segunda-feira, 20 de junho de 2011

Em 2010, quase um terço (33,02%) de todas as transações entre varejo e consumidores foram feitas eletronicamente, segundo a 13ª edição da Pesquisa FGV-EAESP. No caso de transações realizadas entre empresas, esse índice sobe pra quase dois terços do total, o que representa 65,25%. E, apesar das boas perspectivas nos negócios pela internet, ainda há um número muito grande de empresas online que desrespeitam os direitos do consumidor. Segundo o site Reclame Aqui, o volume de reclamações cadastradas no mês de dezembro de 2010, referentes a 14 lojas virtuais de maior operação no País, aumentou 320%, se comparado ao mesmo período do ano anterior.

Uma das razões pelo grande volume de reclamações sobre os sites de venda é a falta de preparo por parte do fornecedor. Se, por um lado, os custos em relação a ponto comercial físico, locais para estoque e funcionários são menores, por outro, a empresa deve investir em itens como atendimento e logística, principalmente para o cumprimento dos prazos. E, para evitar situações problemáticas entre a empresa e o consumidor, aqui estão os principais cuidados a serem tomados no ambiente virtual:
  • Aja sempre de acordo com a lei: A legislação que protege o consumidor no Brasil é uma das mais modernas e completas do mundo. O Código de Defesa do Consumidor é um verdadeiro manual de procedimentos, estabelecendo todos os critérios que a empresa deve seguir para evitar a insatisfação do consumidor e até problemas jurídicos. Sendo assim, o Código torna-se uma ferramenta a seu favor, sendo um aliado às suas atividades.
  • Forneça sempre informação adequada e precisa: A elaboração de manuais de compras, com todos os procedimentos descritos de forma clara e precisa, contendo informações como prazo de entrega e política de devolução, é essencial nessa relação. A linguagem deve ser simples e objetiva. O cumprimento dessas medidas também é essencial, ou seja, o fornecedor deve cumprir exatamente aquilo que descreve. Do contrário, irá gerar descredibilidade.
  • Garanta que os prazos sejam cumpridos: Há vários casos de sites que dispõem dos produtos, têm um marketing adequado e vendem muito bem, porém, na hora da entrega, a falha é evidente. Por isso, uma boa logística é essencial. Os prazos de entrega devem ser cumpridos à risca para que o consumidor não tenha a sensação de insegurança em relação ao fornecedor. Da mesma forma, quando houver uma devolução, o ressarcimento do valor ao consumidor deve ser imediato. Prazos longos para o ressarcimento geram desconfiança e desconforto ao consumidor, além de violar a legislação.
  • Atente-se ao crescimento ordenado: Muitas vezes, os empresários têm ideias criativas e até chegam a implementá-las, porém, sem a exata dimensão do que é necessário para colocá-las em prática. O resultado é um crescimento maior do que a empresa comporta, o que gera, na maioria das vezes, um resultado desastroso.
  • Aposte na responsabilidade social: O consumidor de hoje valoriza as empresas que investem nas questões sociais, entendendo essa postura como um sinal de ética e cidadania. E, para as empresas, atuar em prol de causas sociais é uma forma de aliar a sua imagem a questões politicamente corretas, proporcionando uma importante vantagem competitiva.
  • Encare um problema como oportunidade: Por mais que a empresa trabalhe com ética, transparência e de acordo com a lei, determinados problemas são inevitáveis. Nesses casos, reverta o problema a favor da sua empresa. Lidar com a situação de forma adequada, justa e atenciosa é a melhor maneira de minimizar o problema, além de evitar maiores constrangimentos, como reclamações em órgãos de proteção ao consumidor ou até mesmo processos judiciais. O consumidor se encanta com a empresa que reconhece seu erro e não poupa esforços para se redimir!
Elaborar um bom Plano de Negócios para estruturar e planejar todo o fluxo de venda é muito importante para evitar deslizes e surpresas ao longo das vendas de sua loja virtual. É muito importante informar e deixar muito claro para seu cliente o produto que está vendendo, o prazo de entrega, as garantias da compra e todas as leis que vigoram nas negociações pela internet.

Fonte: iMasters
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Você conhece os direitos do e-Consumidor?

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa do R$ 1,5 bilhão, e a participação da internet em relação a outras mídias - que hoje responde por pouco menos de 4,5% - saltaria para, no mínimo, 6,5% do bolo total de publicidade. Isso sem levar em consideração os investimentos em links patrocinados.

No que diz respeito ao número de pessoas com acesso à internet no Brasil, o IAB está prevendo que a população de internautas chegue a pouco mais de 81 milhões frente aos 73,7 milhões do ano passado.

O crescimento da publicidade na internet aqui no Brasil é natural e irreversível, à medida que cada dia mais pessoas passam mais tempo conectadas, seja em casa, no trabalho ou pelo celular. Da mesma forma que a atenção e o tempo dos consumidores migraram para os meios digitais, é necessário que as marcas também tenham sua presença na internet.

Mas será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? As marcas estão criando estratégias consistentes para acompanhar o ritmo dessa nova geração de pessoas que buscam, cada vez mais, se conectar, participar e compartilhar informações?

Somente alocar recursos para o digital, sem mudar o pensamento em relação ao comportamento do consumidor, pode fazer com que as marcas se percam na hora de fazer os investimentos. De nada adianta elas entrarem no mundo digital sem pedir licença, invadir as redes sociais e enviar mensagens indesejadas.

Sem entender as mudanças ocorridas no comportamento desse consumidor, as estratégias digitais estão fadadas ao fracasso. A solução para construir estratégias consistentes passa pelo entendimento de como esse consumidor interage e como ele manterá o relacionamento com a marca em todas as fases do processo de compra.

Atender esse consumidor nos canais corretos quando ele está buscando informações sobre o produto exigirá das marcas a geração de conteúdo relevante. Elas também poderão estimular que o consumidor crie conteúdo, seja permitindo que ele opine e participe do processo de criação de novos produtos ou dando sugestões para melhorar os que já existem.

É preciso estar à disposição do consumidor na fase em que ele estiver em busca do produto, sem deixar que ele tenha dúvidas, pois, caso contrário, ele entrará em contato com marcas concorrentes e que possuam uma presença digital mais consistente que a sua.

Após a compra, esse consumidor continuará interagindo com a marca através de opiniões próprias postadas nas redes sociais, lendo e compartilhando comentários de outros usuários ou ainda solicitando suporte online. A marca deve estar presente nessa fase, pois investir em ações publicitárias somente para vender, não dando continuidade ao relacionamento, acarretará em consumidores irritados e comentários negativos.

Vale ressaltar ainda que, independentemente das ferramentas que a marca esteja utilizando, falar de somente dela, sem abrir espaço para interação e feedback, pode não ser a melhor estratégia. No entanto, ao construir uma presença digital consistente, as marcas passam a entender melhor como o consumidor interage e quais são suas expectativas, podendo entregar uma experiência de consumo e interatividade cada vez melhor.

Além do volume investido em publicidade na internet, o que determinará o sucesso das marcas na utilização dos meios digitais está em como elas construirão essa presença, de maneira a entregar conteúdo, entretenimento e interatividade relevantes, que vão além dos anúncios estáticos e sem interação.
Quando o lojista vem até nós, tanto para esclarecer dúvidas sobre a plataforma pronta para loja virtual FastCommerce como para conhecer mais sobre o mundo da venda pela internet, recomendamos o planejamento do negócio antes de iniciar suas vendas pela web.
Assim o lojista evita surpresas durante a gestão de sua loja virtual, pois saberá um pouco mais sobre leis, impostos e até mesmo como se comunicar melhor com seus clientes e aumentar suas vendas.
Fonte: iMasters
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Presença digital: como implementar estratégias de marketing na web

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Seu negócio está no Twitter? Pois deveria estar. São mais de 200 milhões de usuários que enviam cerca de 65 milhões de mensagens por dia.

