quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A audiência dos sites de e-commerce atingiu 29,7 milhões de pessoas em dezembro de 2010, e o internauta permaneceu conectado em média 1h 21m e 31s, segundo o IBOPE Nielsen Online.

Deste total, 25,4 milhões de usuários visitaram sites de lojas de varejo e estiveram conectados por 52m e 2s. Na categoria comércio eletrônico do estudo, o varejo responde por 58,7% dos acessos à internet. Os sites de compras coletivas tiveram participação de 34,8% na pesquisa, o que significa que 15,1 milhões de acessos, e acumulam crescimento da audiência de mais de 680% desde junho.

Fonte - Mundo do Marketing

E-commerce recebe mais de 29 milhões de visitas em dezembro

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Escrito por Juliana Gonçalves

Nos últimos dez anos, o comportamento da sociedade em relação ao comércio de produtos eróticos mudou radicalmente. Em 2010, de acordo com dados preliminares da Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), o mercado de produtos eróticos e sensuais cresceu 17%, contra 15% no ano anterior.

O setor ganha fôlego na carona das vendas de lingeries, cosméticos sensuais e similares.
Antes, um mercado que pertencia em sua maioria a homens solteiros, passou a ser dominado pelo público feminino, por mulheres solteiras e casadas, que buscam nos acessórios sensuais, novas formas de apimentar o relacionamento.

Segundo levantamento da Abeme, em 2004 elas representavam 31% dos clientes de lojas eróticas virtuais. Em 2009, esse número subiu para 42% e em 2010 para 70%. A preferência na compra são cosméticos íntimos, lingeries e vibradores.

De acordo com Paula Aguiar, presidente da Abeme, há mais de 10 mil consultores trabalhando com produtos eróticos no Brasil, isso sem contar aqueles que vendem também artigos não-eróticos.

Quando se fala em loja virtual, o destaque fica com A Loja do Prazer, a maior do mundo online no Brasil, segundo a Abeme. Em 2010, a Loja do Prazer cresceu 40%, aumentou o número de funcionários e mudou para uma estrutura três vezes maior que a anterior. Para o proprietário Daniel Passos "o mercado de produtos sensuais ganhou itens novos e diferenciados, muito com apelo romântico e menos erótico", declara.

O portal oferece mais de 11 mil produtos, vende 8 mil pedidos por mês e em datas comemorativas como Dia dos Namorados e Natal, esse número chega aos 10 mil.

No entanto, mesmo com esses números consideráveis, a participação da categoria em volume de pedidos, no primeiro semestre de 2010, não chegou a 1%, segundo a e-bit, empresa referência no fornecimento de informações sobre e-commerce nacional.


Raio-X do setor

O mercado de produtos eróticos no Brasil cresce em ritmo acelerado, cerca de 15% ao ano. Seguem alguns dados desse mercado fornecidos pela ABEME - Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual:

- Movimenta por ano 1 bilhão de reais;
- 70% dos consumidores são mulheres;
- Emprega mais de 50.000 pessoas;
- 30 fabricantes;
- 50 distribuidores;
- 15 importadores;
- 1000 lojas físicas;
- 650 lojas virtuais;
- 3.000 vendedoras domiciliares;
- Mais de 500 sites adultos;
- Mais de 120 publicações impressas;
- 5 produtoras de filmes.

Fonte: Revista no Varejo

Mercado de produtos sensuais cresce 15% ao ano

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

2011 será o ano do comércio eletrônico finalmente transpor fronteiras, segundo análise da Forrester. Em 2010, alguns varejistas já começaram este movimento, como a Gap que lançou seu site no Reino Unido e China, ou a Zara que lançou operações de ecommerce em seis países da Europa.

Por mais que Canadá e Reino Unido ainda estejam no topo da lista de destinos mais procurados por varejistas online americanos, os mercados emergentes prometem agitar 2011.

