terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O vendedor deve considerar o risco como parte do negócio, medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo.



Por Sandra Turchi*

O tema segurança na internet está sempre em pauta. Há diversas preocupações, como acesso a conteúdos inapropriados por crianças e adolescentes, assédio sexual, golpes dos mais diversos tipos, enfim, são muitas as questões pertinentes.

Neste artigo, abordarei, especificamente, as fraudes relacionadas ao e-commerce na visão do lojista.

O índice de fraudes no comércio eletrônico, no Brasil e no mundo, gira em torno de 1,2% do total das receitas do setor. Já foi maior e vem apresentando queda. No cenário internacional, há países que evitam transacionar com outros, segundo pesquisa da empresa americana CyberSource, devido aos altos índices de fraudes. Há, inclusive, um ranking de países menos seguros, liderado pela Nigéria e no qual o Brasil figura em sétimo lugar.

As fraudes no mundo, segundo essa pesquisa, contabilizam em torno de US$ 10 bilhões ao ano e, no Brasil, representam aproximadamente US$ 500 milhões.

Os comerciantes no mundo real já lidam com fraudes no seu dia a dia, tais como cheques e cartões de crédito roubados e cheques sem fundo, entre outras. No caso do comércio virtual, há esses riscos e alguns outros, devido ao fato de não haver certezas com relação à identidade do comprador e à veracidade das informações fornecidas. Esse é o tipo de fraude mais comum, ou seja, a compra de um bem ou serviço por meio de um meio de pagamento fraudulento, principalmente os cartões de crédito.

Qual é o caminho, então? Perder a venda? O vendedor deverá considerar o risco como parte do negócio, ou seja, não há negócios sem risco. Sendo assim, ao ter consciência disso, ele deverá medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo. Por outro lado, obviamente, deverá lançar mão de estratégias que reduzam esse risco e suas perdas.

Para isso, há basicamente dois caminhos possíveis. Um, mais prático e um pouco mais caro, é terceirizar a operação para empresas especializadas atuantes no setor. São os chamados gateways de pagamentos, que funcionam como um intermediário e que fazem toda a análise do crédito. Isso gera maior segurança para quem compra e para quem vende. Há algumas empresas, nesse segmento, que são bem conhecidas: PagSeguro UOL, Pagamento Seguro, Mercado Pago, PayPal, Moip, entre outras. Essa opção é a ideal para pequenas empresas, com pouca ou nenhuma estrutura interna disponível.

Outro caminho é a empresa criar uma estrutura própria. Para isso, deverá focar na identificação do comprador e de suas fontes de pagamento. Além disso, o processo não poderá ser demorado. Sendo assim, é interessante o uso de ferramentas automáticas de scoring ou de detecção de sinais de fraudes. Em caso de suspeitas, algumas medidas serão necessárias, como validação do nome e CPF na Receita Federal e validação dos dados com sistemas de proteção ao crédito, além de validações ativas, quando se entra em contato direto com os clientes.

Com o aumento da profissionalização do e-commerce no país, podemos observar que o cenário tem melhorado e apresentado cada vez mais segurança para todos os participantes do processo de compras.

* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP - Associação Comercial de SP - e do SCPC - Serviço Central de Proteção ao Crédito, Coordenadora do curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM e VP de Marketing da ABRAREC
www.sandraturchi.com.br
@sandraturchi


Fonte: Pequenas Empresas & Grande Negócios

Previna-se contra fraudes no comércio eletrônico

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Na quarta-feira (01/12/2010) recebemos o Robson Campos, responsável pela área comercial do MercadoPago, que apresntou as principais funcionalidades, recursos e números do sistema.

Com mais de seis anos de trajetória no Brasil, o MercadoPago é uma das plataformas de pagamentos online mais importantes do mercado nacional. Trata-se de um serviço seguro e de rápida implantação, que agrupa diversas formas de pagamento online, incluindo os principais cartões de crédito e várias opções de parcelamento.

Foram apresentados os detalhes da integração do MercadoPago com o FastCommerce e como implementá-lo facilmente em sua loja virtual.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra do MercadoPago: Todos os cartões em sua loja AGORA!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Com previsão de faturamento de R$ 15 bilhões até o final do ano, as vendas online devem ser 40% maiores do que em 2009



Estudo da Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico (camara-e.net) mostra que as vendas do setor chegarão a R$ 15 bilhões até o final do ano, aumento de 40% em relação a 2009. Pela primeira vez, a receita anual do e-commerce será maior do que do comércio tradicional na região metropolitana de São Paulo, que, segundo números da Fecomércio-SP, deve fechar 2010 com receita de R$ 11 bilhões.

Essa não é a primeira vez que as vendas eletrônicas superam o comércio tradicional. A Fecomércio e a e-Bit divulgaram um estudo que mostra que os sites faturaram R$ 7,8 bilhões no primeiro semestre deste ano, contra R$ 7,2 bilhões dos shoppings centers da Grande São Paulo no mesmo período. Os itens mais procurados pelos 23 milhões de consumidores online são eletrônicos, artigos de informática, eletrodomésticos e livros. O tíquete médio varia entre R$ 346 e R$ 370.

Outro estudo, encomendado pela Visa para a América Economia Intelligence, mostra que o comércio eletrônico cresceu 170% entre 2007 e 2009. É a maior expansão da América Latina e do Caribe, região que viu as vendas online aumentarem, em média, 39%. De acordo com o estudo, a estimativa é de que o comércio eletrônico chegue a R$ 36 bilhões em 2011, ou 61% do market share da América Latina.