A sua empresa já tem um perfil no Twitter? Então crie já. O microblog tweetou seu caminho até o topo das redes sociais. São mais de 200 milhões de usuários que enviam 65 milhões de tweets por dia.
Mas alto lá. Se você ainda não aprendeu em outras redes sociais, o relacionamento com clientes nessas plataformas não é o mesmo que pessoalmente. Você precisa aprender tanto o uso do Twitter quanto como usá-lo para se comunicar de maneira efetiva com consumidores para obter sucesso.
Aqui estão oito dicas para começar na direção certa:
1 - Construindo uma lista de seguidores
Não importa o valor da comunicação via Twitter se não há leitores. Seus tweets são públicos e pesquisáveis de acordo com os tópicos específicos contidos em sua mensagem, mas você precisa construir uma lista de seguidores ativos que leiam seu conteúdo. Os seguidores no Twitter representam sua comunidade, são a audiência e com quem você se relaciona.
Se você é Ashton Kutcher, Charlie Sheen ou Lady Gaga, tudo que precisa fazer é criar uma conta no microblog e milhões de pessoas irão seguir seu perfil instantaneamente. Caso você não seja um megastar, e a maioria não é, você vai ter que se esforçar para conseguir isso. Comece convidando comunidades de clientes que você tenha.
Sua companhia tem site, blog, lista de contatos ou newsletter? Use todos os meios que você possui. Se seus clientes já têm conta no serviço, convide-os a seguir seu perfil. Você deve também incluir o endereço do Twitter da sua empresa na assinatura de seus e-mails, marketing de apoio ou qualquer tipo de exposição. Você pode até mesmo estimular os usuários com sorteio de prêmios ou desconto em serviços.
Parte da cultura do Twitter é que os usuários seguem de volta quem os segue. Clique no link de sugestões no Twitter “Who to Follow”. Ferramentas como o software Tweet Adder pode dar mais detalhamento de contas a serem seguidas. Use-a para selecionar usuários de companhias similares ou que compartilham interesses com seus serviços e então siga automaticamente esses internautas. Certo número de perfis devem segui-lo de volta. Mas antes disso, é claro, deixa a sua página no Twitter atraente com uma boa imagem de perfil e bio.
2 - Conheça as regras do relacionamento
Se você é novo, aprenda o básico. As melhores práticas do Twitter como direct messages, o uso do ”@” para responder a usuários e os retweets. As direct messages são particulares. Para enviá-las, basta colocar a letra “d” antes do nome de perfil do destinatário. Para conversar em tweets público é feito o mesmo procedimento, mas substituindo a letra “d” pelo “@”. Caso você queira reenviar uma mensagem de outro internauta, basta colocar o mesmo símbolo antes do nome do usuário e escrever as letras “RT” no começo do tweet. Você pode também pedir educadamente que seu público retweet suas publicações.
Essas práticas atraem a atenção dos seguidores, que podem ver que você está interagindo com eles. Para ter ter sucesso nessa ação, escreva uma mensagem curta antes de replicar a publicação de outro usuário. E fique atento a tweets sobre suas mensagens para manter uma conversa. Assim que aprender o básico, ferramentas com o Group Tweet permitem que você se comunique com grupos de usuários, mesmo via direct messages.
3 - Valorize a conversa
Um dos maiores erros que companhias cometem no Twitter - e nas redes sociais em geral - é tentar usá-lo para um marketing antiquado. O slogan que sua empresa usa em campanhas publicitárias na mídia pode se revelar falso no microblog.
O Twitter pode ser uma ferramenta importante de marketing, mas a rede social deve gerar conversação e agregar valor à marca. Você se promove por quem é, não pelo que diz ser. Você pode certamente usar o microblog como um meio para anunciar produtos ou serviços novos, mas seus tweets precisam valorizar o público para manter sua audiência interessada. Compartilhe informações relevantes sobre o seu setor, assim como dicas e conselhos e conversas em geral para motivar seus contatos a participar das discussões. Faça tweets divertidos e espirituosos, diga algo único. Se posicione como especialista em sua área e ofereça conselhos gratuitamente. É melhor divulgar opiniões próprias e pessoais do que apenas repetir o que os outros dizem.
4 - Encurte os links
Utilize ferramentas de encurtamento de link, como bit.ly e TinyURL para que seus links não utilizem todos os 140 caracteres do seu tweet. O bit.ly oferece também mensuração de acessos para monitorar o sucesso da sua publicação. Você pode analisar quantos cliques foram dados em cada link e qual foi mais popular, informação que você pode usar para descobrir o que funciona melhor.
5 - Enriqueça seus tweets com ferramentas de terceiros
Uma quantidade incrível de ferramentas e plug-ins para Twitter pode aumentar o valor do seu perfil. Apesar de a rede social ter sido criada como forma de serviço de SMS via internet, você pode ampliar o tamanho de suas mensagens e enviar outros tipos de arquivo. Comece usando o TwitPic ou o Yfrog para compartilhar fotos ou vídeos. Habilite estes serviços no seu smartphone para que você possam mostrar - e não apenas contar - a coisa engraçada que você viu na rua.
Você pode tornar os tweets mais interativos conectando-os com pesquisas, usando o Twtpoll, ou a salas de bate-papo, com o Nurph. Seus seguidores vão prestar mais atenção em seus tweets se acharem conversas interessantes para participar. E integrando o Twitter com serviços de localização, como o FourSquare, pode chamar a atenção. Por exemplo, durante aquela conferência em Atlanta, alguém da sua área pode ver que você está realmente lá.
O TweetDeck, recentemente comprado pelo Twitter, permite que você gerencie multiplas contas tanto no microblog, como no Facebook, LinkedIn, MySpace, Google (GOOG) Buzz, and Foursquare. Você pode criar listas e filtrar o conteúdo dos updates que quer receber. O aplicativo possui colunas que permitem que o usuário monitore palavras-cheve específicas ou hashtags. Você também pode habilitar o TweetDeck a enviar alertas quando outras contas no Twitter mencionem sua companhia, o que dá oportunidade para identificar clientes fiéis, possíveis questões de relações públicas e gerenciar crises rapidamente.
O programa também permite programar o horário das publicações, mas o Timely, da Flowtown, vai além. Ele analise seus tweets anteriores e estima qual hora do dia eles são mais favoráveis e então programa seus próximos tweets de acordo com o resultado.
6 - Use hashtags
As hashtags são símbolos # na frente de palavras-chave. Elas tornam seus tweets mais fáceis de pesquisar. Ferramentas como o TweetDeck e o Hashtags.org permitem que visualizar os tweets mais recentes com qualquer hashtag. Uma hashtag comum no Twitter é #FollowFriday ou #FF, que às sextas-feiras divulga nomes de usuários que você acha relevantes. É um método valioso de conseguir mais seguidores. Se você ganhar novos seguidores, responda agradecendo a indicação. Esse tipo de toque pessoal é uma das coisas de que os usuários gostam.
Uma maneira de atrair a atenção é tweetar sobre tópicos enquanto eles estão entre os mais postados do momento. Crie um Google Alerta para rastrear assuntos da sua área, e quando ele enviar uma histórica inédita e relevante para seu e-mail, envie essa mensagem aos seus seguidores. Se sua compania conserta computadores antigos e uma matéria sobre desperdício de eletrônicos está nas manchetes dos jornais, você pode criar a hashtag #ewaste ou #desperdicioeletronico em um tweet que explique como seu trabalho deixa equipamentos eletrônicos fora de aterros sanitários.
Mesmo que você não comente as mais novas histórias populares do dia, você pode direcionar seu Twitter para divulgação de eventos na sua área. O NearbyTweets permite visualizar quem está falando sobre praticamente qualquer tópico em uma parte específica do mundo.
7 - Evite armadilhas
Já falamos sobre não usar o Twitter como ferramenta de spam. Mas cuidado com outras armadilhas. Lembre que muitos “seguidores” não estão realmente prestando atenção. Mesmo que a tática de conseguir seguidores seja seguir usuários com interesses em comum e esperar que haja reciprocidade, isso só vai até aí. Muitos internautas que seguirem seu perfil podem estar usando a mesma tática para aumentar a força de suas contas no microblog, e eles não estão realmente interessados nas suas publicações ou área de negócios.
Utilize o Klout ou o Peerindex para ter ideia de quantos seguidores são realmente ativos. Esses serviços dão notas de 1 a 100 para medir sua influencia online. Em algum ponto, você terá que parar de usar a estratégia de seguir usuários para conseguir mais seguidores.Deixa a sua conta no Twitter falar por si própia e espere a divulgação boca-a-boca da qualidade do seu perfil.
8 - Não espere milagres
Preciso lembrar que você não é a Lady Gaga? Você não vai ter milhões de seguidores instantaneamente. Não haverá um aumento milagroso nas vendas ou no lucro da sua companhia só porque você criou uma conta no Twitter. Como para tudo que vale a pena ser feito, não há atalhos mágicos.
Se você usar corretamente, o Twitter pode ser uma poderosa ferramenta de marketing, um instrumento para conseguir o reconhecimento da marca e a fidelidade de clientes. Seja paciente. Agregue valor. Construa uma comunidade e deixe o conteúdo e o reconhecimento dos seus seguidores ser a força que o leva ao sucesso, tanto a sua conta no Twitter, quanto nos seus negócios.
Vale uma dica que o pessoal do FastCommerce sempre dá aos lojistas virtuais: Invista em Publicidade, Comunicação e Marketing de sua loja virtual, utilize ferramentas como twitter, facebook, blog e youtube para se promover, é gratuito e atinge milhões de pessoas em curto período de tempo!!!! A próxima versão do FastCommerce, que será lançada em alguns dias, facilitará muito a comunicação nas mídias socias de nossos lojistas. Não é só porque sua loja está na web que irá vender. Seus atuais e futuros clientes devem saber que sua loja existe e vende pela internet!!!
Fonte: IDG NOW!
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Dicas: Veja como turbinar o Twitter de sua empresa e aumentar suas vendas

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Projeto Conecte seu Negócio reúne criação rápida de sites, domínio e publicidade online; primeiros 5 mil registros serão gratuitos.

O Google e o Sebrae, em parceria com HP, CNI, Serasa Experian e a empresa de hospedagem Yola, querem incentivar a entrada de pequenos negócios brasileiros na web. Para isso, disponibilizam a partir desta quarta-feira (15/6) um serviço gratuito de criação de sites, o Conecte seu Negócio. Utilizado por 11 países, o projeto chega em solo nacional com o intuito de ajudar pequenas e médias empresas a desenvolver o primeiro site de maneira simples, contribuindo para que elas ampliem as oportunidades de negócios.
Segundo Fábio Coelho, diretor-geral do Google Brasil, a companhia de buscas tem um compromisso global de apoiar pequenas e médias empresas. “Estar na internet torna os negócios mais sólidos e as empresas têm mais capacidade de competir e crescer, ao mesmo tempo em que trabalhamos para criar uma sociedade mais conectada”, afirmou, durante evento de lançamento transmitido pelo YouTube.
Na avaliação do diretor-presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, há ainda um grande número de companhias que não está presente no mundo digital e a ideia é mudar esse quadro. “Muitas oportunidades deverão surgir a partir do momento que o negócio está na web; a visibilidade e o poder de alcance aumentam e novos clientes aparecem”, aposta.
Registro e criação
Para criar o site, é preciso entrar na página do Conecte seu Negócio e verificar se o domínio desejado está disponível, registrando-o em seguida. Feito isso, o empresário usará uma ferramenta da Yola para construir a página. Lá, explica David Sexton, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Yola, há várias opções de layout e ainda existe a possibilidade de customizar o site. “Cada negócio tem uma necessidade específica e uma identidade”, pontua.
Os primeiros 5 mil empreendimentos que criarem os sites, que contam ainda com recurso para e-commerce, não precisarão pagar pelo domínio por um período de um ano. Depois, o usuário terá de pagar uma taxa anual de 29,95 reais ao Google.
O papel do Sebrae será o de realizar treinamentos via Internet, além de dar suporte às empresas no processo. Já a HP oferecerá condições especiais na compra de computadores, monitores e impressoras para empresas que não contam com infraestrutura adequada. E a Serasa Experian, por sua vez, vai disponibilizar pacotes a preços competitivos para consulta de dados cadastrais de consumidores.
O Google afirma ainda que o empreendedor que criar o site poderá usar o programa de publicidade AdWords para promover a empresa em resultados de busca e na rede de parceiros. Na inscrição, a empresa ganhará créditos no valor de 150 reais para uso na plataforma de publicidade online.
Fonte: IDG NOW!
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Google une-se a Sebrae em iniciativa para levar pequena empresa à web

Por Felipe Morais

A resposta para o título deste artigo, na teoria, seria muito fácil: “basta anunciar que as pessoas chegam ao site”. Mas será que é só isso mesmo? A fórmula é tão simples?

