de produtos (inclusão, alteração e exclusão), acompanhamento de pedidos, execução de utilitários, extração de informações de clientes, parceiros, estatísticas de visitação etc.

Com a API, os dados são obtidos em tempo real diretamente do banco de dados da loja com segurança EV SSL, que é o padrão superior da indústria e está entre os melhores disponíveis para transações seguras. Veja a documentação completa.

Aprimoramos os resultados de buscas por produtos e notícias da loja, utilizando tecnologia full-text. Este recurso faz a busca por palavras presentes nos campos textuais do cadastro. Para produtos, estes campos são o código, o nome, os campos de descrição e os descritores simples. Para notícias, os campos são título, sub-título e texto.

Com o full-text o visitante pode buscar por várias palavras e o produto será encontrado, mesmo que estas palavras não estejam cadastradas nesta ordem no nome ou na descrição do produto. Também é possível procurar por termos entre aspas, para busca por expressões exatas (ex: "tecnologia nano"). É possível solicitar resultados que contenham todas as palavras digitadas (que é o padrão) ou qualquer uma destas palavras.

Fizemos este recurso pensando também na melhoria da relevância da busca, ou seja, para evitar resultados errados e que não tenham relação com os termos buscados. Por exemplo, a busca pelo termo lula não retorna mais celular, da mesma forma que faz o Google.

Criamos um novo e importante relatório chamado Funil de compra no período. Funil de compra é o termo usado para a análise das conversões de visitas da loja em pedidos pagos. O funil mostra a relação entre os acessos às páginas de produtos, ao carrinho, à página de escolha do frete, à escolha das formas de pagamento, ao cadastro do cliente e à conclusão do pedido. Mostra também quantos destes pedidos foram pagos. Trata-se de uma ferramenta fundamental para verificar onde a loja pode ser aprimorada. Por exemplo, se a diferença entre os acessos à página de escolha do frete e das formas de pagamento for muito grande, isto indica que o frete da loja está afastando os clientes.

Para simplificar o processo de compra e melhorar o funil da loja, é possível agora ocultar os campos de entrega no fechamento do pedido. O cliente que quiser enviar seu pedido para outro endereço (ex: para mandar um presente) deverá marcar o campo Entregar em outro endereço, exibindo assim os campos para informar os dados de entrega. Para ativar este recurso, acesse a página Envio & frete e altere o campo Dados de entrega para a opção 7 ou maior. Isto poderá ter um efeito muito positivo nas vendas da loja.

Em breve lançaremos nosso novo shopping, que conterá mais de 500 mil produtos das lojas que utilizam o FastCommerce. A participação será gratuita e não haverá mais abertura automática do shopping quando a loja for acessada. Acreditamos que este novo portal trará muitos clientes para as lojas, resultando em melhoria das vendas, o que poderá ser acompanhado pelos diversos relatórios de parceiros.

Para posicionar corretamente os produtos da loja neste novo shopping, padronizamos cerca de 1500 classes hierárquicas de produtos. As principais classes devem ser selecionadas ao final da página Dados da loja. Após esta seleção, acesse as fichas de categorias e de cada produto para informar suas respectivas sub-classes. Para agilizar este processo, utilize a nova API, CSV ou o novo utilitário Alteração da classe de produtos.

Outros recursos:

- Ícone Twitter nas fichas de categorias e produtos, para divulgar promoções e lançamentos.

- Integração ao Mercado Pago. Veja as instruções.

- Permissão de acesso aos utilitários por usuário e por tipo de utilitário.

- Novo campo na página Dados da loja para informar Juros Padrão, para uso no XML de produtos e no novo shopping. Veja mais informações.

Os novos recursos já estão disponíveis gratuitamente para todas as centenas de lojas que utilizam o FastCommerce. Estamos à disposição para eventuais esclarecimentos adicionais, comentários e sugestões.

FastCommerce 5.3: integração e controle em tempo real

quarta-feira, 31 de março de 2010

Recebemos na quinta-feira (18/03/2010) o Rodrigo Dantas, Gerente de Plataformas do banco, que apresentou o Itaú Shopline, a plataforma de meios de pagamento do banco Itaú.

O Itaú Shopline oferece uma completa plataforma de opções de pagamento, como transferência bancária, boleto, cartão Itaucard e financiamento, com objetivo de suprir as necessidades de lojistas e seus respectivos clientes, correntistas do Itaú ou não.

