sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A partir desta semana, os estabelecimentos comerciais de São Paulo que atrasarem as entregas vão ter prejuízos. Uma lei estabelece data e hora marcada para que as mercadorias chegue até ao consumidor.


Fonte: Globo.com

Lei estadual que obriga a marcar data e hora da entrega de mercadorias já está em vigor

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Até o final do ano serão quatro milhões de novos consumidores. Valor médio das compras na rede deve passar de 323 reais para 346 reais.

As operações de comércio eletrônico no Brasil devem encerrar 2009 com um faturamento estimado de 10,5 bilhões de reais e cerca de 11,5 milhões de compradores online. Os números foram apresentados nesta quarta-feira (30/9), durante o Seminário e-commerce para Pequena e Média Empresa, realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em conjunto com a Camara-e.net.
Segundo a superintendente de marketing da ACSP, Sandra Turchi, o valor médio das compras online efetuas até agora é de 323 reais. Para o Natal, diz ela, a tendência é que a média chegue a 346 reais, com 4 milhões de novos compradores online.
Para Sandra, a facilidade de a classe C obter cartões de crédito e parcelar as compras pela web foram elemento importante para estimular o comercio digital. Além disso, acrescenta, o prazo para pagamento costuma ser mais longo do que nas lojas físicas.
Segundo a ACSP, enquanto 90% das grandes empresas utilizam a web para fazer negócios, apenas 7,1 em cada dez pequenas e médias empresas contam com essa linha de negócios. Sandra afirma que é fundamental para s PMEs explorarem a economia digital, já que hoje 80% da renda obtida em comércio eletrônico é realizada pelas grandes empresas. A meta das PMEs é crescer entre 20% e 30% até 2010.
Sandra afirma, porém, que apenas oferecer a possibilidade de comercialização via internet não basta, e é necessário inovar dentro do leque de opções existentes e destaca, por exemplo, o uso de catálogos, listagens, oferta de suporte técnico e participação em redes sociais. Para Sandra, “a melhor maneira de encontrar o cliente é ser encontrado por ele”.
Por Nando Rodrigues, da PC World
Fonte: IDG Now!
Link: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/10/01/comerco-eletronico-pode-faturar-r-10-5-bilhoes-no-brasil-em-2009/

Comércio eletrônico pode faturar R$ 10,5 bilhões no Brasil em 2009

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O último trimestre se aproxima e o crescimento comércio eletrônico apresenta resultados importantes. Ao que tudo indica, o ano deve fechar com a perspectiva de superar os R$ 10 bilhões em faturamento, 27% a mais que o ano passado. Em 2012 a previsão chega aos R$ 25 bilhões.

No mês de agosto a satisfação dos consumidores que compram pela internet registrou alta, com aprovação de 87,29%. Dos 70 milhões de internautas brasileiros, 15,2 milhões adquirem ou já adquiriram produtos pelo menos uma vez pela rede.

A entrada de grandes players no mercado garantiu movimentação ao segmento e colaborou para a inclusão das classes C e D no comércio eletrônico. Com a popularização do acesso à internet e a proximidade com esse público, o mercado abre ainda mais espaço para as pequenas e médias empresas ganharem força no e-commerce.

Ainda seja pequena essa participação é de extrema importância. Em um ano esse número cresceu 1,6%. Bom planejamento, produtos especializados e preços competitivos projetam o sucesso e a confiabilidade a uma loja virtual de pequeno ou médio porte.

As lojas virtuais já começam a se preparar para as datas festivas, como o Dia das Crianças e o Natal. Investimento em divulgação e merchandising, preparação de estoque, monitoramento da concorrência, tudo isso tem deve ser feito com planejamento para atingir o sucesso nas vendas.


Fonte: B2B Magazine
Link: http://www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&id_subcanais=10&id_noticia=24418


Comércio eletrônico em ascensão

quarta-feira, 30 de setembro de 2009


Na próxima quinta-feira (01/10/2009) continuaremos nosso ciclo de palestras online.

Para este evento, convidamos o Lúcio Vargas, da Cobre Bem Tecnologia, empresa especializada em soluções para meios de pagamento e que é nossa parceira há muitos anos.