Na verdade, nem tanto. Primeiro que para fazer uma boa campanha na internet é preciso investimento e, bem ao contrário do que a maioria pensa, anunciar na web não é barato, entretanto, sabendo fazer, a loja virtual com certeza terá um excelente retorno em vendas.

O foco basicamente é um pilar estratégico, não apenas para aumentar as vendas, mas para manter uma loja no curso do crescimento sempre. Aumentar vendas não significa crescer, apenas, 10% de um mês para o outro, mas também deixar o cliente fiel. Em época de redes sociais, reputação é fundamental, pois além de o consumidor comprar sempre indica amigos.

Bons produtos, encontrabilidade dos produtos, atendimento, marketing digital e logística. Esses são os cinco pilares que defendo para a evolução da loja como um todo. Cada um deles tem a sua importância para essa evolução da loja, seja ela uma mega loja multiprodutos ou uma pequena loja de uma pessoa que vende camisetas pela internet.

Bons produtos significam que a loja deve vender qualidade: entender o que o mercado deseja comprar e oferecer esses produtos de forma clara, simples, objetiva e se possível com o melhor preço (digo se possível, pois frete ou empresas com produtos tabelados às vezes dificultam essa ação); se a loja tem bons produtos, é preciso que o usuário os encontre. De nada adianta levar o usuário ao site se ele não acha nada! Assim como não se pode, JAMAIS, achar que aquele usuário que digitou “câmera digital 12 megas” no Google chegue a sua loja para ver um notebook. Ele pode se interessar, mas depois de ver a câmera.

Atendimento é fundamental no pré e no pós-venda. As pessoas têm dúvidas e estas nem sempre podem ser sanadas pelo texto do site. Tem que ser na conversa. Tenha uma equipe pronta para atender as pessoas, e especializada em fechar a venda! Marketing digital é basicamente anunciar a loja, como disse no começo do artigo, mas como vimos até o momento não é a única solução para que a loja venda mais. Logística é fundamental, pois se uma pessoa compra e não entrega no prazo, perde a confiança. Ela não compra mais, não indica, não volta à loja e se possível fala mal dela para sua rede de amigos. É uma forma de perder não apenas um, mas vários potenciais consumidores.

Voltando ao marketing digital como estratégia, há diversas formas de se usar esse conceito. Banner na home de portal é um deles, muito usado pelos mega players. Altos investimentos, grandes riscos. É preciso pensar além do básico. As pessoas não se empolgam mais pelo “mais do mesmo”. Nesse momento, vem o conceito de presença digital que defendo. É preciso estar bem posicionado no Google, ter ações de Links Patrocinados. Usar bem o s-commerce (comércio pelas redes sociais), estar presente em blogs - de preferência em blogs que espontaneamente falem bem da marca -, estar no mobile não apenas com um banner em site, mas com uma loja virtual.

Mais do mesmo não vende mais. É preciso empolgar, deixar o usuário curioso e fazer com que ele sinta vontade de ir até a loja. Lá estando, oferecer um ambiente em que ele se sinta confortável e seguro. Oferecer a ele o que ele quer. Assim, cria-se um cliente fiel que pode trazer diversos outros.

Fonte: Imasters

(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Como aumentar as vendas no e-commerce?

terça-feira, 14 de junho de 2011

Quatro em cada dez usuários de smartphones clicam nos anúncios que veem; pesquisa aponta para o surgimento de um novo tipo de consumidor móvel.

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Os usuários de smartphone respondem a anúncios em um nível extraordinário, de acordo com os resultados de uma pesquisa divulgada pela Google. E uma das razões disso pode ser a natureza das buscas feitas no celular, mais voltadas para informações locais.
Dos usuários pesquisados, 42% clicam nos anúncios de que gostam, revelou o estudo "Mobile Movement: Understanding Smartphone Users". Destes, 49% - quase a metade – vão em frente para efetuar uma compra; 35% visitam o site do anunciante; e 27% ligam para a empresa em questão.
Conduzida sob encomenda pela empresa de pesquisas Ipsos OTX, a pesquisa ouviu 5.013 usuários adultos de Internet móvel no fim de 2010.
Outro resultado foi que 82% dos usuários de smartphone “percebem os anúncios móveis”, mas a frase é capciosa: perceber um anúncio não garante que ele tenha sido lido, por exemplo.
Natureza prática
A pesquisa enfatiza a natureza prática da busca em um smartphone se comparada com a no desktop. Nove entre dez pessoas tomaram uma ação com base nos resultados da busca pelo celular. As buscas na web via smartphone têm forte apelo local: 95% das pessoas usam o celular para procurar informações sobre as redondezas. Talvez a explosão recente de apps de geolocalização não seja apenas uma moda passageira, afinal.
Nós também usamos nossos celulares enquanto compramos no mundo real: 45% comparam preços enquanto navegam, 44% leem avaliações dos produtos cobiçados e 34% usam o celular até para verificar o estoque da loja no momento em que estão nela.
Some-se a isso o fato de que usamos nossos smartphones ao mesmo tempo em que vemos outra mídia (33% usam o celular enquanto assistem à TV e 22%, enquanto leem o jornal). A Google afirma que os resultados da pesquisa apontam para uma nova geração de consumidores informados em tempo real - o “smartphone consumer”, segundo a empresa.
Tais pessoas fazem parte de um “movimento móvel”, e novas técnicas de marketing são exigidas de quem deseja se aproximar dele, afirma a Google. Por exemplo, dos que usam seus smartphones durante as compras, praticamente a metade busca promoções ou cupons. A atitude combina com a visão da Google para a tecnologia Near Field Communications (NFC), que segundo a empresa será mais utilizada em promoções e ofertas.
Faltam sites
Nem tudo são flores. A pesquisa aponta que 79% dos maiores anunciantes não têm sites produzidos especialmente para a plataforma móvel, algo que pode afastar quem busca informações no smartphone. A maioria dos sites funciona bem nos smartphones modernos, mas alguns são melhores que outros, especialmente os mais adaptados a redução e ampliação e que não incluem firulas, como o excesso de animações em Flash.
De forma compreensível, a Google avisa que a publicidade móvel deverá se tornar uma área de crescimento explosivo à medida que mais pessoas tenham smartphones. Mas aqui, pelo menos, há questões em relação à lógica da Google.
A empresa esquece convenientemente que, neste exato momento, os donos de smartphones percentem às classes de alta renda. A menos que tenham achado seu aparelho na rua, eles gastaram centenas de dólares (e muito mais em reais) por um smartphone e continuam a pagá-lo por meio das contas mensais.
Pode ser que a tecnologia de smartphones se torne predominante caso os preços dos aparelhos caiam, mas não haverá garantia de que essa nova parcela de usuários não tão endinheirados terá o mesmo tipo de resposta diante de anúncios no celular.
Uso desigual
Além disso, uma pesquisa de 2010 divulgada também pela Google mostrou que o uso dos smartphones não é igual em todas as classes e faixas etárias. A maioria (58%) dos compradores de smartphones é homem e 40% deles são jovens, entre 25 e 34 anos. Sem cair em estereótipos, é razoável afirmar que as pessoas jovens saem mais que as mais velhas e, por consequência, estão mais sujeitas a fazer o tipo de pesquisa móvel que, segundo a Google, impulsiona a publicidade móvel.
De fato, no que diz respeito à publicidade móvel, nós podemos estar bem no meio de uma época de ouro. O mercado pode muito bem se diluir à medida que novos e mais baratos aparelhos cheguem ao mercado.
Há poucas dúvidas de que as buscas móveis sejam um novo e importante mercado. É provavelmente verdade que as versões móveis dos sites são necessárias. No entanto, pode ser preciso um pouco mais de tempo para perceber qual será o cenário antes que grandes investimentos sejam feitos. (Keir Thomas)
O FastCommerce disponibiliza para os lojistas uma plataforma pronta e adaptada para o uso em smartphones, recurso diferenciado da plataforma FastCommerce e que quando utilizado com planejamento e divulgação aumenta consideravelmente as vendas das lojas virtuais.
Fonte: IDG Now!

Publicidade no celular é extraordinariamente eficaz, afirma Google

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Estratégias de vídeos da Zappos: simples, barata e eficiente!

A Zappos - empresa pertencente à Amazon - vem trabalhando desde 2009 sua estratégia de vídeos nas páginas de produtos do seu site e na plataforma YouTube. No ano passado, a Zappos desenvolveu 58.000 vídeos curtos de demonstração de produtos estrelados pelos seus próprios funcionários - seus verdadeiros porta-vozes, ao invés de modelos profissionais -, demonstrando bolsas, sapatos e roupas. Atualmente 11 funcionários são responsáveis por produzir por volta de 400 vídeos por dia.

A Zappos vem analisando há muitos anos o comportamento dos seus compradores e descobriu que os vídeos vendem mais e reduzem as devoluções; as páginas de produtos com vídeos têm uma performance em vendas de 6 a 30% acima daquelas que não tem. E pesquisadores, marqueteiros e psicólogos já afirmaram que a utilização de pessoas comuns em propagandas ou recomendações de produtos pode ser muito eficiente em alguns casos pois as pessoas confiam mais na comunicação.Parece que o ar "caseiro" e natural passa credibilidade e sua simplicidade demonstra verdade.

