quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Hoje (14/10/2010) fizemos uma palestra online sobre os novos recursos do FastCommerce 6.0, focado na integração aos novos sistemas de pagamento online do mercado brasileiro: o PayPal Express Checkout e o MercadoPago. Mostramos também as novidades da Cielo e da Redecard.

Foi apresentada a integração com o t-ClearSale, que tem por objetivo guiar o lojista com precisão na decisão final de aprovar ou não aprovar um determinado pedido, evitando o temido chargeback. Apresentamos também as diversas melhorias feitas na usabilidade do sistema, para facilitar a exibição de grade de produtos, a possibilidade de exibição do histórico da visita do cliente, um resumo do carrinho de compras em qualquer parte do design da loja, entre outras novidades.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra online sobre o FastCommerce 6.0: novo cenário, novas integrações!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Faturamento do e-commerce no país atingiu US$ 13,23 bilhões em 2009.
Na América Latina e Caribe, crescimento foi de 39,2% no mesmo período.


Um estudo divulgado nesta terça-feira (31) revelou que o comércio eletrônico cresceu 170% entre 2007 e 2009 no Brasil, atingindo US$ 13,23 bilhões apenas em 2009. Segundo a pesquisa encomendada pela Visa, o crescimento registrado, na América Latina e Caribe, foi de 39,2% no mesmo período, atingindo US$ 21,8 bilhões. A estimativa é que, até o final de 2011, a região terá um aumento de 58% nas vendas on-line, atingindo um total de US$ 34,5 bilhões.

Segundo José Maria Ayuso, vice-presidente regional de produtos da Visa América Latina e Caribe, a empresa está conduzindo iniciativas para substituir o dinheiro e o cheque para os meios eletrônicos.
Entre 2007 e 2009, os gastos on-line aumentaram 106% em toda região. O Brasil foi o maior condutor desse crescimento, seguido pelo México (91%), Argentina (56%) e Chile (49%). Em relação à participação de mercado, o Brasil é o principal país, com 61% do consumo total on-line da região. México (12%) e Chile (5%) vêm em seguida.
Os mercados mais maduros da região, em relação à porcentagem de comércio eletrônico e a contribuição para o PIB, são o Brasil (0,84%) e o Chile (0,64%).
Entre os fatores que contribuíram para o crescimento estão:
– As mudanças no comportamento dos consumidores, percepções e demanda;
– Aumento no número de computadores, maior penetração da banda larga e melhorias da segurança online;
– Expansão das indústrias-chave tais como viagens e turismo, além do aumento da aceitação dos grandes varejistas, especialmente no Brasil.

Oportunidades
Segundo o estudo, existe uma clara oportunidade de crescimento dentro do canal de comércio eletrônico na região da América Latina e Caribe. Em 2009, a Visa Inc, apresentou um crescimento de 42% no volume de pagamentos on-line na região, atingindo US$ 10 bilhões.
Como parte da sua estratégia de vendas on-line, a Visa comprou, recentemente, a Cybersource Corporation, empresa líder no fornecimento de soluções de pagamentos eletrônicos, controle de risco e segurança de pagamentos com o objetivo de facilitar e incentivar o e-commerce em todo o mundo.
Fonte: G1

Estudo revela que comércio on-line cresceu 170% no Brasil em dois anos

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O crescimento do comércio eletrônico trouxe o PayPal ao Brasil. O anúncio da instalação de uma das maiores empresas de pagamentos do mundo no país será feito na próxima semana.
Atualmente, 15% das vendas eletrônicas mundiais ocorrem via PayPal. Muitos consumidores preferem usá-lo para evitar abrir dados financeiros em sites desconhecidos. Para a companhia, é isso o que impede 85% dos internautas brasileiros de fazer compras on-line.
O negócio do PayPal é agir como intermediário nessa hora, evitando fraudes ou que alguém seja lesado. Ele também atua na transferência de valores entre empresas ou prestadores de serviço que realizam negócios no mundo real dentro de um país ou entre países.
Em outubro, a Folha revelou que o PayPal usaria o Brasil como base para sua expansão pela América Latina, prevendo que as vendas on-line movimentarão US$ 13 bilhões (cerca de R$ 23 bilhões) somente no Brasil até 2012.
No país existem concorrentes como PagSeguro e MoIP, mas eles estão restritos às compras on-line. Mesmo sem atuar no Brasil, o PayPal é usado por 2 milhões de empresas nacionais para adquirir importados. Elas movimentaram US$ 220 milhões no ano passado.
Com a instalação no país, qualquer consumidor poderá utilizar o sistema de pagamento e transferências, tanto no país quanto no exterior. Um tradutor, por exemplo, poderá oferecer seus serviços em 190 países e receberá via PayPal sacando os valores (convertidos para real) em sua agência bancária.
"Todas as operações são protegidas por um seguro e monitoradas por uma equipe antifraude", diz Mário Mello, presidente do PayPal no Brasil. "Os dados dos clientes são codificados e jamais abertos para terceiros."
Para usar o serviço, o internauta cadastra seu e-mail pelo site www.paypal.com.br. Ali vai informar dados financeiros, como o número de cartão de crédito e o da conta-corrente.
Essas informações ficam vinculadas ao e-mail cadastrado. Na hora de efetuar ou receber um pagamento, basta informá-lo e os créditos (ou débitos) são transferidos. Nas compras, o lançamento é feito direto no cartão de crédito. Nas transferências, ocorre pela conta-corrente.
As taxas cobradas podem chegar a 4,9% do valor negociado. Segundo Mello, a meta é tornar o Brasil o sexto maior faturamento do PayPal em quatro anos.
Fonte: Folha