Trata-se de uma palestra bastante abrangente e didática, onde serão abordados os seguintes assuntos:

- Meios de pagamento (conceito, histórico e participação)
- Dúvidas do comprador x Dúvidas do vendedor (foco no pagamento)
- Integrando meios de pagamento diretamente com os cartões e bancos
- Gateways de pagamento x Intermediadores
- Conectividade (VbV, MOSET, Komerci, Secure Code, WebPOS e TEF)
- Modalidades de pagamento dos cartões
- Dicas de como aumentar as vendas
- Conciliação
- Segurança: Prevenção à Fraude x Programa PCI DSS (VISA/Mastercard)

Palestrante:
Lúcio Vargas é formado em Processamento de Dados com MBA executivo em marketing pela ESPM. Possui experiência de 10 anos no mercado de meios de pagamento e comércio eletrônico (Cobre Bem, Tivit, Visanet e Unibanco). Desenvolveu os processos de pagamento VISA para a internet de 2000 a 2006, tendo profundo conhecimento em modelos de negócio baseados na Web.

Público alvo:
Empresários e profissionais das áreas administrativa, financeira, marketing, vendas e demais profissionais envolvidos com a implantação e a gestão do comércio eletrônico da empresa.

Informações gerais:
Data: 1º de outubro de 2009 (quinta-feira)
Dois horários: 10h às 11h e 15h às 16h
Investimento: palestra GRATUITA

Clique aqui para baixar os slides da apresentação.

ATENÇÃO: O EVENTO OCORRERÁ SOMENTE PELA INTERNET.

Para se inscrever, acesse: http://www.fastcommerce.com.br/eventos

Vagas limitadas!

Palestra gratuita: Tudo sobre meios de pagamento em lojas virtuais

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Brasileiro é o que fica mais desapontado quando loja favorita não vende online, entre 11 países pesquisados sobre o perfil do 'neoconsumidor'.

O consumidor brasileiro está entre os mais receptivos e exigentes do mundo quando se trata de canais digitais, revela o “Estudo sobre o Neoconsumidor” divulgado nesta terça-feira (15/9) pelas consultorias Gouveia de Souza (GS&MD), especializada em distribuição e consumo, e o grupo Ebeltoft, que reúne 19 empresas de 16 países.

A primeira edição da pesquisa, realizada em julho com 5.500 internautas de onze países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal, Reino Unido e Romênia), mostra que os internautas da Austrália, do Brasil e do Reino Unido são os que mais comparam preços online - 76% na Austrália, 74% entre os britânicos e 73% entre os brasileiros. A média mundial é de 52%.

Da amostra, 39% dos participantes têm idade entre 19 e 34 anos e 44% entre 35 e 54 anos, sendo 26% com formação superior. No Brasil foram feitas 500 entrevistas adicionais, via formulário, em Porto Alegre (RS), Recife (PE) e São Paulo (SP).

Os brasileiros apresentam um alto índice de adesão ao comércio eletrônico (92% dos entrevistados compram online), que está acima da média mundial de 86%, mas são os alemães que mais fazem compras na internet. Já os australianos, apesar do alto volume de acesso a comparadores de preços, apresentam o menor volume de compras na web.

“O brasileiro se mostra mais propenso a incorporar os canais digitais, compara preços e usa bastante a internet” afirma Luiz Goes, sócio da Gouveia de Souza e coordenador da pesquisa. “Comunicar produtos a este consumidor multicanal é um desafio enorme para as agências, assim como para varejistas e fornecedores”.

Por outro lado, é um consumidor exigente, observa o executivo. Segundo a pesquisa, quando suas lojas favoritas não vendem online, os brasileiros se mostram os mais desapontados (53%), enquanto apenas 17% dos dinamarqueses se aborrecem com isso.

O estudo também mostra que o comércio em múltiplos canais, além das lojas físicas deve explodir no País entre dois e três anos. “Existe de um gatilho da ordem de 10 a 15 mil dólares per capta onde o multicanal dispara e começa a crescer em uma velocidade muito grande”, destaca Goes. O PIB per capta brasileiro, atualmente em 10 mil dólares, dobrou nos últimos cinco anos.
Fonte: IDG Now!
Link: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/15/na-web-consumidor-brasileiro-esta-entre-os-mais-exigentes-do-mundo/

Na web, consumidor brasileiro está entre os mais exigentes do mundo

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Dia dos Pais e redução do IPI incentivam aumento de 30% na receita do período, que deverá ter maior tíquete médio da história do setor.

