sexta-feira, 1 de abril de 2011

Melhorias na usabilidade e novas integrações com "velhos amigos" são destaques da nova versão.

No dia 31 de março de 2011, a Rumo Web Informática anunciou o lançamento da versão 6.1 do FastCommerce, a tecnologia de comércio eletrônico mais utilizada no Brasil.

Nesta nova versão, o foco foi a melhoria na usabilidade do site administrativo e novas integrações com antigos parceiros: Cielo, Correios e MoIP.

"Nunca foi tão fácil navegar pelo site administrativo da loja", informa Eduardo Lima, executivo de mercado da Rumo Web Informática. Foram implementados novos botões contextuais que permitem mais agilidade na criação de registros, retorno aos resultados de buscas etc. A lista de produtos do site administrativo permite a remoção automática de arquivos relacionados ao produto quando este for removido do cadastro da loja, liberando espaço e agilizando a navegação. Foi facilitada também a localização de usuários e mensagens, através de novos filtros de busca.

Recentemente a Cielo lançou seu WebService para integrar seus cartões às lojas virtuais. Esta tecnologia substituirá o antigo CBP (ex-VbV), que será descontinuado em breve pela Cielo.

"A nova versão do FastCommerce permite a venda com cartão Elo, que é a mais antiga bandeira de cartão de crédito aceita no Brasil e que foi recentemente relançada no mercado. As autorizações online devem ser feitas pelo WebService da Cielo." informa Eduardo Lima.

O MoIP agora está integrado ao FastCommerce de forma nativa, o que facilita sua adoção. A configuração é feita pela seção MoIP da página Pagamentos. Trata-se de um serviço prático que abrange diversas formas de pagamento online, incluindo os principais cartões de crédito e várias opções de parcelamento. A empresa oferece condições especiais a todas as lojas que utilizam o FastCommerce.

Os Correios oferecem um serviço para que o cálculo do frete dos pedidos seja feito através dos servidores da empresa. Isto facilita a configuração do frete e permite que os valores estejam sempre sincronizados com as tarifas cobradas pelos Correios.

Agora é possível cadastrar códigos de cupons que serão divulgados aos clientes da loja, obtendo assim um desconto no total dos produtos comprados. O cupom é um crédito para impulsionar as vendas na loja e não um desconto simples. Por esta razão, os demais descontos da loja continuam válidos mesmo se o cliente informar um cupom ao fazer o seu pedido.

"Através dos cupons também é possível vender vale-presentes, que serão trocados por produtos da loja e sua divulgação pode ser feita através de e-mail, mala direta, anúncios em sites ou publicados em jornais, revistas etc." comenta Eduardo.

O envio de e-mail marketing pelo FastCommerce pode ser ainda mais segmentado. É possível agrupar os clientes para envio de campanhas segmentadas por diversos critérios. Por exemplo, é possível executar utilitário para incluir em um mesmo grupo os clientes que mais fizeram compras na loja e criar uma campanha de envio de cupons de desconto para este grupo. É possível também agrupar os clientes que compraram determinado produto para divulgar para estes o lançamento de um produto similar. Alguns dos utilitários disponíveis para criar estes grupos são:

  • Definição do grupo de melhores clientes
  • Definição do grupo de clientes pelos produtos comprados
  • Definição do grupo de clientes pelo parceiro
  • Definição do grupo de clientes pelo cupom

"A nova funcionalidade para exibir múltiplas imagens de cada produto com recurso de ampliação, o chamado Magic Zoom, a nova tag para utilizar em mensagens de acompanhamento de pedidos enviadas aos clientes pelo site administrativo e o novo campo Imagem na lista de produtos na ficha de categoria são outros destaques da versão 6.1 do FastCommerce." finaliza Eduardo Lima.

Novos relatórios também foram implementados:

  • Lista de quantidade em estoque de produtos para alterações via API
  • Lista de melhores clientes
  • Funil de compra no período por parceiro ou cupom
  • Lista de clientes de determinado grupo
  • Lista de cupons
  • Lista de pedidos feitos por cupom

FastCommerce 6.1: mais fácil e mais integrado!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Os novos meios de relacionamento e comunicação da internet estão modificando a estrutura dos negócios das empresas, indo além das tradicionais ações de marketing. O poder que as pessoas exercem nas comunidades, através de trocas de informações sobre seus desejos e expectativas, estão forçando as empresas a remodelar suas estratégias de marketing e comunicação. O Social Commerce depende da empresa ouvir de seus clientes o que eles desejam. Desta forma podemos evoluir no CRM Social criando novas estratégias de marketing.

No CRM Social é possível trabalhar com dados transacionais e conversacionais. A idéia é simples, mas a prática é complexa. Não basta apenas criar uma conta no Facebook, Orkut, Twitter entre outras, sem planejamento de comunicação e estratégia de alimentar esses canais, com informações relevantes para seu nicho de mercado.

