quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Do total, 57 são lojas virtuais e 20 lojas físicas



Em mais uma operação de fiscalização ao cumprimento à Lei 13.747/09, conhecida como Lei da Entrega, a Fundação Procon-SP autuou 77 estabelecimentos comerciais, sendo 57 lojas virtuais e 20 lojas físicas. As 77 autuações atingiram um total de 70 empresas, já que o mesmo estabelecimento pode ter apresentado irregularidade em mais de uma filial e foram feitas com base nas reclamações encaminhadas pelos consumidores aos postos de atendimento do Procon-SP e em monitoramento realizado pelos fiscais da fundação.

Foram autuadas empresas que não fixavam data e turno para a entrega de produtos - contrariando a Lei Estadual -, e que não cumpriram o prazo estabelecido com seus consumidores - infração ao Código de Defesa do Consumidor. Houve casos de fornecedores que cometeram ambas as infrações.

Os infratores responderão a processo administrativo com base no artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor. Será assegurada ampla defesa e, ao final do processo, as empresas poderão ser multadas em valores que podem chegar a R$ 3,2 milhões. As reincidentes em infrações de maior gravidade podeão sofrer outras penalidades, como a suspensão temporária de suas atividades.

A Lei da Entrega, que entrou em vigor em 8 de outubro de 2009, determina que as empresas fixem data e turno para a entrega de produtos e realização de serviços. Os turnos podem ser das 7h às 12h; das 12h às 18h e das 18h às 23h. Ainda de acordo com a norma, o fornecedor deve informar previamente as datas e turnos disponíveis e fica a critério do consumidor a escolha dentre as opções apresentadas.

O consumidor que tiver problemas com o cumprimento da Lei da Entrega deve procurar o órgão de defesa do consumidor de sua cidade Os postos de atendimento pessoal da Fundação Procon-SP na capital localizam-se dentro do Poupatempo Sé (Pça. Do Carmo, s/n), Poupatempo Santo Amaro (Rua Amador Bueno, 176/258) e Poupatempo Itaquera (Av. do Contorno, 60 - ao lado da Estação Itaquera do Metrô). Nos postos dos Centros de Integração da Cidadania (CIC), de segunda à quinta-feira, das 9h às 15h.

A comunicação por cartas deve ser encaminhada à Caixa Postal 3050, CEP 01061-970 e por fax ao telefone (11) 3824-0717. O telefone para informações é 151 e o site www.procon.sp.gov.br.

As informações são da Fundação Procon-SP

Fonte: Midiacon News

Procon-SP autua 77 estabelecimentos por desrespeito à Lei da Entrega

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A PayPal escolheu o FastCommerce, sistema de criação de lojas virtuais, como um de seus principais parceiros no Brasil. A partir desse mês, as lojas online vinculadas ao FastCommerce poderão usar a PayPal para efetuar a venda de produtos via internet de forma rápida e segura.

De acordo com Guilherme Rudnitzki, diretor de tecnologia da Rumo Informática, grupo ao qual pertence o FastCommerce, os números do e-commerce no Brasil são promissores e tudo aponta para uma rápida expansão das lojas virtuais brasileiras rumo ao mercado mundial. “Estamos confiantes de que a adesão dos lojistas à PayPal será significativa”, afirma Rudnitzki.

A parceria com a PayPal será fundamental para a concretização desta tendência, em especial pelo alcance, facilidade de implantação e segurança oferecida pelo sistema. Todas as operações realizadas pela PayPal são protegidas e monitoradas por uma equipe antifraude e as informações dos clientes são armazenadas de acordo com critérios internacionais de proteção de dados.

“Quando os consumidores se sentem seguros para comprar, os comerciantes acabam ganhando mais. Cerca de 18% dos norte americanos, por exemplo, dizem que só fazem compras pela Internet por causa da PayPal”, afirma Mario Mello, presidente da empresa no Brasil. “Quando um pequeno ou médio comerciante decide colocar a PayPal entre as opções de pagamento da loja, é identificado um crescimento de 12% a 16% no volume de concretização de vendas”, complementa.

