segunda-feira, 30 de maio de 2011

Texto: Elizangela Grigoletti (Jornalista, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência, empresa de soluções em inteligência de mercado).

Na era da internet 2.0, manter bom relacionamento com o cliente é fundamental para a preservação da imagem de uma empresa. Isso porque a nova geração de consumidores encontra na rede o espaço ideal para dar suas opiniões sobre produtos e serviços. Quando essas reclamações alcançam outros clientes insatisfeitos, os comentários repercutem de forma impressionante, com alcance ilimitado e imediato, gerando um buzz negativo e prejudicial para as marcas.

A MITI Inteligência realizou um estudo no período de 30 de dezembro de 2010 e 3 de janeiro de 2011, sobre reclamações de consumidores na internet. Foram monitoradas mais de 17 mil interações em cinco dias, tanto nas redes sociais quanto nos sites de reclamação, e as principais críticas dos consumidores foram a respeito de atraso nas entregas de produtos de sites de compras online, acompanhados da falta de qualidade no atendimento aos usuários.

Nos sites de reclamação monitorados – Reclamão, ReclameAqui, NuncaMais e Denuncio – as empresas do grupo B2W – Submarino, Americanas.com e Shoptime – apresentaram grande número de críticas e figuraram nos rankings das empresas com maior número de denúncias, sempre acompanhadas pelas empresas de telefonia. Também no final de 2010, a MITI Inteligência analisou a imagem na web de algumas empresas destacadas por publicações nacionias como as melhores daquele ano. Como resultado, a companhia aérea TAM teve alto índice de críticas e reclamações no período avaliado – 15 a 21 de dezembro.

Essa repercussão virtual é um reflexo do que os consumidores pensam no mundo real. Para aqueles que ainda têm dúvidas sobre essa relação bilateral entre o ambiente on e off e se as opiniões expressas nas redes são tão confiáveis quanto aquelas obtidas em campo, segue a confirmação. Uma recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Relacionamento com o Cliente, divulgada na primeira semana deste mês de maio, apresentou justamente que o Submarino, Americanas.com e TAM estão no ranking das empresas que mais desapontaram seus clientes em 2010. Na mesma época, um levantamento da Fundação Procon de São Paulo afirma que, entre novembro de 2010 e janeiro de 2011, a B2W foi a empresa que mais recebeu reclamações por problemas relacionados a entrega de produtos e serviços.

No estudo online realizado entre dezembro e janeiro foram mensurados claramente os resultados também obtidos em campo e divulgados agora em maio, confirmando que a linha que divide o mundo real e o universo virtual é cada vez mais tênue, com forte tendência ao desaparecimento. Aquele usuário que posta uma informação ou opinião na rede é o mesmo que defende esse ponto de vista em uma roda de amigos ou quando questionado em uma pesquisa de opinião. A diferença é que o alcance das mídias sociais abrange um grande número de consumidores que, se compartilham das mesmas expectativas, dão um poder inimaginável a essa percepção.

O risco de não monitorar e acompanhar as opiniões dos consumidores é grande, principalmente porque hoje elas estão disponíveis para qualquer um e não mais restritas aos órgãos competentes ou serviços de atendimento ao cliente das empresas reclamadas. Quando a reclamação existe e a empresa se omite, a informação se dissemina entre os usuários. Com o monitoramento constante e um plano de ação adequado, é possível gerenciar crises antes que elas tomem proporções maiores, como diversos casos conhecidos que se iniciaram nas redes e influenciaram diretamente a imagem da marca e até seus resultados na repercussão offline.

O mundo digital hoje não é um “universo à parte”, é a “terra dos consumidores” e requer uma atenção redobrada em relação às opiniões expressas no antigo formulário de satisfação disponível nas bancadas das lojas. Cada vez mais exigentes, os consumidores buscam empresas transparentes e que percebam essa mudança de paradigma. Independente do canal utilizado, eles querem ser ouvidos. As empresas precisam estar atentas a essa evolução ou serão ultrapassadas e sujeitas a sérios problemas de identificação com o consumidor da era digital.

Fonte: IDG NOW!

Reclamações na era do consumo virtual não se restringem ao ambiente online

terça-feira, 26 de abril de 2011

No dia 21/4/2011 os Correios reajustaram suas tarifas para SEDEX (tabela 40010).

O último reajuste destas tarifas foi em 9/4/2010.