Temos como exemplo a cafeteria Starbucks que mantém o site My Starbucks Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do McDonald’s. Há outros casos, todos devidamente apoiados por uma rede social aberta ou privada. São grandes empresas,
mas a inovação aberta é perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo.

Agora que temos uma noção mais aprofundada sobre CRM Social, poderemos explorar o Link building através dessas redes sociais. O Link Building basicamente é um conjunto de estratégias planejadas e colocadas em prática com o objetivo de obter links referenciando uma página de um
site.

Normalmente as pessoas acham que o único objetivo de uma estratégia de Link Building é melhorar o PageRank de um site. Essa é uma visão "curta", pois o bom trabalho de Link Building também visa um tráfego de pessoas qualificadas.

Existem inúmeras maneiras de colocar em prática uma campanha de Link Building. A mais trabalhosa porém mais duradoura é aquela que consiste em criar um conteúdo relevante e que leve uma pessoa a indicar, através de um link, a página desse conteúdo.

Comércio Eletrônico nas redes sociais

O FastCommerce está integrado ao Facebook e Twitter, as redes sociais que mais crescem e auxiliam na indexação junto com diversas técnicas de Search Engine Optimization (SEO) para melhorar o posicionamento nos resultados naturais (não patrocinados) dos principais sites de busca.

Para uma melhor avaliação do FastCommerce, crie AGORA sua loja, que ficará no ar gratuitamente durante quinze dias, em demonstração:

http://novaloja.fastcommerce.com.br

Fastcommerce: Lojas que Vendem

Fonte: Blog da Mídia

CRM Social

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A audiência dos sites de e-commerce atingiu 29,7 milhões de pessoas em dezembro de 2010, e o internauta permaneceu conectado em média 1h 21m e 31s, segundo o IBOPE Nielsen Online.

Deste total, 25,4 milhões de usuários visitaram sites de lojas de varejo e estiveram conectados por 52m e 2s. Na categoria comércio eletrônico do estudo, o varejo responde por 58,7% dos acessos à internet. Os sites de compras coletivas tiveram participação de 34,8% na pesquisa, o que significa que 15,1 milhões de acessos, e acumulam crescimento da audiência de mais de 680% desde junho.

Fonte - Mundo do Marketing

E-commerce recebe mais de 29 milhões de visitas em dezembro

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Escrito por Juliana Gonçalves

Nos últimos dez anos, o comportamento da sociedade em relação ao comércio de produtos eróticos mudou radicalmente. Em 2010, de acordo com dados preliminares da Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), o mercado de produtos eróticos e sensuais cresceu 17%, contra 15% no ano anterior.

O setor ganha fôlego na carona das vendas de lingeries, cosméticos sensuais e similares.
Antes, um mercado que pertencia em sua maioria a homens solteiros, passou a ser dominado pelo público feminino, por mulheres solteiras e casadas, que buscam nos acessórios sensuais, novas formas de apimentar o relacionamento.

Segundo levantamento da Abeme, em 2004 elas representavam 31% dos clientes de lojas eróticas virtuais. Em 2009, esse número subiu para 42% e em 2010 para 70%. A preferência na compra são cosméticos íntimos, lingeries e vibradores.

De acordo com Paula Aguiar, presidente da Abeme, há mais de 10 mil consultores trabalhando com produtos eróticos no Brasil, isso sem contar aqueles que vendem também artigos não-eróticos.

Quando se fala em loja virtual, o destaque fica com A Loja do Prazer, a maior do mundo online no Brasil, segundo a Abeme. Em 2010, a Loja do Prazer cresceu 40%, aumentou o número de funcionários e mudou para uma estrutura três vezes maior que a anterior. Para o proprietário Daniel Passos "o mercado de produtos sensuais ganhou itens novos e diferenciados, muito com apelo romântico e menos erótico", declara.

O portal oferece mais de 11 mil produtos, vende 8 mil pedidos por mês e em datas comemorativas como Dia dos Namorados e Natal, esse número chega aos 10 mil.

No entanto, mesmo com esses números consideráveis, a participação da categoria em volume de pedidos, no primeiro semestre de 2010, não chegou a 1%, segundo a e-bit, empresa referência no fornecimento de informações sobre e-commerce nacional.


Raio-X do setor

O mercado de produtos eróticos no Brasil cresce em ritmo acelerado, cerca de 15% ao ano. Seguem alguns dados desse mercado fornecidos pela ABEME - Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual:

- Movimenta por ano 1 bilhão de reais;
- 70% dos consumidores são mulheres;
- Emprega mais de 50.000 pessoas;
- 30 fabricantes;
- 50 distribuidores;
- 15 importadores;
- 1000 lojas físicas;
- 650 lojas virtuais;
- 3.000 vendedoras domiciliares;
- Mais de 500 sites adultos;
- Mais de 120 publicações impressas;
- 5 produtoras de filmes.

Fonte: Revista no Varejo

Mercado de produtos sensuais cresce 15% ao ano

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

2011 será o ano do comércio eletrônico finalmente transpor fronteiras, segundo análise da Forrester. Em 2010, alguns varejistas já começaram este movimento, como a Gap que lançou seu site no Reino Unido e China, ou a Zara que lançou operações de ecommerce em seis países da Europa.