A disponibilidade da PayPal aos clientes do FastCommerce está alinhada à estratégia da empresa de se tornar líder em pagamento online no Brasil, como já é em outros países, como Estados Unidos, Inglaterra e França. A PayPal opera hoje em 190 mercados e possui mais de dois milhões de contas no Brasil.

Fonte: AdNews

PayPal fecha acordo comercial com FastCommerce

Faturamento do comércio eletrônico deve atingir R$ 15 bilhões em 2010; setor se expande 40% no Brasil e apenas 12,7% nos EUA



De acordo com dados levantados pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, as vendas online devem alcançar R$ 2,2 bilhões neste Natal, durante o período de 15 de novembro a 24 de dezembro. Isso corresponde a um aumento nominal de 40% em relação ao ano anterior, quando o comércio eletrônico faturou R$ 1,6 bilhão no mesmo período.

"Com a previsão de alta demanda na época natalina, as lojas virtuais já começam a preparar seus estoques para atender o grande número de pedidos", afirma o e-bit.

De acordo com Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, antecipar as compras em um período aquecido do mercado é mais do que necessário. “Recomendamos que os e-consumidores planejem suas compras antecipadamente. Dessa forma, não correm o risco de enfrentar uma surpresa desagradável durante a comemoração. Por outro lado, a comodidade de realizar as compras em casa ou no escritório, evitando assim filas em shoppings centers e o trânsito característico das grandes cidades, é uma vantagem diferencial para esses clientes”, explica Umberti.

Ainda de acordo com o executivo, outros fatores devem ser considerados nas vendas natalinas. “No Natal, as pessoas têm o hábito de presentear familiares e amigos, o que potencializa a decisão de compra. Além disso, a injeção do 13º salário e os bônus de final de ano estimulam as pessoas a adquirirem mais produtos.”

Tíquete médio e categorias mais vendidas

O tíquete médio do setor deve girar em torno de R$ 370,00. As categorias mais vendidas devem ser livros, eletrônicos, informática e eletrodomésticos. Para o público feminino, a e-bit estima que a maior parte das vendas sejam destinadas ao segmento de cosméticos e beleza.

O comércio eletrônico deve aproveitar o embalo das vendas de final de ano e fechar 2010 com R$ 15 bilhões de faturamento, um crescimento nominal 40% maior em relação a 2009, quando o canal faturou R$ 10,6 bilhões em vendas de bens de consumo pelas lojas virtuais em todo Brasil.

O potencial de crescimento do país no varejo online é tão expressivo que chega a superar o mercado norte-americano. Enquanto no Brasil as vendas pela internet têm previsão de crescimento de 40% em 2010, nos Estados Unidos as vendas devem ser de apenas 12,7%, de acordo com dados do eMarketer, empresa norte-americana de inteligência digital.

Fonte: Comércio e serviços - IG

Lojas online preveem crescer 40% e faturar R$ 2,2 bi no Natal

• Para especialista da TGestiona, empresa do Grupo Telefônica, a tendência do e-consumidor é não comprar novamente em sites que não entregam no prazo

• A logística tornou-se o calcanhar-de-aquiles das lojas virtuais para não perder clientes e aproveitar a melhor época de vendas do ano, o Natal

• Estimativa é que o e-commerce brasileiro cresça 40% neste Natal, época que concentra 16% de todas as transações realizadas no ano

Que o Natal é a melhor data do ano para o varejo em geral, até aí nenhuma novidade. Mas o comércio convencional tem enfrentado cada vez mais a concorrência das lojas virtuais, cujas vendas nessa época do ano, desde 2003, crescem sempre acima dos dois dígitos, de acordo com o e-bit. E, segundo estimativas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o e-commerce brasileiro vai crescer 40% neste Natal, época que concentra 16% de todas as transações realizadas no ano. Para dar uma idéia, as três semanas que antecedem o dia 25 de dezembro equivalem a oito semanas de um período normal. Fica evidente a importância das lojas virtuais se prepararem muito be m para aproveitar o “boom” das vendas nessa época.

Mas como aproveitar o Natal para faturar mais e não frustrar o consumidor ou, pior, perder a confiança em sua loja? “Sempre ansiosos, as pessoas que moram nos grandes centros urbanos tendem a não voltar a comprar em sites que não entregam no prazo”, afirma o diretor de Logística da TGestiona (www.tgestiona.com.br), empresa do Grupo Telefônica, Marcelo José de Sousa.

