terça-feira, 30 de março de 2010


Nichos do e-commerce: cada um na sua praia.

César Diniz/Hype Luciana Coen, diretora da Festa Express: mais de 80% do público é formado por mulheres, principalmente mães, que trabalham fora e veem no site a possibilidade de organizar uma festa sem sair de casa.O comércio eletrônico no Brasil finalmente está atingindo a maturidade. E não são somente os grandes varejistas que, como apontam as principais pesquisas do setor, respondem por 75% do total vendido no e-commerce.

O lucrativo setor eletrônico está também expandindo os negócios das pequenas lojas virtuais, principalmente daquelas mais antenadas com os desejos específicos desses consumidores internautas. é o que pode se chamar de e-commerce de nicho.

Sem projetos virtuais caros, altas verbas de publicidade online, além de pesquisa de mercado e monitoramento, esses negócios primam por atender a segmentos pouco atendidos pelos grandes do varejo. É o caso do shopping virtual Elo7 www.elo7.com.br, especializado na venda de artigos feitos à mão. Criado em 2008 , o Elo7 reúne num mesmo espaço virtual artesão, designers, estilistas e artistas plásticos que produzem objetos de decoração, bolsas e roupas customizadas e lembranças de aniversários. "A ideia é atender a um nicho que busca produtos personalizados", afirma Juliano Ipolito, criador do Elo7. Em dois anos, o shopping virtual já atingiu a marca de 10 mil produtos vendidos por mês e conta com mais de 100 mil usuários cadastrados – em sua maioria mulheres de 25 a 35 anos.

"Diferentemente do mercado de massa, o preço não é o principal apelo deste público, que está mais interessado em exclusividade", explica Ipolito. Afinal, onde a consumidora irá encontrar origamis e mandalas personalizadas, decoração em miniatura sob demanda e até joias exclusivas para quem é apaixonado por animais de estimação?

Outro exemplo de sucesso com a segmentação é o do site Festa Express www.festaexpress.com.br, loja virtual especializada em artigos para festas temáticas. Criada em 2006, a loja vende para todo o Brasil e até o exterior. Mais de 80% do público é formado por mulheres e mães que veem no site a possibilidade de organizar uma festa sem sair de casa. "Elas buscam facilidade de compra e diversidade de escolha a um preço justo", explica a diretora de operações da empresa, Luciana Coen. Para isso, a loja possui uma rotatividade grande e oferece novidades constantes, como itens ecológicos, kits para festas com o tema cinema, pôquer e Copa do Mundo. "A nossa seleção de produtos passa por um padrão de qualidade já reconhecido pelos clientes", destaca Luciana.

Oportunidade segmentada Marcos Mendes/e-SIM "Sabemos que nossos clientes buscam mais do que livros: eles querem informações qualificadas", disse Silvia Monteil, proprietária da Livraria Francesa. O comércio de nicho não é novidade no mundo off line. Lojas especializadas em produtos diferenciados, voltadas a um público que sabe exatamente o que precisa, sempre tiveram seu espaço no varejo. A diferença era que, para se fazerem conhecidas, elas contavam com a divulgação boca-a-boca de clientes ou pagavam publicidade em revistas e eventos segmentados.

Com a expansão da internet, o alcance dessas lojas aumentou exponencialmente. Hoje, basta uma busca no Google para se encontrar os mais diferentes produtos que vão de bolos personalizados a computadores usados. Numa das áreas mais concorridas do e-commerce – a venda de livros – a Livraria Francesa encontrou seu espaço explorando o nicho de quem gosta da cultura europeia. Há menos de dois anos, a proprietária Silvia Monteil desistiu de montar sua terceira loja física para investir no comércio eletrônico. Com a expertise de anos de trabalho na venda de livros franceses e um amplo conhecimento das demandas de seu público, a livraria não teve dificuldades em ganhar terreno na web. "Hoje, as vendas da loja virtual se igualam às duas lojas físicas", explica Silvia. Para ela, a grande vantagem foi ampliar seu público para todo o Brasil. "Dos consumidores da livraria virtual, 60% são novos clientes que sem a web não nos encontrariam", afirma.