Caso a loja faça envio de pedidos pelo SEDEX, sugerimos que verifique suas tabelas de frete. Para isto, acesse a página Envio & frete e siga os passos abaixo:
  • Se a opção Utilizar tabela SEDEX estiver selecionada, suas tabelas de frete já estão atualizadas.

  • Se a opção Utilizar tabela de localidades ou frete fixo estiver selecionada, atualize as tabelas personalizadas da loja. Para importar as tabelas atualizadas de SEDEX, execute o utilitário Importação de localidades e tarifas SEDEX.

  • Se a opção Utilizar faixas de CEP (Brasil) estiver selecionada, atualize as tabelas personalizadas da loja. Para importar as tabelas atualizadas de SEDEX, execute o utilitário Importação de CEPs e tarifas SEDEX.

  • Se a opção Utilizar faixas de CEP (Brasil) e tabela de localidades estiver selecionada, siga os passos 2 e 3 acima.
OBS: Para executar os utilitários mencionados acima, clique no link Utilitários que fica no topo do site administrativo, que deve ser feito por usuário que tenha acesso aos utilitários de frete.

Reajuste nas tarifas de SEDEX (tabela 40010)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Imposto passará a ser repartido entre os estados de origem e os de destino.

Dezoito estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste assinaram nessa sexta-feira, 1º de abril, no Rio de Janeiro, protocolo que altera o regime de tributação nas vendas pela internet e por meio de telemarketing. Com isso, esses estados e o Distrito Federal passam a dividir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que era recolhido exclusivamente nas unidades da Federação dos dois maiores centros de lojas virtuais, Rio de Janeiro e São Paulo.

O protocolo assinado estabelece que 7% do ICMS é retido no estado de origem onde a compra é realizada, e o restante, o diferencial de alíquota, é encaminhado para o estado de destino. Isso varia conforme o valor do produto.
A decisão foi aprovada em reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) pelos estados do Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Espírito Santo, de Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Pernambuco, Roraima, Rondônia, Sergipe, da Paraíba, Bahia, além do Distrito Federal.
Segundo a Secretária de Fazenda da Bahia, com a mudança, “o imposto passará a ser repartido entre os estados de origem e do destino, assim como ocorre nas operações interestaduais realizadas através dos meios tradicionais de venda”.
Os estados que assinaram o protocolo alegam que a medida vai fortalecer o comércio local, gerar emprego e renda, além de incrementar a competitividade e diminuir o prejuízo na arrecadação.
Dados da Secretaria de Fazenda baiana revelam que os mais de R$ 15 bilhões arrecadados com o ICMS, em 2010, no comércio eletrônico, ficaram exclusivamente no estado de origem das mercadorias. Só a Bahia, no período, deixou de arrecadar, no mínimo, R$ 85 milhões com as vendas pela internet, informou o secretário de Fazenda do estado, Carlos Martins, que é coordenador do Confaz.


Bitributação
Em 1º de fevereiro entrou em vigor no estado baiano a cobrança dupla do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) para compras feitas pela internet ou telefone. O tributo deveria incidir apenas no estado de origem do produto. Mas a Bahia decidiu impor a cobrança também no estado de destino da compra.
Desde então, as Fonte: Revista no Varejolojas virtuais começaram a conseguir liminares na Justiça para fugir do recolhimento duplo.

(*) Com informações da Agência Brasil.


Fonte: IDG NOW!

e-Commerce: 18 estados assinam acordo para evitar perda de receita de ICMS

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Melhorias na usabilidade e novas integrações com "velhos amigos" são destaques da nova versão.

No dia 31 de março de 2011, a Rumo Web Informática anunciou o lançamento da versão 6.1 do FastCommerce, a tecnologia de comércio eletrônico mais utilizada no Brasil.

Nesta nova versão, o foco foi a melhoria na usabilidade do site administrativo e novas integrações com antigos parceiros: Cielo, Correios e MoIP.

"Nunca foi tão fácil navegar pelo site administrativo da loja", informa Eduardo Lima, executivo de mercado da Rumo Web Informática. Foram implementados novos botões contextuais que permitem mais agilidade na criação de registros, retorno aos resultados de buscas etc. A lista de produtos do site administrativo permite a remoção automática de arquivos relacionados ao produto quando este for removido do cadastro da loja, liberando espaço e agilizando a navegação. Foi facilitada também a localização de usuários e mensagens, através de novos filtros de busca.