Especialista em entrega, principalmente, de produtos eletroeletrônicos para o consumidor final, pelo atendimento a grandes operadoras de telefonia, varejistas e fabricantes, “a TGestiona tem uma média histórica de 98% de performance de entrega no prazo na região Sudeste, enquanto o mercado trabalha com índice de 80% de pontualidade”, comemora Sousa.

Além do alto índice de eficiência na entrega, a empresa do Grupo Telefônica presta outros tipos de serviços que tornam-se verdadeiros “agrados” para o consumidor, como a instalação e a configuração de TVs de LCD, telefones móveis e computadores, de acordo com a necessidade do comprador.

“Frustrar um cliente que aguarda com ansiedade a sua compra, nesse caso, um presente de Natal para uma pessoa querida, no prazo prometido é algo impensável para as lojas virtuais e tradicionais e para nós que realizamos a logística dos produtos vendidos por elas”, desabafa Sousa, da TGestiona.

Todos os releases desta empresa estão disponíveis no site da Versátil Comunicação: http://www.versatilcomunicacao.com.br/versa/imprensa.asp

SOBRE A TGESTIONA (www.tgestiona.com.br)
Presente no Brasil desde o ano 2001, a empresa do Grupo Telefônica, com faturamento de cerca de R$ 213 milhões anuais, presta serviços nas áreas de logística, outsourcing e gestão de terceiros. Além das companhias do grupo (Vivo, Atento, Terra, Fundação Telefônica etc.), a TGestiona tem entre seus clientes empresas como Lenovo, Dell, Positivo, ZTE, L’Occitane, Motorola, Samsung e Sony Ericsson. Emprega 1,6 mil funcionários no Brasil e está presente em quatro outros países: Espanha, Peru, Argentina e Chile.

Fonte: Segs.com.br

E-consumidor não perdoa atraso na entrega

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Hoje (21/10/2010) recebemos o Mário Mello, presidente do PayPal no Brasil, que apresentou o sistema PayPal Express Checkout.

O PayPal é o meio de pagamentos mais utilizado no mundo e chegou ao Brasil com força total, tendo escolhido o FastCommerce como um de seus principais parceiros estratégicos.

Agora é possível vender e receber em Reais, e utilizar o PayPal Express Checkout, uma forma inovadora e fácil de pagamento, com alta segurança contra fraudes.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra online sobre o PayPal Express Checkout: é novo, é seguro, é mundial!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Hoje (14/10/2010) fizemos uma palestra online sobre os novos recursos do FastCommerce 6.0, focado na integração aos novos sistemas de pagamento online do mercado brasileiro: o PayPal Express Checkout e o MercadoPago. Mostramos também as novidades da Cielo e da Redecard.

Foi apresentada a integração com o t-ClearSale, que tem por objetivo guiar o lojista com precisão na decisão final de aprovar ou não aprovar um determinado pedido, evitando o temido chargeback. Apresentamos também as diversas melhorias feitas na usabilidade do sistema, para facilitar a exibição de grade de produtos, a possibilidade de exibição do histórico da visita do cliente, um resumo do carrinho de compras em qualquer parte do design da loja, entre outras novidades.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra online sobre o FastCommerce 6.0: novo cenário, novas integrações!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Faturamento do e-commerce no país atingiu US$ 13,23 bilhões em 2009.
Na América Latina e Caribe, crescimento foi de 39,2% no mesmo período.


Um estudo divulgado nesta terça-feira (31) revelou que o comércio eletrônico cresceu 170% entre 2007 e 2009 no Brasil, atingindo US$ 13,23 bilhões apenas em 2009. Segundo a pesquisa encomendada pela Visa, o crescimento registrado, na América Latina e Caribe, foi de 39,2% no mesmo período, atingindo US$ 21,8 bilhões. A estimativa é que, até o final de 2011, a região terá um aumento de 58% nas vendas on-line, atingindo um total de US$ 34,5 bilhões.