Para fazer frente aos grandes varejistas, a Livraria Francesa aposta no atendimento personalizado. "Muitos clientes ligam para buscar informações, indicações de novos autores", conta Silva. A livraria também mantém um blog sobre cultura francesa que dá dicas de livros e autores consagrados. "Temos um público exigente, formado por estudantes, professores e amantes da cultura francesa. Sabemos que nossos clientes buscam mais do que livros: eles querem informações qualificadas", explica.

Com um discurso alinhado aos desejos dos consumidores, o comércio de nicho online cresce e assume uma lacuna que os grandes varejistas não ocupam. Segundo o analista de marketing digital, Leonardo Cabral, a internet é uma ótima opção para os lojistas especializados expandirem suas vendas. Mas o empreendedor deve se ater às características peculiares do meio virtual, como uma tecnologia eficiente e um marketing diferenciado. "Além de um bom site, é preciso se tornar encontrável, seja em mecanismos de busca ou comparadores de preço". Para o consultor, a grande vantagem do comércio de nicho é a facilidade de vender os produtos para um público geograficamente distribuído. "A web é um canal privilegiado, que vai além da porta da loja", afirma Cabral.


E-commerce: cada um na sua praia

quinta-feira, 25 de março de 2010

Em pesquisa divulgada nesta quarta-feira (24) revelou que 83% das brasileiras donas de casa da classe C acessam a internet diariamente.
O estudo foi realizado com mulheres de 25 a 49 anos, o que levou os pesquisadores a identificar que os hábitos das mulheres brasileiras mudaram. Das entrevistadas, 66% confessaram que estão lendo menos livros e 60% disse que fazem mais pesquisas em lojas da web e não mais em estabelecimentos físicos.
Em 11 dias de pesquisa, realizada em dezembro, foram registrados 94.250 acessos em 2,7 mil endereços diferentes: 44% em páginas de relacionamento, 38% em sites de informação, 10% em entretenimento, 6% em e-commerce e 2% em serviços. Entre os sites de relacionamento, o Orkut foi o mais visitado, com 94% dos acessos. Dos sites de informação, apenas 10% eram portais, jornais ou revistas, enquanto buscadores foram responsáveis por 56% das visitas.
Entre as mulheres pesquisadas, 33% considera a internet um passatempo melhor do que a televisão, 78% se sentem “mais globalizadas” na web e 15% chegam a se sentir mais inteligentes.

Fonte: Oficina da Net

83% das donas de casa brasileiras acessam a internet

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Na última quarta-feira (13/01/2010) recebemos o Alan Glauber, representante comercial da OnClick Sistemas, nosso parceiro em ERP (software para gestão completa de seus negócios), estreando nosso tradicional ciclo de palestras online em 2010.

A OnClick Sistemas está há 10 anos no mercado como fornecedora de softwares de gestão empresarial, atendendo a empresas de todos os portes e diversos ramos de atividade. Oferecem sistemas completos que abrangem desde a automação das operações da empresa, até sofisticados recursos de análise dos resultados do negócio, com ampla flexibilidade para oferecer a solução que a empresa necessita.

A palestra apresentou os principais recursos do ERP e-commerce desenvolvido exclusivamente para lojistas FastCommerce.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Palestra online: Facilite o dia a dia de sua loja virtual!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Pesquisa da Net Applications mostra queda do Explorer em dezembro.
Firefox se mantém na segunda colocação com 24% de participação.

O Chrome, o navegador do Google, ultrapassou o Safari, da Apple, e se tornou o terceiro navegador mais utilizado no mundo. Ele perde apenas para o Firefox, da Mozilla, em segundo lugar, e o Explorer, da Microsoft, que lidera a lista no relatório publicado pelo grupo Net Applications.

A pesquisa realizada em dezembro passado mostra que o Chrome alcançou 4,63% de participação de mercado, enquanto o Safari ficou com 4,46%. O Firefox apresentou 24,6% de popularidade, segundo o relatório.