Através do Itaú Shopline sua empresa proporcionará a seus clientes a comodidade de pagar as compras efetuadas em sua loja virtual, de maneira simples, prática e segura.

Clique aqui para baixar os slides da apresentação.

Palestra online: Itaú Shopline, segurança para quem vende!

terça-feira, 30 de março de 2010


Nichos do e-commerce: cada um na sua praia.

César Diniz/Hype Luciana Coen, diretora da Festa Express: mais de 80% do público é formado por mulheres, principalmente mães, que trabalham fora e veem no site a possibilidade de organizar uma festa sem sair de casa.O comércio eletrônico no Brasil finalmente está atingindo a maturidade. E não são somente os grandes varejistas que, como apontam as principais pesquisas do setor, respondem por 75% do total vendido no e-commerce.

O lucrativo setor eletrônico está também expandindo os negócios das pequenas lojas virtuais, principalmente daquelas mais antenadas com os desejos específicos desses consumidores internautas. é o que pode se chamar de e-commerce de nicho.

Sem projetos virtuais caros, altas verbas de publicidade online, além de pesquisa de mercado e monitoramento, esses negócios primam por atender a segmentos pouco atendidos pelos grandes do varejo. É o caso do shopping virtual Elo7 www.elo7.com.br, especializado na venda de artigos feitos à mão. Criado em 2008 , o Elo7 reúne num mesmo espaço virtual artesão, designers, estilistas e artistas plásticos que produzem objetos de decoração, bolsas e roupas customizadas e lembranças de aniversários. "A ideia é atender a um nicho que busca produtos personalizados", afirma Juliano Ipolito, criador do Elo7. Em dois anos, o shopping virtual já atingiu a marca de 10 mil produtos vendidos por mês e conta com mais de 100 mil usuários cadastrados – em sua maioria mulheres de 25 a 35 anos.

"Diferentemente do mercado de massa, o preço não é o principal apelo deste público, que está mais interessado em exclusividade", explica Ipolito. Afinal, onde a consumidora irá encontrar origamis e mandalas personalizadas, decoração em miniatura sob demanda e até joias exclusivas para quem é apaixonado por animais de estimação?

Outro exemplo de sucesso com a segmentação é o do site Festa Express www.festaexpress.com.br, loja virtual especializada em artigos para festas temáticas. Criada em 2006, a loja vende para todo o Brasil e até o exterior. Mais de 80% do público é formado por mulheres e mães que veem no site a possibilidade de organizar uma festa sem sair de casa. "Elas buscam facilidade de compra e diversidade de escolha a um preço justo", explica a diretora de operações da empresa, Luciana Coen. Para isso, a loja possui uma rotatividade grande e oferece novidades constantes, como itens ecológicos, kits para festas com o tema cinema, pôquer e Copa do Mundo. "A nossa seleção de produtos passa por um padrão de qualidade já reconhecido pelos clientes", destaca Luciana.

Oportunidade segmentada Marcos Mendes/e-SIM "Sabemos que nossos clientes buscam mais do que livros: eles querem informações qualificadas", disse Silvia Monteil, proprietária da Livraria Francesa. O comércio de nicho não é novidade no mundo off line. Lojas especializadas em produtos diferenciados, voltadas a um público que sabe exatamente o que precisa, sempre tiveram seu espaço no varejo. A diferença era que, para se fazerem conhecidas, elas contavam com a divulgação boca-a-boca de clientes ou pagavam publicidade em revistas e eventos segmentados.

Com a expansão da internet, o alcance dessas lojas aumentou exponencialmente. Hoje, basta uma busca no Google para se encontrar os mais diferentes produtos que vão de bolos personalizados a computadores usados. Numa das áreas mais concorridas do e-commerce – a venda de livros – a Livraria Francesa encontrou seu espaço explorando o nicho de quem gosta da cultura europeia. Há menos de dois anos, a proprietária Silvia Monteil desistiu de montar sua terceira loja física para investir no comércio eletrônico. Com a expertise de anos de trabalho na venda de livros franceses e um amplo conhecimento das demandas de seu público, a livraria não teve dificuldades em ganhar terreno na web. "Hoje, as vendas da loja virtual se igualam às duas lojas físicas", explica Silvia. Para ela, a grande vantagem foi ampliar seu público para todo o Brasil. "Dos consumidores da livraria virtual, 60% são novos clientes que sem a web não nos encontrariam", afirma.