No YouTube, a Zappos ainda utiliza em seu brand channel (nosso canal customizado) o que chamamos de "special annotations", annotations do YouTube que direcionam o usuário para a página de compra de detalhe do produto, através de linksexternos, retirando o usuário do ambiente do YouTube. Veja um exemplo de vídeo que possui o special annotation de "click here to buy".

A Zappos mostrou como uma estratégia simples e barata pode ser muito eficiente.

Roberta Plut, Gerente Comercial do Google Brasil

Fonte: Blog Google Varejo

Dicas e sugestões para aumentar suas vendas

Não é porque as empresas estão cada vez mais imersas no e-commerce que os empresários não tenham grandes desafios pela frente. Muito pelo contrário, vender pela internet todo mundo vende, difícil é manter a fidelização dos clientes e o posicionamento da marca no comércio eletrônico. É por isso que direcionar atenção especial para a pós-venda no e-commerce é essencial para o sucesso de qualquer empresa, seja ela pequena, média ou grande. Ter uma equipe especializada para atuar no que vem depois da venda é tão importante quanto ter vendedores bem treinados. E isso vale não só para o comércio eletrônico, mas também para o varejo tradicional. Portanto, é hora de começar a analisar o que sua empresa vem fazendo, ou deixando de fazer, para alcançar a excelência na pós-venda.

Insegurança à prova

De acordo com Maurício Morgado, professor do Centro de Excelência em Varejo da FGV–Eaesp, a pós-venda é tão fundamental para o comércio virtual quanto para o varejo tradicional, pois está diretamente ligada à credibilidade das empresas. Segundo o professor, as grandes preocupações daqueles que compram pela internet ainda são a insegurança e o atendimento – fatores determinantes para que um cliente volte, ou não, a comprar em determinado site.

Quanto ao atendimento, Morgado afirma que uma das maiores falhas está nos meios de fazer contato com a empresa. Segundo ele, a companhia deve disponibilizar diversos canais para que o consumidor entre em contato de maneira fácil, rápida e segura.

“Se o cliente tiver uma experiência negativa na pós-venda – se ninguém o atende, se ninguém resolve ou se tem de repetir várias vezes o seu problema –, isso irá irritar e gerar insegurança para o consumidor, que certamente não voltará a comprar. Então, esse tipo de cuidado é o que acho que as empresas deveriam ter, pois a pós-venda no e-commerce está diretamente ligada ao atendimento e às coisas mais simples. É fazer o básico de maneira correta, é registrar a reclamação e evitar que o consumidor repita várias vezes o problema. É ter algo que resolva a dificuldade do cliente.

Se os fatores que atrapalham a fidelização dos clientes no e-commerce estão diretamente ligados ao atendimento e à credibilidade, o que fazem as empresas, depois da venda, para que os clientes se mantenham fiéis e voltem a comprar em seus sites?

Fonte: Venda Mais


Em busca da fidelidade

O FastCommerce possui recursos com a capacidade de reunir uma grande quantidade de informações sobre os clientes de forma organizada e acessível é um aspecto fundamental do CRM (Customer Relationship Management), que visa colocar o cliente no plano central do negócio a ponto de conhecê-lo de forma individualizada.

O FastCommerce integra solução completa de CRM, permitindo conhecer cada cliente de perto. As seguintes informações são armazenadas automaticamente:
Quantas vezes cada cliente visitou a loja e quais as páginas visitadas em cada uma das vezes.
O tempo de permanência no site em cada visita.
O navegador e o sistema operacional utilizados.
Quantos pedidos o cliente já fez no site e quais foram remetidos ou cancelados.
As formas de pagamento selecionadas pelo cliente.


Para aprimorar o atendimento de pós-venda, é possível enviar e-mails padronizados para o cliente a cada fase do processamento de seu pedido. Todas as mensagens enviadas são gravadas em log de auditoria. O histório do pedido é organizado em fichas, permitindo o acompanhamento de todos os trâmites do pedido, desde a sua realização até a sua entrega.

Para acompanhar e aprimorar o atendimento aos clientes, foram criados dezenas de relatórios administrativos. Seguem alguns exemplos:

Tempo médio de atendimento aos pedidos:
mostra o tempo médio que a equipe de atendimento da loja leva para atender aos pedidos realizados.
Comparativo entre visitantes e compradores:
compara o total de visitantes com aqueles que colocam produtos em cesta, os que fecham pedido e os que têm seus pedidos remetidos.
Lista de aniversariantes no período: relaciona os clientes que fazem aniversário no período indicado.


Para uma visão ainda mais ampla, vários relatórios comportamentais estão disponíveis. Eis alguns:

Comparativo de acessos por dia da semana
Comparativo de acessos por horário
Valor médio dos pedidos remetidos/cancelados
Comparativo dos clientes por faixa etária e sexo
Comparativo entre formas de pagamento
Tempo de Reposição ( Alguns produtos, tais como perfumes, cartuchos de impressora, papéis, alimentos etc, são adquiridos regularmente pelos clientes. Informe neste campo o tempo normal de recompra deste produto pelo cliente, em dias ou meses. Este intervalo será utilizado para determinar a data quando uma mensagem será enviada ao cliente, sugerindo a reposição do produto adquirido anteriormente na loja.


Diversos relatórios são gerados também em forma gráfica. Os relatórios podem ser exportados em formato Excel, Word ou XML, para utilização em outras aplicações ou acesso em tempo real como fonte de dados remota.

Com o conhecimento completo de cada cliente, a empresa pode se antecipar às suas necessidades, com larga vantagem sobre a concorrência.

Conhecer o perfil do cliente também ajuda na formulação de propostas de vendas casadas (cross selling), além de promover sua fidelidade.

Como está o seu pós-venda?

terça-feira, 7 de junho de 2011

Algumas dicas para os clientes FastCommerce de como interpretar e implementar ações de marketing para elevar a visibilidade de seus produtos no mundo virtual. Retirado do site Imasters (por Silvio Tanabe).
Não é à toa que o marketing digital se tornou uma das prioridades nos investimentos em publicidade e propaganda. É uma forma prática, dinâmica e acessível para empresas de qualquer porte ou segmento promover seus negócios e manter contato com clientes e consumidores. Um bom exemplo é o Google Adwords, um canal de publicidade em que uma pessoa com algumas horas de treinamento é capaz de criar e de gerenciar seu próprio anúncio de publicidade. Outro mais recente é a Like Store do Facebook, em que é possível não só divulgar, mas vender os produtos diretamente na fan page.
De tanto ler, ver e ouvir falar sobre essas aparentes facilidades, empresários e gestores passaram a acreditar em “mitos” que conferem poderes sobrenaturais ao marketing digital. Com base em experiências pessoais, vou relatar três dos mitos mais comuns.

Mito 1: É possível fazer marketing digital sem Marketing

Recentemente fui consultado para o lançamento de um novo site de compras coletivas. Ao ser apresentado ao projeto, fiquei preocupado com o fato de não haver praticamente nenhuma característica que o distinguisse de outras centenas de sites da categoria. Levantei a questão e me surpreendi com a resposta. Para os empreendedores, relevante não era ter um diferencial para se destacar dos concorrentes, mas sim uma propaganda boa o suficiente para chamar atenção e gerar tráfego.
Assim como eles, muitas outras empresas se enganam ao pensar que só publicidade é capaz de fazer de qualquer produto um sucesso. Ela pode até gerar visibilidade para a empresa ou produto por um determinado período, mas não se sustenta ao longo do tempo.
Banners, links patrocinados, ações em redes sociais, newsletters e outras iniciativas online só funcionam se fizerem parte de um mix de marketing abrangendo pesquisa de mercado e público-alvo, análise de oportunidades, definição de uma estratégia de diferenciação para o produto, política de preços, canais de venda e monitoramento dos resultados por meio de indicadores. Quanto mais esse Marketing estiver estruturado, maior o potencial de a publicidade realizada através do marketing digital gerar retorno efetivo.

Mito 2: Marketing digital é a solução milagrosa para meus problemas

O dono de um site de camisetas personalizadas nos procurou para saber como poderíamos ajudá-lo a alcançar seus concorrentes, que estavam“bombando” nas vendas. Antes de eu terminar de explicar como funcionava nosso trabalho ele já me questionava sobre os resultados. Na sua visão, a conta era simples: “minhas vendas não estão indo bem, então vou investir X em uma agência de marketing digital e eles vão aumentar meu faturamento em 10X”.
Isso pode até acontecer, mas não basta somente contratar a agência e esperar os resultados. Antes de mais nada, o trabalho de um profissional de marketing é compreender por que as vendas estão baixas. Quais os pontos fortes dos concorrentes, quais os pontos fracos da sua empresa e o que o cliente em potencial está procurando, de modo a estabelecer uma estratégia e um plano de ação envolvendo tanto iniciativas online quanto off-line.
No caso em particular, detectamos que a loja era praticamente desconhecida, enquanto o principal concorrente era um conhecido case de loja inovadora, inclusive com várias matérias na imprensa nacional e internacional. Seu produto era de qualidade e o preço até abaixo do que a média, mas as estampas não chamavam atenção. Por outro lado, outras lojas apresentavam camisetas segmentadas de acordo com o gosto do cliente (filmes, atores, bandas de rock) ou permitiam que a própria pessoa criasse sua estampa personalizada. As vendas eram limitadas ao site, enquanto a concorrência comercializava suas camisetas em outros sites e redes de varejo.
Para alcançar o tão almejado resultado, portanto, seria necessário investir não só em publicidade, mas em um reposicionamento da marca e de sua atuação no mercado, o que não estava nos planos da empresa. Ou seja, a conta não era tão simples de fechar quanto inicialmente parecia.