Por mais que Canadá e Reino Unido ainda estejam no topo da lista de destinos mais procurados por varejistas online americanos, os mercados emergentes prometem agitar 2011.

Uma pesquisa da McKinsey indica que mais de 75% das empresas pesquisadas esperam ver lucros advindos de suas operações em mercados emergentes nos próximos cinco anos – metade delas espera que esse lucro represente acima de 25% do total.

Segundo a analista da Forrester, Zia Daniell Wigder algumas tendências de ecommerce são esperadas para 2011:

• As opções de frete internacional vão aumentar – Várias soluções tecnológicas que estão chegando ao mercado vão facilitar o envio de produtos pelo mundo. Esta ainda permanece de longe uma das maneiras mais populares para os varejistas online americanos atingirem consumidores internacionais, revelou pesquisas da Forrester.

• Antes de expandir, é preciso melhorar a infraestrutura interna - Investir em novos mercados pode ser uma estratégia tudo-ou-nada, com empresas se desfocando de seu mercado doméstico para investir muito em novos locais. Mas o ideal mesmo é aumentar a eficiência e infraestrutura interna antes de almejar o que atrás da fronteira. Ainda: antes de entrar com tudo, vale antes usar a tática do tópico anterior, de oferecer entrega via frete para entender o novo mercado.

• Os departamentos que cuidam da expansão do ecommerce serão centralizados - Muitos se fala sobre administrar localmente empresas multinacionais. Fato é que hoje sabe-se que os modelos mais eficientes são uma mescla de regional com global, mas com uma administração centralizada. Muitas empresas americanas tinham a tarefa de se adaptar ao mercado local para entender desejos e necessidades e responderam a isso com escritórios locais, o que resultou em desencontros administrativos. As novas estratégias de expansão internacional têm tentado uma nova forma de modelo centralizado que usa a tecnologia para entender as nuances de cada mercado global.

• A China estará no topo da maioria das iniciativas de expansão na web - Nos últimos dois anos, a maioria dos executivos marcava Japão como o melhor destino de iniciativas de ecommerce na Ásia. Agora a China tomou seu lugar. Com a maior população online do mundo – um mercado de quase US$ 50 bilhões, que cresce acima de 25% ao ano - a China tornou-se o único país capaz de rivalizar com os EUA no longo prazo.


• O Brasil está no radar da expansão – O país é frequentemente citado como um dos mais promissores, e curiosamente os maiores investimentos de ecommerce vem exatamente de varejistas locais. Alguns varejistas online americanos, entretanto, tem anunciado a abertura de sites no país para atender demanda interna. Walmart lançou a tendência em 2008, em 2010 Sephora comprou 70% do brasileiro Sack’s. Os próximos 12 meses devem aumentar o interesse nesse mercado que cresce acelerado.


Escrito por Ticiana Werneck - http://www.revistanovarejo.com.br/inovacao/tendencias/1282--2011-ecommerce-em-expansao-internacional

2011: Ecommerce em expansão internacional

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

SÃO PAULO – A chegada das classes C e D na internet modificou o perfil de compras do consumidor brasileiro na rede, segundo aponta estudo realizado pela plataforma digital MoIP.

Uma das evidências, conforme o levantamento, é o aumento do tíquete médio na web - R$ 295 na primeira metade do ano passado -por conta da mudança na cesta de compras do consumidor, que passou a adquirir mais produtos de maior valor agregado, como informática e departamentos.

“O crescimento das transações que foi alcançado no primeiro semestre de 2010 supera algumas expectativas. Nosso mercado é muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar por melhores ofertas, serviços e qualidade”, avalia o CEO da MoIP Pagamentos, Igor Senra.

Produtos

No primeiro semestre de 2010, o aumento do poder aquisitivo da população brasileira, a facilidade do crédito e os incentivos governamentais levaram o setor de informática a responder por 71% das vendas feitas por meio da rede.

Um ano antes, em 2009, o setor respondia por apenas 3,43% das transações, ocupando a quinta posição.

Fonte: InfoMoney

Chegada das classes C e D na web muda perfil de compras online

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ascensão de novos consumidores aquece o mercado no Natal.



Os integrantes da classe C são os que mais compram produtos atráves do e-commerce, representando 52% desse mercado, segundo uma pesquisa realizada pela plataforma digital MoIP.

A classe D também aumentou sua participação no mercado, sendo 29% do total. Com a ascensão desses grupos, o mercado tornou-se mais acessível para todos, fazendo com que o Natal desse ano seja considerado o melhor dos últimos 10 para os comerciantes.

Esse grupo de novos consumidores é formado principalmente por pessoas de faixa etária adulta, nascidos antes da internet, e por jovens da geração digital.

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Fonte: Administradores.com.br

Mais da metade dos e-consumidores são da classe C

 
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