Alguns fatores explicam o crescimento do comércio eletrônico no Brasil: maior base instalada de computadores, mais pessoas com acesso à internet de alta velocidade, aumento no número de usuários de cartão de crédito e investimentos de grandes varejistas. Alguns fenômenos da internet contribuíram para esse crescimento. Um exemplo são os clubes de compra coletiva, que oferecem produtos com até 90% de desconto.

Fonte: IG - Comércio e Serviços

Vendas online superam varejo tradicional em São Paulo

No dia 24/11/2010 recebemos a Iris Lo-Buono, responsável pelo Relacionamento e Assertividade da ClearSale, para uma apresentação sobre análise de fraudes nas vendas não presenciais efetuadas em lojas virtuais.

A ClearSale é uma empresa referência em gestão de risco na Internet, que desenvolve ferramentas anti-fraude para monitorar as vendas efetuadas com cartão de crédito nas lojas virtuais, com o objetivo de converter mais vendas para o bom cliente e evitar perdas financeiras.

Foram apresentados os benefícios da nova integração do FastCommerce com o t-ClearSale, que tem como diferencial a gestão total com entrega da decisão final: aprovar ou não aprovar a venda.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra online com a ClearSale: Como evitar fraudes em transações eletrônicas

Que tal aderir à onda dos super-descontos e aumentar o número de vendas em sua loja virtual?

Com o MilhoAzul.com isso pode ser feito de forma simples e gratuita:

1) Separe um produto campeão de vendas da loja

2) Coloque um preço matador e exclusivo para o MilhoAzul.com.

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Deixe conosco a divulgação, que será feita na home do shopping, que recebe milhões de visitantes por mês.

Regras do jogo:

1) Serão apresentados 12 produtos de cada vez, e somente um produto por loja.

2) Terão maior divulgação os produtos que tiverem o menor prazo de término da promoção e a maior diferença percentual entre o preço normal e o preço promocional.

3) Promoções que terminarem em menos de 30 minutos não serão mais exibidas.

4) Na ficha do produto escolhido, é necessário informar o preço normal, o preço promocional, a data e hora de início e de término da promoção. Selecione "Milho Azul" no campo Exclusivo.

Vamos lá? Ficou em dúvida se vale a pena?

Acesse nossa Sala de Imprensa e assista o vídeo da palestra que realizamos no dia 19/11/2010 sobre essa novidade do MilhoAzul.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Seus produtos na home do MilhoAzul!

SÃO PAULO - Relatório da comScore, consultoria especializada na mensuração de tráfego online, apontou que 88% das mulheres latinas fazem compras online de forma complementar às compras tradicionais.
Em relação aos homens, o índice cai para 79%. A pesquisa entrevistou cerca de 800 pessoas no Brasil, México, Argentina, Chile e Peru.
“Em relatação a outras regiões globais, o comércio virtual na América Latina ainda está engatinhando, mas os consumidores estão mostrando fortes indícios de adesão a esse tipo de compra”, disse Alejandro Fosk, vice-presidente da comScore na América Latina.
“Com 3 de cada 5 usuários da Internet na América Latina visitando sites de compra a cada mês, fica claro que os consumidores tem interesse em comércio virtual. Para converter esses visitantes em compradores, os comerciantes precisam considerar as preocupações dos consumidores ao fazer compras online para ajudar no crescimento da indústria de comércio virtual em seu completo potencial nessa região”, completou ele.
A segurança ainda é o principal empecilho apontado pelos usuários na hora de realizar uma compra online. 68% das mulheres e 48% dos homens assumiram ter algum receio na hora de fazer realizar uma ação.
A preferência pela compra presencial é o segundo quesito que mais impede a realização de compras online, seguida das opções de pagamento, os custos do frete e da seleção dos produtos.
Apesar dos empecilhos, 94% dos usuários brasileiros que visitam sites de comércio eletrônico fazem compras online.
Fonte: INFO Online

Mulheres compram online mais do que homens

Segundo pesquisa, data marca dia de liquidações em lojas virtuais.
Vendas superaram US$ 1 bilhão pela primeira vez em apenas um dia.

As vendas no varejo on-line dos Estados Unidos na última segunda-feira (29) atingiram sua máxima histórica, ultrapassando US$ 1 bilhão pela primeira vez em apenas um dia, segundo o grupo de estudos comScore.
A data, primeira segunda-feira após o feriado de Ação de Graças nos EUA e conhecida como “Cyber Monday”, marca um tradicional dia de liquidações nas lojas virtuais. A Amazon e o eBay devem ser os maiores beneficiários do salto nas vendas.
Conforme a pesquisa, os consumidores americanos gastaram um total de US$ 1,028 bilhão na internet na segunda-feira, 16% a mais que um ano antes. O gasto médio por compra também subiu 10%, para US$ 60,05, enquanto que o total de transações cresceu 6%, para 17,1 milhões.
Desde o começo da temporada de vendas de Natal, as vendas no varejo on-line nos EUA já chegaram a US$ 13,55 bilhões, alta de 13% sobre 2009, de acordo com a pesquisa.

Fonte: G1

Vendas on-line nos EUA atingem máxima histórica na segunda-feira

 
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