3. Fazer marketing digital custa uma mixaria ou sai até de graça

Uma metalúrgica interessada em fazer publicidade por meio de links patrocinados solicitou uma proposta. Fiz uma apresentação para a diretoria, explicando os detalhes de como o trabalho funcionava, o orçamento estimado para campanha e o valor do nosso trabalho de gerenciamento.
"Mas se já estamos pagando para o Google, para que pagar também a você?”, foi o questionamento de um dos diretores, quase ofendido pelo fato de eu cobrar por um serviço que ele considerava gratuito. “Afinal o Google não é de graça?”
Não adiantou tentar explicar que o “investimento” era destinado a remunerar os profissionais responsáveis pelo gerenciamento da campanha. Para dizer a verdade, até hoje não sei nem por que me chamaram lá, se eles mesmos podiam fazer o serviço “de graça”.
Assim como o Google, muitos sites oferecem recursos gratuitos, contribuindo para a percepção de que marketing digital é “barato” ou mesmo “na faixa”. Na verdade, os sites colocam à disposição algumas ferramentas gratuitas que, utilizadas por um bom profissional, são capazes de gerar bons resultados. Nesse sentido, comparado com a propaganda em jornais, revistas ou TV, o investimento no marketing digital é muito menor.
Mesmo o caso de pequenos empresários que conseguem promover seus negócios nas redes sociais “sem gastar nada” nas redes sociais, por exemplo, na verdade investiram muito do seu tempo (um dos ativos mais valiosos de hoje) em aprender os recursos dos sites e em interagir com os clientes e consumidores.
Em vez de “barato” ou “caro”, a empresa deveria avaliar o custo-benefício das ações de marketing digital comparado às alternativas.
Os relatos acima podem soar como desabafo, e de uma certa forma são mesmo. Mas também servem de alerta para as empresas que estão investindo ou pensam em investir em marketing digital. Comparado com outras formas de publicidade e propaganda, ele pode ser mais simples, ágil e apresentar custo menor, mas os resultados sempre vão depender do trabalho de profissionais (internos ou externos), dos recursos investidos e de muitos testes e avaliações.
Como os americanos costumam dizer: “no pain, no gain” (sem dor não há ganhos). O marketing digital não é exceção.
Atualmente muitos lojistas fecham devido a falta de investimento em publicidade e propaganda de sua loja virtual. Não adianta abrir uma loja virtual, por em funcionamento para vender para internet e esperar os resultados. Há todo um trabalho de divulgação e posicionamento da loja virtual na internet. O FastCommerce oferece alguns benefícios como créditos em cupons de divulgação nos principais buscadores para incentivar o planejamento e divulgação dos lojistas clientes.
Fonte: Imasters

Os três grandes mitos do marketing digital

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Especialistas dizem que encarar a loja virtual como simples de administrar e fonte geradora de lucros fáceis é um dos equívocos mais comuns

Da Agência Brasil de Notícias

O comércio eletrônico é promissor, mas vender pela internet exige tanto cuidado e atenção quanto um negócio no formato tradicional. Este consenso entre especialistas do e-commerce deu o tom das palestras realizadas pela manhã do Ciclo MPE.net - Comércio Eletrônico para Micro e Pequena Empresa, realizado nesta terça-feira (31), no auditório da Bolsa de Valores, centro do Rio de Janeiro.

Perfil desconhecido do visitante, distribuição dispersa, demanda incerta e esporádica são algumas das particulares do negócio pela internet. Encarar a loja virtual como simples de administrar e fonte geradora de lucros fáceis é um dos equívocos mais comuns, alertaram os palestrantes de diferentes empresas como Correios, Embratel, Pagseguro e FastCommerce.

O cliente deve ser apresentado a um ambiente virtual limpo e agradável, sem cores fortes que possam cansar a vista, com fotos padronizadas dos produtos e descrição correta do que está sendo oferecido. Outro ponto importante é dar opções diferenciadas de pagamento como boleto bancário ou cartão de crédito.

O que o cliente não vê, mas percebe, é a arquitetura funcional do site. Se o ambiente for mal construído, ele se afasta e a venda não é concretizada. Para que a navegação seja efetiva, os palestrantes recomendam ainda especial atenção a pontos críticos como estoque, logística da entrega, embalagem adequada, clareza nas datas previstas e cumprimento do acordado.

“O diferencial competitivo está na qualidade do serviço, inovação e processos logísticos”, afirmou o gerente de Vendas Corporativas dos Correios, Leonardo Garcia de Lima.

Para quem quer se aventurar no mundo virtual ou aprimorar seu site, também é importante pesquisar as diferentes possibilidades de pacotes e preços oferecidos por empresas para as micro e pequenas empresas: da concepção da loja à contratação de serviços para suportar o tráfego de informações e facilitar o pagamento. A segurança das operações financeiras é vista como crucial, dada a desconfiança do consumidor.

A previsão é que o faturamento este ano do comércio eletrônico chegue a R$ 20 bilhões, 30% a mais em relação a 2010. Segundo dados da câmara-e.net, cerca de 50 milhões de internautas utilizam o internet bank, mas 23 milhões não compram pela internet. Entre as razões para não aderir ao e-commerce, cerca de 30% disseram que tem medo de fornecer dados pessoais e número do cartão de crédito, mas realizam operações financeiras porque confiam na instituição bancária.

A implantação de um Comércio Eletrônico passa por algumas etapas. Uma das etapas está estruturada de forma a escolher a melhor alternativa tecnológica, e entender como adequar uma loja virtual às necessidades de seu negócio. O Fastcommerce, sistema utilizado para criação de lojas virtuais foi criado pela Rumo Web Informática, empresa pioneira em comércio eletrônico, e é utilizado por lojas virtuais de todos os segmentos e tamanhos, em diversos países.


O FastCommerce é um motor de loja virtual, altamente personalizável, com foco nos resultados financeiros das empresas. O próprio lojista pode criar e gerenciar sua loja virtual de uma forma simples e rápida, disponibiliza diversos recursos para seu negócio garantindo segurança, agilidade e flexibilidade em toda operação da loja, porque representa todo o ‘sistema circulatório’ do e-Commerce. Se a loja ficar 1 hora parada os prejuízos são enormes, as vendas param de acontecer, o consumidor tem uma péssima percepção da marca e todo o processo fica comprometido. Além disso, uma loja virtual possui inúmeras integrações entre legados e terceiros. Desde uma simples consulta de estoque, que deve ter suas regras de atualização e consolidação até a integração com meios de pagamentos, operadores logísticos e sistemas de call center.

O FastCommerce começou a ser desenvolvido em 1996 pela Rumo Web Informática, e é uma tecnologia em permanente evolução, utilizada por lojas virtuais de todos os portes.

Ao longo de todos estes anos, os recursos foram aprimorados e multiplicaram-se, permitindo ao lojista utilizar o FastCommerce para a gestão completa de seu negócio online.

Cada loja criada no FastCommerce está vinculada a um site administrativo, de acesso exclusivo aos usuários cadastrados pelo lojista. Através deste site, acessado com segurança certificada, é feito todo o gerenciamento da loja, desde a criação do design até a inclusão de produtos, acompanhamento do fluxo de pedidos e emissão de relatórios administrativos.

Seminário mostra as vantagens e os riscos do e-commerce

quinta-feira, 2 de junho de 2011

De acordo com dados da Câmara Brasileira http://www.blogger.com/img/blank.gifde Comércio Eletrônico (camara-e.net), de cada R$ 100 movimentados no comércio eletrônico brasileiro, apenas R$ 20 vão para os caixas das micro e pequenas empresas. Apesar de representarem 98% dos negócios formais no país, elas responderam por menos de 20% dos R$ 14,8 bilhões gerados pelo e-commerce no ano passado.

Para ajudar os empresários a ingressarem no setor, a camara-e.net está promovendo o Ciclo MPE.net, evento sobre economia digital patrocinado pelo Sebrae desde 2http://www.blogger.com/img/blank.gif003. “A proposta do ciclo é contribuir para a inclusão digital dos micro e pequenos negócios. A presença dessas empresas no mercado digital, seja como fornecedores ou como compradores, é estratégica. Além de abrir novos mercados, pode contribuir para melhorar a competitividade”, afirma o gerente de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, Paulo Alvim.

Para Gerson Rolim, consultor da Câmara, a dica para os donos de pequenos negócios é focar em um nicho específico e se especializar, uma vez que na internet elas estarão competindo com empresas de médio e grande porte. “A internet permite comparar preços e geralmente as grandes conseguem negociar valores mais baixos. É difícil competir com o grande varejista. Para a micro e pequena empresa, o melhor é se especializar, focar em um determinado produto”, afirma.http://www.blogger.com/img/blank.gif

Neste ano, serão realizadas palestras em 20 cidades brasileiras. A expectativa é que em todo país cerca de 5 mil empreendedores participem dos encontros até o fim do ano. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas site do Ciclo Mpe.Net. O FastCommerce está presente no ciclo Pme.Net, divulgando a plataforma pronta para lojas virtuais e seus recursos.

Estamos em um momento excelente para aproveitar e seguir o alto crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Cada vez mais lojistas, de pequeno, médio e grande porte procuram o FastCommerce para iniciarem suas vendas pela internet. O FastCommerce oferece uma plataforma completa de loja virtual para os lojistas.

Fonte: Imasters

Pequenas empresas correspondem com 20% do e-Commerce no Brasil

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Entidade entrou com ações de inconstitucionalidade contra três estados por cobrar ICMS em produtos vendidos por lojas virtuais de outros estados.