Recentemente a Cielo lançou seu WebService para integrar seus cartões às lojas virtuais. Esta tecnologia substituirá o antigo CBP (ex-VbV), que será descontinuado em breve pela Cielo.

"A nova versão do FastCommerce permite a venda com cartão Elo, que é a mais antiga bandeira de cartão de crédito aceita no Brasil e que foi recentemente relançada no mercado. As autorizações online devem ser feitas pelo WebService da Cielo." informa Eduardo Lima.

O MoIP agora está integrado ao FastCommerce de forma nativa, o que facilita sua adoção. A configuração é feita pela seção MoIP da página Pagamentos. Trata-se de um serviço prático que abrange diversas formas de pagamento online, incluindo os principais cartões de crédito e várias opções de parcelamento. A empresa oferece condições especiais a todas as lojas que utilizam o FastCommerce.

Os Correios oferecem um serviço para que o cálculo do frete dos pedidos seja feito através dos servidores da empresa. Isto facilita a configuração do frete e permite que os valores estejam sempre sincronizados com as tarifas cobradas pelos Correios.

Agora é possível cadastrar códigos de cupons que serão divulgados aos clientes da loja, obtendo assim um desconto no total dos produtos comprados. O cupom é um crédito para impulsionar as vendas na loja e não um desconto simples. Por esta razão, os demais descontos da loja continuam válidos mesmo se o cliente informar um cupom ao fazer o seu pedido.

"Através dos cupons também é possível vender vale-presentes, que serão trocados por produtos da loja e sua divulgação pode ser feita através de e-mail, mala direta, anúncios em sites ou publicados em jornais, revistas etc." comenta Eduardo.

O envio de e-mail marketing pelo FastCommerce pode ser ainda mais segmentado. É possível agrupar os clientes para envio de campanhas segmentadas por diversos critérios. Por exemplo, é possível executar utilitário para incluir em um mesmo grupo os clientes que mais fizeram compras na loja e criar uma campanha de envio de cupons de desconto para este grupo. É possível também agrupar os clientes que compraram determinado produto para divulgar para estes o lançamento de um produto similar. Alguns dos utilitários disponíveis para criar estes grupos são:

  • Definição do grupo de melhores clientes
  • Definição do grupo de clientes pelos produtos comprados
  • Definição do grupo de clientes pelo parceiro
  • Definição do grupo de clientes pelo cupom

"A nova funcionalidade para exibir múltiplas imagens de cada produto com recurso de ampliação, o chamado Magic Zoom, a nova tag para utilizar em mensagens de acompanhamento de pedidos enviadas aos clientes pelo site administrativo e o novo campo Imagem na lista de produtos na ficha de categoria são outros destaques da versão 6.1 do FastCommerce." finaliza Eduardo Lima.

Novos relatórios também foram implementados:

  • Lista de quantidade em estoque de produtos para alterações via API
  • Lista de melhores clientes
  • Funil de compra no período por parceiro ou cupom
  • Lista de clientes de determinado grupo
  • Lista de cupons
  • Lista de pedidos feitos por cupom

FastCommerce 6.1: mais fácil e mais integrado!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Os novos meios de relacionamento e comunicação da internet estão modificando a estrutura dos negócios das empresas, indo além das tradicionais ações de marketing. O poder que as pessoas exercem nas comunidades, através de trocas de informações sobre seus desejos e expectativas, estão forçando as empresas a remodelar suas estratégias de marketing e comunicação. O Social Commerce depende da empresa ouvir de seus clientes o que eles desejam. Desta forma podemos evoluir no CRM Social criando novas estratégias de marketing.

No CRM Social é possível trabalhar com dados transacionais e conversacionais. A idéia é simples, mas a prática é complexa. Não basta apenas criar uma conta no Facebook, Orkut, Twitter entre outras, sem planejamento de comunicação e estratégia de alimentar esses canais, com informações relevantes para seu nicho de mercado.

Temos como exemplo a cafeteria Starbucks que mantém o site My Starbucks Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do McDonald’s. Há outros casos, todos devidamente apoiados por uma rede social aberta ou privada. São grandes empresas,
mas a inovação aberta é perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo.

Agora que temos uma noção mais aprofundada sobre CRM Social, poderemos explorar o Link building através dessas redes sociais. O Link Building basicamente é um conjunto de estratégias planejadas e colocadas em prática com o objetivo de obter links referenciando uma página de um
site.

Normalmente as pessoas acham que o único objetivo de uma estratégia de Link Building é melhorar o PageRank de um site. Essa é uma visão "curta", pois o bom trabalho de Link Building também visa um tráfego de pessoas qualificadas.