Uma pesquisa da McKinsey indica que mais de 75% das empresas pesquisadas esperam ver lucros advindos de suas operações em mercados emergentes nos próximos cinco anos – metade delas espera que esse lucro represente acima de 25% do total.

Segundo a analista da Forrester, Zia Daniell Wigder algumas tendências de ecommerce são esperadas para 2011:

• As opções de frete internacional vão aumentar – Várias soluções tecnológicas que estão chegando ao mercado vão facilitar o envio de produtos pelo mundo. Esta ainda permanece de longe uma das maneiras mais populares para os varejistas online americanos atingirem consumidores internacionais, revelou pesquisas da Forrester.

• Antes de expandir, é preciso melhorar a infraestrutura interna - Investir em novos mercados pode ser uma estratégia tudo-ou-nada, com empresas se desfocando de seu mercado doméstico para investir muito em novos locais. Mas o ideal mesmo é aumentar a eficiência e infraestrutura interna antes de almejar o que atrás da fronteira. Ainda: antes de entrar com tudo, vale antes usar a tática do tópico anterior, de oferecer entrega via frete para entender o novo mercado.

• Os departamentos que cuidam da expansão do ecommerce serão centralizados - Muitos se fala sobre administrar localmente empresas multinacionais. Fato é que hoje sabe-se que os modelos mais eficientes são uma mescla de regional com global, mas com uma administração centralizada. Muitas empresas americanas tinham a tarefa de se adaptar ao mercado local para entender desejos e necessidades e responderam a isso com escritórios locais, o que resultou em desencontros administrativos. As novas estratégias de expansão internacional têm tentado uma nova forma de modelo centralizado que usa a tecnologia para entender as nuances de cada mercado global.

• A China estará no topo da maioria das iniciativas de expansão na web - Nos últimos dois anos, a maioria dos executivos marcava Japão como o melhor destino de iniciativas de ecommerce na Ásia. Agora a China tomou seu lugar. Com a maior população online do mundo – um mercado de quase US$ 50 bilhões, que cresce acima de 25% ao ano - a China tornou-se o único país capaz de rivalizar com os EUA no longo prazo.


• O Brasil está no radar da expansão – O país é frequentemente citado como um dos mais promissores, e curiosamente os maiores investimentos de ecommerce vem exatamente de varejistas locais. Alguns varejistas online americanos, entretanto, tem anunciado a abertura de sites no país para atender demanda interna. Walmart lançou a tendência em 2008, em 2010 Sephora comprou 70% do brasileiro Sack’s. Os próximos 12 meses devem aumentar o interesse nesse mercado que cresce acelerado.


Escrito por Ticiana Werneck - http://www.revistanovarejo.com.br/inovacao/tendencias/1282--2011-ecommerce-em-expansao-internacional

2011: Ecommerce em expansão internacional

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

SÃO PAULO – A chegada das classes C e D na internet modificou o perfil de compras do consumidor brasileiro na rede, segundo aponta estudo realizado pela plataforma digital MoIP.

Uma das evidências, conforme o levantamento, é o aumento do tíquete médio na web - R$ 295 na primeira metade do ano passado -por conta da mudança na cesta de compras do consumidor, que passou a adquirir mais produtos de maior valor agregado, como informática e departamentos.

“O crescimento das transações que foi alcançado no primeiro semestre de 2010 supera algumas expectativas. Nosso mercado é muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar por melhores ofertas, serviços e qualidade”, avalia o CEO da MoIP Pagamentos, Igor Senra.

Produtos

No primeiro semestre de 2010, o aumento do poder aquisitivo da população brasileira, a facilidade do crédito e os incentivos governamentais levaram o setor de informática a responder por 71% das vendas feitas por meio da rede.

Um ano antes, em 2009, o setor respondia por apenas 3,43% das transações, ocupando a quinta posição.

Fonte: InfoMoney

Chegada das classes C e D na web muda perfil de compras online

 
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