PayPal, gigante do comércio eletrônico, chega ao Brasil

terça-feira, 15 de junho de 2010

Muitas vezes, o que encontramos é uma loja que faz justamente o oposto, colocando barreiras à realização da compra. Veja um exemplo gritante desse fato. Sabe-se que o consumidor on-line é um sujeito esclarecido, que sabe o que quer, é exigente e extremamente impaciente. Ao visitar uma loja, ele deseja saber rapidamente quais os produtos oferecidos, os atributos positivos do produto, o preço e a eventual promoção para tomar a decisão rapidamente e clicar no botão comprar. Mesmo assim, é comum nos depararmos com lojas virtuais que utilizam as antigas “splash pages”, aquelas páginas de abertura criadas em flash, cheias de animações e até com musica de fundo, que só servem para obrigar o usuário a clicar para desligar o som, procurar um botão de saída, clicar para fechar a página, para, só então, tentar descobrir o que, afinal de contas, a loja tem de interessante para ele comprar. Só que até chegar lá, boa parte de sua paciência já se esvaiu e ao se deparar com mais um ou dois cliques desnecessários, ele se cansa e vai procurar ambientes mais amigáveis. Com ele, se vai uma venda perdida! E para complicar, essas famigeradas páginas de entrada confundem os sites de busca que não encontram nada para indexar, dificultando também a chegada de possíveis novos visitantes.

São também muito comuns problemas graves de usabilidade, tais como: formulários extensos, que solicitam até o nome da mãe; navegação confusa que dificulta o percurso até a finalização da compra; imagens de baixa qualidade que não permitem uma visão adequada do produto; texto excessivamente voltado para as características técnicas do produto e não para as necessidades do usuário, e mais uma infinidade de pequenas barreiras que vão minando a paciência e o interesse do potencial cliente, de tal forma que no final só restarão alguns poucos teimosos que insistiram em chegar até o último clique.

Uma loja eficaz na transformação de visitantes em clientes é um dos principais fundamentos do e-commerce. É preciso que os empreendedores e os empresários iniciantes no novo canal de comercialização estejam atentos à necessidade de uma loja virtual vendedora para se ter sucesso nos negócios on-line. Para isso, devem ser muito exigentes na escolha da solução, preferencialmente optando por aquelas que estejam a um bom tempo no mercado e que já tenham sido testadas por muitos lojistas.

Fonte: eCommerceOrg

Lojas virtuais que não vendem: barreiras no caminho da compra

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual.

1. Loja virtual

Meu sobrinho “manja” muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.
Cai Fora!
Existem sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado, escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.

2. Formas de pagamento

Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento “depósito bancário”, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança
Cai Fora!
Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Mercado Pago.

3. Estoque

Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.
Cai Fora!
Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.
Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.

4. Correio e-Sedex

Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo…
Cai Fora!
Confira uns exemplos de valores de entrega:
  • Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50
    E-Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71
  • Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50
    E-Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50
Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é um bom diferencial com o seu cliente.

5. Atendimento ao cliente

Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.
Cai Fora!
Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.
Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.
Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.

6. Detalhes do produto

Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.
Cai Fora!
Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.
Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.

7. Publicidade “paga

Não vou investir em publicidade “paga“, conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.
Cai Fora!
Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.

8. Publicidade “gratuita

Só vou investir em publicidade “gratuita“, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.
Cai Fora!
Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso – lógico que se usadas com sabedoria.
Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal

Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.
Cai Fora!
Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento

Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.
Cai Fora!
O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual, mesmo que ele seja simplificado.

Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!
Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.

Autor: Roberto Camargo

O que você não deve fazer na hora de criar uma loja virtual

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Muitas vezes potencializado pela diminuição constante na oferta de empregos, o empreendedorismo é um sonho acalentado por muitas pessoas pelo fato de representar uma nova oportunidade de crescimento pessoal e financeiro. Para se ter uma idéia da dimensão do empreendedorismo no Brasil, dados do Sebrae, mostram que, já lá atrás, em 1997, cerca de 2 milhões de pessoas buscavam informação e orientação nos balcões daquele órgão. Na mesma linha, estudo mais recente realizado pela Associação Comercial de São Paulo e seu Fórum de Jovens Empresários, indica que, nada menos do que 8 em cada 10 estudantes universitários em São Paulo, gostaria de se tornar empreendedor e montar seu próprio negócio. E foi justamente um estudante, quem me fez a pergunta sobre a viabilidade do empreendedorismo na Internet. Questão que, no meu entender, merece um sonoro "SIM" como resposta, pelas seguintes razões:

O Empreendedorismo na internet representa novas oportunidades

Isso tem duas implicações. A primeira, é que o conhecimento relacionado a esse novo ambiente de negócios, o chamado ? knowhow?, ainda não está plenamente difundido. Na verdade, os empresários, pesquisadores e estudiosos do ecommerce, ainda estão buscando conhecimento e aprendendo com os erros e acertos ao longo do caminho. Isso funciona como uma espécie de nivelador e diminui a distância entre quem já está no jogo há mais tempo e quem entrar nele agora, o que é positivo para o empreendedorismo na Internet. Também relacionado à questão da novidade da área, é fato que ainda existem muitos nichos de mercado interessantes para serem explorados. Pequenos segmentos que eventualmente não interessam às grandes empresas, ou passaram despercebidos, ou que ainda não estão totalmente maduros, podem representar uma excelente oportunidade de negócios para um empreendedor com visão e mente abertos.

O Empreendedorismo na Internet exige menos investimento

Quanto custa a montagem de um site de ecommerce e quanto custa a montagem de uma loja física? Quanto representa o custo de hospedagem de um site num Shopping Virtual em relação ao aluguel e luvas de uma loja num Shopping Center? Sem dúvida, o desembolso é sensivelmente menor para o empreendedor na Internet, particularmente no caso do varejo. É claro que você pode gastar os tubos em um site se quiser, e muita gente faz isso, mas, no que se refere a investimentos e custos, o fato concreto é que o empreendedorismo na Internet leva uma enorme vantagem. Para um empreendedor que, via de regra, dispõe de poucos recursos esse é um aspecto extremamente relevante.

O empreendimento pode ser implantado aos poucos e testado

Diferentemente de um negócio tradicional, onde o inicio das operações geralmente ocorre somente com o empreendimento totalmente estruturado, um negócio na Internet pode ser implantado em etapas, diluindo o investimento e facilitando a correção de erros. Imagine que você queira montar, por exemplo, uma tabacaria. Se sua loja for no shopping ou na rua, você só poderá receber o primeiro cliente com a loja totalmente pronta, e se não entrar um só gato pingado depois, paciência! Lá se vai praticamente todo o investimento por água abaixo. Na Internet você pode montar um site de conteúdo, com ou sem sua marca definitiva, testar a aceitabilidade de seu modelo de negócio e produtos, avaliar a visitação, e só depois começar a vender. É claro que isso representa tempo, mas é um tempo muito bem gasto que pode representar a diferença entre ganhar ou perder o jogo depois. E essa questão, nos leva ao último argumento a favor do empreendedorismo na Internet.

O momento do empreendedorismo na internet é agora

Se você pensasse em ser um empreendedor na Internet há quatro anos atrás, ainda no século passado, provavelmente já teria sido varrido do mercado juntamente com milhares de pequenos, médios e grandes empresários que fizeram parte da ?Internet eufórica?. Ou então, teria sobrevivido, numa espécie de concha aguardando a maré do mercado trazer uma quantidade razoável de compradores potenciais para começar a vender de verdade. O quadro hoje está mudado. A pesquisa mais recente do ibope eRatings, mostra que no mês de maio o número de Internautas ativos no Brasil, atingiu 7,9 milhões de pessoas e, o que é mais importante, 44% desses internautas (3,5 milhões de pessoas) fizeram compras on-line, o que definitivamente, não é pouca coisa. É claro que quando tivermos 10, 15 ou quem sabe 20 milhões de compradores vai ser melhor ainda. O problema para o empreendedor na Internet é que nesse momento, a coisa já não será mais novidade e boa parte das vantagens anteriormente assinaladas terão desaparecido. O conhecimento vai estar mais disseminado, muita gente boa e de peso estará estabelecida, já não haverá tantos nichos de mercado a disposição e assim por diante. Logicamente o grau de incerteza será menor, mas em contrapartida, a competição será muito mais feroz. Portanto, senhores empreendedores, façam suas apostas porque o jogo do empreendedorismo já está sendo jogado também na Internet.

Empreendedorismo na Internet

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Na quinta-feira (15/04/2010) fizemos uma apresentação especial para falar sobre os novos recursos do FastCommerce 5.3, focado na integração da loja virtual a sistemas externos de gestão de negócios. Esta integração é feita através de uma detalhada API (Application Programming Interface), permitindo que aplicativos de ERP façam o "controle remoto" da loja.

Foram também apresentadas inovações importantes visando a melhoria dos resultados da loja, tais como a utilização da tecnologia full-text para aprimorar os resultados de buscas, o acompanhamento do funil de compra, a integração ao Mercado Pago e o lançamento do shopping Milho Azul, desenvolvido pela Rumo Informática, com mais de 500 mil produtos.

Clique aqui para baixar os slides da apresentação.

Palestra FastCommerce 5.3: mais integração, mais vendas!

 
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