Embora o Explorer tenha mais de 60% do mercado de navegadores, ele está em constante queda de popularidade. Entre novembro e dezembro, o browser perdeu um ponto percentual, de acordo com a Net Applications.

Fonte: G1

Chrome passa o Safari e é o terceiro navegador mais usado no mundo

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Hoje pela manhã demos sequência ao nosso tradicional ciclo de palestras online.

Para este evento, convidamos o Thiago Sarraf, coordenador comercial do Shopping UOL, nosso parceiro há muitos anos.

Garimpar pelo menor preço leva tempo. Por esta razão, os sites de comparação estão cada vez mais em evidência e muitas vezes são a primeira opção de busca dos seus clientes.

O Shopping UOL é um dos principais sites de comparação de preços do Brasil. Funciona através de "créditos", como nos celulares pré-pagos. O gerenciamento das campanhas é bastante detalhado, permitindo o acompanhamento dos resultados em tempo real.

A palestra apresentou as vantagens e benefícios do Shopping UOL, além de um resumo sobre o cenário atual do comércio eletrônico.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para baixar somente os slides do PowerPoint.

Palestra gratuita: Seu preço é bom? Mostre para o cliente!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009


Hoje, dia 3/12/2009, recebemos a Equipe da ClearSale, empresa referência em gestão de risco e tradicional parceira da Rumo Informática, para uma palestra sobre o M-ClearSale, o produto de monitoração de risco que está integrado ao FastCommerce.

A apresentação foi um sucesso e apresentou o conceito de Gestão de Risco e como evitar fraudes eletrônicas utilizando a ferramenta.

Clique aqui para baixar os slides da apresentação.

Palestra gratuita: Venda mais e evite fraudes!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A partir do ano que vem, a empresa, organização ou instituição que quiser usar novo padrão de domínios terá que desembolsar US$ 185 mil para submeter o pedido à avaliação do ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), que controla e regulamenta os nomes de domínios da internet.

Com a nova regulamentação, uma empresa, por exemplo, poderá ter um domínio do tipo http://nomedaempresa, sem ter .com.br ou http://x.nomedaempresa. A possibilidade de ter domínios diferenciados foi apresentada nesta terça-feira (24) pelo órgão.

Para iniciar o processo para requerimento do novo domínio, restrito a pessoas jurídicas, a empresa deverá analisar as regras no site da ICANN e preencher todos os requisitos para uma posterior avaliação do órgão.

A diretora de produtos, serviços e comunicações da ICANN, Karla Valente, afirmou que vão existir severas regras para manter o controle sobre os endereços. "Não sabemos quantas propostas a ICANN vai ter no próximo ano. Mas vão existir oposições, direitos autorais, critérios, prazos e taxas", afirmou. O valor anual para manter o domínio personalizado é US$ 25 mil.

Valente salientou ainda que os novos nomes de domínio internacionalizados — que vão aceitar qualquer idioma — são caracterizados principalmente como plano de negócios. "O preço é elevado pois terá que ter infra-estrutura para refazer os nomes. Além disso, sistemas e aplicações na web precisam se adaptar", concluiu.

Domínios

Há, hoje em dia, basicamente dois tipos de domínio: o ccTLD (Country Code Top-Levels Domain), que define o país, por exemplo, .br (Brasil) e .pt (Portugal); e o gTLDs (Generic Top-Levels Domains), que diz respeito a terminações genéricas como, por exemplo, .net, .com ou .org. Esta nova possibilidade de domínio se encaixa nos gTLDS.

Fonte: UOL Tecnologia

Novos domínios custarão cerca de US$ 185 mil

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O Setor de comércio eletrônico terá ao menos R$ 1,63 bilhão de faturamento no período. Analista da Câmara-e.net acredita no dobro de receita.

Superação da crise financeira internacional, bons indicadores econômicos e disposição para o consumo. Com esses ingredientes na mesa, o setor de comércio eletrônico espera um bom desempenho neste final de ano.