Para fazer frente aos grandes varejistas, a Livraria Francesa aposta no atendimento personalizado. "Muitos clientes ligam para buscar informações, indicações de novos autores", conta Silva. A livraria também mantém um blog sobre cultura francesa que dá dicas de livros e autores consagrados. "Temos um público exigente, formado por estudantes, professores e amantes da cultura francesa. Sabemos que nossos clientes buscam mais do que livros: eles querem informações qualificadas", explica.

Com um discurso alinhado aos desejos dos consumidores, o comércio de nicho online cresce e assume uma lacuna que os grandes varejistas não ocupam. Segundo o analista de marketing digital, Leonardo Cabral, a internet é uma ótima opção para os lojistas especializados expandirem suas vendas. Mas o empreendedor deve se ater às características peculiares do meio virtual, como uma tecnologia eficiente e um marketing diferenciado. "Além de um bom site, é preciso se tornar encontrável, seja em mecanismos de busca ou comparadores de preço". Para o consultor, a grande vantagem do comércio de nicho é a facilidade de vender os produtos para um público geograficamente distribuído. "A web é um canal privilegiado, que vai além da porta da loja", afirma Cabral.


E-commerce: cada um na sua praia

quinta-feira, 25 de março de 2010

Em pesquisa divulgada nesta quarta-feira (24) revelou que 83% das brasileiras donas de casa da classe C acessam a internet diariamente.
O estudo foi realizado com mulheres de 25 a 49 anos, o que levou os pesquisadores a identificar que os hábitos das mulheres brasileiras mudaram. Das entrevistadas, 66% confessaram que estão lendo menos livros e 60% disse que fazem mais pesquisas em lojas da web e não mais em estabelecimentos físicos.
Em 11 dias de pesquisa, realizada em dezembro, foram registrados 94.250 acessos em 2,7 mil endereços diferentes: 44% em páginas de relacionamento, 38% em sites de informação, 10% em entretenimento, 6% em e-commerce e 2% em serviços. Entre os sites de relacionamento, o Orkut foi o mais visitado, com 94% dos acessos. Dos sites de informação, apenas 10% eram portais, jornais ou revistas, enquanto buscadores foram responsáveis por 56% das visitas.
Entre as mulheres pesquisadas, 33% considera a internet um passatempo melhor do que a televisão, 78% se sentem “mais globalizadas” na web e 15% chegam a se sentir mais inteligentes.

Fonte: Oficina da Net

83% das donas de casa brasileiras acessam a internet

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Na última quarta-feira (13/01/2010) recebemos o Alan Glauber, representante comercial da OnClick Sistemas, nosso parceiro em ERP (software para gestão completa de seus negócios), estreando nosso tradicional ciclo de palestras online em 2010.

A OnClick Sistemas está há 10 anos no mercado como fornecedora de softwares de gestão empresarial, atendendo a empresas de todos os portes e diversos ramos de atividade. Oferecem sistemas completos que abrangem desde a automação das operações da empresa, até sofisticados recursos de análise dos resultados do negócio, com ampla flexibilidade para oferecer a solução que a empresa necessita.

A palestra apresentou os principais recursos do ERP e-commerce desenvolvido exclusivamente para lojistas FastCommerce.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Palestra online: Facilite o dia a dia de sua loja virtual!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Pesquisa da Net Applications mostra queda do Explorer em dezembro.
Firefox se mantém na segunda colocação com 24% de participação.

O Chrome, o navegador do Google, ultrapassou o Safari, da Apple, e se tornou o terceiro navegador mais utilizado no mundo. Ele perde apenas para o Firefox, da Mozilla, em segundo lugar, e o Explorer, da Microsoft, que lidera a lista no relatório publicado pelo grupo Net Applications.

A pesquisa realizada em dezembro passado mostra que o Chrome alcançou 4,63% de participação de mercado, enquanto o Safari ficou com 4,46%. O Firefox apresentou 24,6% de popularidade, segundo o relatório.

Embora o Explorer tenha mais de 60% do mercado de navegadores, ele está em constante queda de popularidade. Entre novembro e dezembro, o browser perdeu um ponto percentual, de acordo com a Net Applications.

Fonte: G1

Chrome passa o Safari e é o terceiro navegador mais usado no mundo

 
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