Por Robinson dos Santos, do IDG Now!
A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), entidade que representa grandes varejistas de e-commerce do país, fará nesta semana um pedido formal à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que estenda às suas representações estaduais a iniciativa de contestar a prática de bitributação no comércio de bens pela Internet.
Durante o mês de maio, a OAB propôs três Ações Diretas de Inconstitucionalidade contra Roraima, Mato Grosso e Ceará. Os três estados regulamentaram a incidência de ICMS em bens de consumo que entram em suas divisas e foram adquiridos em sites de comércio eletrônico. Outros estados vêm cobrando ICMS para os produtos que chegam a seus moradores mesmo sem regulamentação específica, utilizando-se de interpretações da legislação vigente, alerta a camara-e.net.
“Queremos que a Constituição seja seguida”, afirmou o advogado e coordenador do comitê jurídico da camara-e.net, Leonardo Palhares. “O Procotolo 21 estabelece uma nova regra que faz com que alguns estados consideram uma forma de cobrança e outros estados, outra. Espera-se que haja uma regra única aplicada ao país inteiro.”
Direito de exigir
Apresentado no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e publicado em 7 de abril, o Protocolo 21 estabelece que os estados que aderiram a ele devem exigir a parcela do ICMS sobre “operações interestaduais em que o consumidor final adquire mercadoria ou bem de forma não presencial por meio de Internet, telemarketing ou showroom”.
O documento foi assinado inicialmente por 17 estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe) e o Distrito Federal. Mais tarde, no fim de abril, Mato Grosso do Sul aderiu à lista.
Nos estados que não assinaram o protocolo, contudo, a tributação ocorre como previsto pela legislação - o ICMS é cobrado integralmente na origem, sem repasse ao estado de destino da mercadoria. Isso faz com que um produto que sai de um centro de distribuição de São Paulo ou do Rio de Janeiro seja novamente tributado ao chegar, por exemplo, à Bahia, o que caracterizaria bitributação.
Constituição
Em comunicado, a camara-e.net afirma que os termos do Protocolo 21 “desrespeitam frontalmente a Constituição, já que, se cumprido integralmente, caracterizará bitributação para as vendas, já que o imposto será cobrado integralmente onde for emitida a nota fiscal e de forma dividida nos estados citados”. Os 18 estados que assinaram o Protocolo 21 representam 25% do volume total de pedidos processados pelos varejistas associados da camara-e.net – em 2010, as empresas reprehttp://www.blogger.com/img/blank.gifsentadas pela entidade processaram mais de 40 milhões de pedidos.
“Os estados que assinaram o Protocolo 21 querem que uma parcela do ICMS seja recolhida no destino. Até aí, é uma discussão a ser travada. Mas, nessa guerra fiscal entre estados, os varejistas do e-commerce são colocados num fogo cruzado. Esta é uma discussão política entre unidades da federação”, argumenta Palhares.
Em Rondônia, por exemplo, a regulamentação da partilha de ICMS prevista pelo Protocolo 21 veio com o Decreto 15.846/2011, de 19/4/2011. O texto determina que mercadorias provenientes do Sul e do Sudeste (exceto Espírito Santo) sejam tributadas em 7%, enquanto bens procedentes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo recolham 12%.
Em Mato Grosso, a regulamentação foi feita pelo Decreto 312/2011, de 11 de maio, e determina o recolhimenthttp://www.blogger.com/img/blank.gifo de ICMS sobre bens enviados por empresa de outro estado e "cuja aquisição ocorrer a distância ou de forma não presencial no estabelecimento do remetente". As taxas são as mesmas das de Rondônia - ambos seguem as alíquotas propostas pelo Protocolo 21.
Duas saídas
Atualmente, segundo a camara-e.net, os lojistas virtuais têm duas saídas: ou recolhem o imposto em duplicidade (nos estados que o exigem), ou tentam medidas judiciais em caráter liminar. Esse foi, por exemplo, o caminho trilhado pela B2W, controladora das lojas Submarino, Americanas e Shoptime, segundo informou a Folha de S.Paulo no início de maio – a empresa afirmou não comentar processos judiciais em andamento.
Por enquanto, para o consumidor nada muda, explica Palhares, da camara-e.net. “O preço do produto [nas lojas virtuais] é o mesmo, independentemente do estado no qual o consumidor está. Só muda o frete. Em tese, essa guerra não terá impacto no preço das mercadorias”, afirma. O advogado admite, contudo, que o problema começa a se tornar crítico em estados como Bahia, Piauí, Mato Grosso, Ceará e Goiás.
O coordenador jurídico da camara-e.net admite que, até agora, essa discussão ainda não saiu do âmbito do Confaz, mas isso deverá mudar. “Só resta partir para o Judiciário”, afirma. “Esta é uma questão mais do poder Executivo, que envolve o Ministério da Fazenda e as Secretarias da Fazenda estaduais. No curto prazo, prevejo uma enxurrada de ações de todas as operadoras de e-commerce em busca de decisões liminares que as livrem da bitributação e as permitam funcionar. Mas é necessária uma movimentação política para resolver o problema e não prejudicar o consumidor.”
Nós do FastCommerce sentimos a necessidade de informar os lojistas virtuais sobre esse tipo de Lei, pois incidem diretamente sobre o valor do imposto a ser pago pelo produto vendido. É muito importante observar os Estados que aplicam a Bitributação para que o faturamento de sua loja virtual não diminua devido a esse tipo de cobrança que ainda está sendo analisada pelos Orgãos responsáveis.
Fonte: IDG NOW!

Camara-e.net pede ajuda à OAB para combater dupla cobrança de ICMS

terça-feira, 31 de maio de 2011

Com mais 1,9 milhão de novos usuários, a participação do Brasil na rede social subiu 11% no mês de maio; País tem mais de 19 milhões de usuários.

O Facebook está prestes a atingir a marca dos 700 milhões de usuários segundo um relatório do site de estatísticas SocialBakers. Em janeiro deste ano, o Facebook estava na marca dos 600 milhões de usuário.

E o Brasil lidera a lista dos países que mais cresceram em participação no último mês: 1.949.700 brasileiros se registraram na rede social, um crescimento de 11% em relação ao valor registrado no mês de abril. No total, 19.041.140 usuários do Facebook são brasileiros.

Depois do Brasil, a Indonésia leva o segundo lugar, com crescimento de 4,15% (1.509.600 usuários), seguida pelas Filipinas, com 5,75% de crescimento (1.332.580 usuários).

Em números absolutos, o Brasil aparece em décimo lugar no ranking da Social Bakers, atrás da Itália (com 19,6 milhões de usuários) e à frente da Alemanha (18,7 milhões). Na América Latina, apenas o México tem mais usuários na rede social: 24,7 milhões.

Curiosamente, nos Estados Unidos o Facebook encolheu -4,07% nos últimos 30 dias, perdendo 6,3 milhões de usuários. Outros países em que a rede social sofreu retração no período foram França (-0,69%) e Canadá (-10,79%).

Há ainda alguns dados bizarros: No Vaticano, por exemplo, o Facebook perdeu 75% de seus usuários, caindo de 80 para 20 em um mês.

Marcas e check-ins
As estatísticas da empresa fornecem detalhes sobre o uso do Facebook por usuários brasileiros. Não há, no entanto, explicações sobre a metodologia utilizada.

Em termos de marca, por exemplo, a mais popular não produto nem serviço: é o Clube de Regatas Flamengo. Ela supera marcas comerciais famosas como Nike, L´Oreal e Guaraná Antárctica.

Curiosamente, na sexta posição em marcas está outro time carioca, o Vasco da Gama. Nenhum outro time foi citado entre as 50 marcas mais populares dos últimos 30 dias.

O Flamengo também tem a página do Facebook com mais fãs. São mais de 593 mil, de acordo com a Social Bakers. O Vasco aparece em sétimo lugar, com 190 mil fãs.

Já a lista de lugares no Brasil mais marcados no Facebook Places, serviço de geolocalização da rede social, é liderada por dois aeroportos: Congonhas e Guarulhos, ambos na Grande São Paulo. O de Guarulhos, contudo, aparece várias vezes na lista com nomes diferentes - numa consolidação, ele poderia aparecer em primeiro.
O Comércio Eletrônico ganha cada vez mais com o crescimento das redes sociais e se torna um grande negócio no Brasil.
O FastCommerce, o sistema mais utilizado no Brasil para criação de lojas virtuais, possui clientes de diversos segmentos e tamanhos, que utilizam as redes sociais para fomentar as vendas e criar relacionamentos com seus clientes.
A próxima versão do FastCommerce estará ainda mais integrada com Twitter, disponibilizando a criação de Tags e com o Facebook, contribuindo para ações direcionadas da lojas virtuais que são clientes do FastCommerce. Com base e estudos feitos com clientes que utilizam nossa plataforma, identificamos essa necessidade em implementar e facilitar o uso de mídias sociais como estratégia para aumentar as vendas e estreitar o relacionamento entre lojista e cliente.

Clique no link abaixo para ver a lista dos principais recursos do FastCommerce:

Link

Brasil é o mercado que registra maior crescimento do Facebook

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Texto: Elizangela Grigoletti (Jornalista, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência, empresa de soluções em inteligência de mercado).

Na era da internet 2.0, manter bom relacionamento com o cliente é fundamental para a preservação da imagem de uma empresa. Isso porque a nova geração de consumidores encontra na rede o espaço ideal para dar suas opiniões sobre produtos e serviços. Quando essas reclamações alcançam outros clientes insatisfeitos, os comentários repercutem de forma impressionante, com alcance ilimitado e imediato, gerando um buzz negativo e prejudicial para as marcas.

A MITI Inteligência realizou um estudo no período de 30 de dezembro de 2010 e 3 de janeiro de 2011, sobre reclamações de consumidores na internet. Foram monitoradas mais de 17 mil interações em cinco dias, tanto nas redes sociais quanto nos sites de reclamação, e as principais críticas dos consumidores foram a respeito de atraso nas entregas de produtos de sites de compras online, acompanhados da falta de qualidade no atendimento aos usuários.

Nos sites de reclamação monitorados – Reclamão, ReclameAqui, NuncaMais e Denuncio – as empresas do grupo B2W – Submarino, Americanas.com e Shoptime – apresentaram grande número de críticas e figuraram nos rankings das empresas com maior número de denúncias, sempre acompanhadas pelas empresas de telefonia. Também no final de 2010, a MITI Inteligência analisou a imagem na web de algumas empresas destacadas por publicações nacionias como as melhores daquele ano. Como resultado, a companhia aérea TAM teve alto índice de críticas e reclamações no período avaliado – 15 a 21 de dezembro.