O comércio eletrônico brasileiro deverá movimentar 2,6 bilhões de reais durante o terceiro trimestre, aumento de 30% em relação ao mesmo período de 2008, segundo estimativa da consultoria e-bit divulgada nesta terça-feira (15/9).

Com o crescimento no período, tradicionalmente mais fraco que os segundo e quarto trimestres (que se beneficiam, respectivamente, do Dia das Mães e do Natal), o setor brasileiro deverá fechar 2009 movimentando 10,5 bilhões de reais.

Ainda que o Dia dos Pais não se compare às duas datas comemorativas citadas em termos mercadológicos, o terceiro trimestre deverá atingir o maior tíquete médio da história do comércio eletrônico nacional, incentivado também pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - cerca de 340 reais, segundo a e-bit.

Caso a projeção da e-bit para 2009 se concretize, o número representará um aumento de 28% em relação aos 8,2 bilhões de reais gastos pelos brasileiros pela internet durante 2008. No primeiro semestre, o Brasil movimentou 4,8 bilhões de reais pelo comércio eletrônico.

O número de usuários de serviços de venda pela internet cresce na mesma toada do valor movimentado. A e-bit projeta que 17 milhões de brasileiros terão comprado online em 2009, 28% a mais que os números referentes ao ano passado.

Por Guilherme Felitti, do IDG Now!
Link: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/15/e-commerce-deve-faturar-r-2-6-bilhoes-no-3o-trimestre-estima-e-bit/

Comércio eletrônico no Brasil deve faturar R$ 2,6 bilhões no terceito trimestre

sexta-feira, 11 de setembro de 2009


A RUMO fechou parceria com o Tiiza (www.tiiza.com.br), um sistema focado no público feminino que ajuda as mulheres a realizarem seus desejos de consumo.

O Tiiza é um canal de vendas original, dirigido por gostos, necessidades e desejos das consumidoras. O funcionamento é simples e objetivo. As visitantes cadastram seus desejos de compra no Tiiza e passam a receber ofertas de produtos direcionados para o seu perfil.

Para conhecer gratuitamente o serviço, o Tiiza oferece para os lojistas que utilizam o FastCommerce uma degustação de 30 dias do sistema, além de inserção de produtos sem limites pelo mesmo período.

Para aproveitar esse benefício e obter mais informações, envie e-mail para tiiza@tiiza.com.br

Parceria FastCommerce & Tiiza

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Google AdWords
Na próxima segunda-feira, dia 24 de agosto, continuaremos nosso ciclo de palestras online.

Desta vez o assunto é de interesse de todos: a divulgação no Google, responsável por grande parte da visitação das lojas virtuais.

Para este evento, convidamos o Leonardo Barros, do Google Brasil.

A palestra terá ênfase no Google AdWords, a principal ferramenta de publicidade da empresa. Mostrará em detalhes o que é o Google AdWords e como criar com facilidade campanhas para divulgação de sua loja virtual e de seus produtos.

Data: 24 de agosto de 2009 (segunda-feira)
Dois horários: 10:30h às 12h e 14h às 15:30h

Clique aqui para baixar os slides da apresentação.

Veja mais informações em:
http://www.fastcommerce.com.br/eventos

Palestra gratuita do Google: Como Anunciar no AdWords

terça-feira, 18 de agosto de 2009

As compras feitas pela internet no primeiro semestre deste ano totalizaram R$ 4,8 bilhões, 27% acima do registrado no mesmo período do ano passado, segundo pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico. O tiquete médio subiu 5%, para R$ 323.
De acordo com os dados divulgados hoje pela empresa, 15,2 milhões de consumidores brasileiros já fizeram pelo menos uma compra pela internet, com crescimento de 32% nesse mesmo comparativo.
Os livros, revistas e jornais lideram as compras virtuais, seguidos de saúde, beleza e medicamentos, e informática. Com a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca, os eletrodomésticos passaram a ocupar a quarta posição no ranking, com participação de 9% nas vendas pela internet.
Para todo o ano, a previsão é movimentar R$ 10,5 bilhões, valor 28% superior ao de 2008. A estimativa inicial era que esse crescimento ficasse entre 20% e 25%.
No final de 2009, a projeção da e-bit é que 17 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet.

Fonte: TATIANA RESENDE (Folha Online)
Link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u611265.shtml

Vendas pela internet crescem 27% no primeiro semestre

 
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