Existem inúmeras maneiras de colocar em prática uma campanha de Link Building. A mais trabalhosa porém mais duradoura é aquela que consiste em criar um conteúdo relevante e que leve uma pessoa a indicar, através de um link, a página desse conteúdo.

Comércio Eletrônico nas redes sociais

O FastCommerce está integrado ao Facebook e Twitter, as redes sociais que mais crescem e auxiliam na indexação junto com diversas técnicas de Search Engine Optimization (SEO) para melhorar o posicionamento nos resultados naturais (não patrocinados) dos principais sites de busca.

Para uma melhor avaliação do FastCommerce, crie AGORA sua loja, que ficará no ar gratuitamente durante quinze dias, em demonstração:

http://novaloja.fastcommerce.com.br

Fastcommerce: Lojas que Vendem

Fonte: Blog da Mídia

CRM Social

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A audiência dos sites de e-commerce atingiu 29,7 milhões de pessoas em dezembro de 2010, e o internauta permaneceu conectado em média 1h 21m e 31s, segundo o IBOPE Nielsen Online.

Deste total, 25,4 milhões de usuários visitaram sites de lojas de varejo e estiveram conectados por 52m e 2s. Na categoria comércio eletrônico do estudo, o varejo responde por 58,7% dos acessos à internet. Os sites de compras coletivas tiveram participação de 34,8% na pesquisa, o que significa que 15,1 milhões de acessos, e acumulam crescimento da audiência de mais de 680% desde junho.

Fonte - Mundo do Marketing

E-commerce recebe mais de 29 milhões de visitas em dezembro

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Escrito por Juliana Gonçalves

Nos últimos dez anos, o comportamento da sociedade em relação ao comércio de produtos eróticos mudou radicalmente. Em 2010, de acordo com dados preliminares da Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), o mercado de produtos eróticos e sensuais cresceu 17%, contra 15% no ano anterior.

O setor ganha fôlego na carona das vendas de lingeries, cosméticos sensuais e similares.
Antes, um mercado que pertencia em sua maioria a homens solteiros, passou a ser dominado pelo público feminino, por mulheres solteiras e casadas, que buscam nos acessórios sensuais, novas formas de apimentar o relacionamento.

Segundo levantamento da Abeme, em 2004 elas representavam 31% dos clientes de lojas eróticas virtuais. Em 2009, esse número subiu para 42% e em 2010 para 70%. A preferência na compra são cosméticos íntimos, lingeries e vibradores.

De acordo com Paula Aguiar, presidente da Abeme, há mais de 10 mil consultores trabalhando com produtos eróticos no Brasil, isso sem contar aqueles que vendem também artigos não-eróticos.

Quando se fala em loja virtual, o destaque fica com A Loja do Prazer, a maior do mundo online no Brasil, segundo a Abeme. Em 2010, a Loja do Prazer cresceu 40%, aumentou o número de funcionários e mudou para uma estrutura três vezes maior que a anterior. Para o proprietário Daniel Passos "o mercado de produtos sensuais ganhou itens novos e diferenciados, muito com apelo romântico e menos erótico", declara.

O portal oferece mais de 11 mil produtos, vende 8 mil pedidos por mês e em datas comemorativas como Dia dos Namorados e Natal, esse número chega aos 10 mil.

No entanto, mesmo com esses números consideráveis, a participação da categoria em volume de pedidos, no primeiro semestre de 2010, não chegou a 1%, segundo a e-bit, empresa referência no fornecimento de informações sobre e-commerce nacional.


Raio-X do setor

O mercado de produtos eróticos no Brasil cresce em ritmo acelerado, cerca de 15% ao ano. Seguem alguns dados desse mercado fornecidos pela ABEME - Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual:

- Movimenta por ano 1 bilhão de reais;
- 70% dos consumidores são mulheres;
- Emprega mais de 50.000 pessoas;
- 30 fabricantes;
- 50 distribuidores;
- 15 importadores;
- 1000 lojas físicas;
- 650 lojas virtuais;
- 3.000 vendedoras domiciliares;
- Mais de 500 sites adultos;
- Mais de 120 publicações impressas;
- 5 produtoras de filmes.

Fonte: Revista no Varejo

Mercado de produtos sensuais cresce 15% ao ano

 
Fastcommerce | Crie sua loja virtual © 2016 - Templateism.com