Essa repercussão virtual é um reflexo do que os consumidores pensam no mundo real. Para aqueles que ainda têm dúvidas sobre essa relação bilateral entre o ambiente on e off e se as opiniões expressas nas redes são tão confiáveis quanto aquelas obtidas em campo, segue a confirmação. Uma recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Relacionamento com o Cliente, divulgada na primeira semana deste mês de maio, apresentou justamente que o Submarino, Americanas.com e TAM estão no ranking das empresas que mais desapontaram seus clientes em 2010. Na mesma época, um levantamento da Fundação Procon de São Paulo afirma que, entre novembro de 2010 e janeiro de 2011, a B2W foi a empresa que mais recebeu reclamações por problemas relacionados a entrega de produtos e serviços.

No estudo online realizado entre dezembro e janeiro foram mensurados claramente os resultados também obtidos em campo e divulgados agora em maio, confirmando que a linha que divide o mundo real e o universo virtual é cada vez mais tênue, com forte tendência ao desaparecimento. Aquele usuário que posta uma informação ou opinião na rede é o mesmo que defende esse ponto de vista em uma roda de amigos ou quando questionado em uma pesquisa de opinião. A diferença é que o alcance das mídias sociais abrange um grande número de consumidores que, se compartilham das mesmas expectativas, dão um poder inimaginável a essa percepção.

O risco de não monitorar e acompanhar as opiniões dos consumidores é grande, principalmente porque hoje elas estão disponíveis para qualquer um e não mais restritas aos órgãos competentes ou serviços de atendimento ao cliente das empresas reclamadas. Quando a reclamação existe e a empresa se omite, a informação se dissemina entre os usuários. Com o monitoramento constante e um plano de ação adequado, é possível gerenciar crises antes que elas tomem proporções maiores, como diversos casos conhecidos que se iniciaram nas redes e influenciaram diretamente a imagem da marca e até seus resultados na repercussão offline.

O mundo digital hoje não é um “universo à parte”, é a “terra dos consumidores” e requer uma atenção redobrada em relação às opiniões expressas no antigo formulário de satisfação disponível nas bancadas das lojas. Cada vez mais exigentes, os consumidores buscam empresas transparentes e que percebam essa mudança de paradigma. Independente do canal utilizado, eles querem ser ouvidos. As empresas precisam estar atentas a essa evolução ou serão ultrapassadas e sujeitas a sérios problemas de identificação com o consumidor da era digital.

Fonte: IDG NOW!

Reclamações na era do consumo virtual não se restringem ao ambiente online

terça-feira, 26 de abril de 2011

No dia 21/4/2011 os Correios reajustaram suas tarifas para SEDEX (tabela 40010).

O último reajuste destas tarifas foi em 9/4/2010.

Caso a loja faça envio de pedidos pelo SEDEX, sugerimos que verifique suas tabelas de frete. Para isto, acesse a página Envio & frete e siga os passos abaixo:
  • Se a opção Utilizar tabela SEDEX estiver selecionada, suas tabelas de frete já estão atualizadas.

  • Se a opção Utilizar tabela de localidades ou frete fixo estiver selecionada, atualize as tabelas personalizadas da loja. Para importar as tabelas atualizadas de SEDEX, execute o utilitário Importação de localidades e tarifas SEDEX.

  • Se a opção Utilizar faixas de CEP (Brasil) estiver selecionada, atualize as tabelas personalizadas da loja. Para importar as tabelas atualizadas de SEDEX, execute o utilitário Importação de CEPs e tarifas SEDEX.

  • Se a opção Utilizar faixas de CEP (Brasil) e tabela de localidades estiver selecionada, siga os passos 2 e 3 acima.
OBS: Para executar os utilitários mencionados acima, clique no link Utilitários que fica no topo do site administrativo, que deve ser feito por usuário que tenha acesso aos utilitários de frete.

Reajuste nas tarifas de SEDEX (tabela 40010)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Imposto passará a ser repartido entre os estados de origem e os de destino.

Dezoito estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste assinaram nessa sexta-feira, 1º de abril, no Rio de Janeiro, protocolo que altera o regime de tributação nas vendas pela internet e por meio de telemarketing. Com isso, esses estados e o Distrito Federal passam a dividir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que era recolhido exclusivamente nas unidades da Federação dos dois maiores centros de lojas virtuais, Rio de Janeiro e São Paulo.

O protocolo assinado estabelece que 7% do ICMS é retido no estado de origem onde a compra é realizada, e o restante, o diferencial de alíquota, é encaminhado para o estado de destino. Isso varia conforme o valor do produto.
A decisão foi aprovada em reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) pelos estados do Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Espírito Santo, de Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Pernambuco, Roraima, Rondônia, Sergipe, da Paraíba, Bahia, além do Distrito Federal.
Segundo a Secretária de Fazenda da Bahia, com a mudança, “o imposto passará a ser repartido entre os estados de origem e do destino, assim como ocorre nas operações interestaduais realizadas através dos meios tradicionais de venda”.
Os estados que assinaram o protocolo alegam que a medida vai fortalecer o comércio local, gerar emprego e renda, além de incrementar a competitividade e diminuir o prejuízo na arrecadação.
Dados da Secretaria de Fazenda baiana revelam que os mais de R$ 15 bilhões arrecadados com o ICMS, em 2010, no comércio eletrônico, ficaram exclusivamente no estado de origem das mercadorias. Só a Bahia, no período, deixou de arrecadar, no mínimo, R$ 85 milhões com as vendas pela internet, informou o secretário de Fazenda do estado, Carlos Martins, que é coordenador do Confaz.


Bitributação
Em 1º de fevereiro entrou em vigor no estado baiano a cobrança dupla do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) para compras feitas pela internet ou telefone. O tributo deveria incidir apenas no estado de origem do produto. Mas a Bahia decidiu impor a cobrança também no estado de destino da compra.
Desde então, as Fonte: Revista no Varejolojas virtuais começaram a conseguir liminares na Justiça para fugir do recolhimento duplo.

(*) Com informações da Agência Brasil.


Fonte: IDG NOW!

e-Commerce: 18 estados assinam acordo para evitar perda de receita de ICMS

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Melhorias na usabilidade e novas integrações com "velhos amigos" são destaques da nova versão.

No dia 31 de março de 2011, a Rumo Web Informática anunciou o lançamento da versão 6.1 do FastCommerce, a tecnologia de comércio eletrônico mais utilizada no Brasil.

Nesta nova versão, o foco foi a melhoria na usabilidade do site administrativo e novas integrações com antigos parceiros: Cielo, Correios e MoIP.

"Nunca foi tão fácil navegar pelo site administrativo da loja", informa Eduardo Lima, executivo de mercado da Rumo Web Informática. Foram implementados novos botões contextuais que permitem mais agilidade na criação de registros, retorno aos resultados de buscas etc. A lista de produtos do site administrativo permite a remoção automática de arquivos relacionados ao produto quando este for removido do cadastro da loja, liberando espaço e agilizando a navegação. Foi facilitada também a localização de usuários e mensagens, através de novos filtros de busca.

Recentemente a Cielo lançou seu WebService para integrar seus cartões às lojas virtuais. Esta tecnologia substituirá o antigo CBP (ex-VbV), que será descontinuado em breve pela Cielo.

"A nova versão do FastCommerce permite a venda com cartão Elo, que é a mais antiga bandeira de cartão de crédito aceita no Brasil e que foi recentemente relançada no mercado. As autorizações online devem ser feitas pelo WebService da Cielo." informa Eduardo Lima.

O MoIP agora está integrado ao FastCommerce de forma nativa, o que facilita sua adoção. A configuração é feita pela seção MoIP da página Pagamentos. Trata-se de um serviço prático que abrange diversas formas de pagamento online, incluindo os principais cartões de crédito e várias opções de parcelamento. A empresa oferece condições especiais a todas as lojas que utilizam o FastCommerce.

Os Correios oferecem um serviço para que o cálculo do frete dos pedidos seja feito através dos servidores da empresa. Isto facilita a configuração do frete e permite que os valores estejam sempre sincronizados com as tarifas cobradas pelos Correios.

Agora é possível cadastrar códigos de cupons que serão divulgados aos clientes da loja, obtendo assim um desconto no total dos produtos comprados. O cupom é um crédito para impulsionar as vendas na loja e não um desconto simples. Por esta razão, os demais descontos da loja continuam válidos mesmo se o cliente informar um cupom ao fazer o seu pedido.

"Através dos cupons também é possível vender vale-presentes, que serão trocados por produtos da loja e sua divulgação pode ser feita através de e-mail, mala direta, anúncios em sites ou publicados em jornais, revistas etc." comenta Eduardo.

O envio de e-mail marketing pelo FastCommerce pode ser ainda mais segmentado. É possível agrupar os clientes para envio de campanhas segmentadas por diversos critérios. Por exemplo, é possível executar utilitário para incluir em um mesmo grupo os clientes que mais fizeram compras na loja e criar uma campanha de envio de cupons de desconto para este grupo. É possível também agrupar os clientes que compraram determinado produto para divulgar para estes o lançamento de um produto similar. Alguns dos utilitários disponíveis para criar estes grupos são:

  • Definição do grupo de melhores clientes
  • Definição do grupo de clientes pelos produtos comprados
  • Definição do grupo de clientes pelo parceiro
  • Definição do grupo de clientes pelo cupom

"A nova funcionalidade para exibir múltiplas imagens de cada produto com recurso de ampliação, o chamado Magic Zoom, a nova tag para utilizar em mensagens de acompanhamento de pedidos enviadas aos clientes pelo site administrativo e o novo campo Imagem na lista de produtos na ficha de categoria são outros destaques da versão 6.1 do FastCommerce." finaliza Eduardo Lima.