Em 2008, o faturamento no período de compras relacionado ao Natal - entre 15 de novembro e 24 de dezembro - ficou em 1,25 bilhão de reais, crescimento de 15% em relação a 2007. Este ano, as vendas natalinas devem ser 30% maiores do que as registradas em igual período de 2008 e alcançar 1,63 bilhão de reais, ainda de acordo com a consultoria.

Já a estimativa de faturamento da Câmara de Comércio Eletrônico (Camara-e.net ) é bem mais otimista . Enquanto no final de 2008 o contexto do consumo não era dos melhores, agora o mercado vive um período aquecido, o que justifica mais compras, segundo Gastão Mattos, consultor do Movimento Internet Segura, da Câmara-e.net."Temos notícias positivas sobre a economia nos jornais, o que afeta a psicologia do consumidor, que quer aproveitar as ofertas e comprar", aponta Mattos. Por isso, o executivo prevê faturamento de nada menos que 2,5 bilhões de reais no final de ano, o dobro do registrado em 2008.

"Em 2009 a expectativa de consumo é maior, certamente há mais pessoas propensas a comprar". A projeção com base em informações obtidas por questionários respondidos por internautas após o processo de compra em cerca de 2.100 lojas virtuais ser finalizado. Entre as questões, que envolvem satisfação com a loja virtual, a que mais é levada em conta nas previsões é a que se refere ao valor da compra.

Desempenho no ano Em 2008, o comércio eletrônico brasileiro movimentou 8,2 bilhões de reais. Para 2009, o faturamento do ano deve chegar a 10,5 bilhões de reais, ou 28% superior ao do ano anterior. Esse ritmo deve se manter nos próximos anos, acredita Mattos.

"Hoje, o que justifica o crescimento do comércio eletrônico é a crescente migração dos consumidores para o virtual, já que a economia não cresce com a mesma velocidade. Até o final de 2009 serão 17 milhões de brasileiros fazendo compras pela internet, número 25% maior que os 13,2 milhões que compraram em lojas virtuais em 2008. E Mattos é otimista. "Pelo potencial de nosso mercado, podemos alcançar até 30 milhões nos próximos cinco anos", prevê.

O ano que está para terminar marcou também a chegada de lojistas tradicionais, como a Casas Bahia, à internet - o que é ótimo para a saúde do setor. "A entrada de novas companhias tem favorecido a melhor distribuição do mercado. Hoje nós falamos das 20 maiores lojas dividindo 70% do faturamento", diz Mattos.

O grande sucesso de 2009 foi a linha branca - como geladeiras e fogões -, favorecida pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Outras categorias, como a de livros - que lidera o consumo no ano todo - e eletrônicos, devem estar entre as 10 maiores no Natal.

Fonte: IDG NOW

Natal promete vendas aquecidas para o comércio eletrônico

terça-feira, 17 de novembro de 2009


Dando continuidade ao nosso ciclo de palestras online, convidamos a Equipe Vakinha para dar o show.

O Vakinha é uma forma de pagamento "colaborativa", ou seja, quando várias pessoas contribuem para comprar um ou mais produtos.

Saiba como adicionar em sua loja uma nova opção "Fazer Vakinha". Permita que seu visitante peça de presente um produto de sua loja e avise à sua rede de contatos. O montante arrecadado poderá ser trocado somente por produtos da loja.

A palestra apresentará todos os detalhes sobre o Vakinha, desde sua criação até a configuração no site administrativo do FastCommerce.

Público alvo
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Empresários e profissionais das áreas administrativa, financeira,
marketing, vendas e demais profissionais envolvidos com a implantação
e a gestão do comércio eletrônico da empresa.

Informações gerais
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Data: 19 de novembro de 2009 (quinta-feira)
Dois horários: 10h às 11h e 15h às 16h
Investimento: palestra GRATUITA

ATENÇÃO: O EVENTO OCORRERÁ SOMENTE PELA INTERNET.

Para se inscrever, acesse http://www.fastcommerce.com.br/eventos

Vagas limitadas!

Palestra gratuita: Pagamento colaborativo com Vakinha

 
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