Novos relatórios também foram implementados:

  • Lista de quantidade em estoque de produtos para alterações via API
  • Lista de melhores clientes
  • Funil de compra no período por parceiro ou cupom
  • Lista de clientes de determinado grupo
  • Lista de cupons
  • Lista de pedidos feitos por cupom

FastCommerce 6.1: mais fácil e mais integrado!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Os novos meios de relacionamento e comunicação da internet estão modificando a estrutura dos negócios das empresas, indo além das tradicionais ações de marketing. O poder que as pessoas exercem nas comunidades, através de trocas de informações sobre seus desejos e expectativas, estão forçando as empresas a remodelar suas estratégias de marketing e comunicação. O Social Commerce depende da empresa ouvir de seus clientes o que eles desejam. Desta forma podemos evoluir no CRM Social criando novas estratégias de marketing.

No CRM Social é possível trabalhar com dados transacionais e conversacionais. A idéia é simples, mas a prática é complexa. Não basta apenas criar uma conta no Facebook, Orkut, Twitter entre outras, sem planejamento de comunicação e estratégia de alimentar esses canais, com informações relevantes para seu nicho de mercado.

Temos como exemplo a cafeteria Starbucks que mantém o site My Starbucks Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do McDonald’s. Há outros casos, todos devidamente apoiados por uma rede social aberta ou privada. São grandes empresas,
mas a inovação aberta é perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo.

Agora que temos uma noção mais aprofundada sobre CRM Social, poderemos explorar o Link building através dessas redes sociais. O Link Building basicamente é um conjunto de estratégias planejadas e colocadas em prática com o objetivo de obter links referenciando uma página de um
site.

Normalmente as pessoas acham que o único objetivo de uma estratégia de Link Building é melhorar o PageRank de um site. Essa é uma visão "curta", pois o bom trabalho de Link Building também visa um tráfego de pessoas qualificadas.

Existem inúmeras maneiras de colocar em prática uma campanha de Link Building. A mais trabalhosa porém mais duradoura é aquela que consiste em criar um conteúdo relevante e que leve uma pessoa a indicar, através de um link, a página desse conteúdo.

Comércio Eletrônico nas redes sociais

O FastCommerce está integrado ao Facebook e Twitter, as redes sociais que mais crescem e auxiliam na indexação junto com diversas técnicas de Search Engine Optimization (SEO) para melhorar o posicionamento nos resultados naturais (não patrocinados) dos principais sites de busca.

Para uma melhor avaliação do FastCommerce, crie AGORA sua loja, que ficará no ar gratuitamente durante quinze dias, em demonstração:

http://novaloja.fastcommerce.com.br

Fastcommerce: Lojas que Vendem

Fonte: Blog da Mídia

CRM Social

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A audiência dos sites de e-commerce atingiu 29,7 milhões de pessoas em dezembro de 2010, e o internauta permaneceu conectado em média 1h 21m e 31s, segundo o IBOPE Nielsen Online.

Deste total, 25,4 milhões de usuários visitaram sites de lojas de varejo e estiveram conectados por 52m e 2s. Na categoria comércio eletrônico do estudo, o varejo responde por 58,7% dos acessos à internet. Os sites de compras coletivas tiveram participação de 34,8% na pesquisa, o que significa que 15,1 milhões de acessos, e acumulam crescimento da audiência de mais de 680% desde junho.

Fonte - Mundo do Marketing

E-commerce recebe mais de 29 milhões de visitas em dezembro

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Escrito por Juliana Gonçalves

Nos últimos dez anos, o comportamento da sociedade em relação ao comércio de produtos eróticos mudou radicalmente. Em 2010, de acordo com dados preliminares da Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), o mercado de produtos eróticos e sensuais cresceu 17%, contra 15% no ano anterior.

O setor ganha fôlego na carona das vendas de lingeries, cosméticos sensuais e similares.
Antes, um mercado que pertencia em sua maioria a homens solteiros, passou a ser dominado pelo público feminino, por mulheres solteiras e casadas, que buscam nos acessórios sensuais, novas formas de apimentar o relacionamento.

Segundo levantamento da Abeme, em 2004 elas representavam 31% dos clientes de lojas eróticas virtuais. Em 2009, esse número subiu para 42% e em 2010 para 70%. A preferência na compra são cosméticos íntimos, lingeries e vibradores.

De acordo com Paula Aguiar, presidente da Abeme, há mais de 10 mil consultores trabalhando com produtos eróticos no Brasil, isso sem contar aqueles que vendem também artigos não-eróticos.

Quando se fala em loja virtual, o destaque fica com A Loja do Prazer, a maior do mundo online no Brasil, segundo a Abeme. Em 2010, a Loja do Prazer cresceu 40%, aumentou o número de funcionários e mudou para uma estrutura três vezes maior que a anterior. Para o proprietário Daniel Passos "o mercado de produtos sensuais ganhou itens novos e diferenciados, muito com apelo romântico e menos erótico", declara.

O portal oferece mais de 11 mil produtos, vende 8 mil pedidos por mês e em datas comemorativas como Dia dos Namorados e Natal, esse número chega aos 10 mil.

No entanto, mesmo com esses números consideráveis, a participação da categoria em volume de pedidos, no primeiro semestre de 2010, não chegou a 1%, segundo a e-bit, empresa referência no fornecimento de informações sobre e-commerce nacional.


Raio-X do setor

O mercado de produtos eróticos no Brasil cresce em ritmo acelerado, cerca de 15% ao ano. Seguem alguns dados desse mercado fornecidos pela ABEME - Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual:

- Movimenta por ano 1 bilhão de reais;
- 70% dos consumidores são mulheres;
- Emprega mais de 50.000 pessoas;
- 30 fabricantes;
- 50 distribuidores;
- 15 importadores;
- 1000 lojas físicas;
- 650 lojas virtuais;
- 3.000 vendedoras domiciliares;
- Mais de 500 sites adultos;
- Mais de 120 publicações impressas;
- 5 produtoras de filmes.

Fonte: Revista no Varejo

Mercado de produtos sensuais cresce 15% ao ano

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

2011 será o ano do comércio eletrônico finalmente transpor fronteiras, segundo análise da Forrester. Em 2010, alguns varejistas já começaram este movimento, como a Gap que lançou seu site no Reino Unido e China, ou a Zara que lançou operações de ecommerce em seis países da Europa.

Por mais que Canadá e Reino Unido ainda estejam no topo da lista de destinos mais procurados por varejistas online americanos, os mercados emergentes prometem agitar 2011.

Uma pesquisa da McKinsey indica que mais de 75% das empresas pesquisadas esperam ver lucros advindos de suas operações em mercados emergentes nos próximos cinco anos – metade delas espera que esse lucro represente acima de 25% do total.

Segundo a analista da Forrester, Zia Daniell Wigder algumas tendências de ecommerce são esperadas para 2011:

• As opções de frete internacional vão aumentar – Várias soluções tecnológicas que estão chegando ao mercado vão facilitar o envio de produtos pelo mundo. Esta ainda permanece de longe uma das maneiras mais populares para os varejistas online americanos atingirem consumidores internacionais, revelou pesquisas da Forrester.

• Antes de expandir, é preciso melhorar a infraestrutura interna - Investir em novos mercados pode ser uma estratégia tudo-ou-nada, com empresas se desfocando de seu mercado doméstico para investir muito em novos locais. Mas o ideal mesmo é aumentar a eficiência e infraestrutura interna antes de almejar o que atrás da fronteira. Ainda: antes de entrar com tudo, vale antes usar a tática do tópico anterior, de oferecer entrega via frete para entender o novo mercado.

• Os departamentos que cuidam da expansão do ecommerce serão centralizados - Muitos se fala sobre administrar localmente empresas multinacionais. Fato é que hoje sabe-se que os modelos mais eficientes são uma mescla de regional com global, mas com uma administração centralizada. Muitas empresas americanas tinham a tarefa de se adaptar ao mercado local para entender desejos e necessidades e responderam a isso com escritórios locais, o que resultou em desencontros administrativos. As novas estratégias de expansão internacional têm tentado uma nova forma de modelo centralizado que usa a tecnologia para entender as nuances de cada mercado global.

• A China estará no topo da maioria das iniciativas de expansão na web - Nos últimos dois anos, a maioria dos executivos marcava Japão como o melhor destino de iniciativas de ecommerce na Ásia. Agora a China tomou seu lugar. Com a maior população online do mundo – um mercado de quase US$ 50 bilhões, que cresce acima de 25% ao ano - a China tornou-se o único país capaz de rivalizar com os EUA no longo prazo.


• O Brasil está no radar da expansão – O país é frequentemente citado como um dos mais promissores, e curiosamente os maiores investimentos de ecommerce vem exatamente de varejistas locais. Alguns varejistas online americanos, entretanto, tem anunciado a abertura de sites no país para atender demanda interna. Walmart lançou a tendência em 2008, em 2010 Sephora comprou 70% do brasileiro Sack’s. Os próximos 12 meses devem aumentar o interesse nesse mercado que cresce acelerado.


Escrito por Ticiana Werneck - http://www.revistanovarejo.com.br/inovacao/tendencias/1282--2011-ecommerce-em-expansao-internacional

2011: Ecommerce em expansão internacional

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

SÃO PAULO – A chegada das classes C e D na internet modificou o perfil de compras do consumidor brasileiro na rede, segundo aponta estudo realizado pela plataforma digital MoIP.

Uma das evidências, conforme o levantamento, é o aumento do tíquete médio na web - R$ 295 na primeira metade do ano passado -por conta da mudança na cesta de compras do consumidor, que passou a adquirir mais produtos de maior valor agregado, como informática e departamentos.

“O crescimento das transações que foi alcançado no primeiro semestre de 2010 supera algumas expectativas. Nosso mercado é muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar por melhores ofertas, serviços e qualidade”, avalia o CEO da MoIP Pagamentos, Igor Senra.

Produtos

No primeiro semestre de 2010, o aumento do poder aquisitivo da população brasileira, a facilidade do crédito e os incentivos governamentais levaram o setor de informática a responder por 71% das vendas feitas por meio da rede.

Um ano antes, em 2009, o setor respondia por apenas 3,43% das transações, ocupando a quinta posição.

Fonte: InfoMoney

Chegada das classes C e D na web muda perfil de compras online

 
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