Segundo José Maria Ayuso, vice-presidente regional de produtos da Visa América Latina e Caribe, a empresa está conduzindo iniciativas para substituir o dinheiro e o cheque para os meios eletrônicos.
Entre 2007 e 2009, os gastos on-line aumentaram 106% em toda região. O Brasil foi o maior condutor desse crescimento, seguido pelo México (91%), Argentina (56%) e Chile (49%). Em relação à participação de mercado, o Brasil é o principal país, com 61% do consumo total on-line da região. México (12%) e Chile (5%) vêm em seguida.
Os mercados mais maduros da região, em relação à porcentagem de comércio eletrônico e a contribuição para o PIB, são o Brasil (0,84%) e o Chile (0,64%).
Entre os fatores que contribuíram para o crescimento estão:
– As mudanças no comportamento dos consumidores, percepções e demanda;
– Aumento no número de computadores, maior penetração da banda larga e melhorias da segurança online;
– Expansão das indústrias-chave tais como viagens e turismo, além do aumento da aceitação dos grandes varejistas, especialmente no Brasil.

Oportunidades
Segundo o estudo, existe uma clara oportunidade de crescimento dentro do canal de comércio eletrônico na região da América Latina e Caribe. Em 2009, a Visa Inc, apresentou um crescimento de 42% no volume de pagamentos on-line na região, atingindo US$ 10 bilhões.
Como parte da sua estratégia de vendas on-line, a Visa comprou, recentemente, a Cybersource Corporation, empresa líder no fornecimento de soluções de pagamentos eletrônicos, controle de risco e segurança de pagamentos com o objetivo de facilitar e incentivar o e-commerce em todo o mundo.
Fonte: G1

Estudo revela que comércio on-line cresceu 170% no Brasil em dois anos

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O crescimento do comércio eletrônico trouxe o PayPal ao Brasil. O anúncio da instalação de uma das maiores empresas de pagamentos do mundo no país será feito na próxima semana.
Atualmente, 15% das vendas eletrônicas mundiais ocorrem via PayPal. Muitos consumidores preferem usá-lo para evitar abrir dados financeiros em sites desconhecidos. Para a companhia, é isso o que impede 85% dos internautas brasileiros de fazer compras on-line.
O negócio do PayPal é agir como intermediário nessa hora, evitando fraudes ou que alguém seja lesado. Ele também atua na transferência de valores entre empresas ou prestadores de serviço que realizam negócios no mundo real dentro de um país ou entre países.
Em outubro, a Folha revelou que o PayPal usaria o Brasil como base para sua expansão pela América Latina, prevendo que as vendas on-line movimentarão US$ 13 bilhões (cerca de R$ 23 bilhões) somente no Brasil até 2012.
No país existem concorrentes como PagSeguro e MoIP, mas eles estão restritos às compras on-line. Mesmo sem atuar no Brasil, o PayPal é usado por 2 milhões de empresas nacionais para adquirir importados. Elas movimentaram US$ 220 milhões no ano passado.
Com a instalação no país, qualquer consumidor poderá utilizar o sistema de pagamento e transferências, tanto no país quanto no exterior. Um tradutor, por exemplo, poderá oferecer seus serviços em 190 países e receberá via PayPal sacando os valores (convertidos para real) em sua agência bancária.
"Todas as operações são protegidas por um seguro e monitoradas por uma equipe antifraude", diz Mário Mello, presidente do PayPal no Brasil. "Os dados dos clientes são codificados e jamais abertos para terceiros."
Para usar o serviço, o internauta cadastra seu e-mail pelo site www.paypal.com.br. Ali vai informar dados financeiros, como o número de cartão de crédito e o da conta-corrente.
Essas informações ficam vinculadas ao e-mail cadastrado. Na hora de efetuar ou receber um pagamento, basta informá-lo e os créditos (ou débitos) são transferidos. Nas compras, o lançamento é feito direto no cartão de crédito. Nas transferências, ocorre pela conta-corrente.
As taxas cobradas podem chegar a 4,9% do valor negociado. Segundo Mello, a meta é tornar o Brasil o sexto maior faturamento do PayPal em quatro anos.
Fonte: Folha


PayPal, gigante do comércio eletrônico, chega ao Brasil

terça-feira, 15 de junho de 2010

Muitas vezes, o que encontramos é uma loja que faz justamente o oposto, colocando barreiras à realização da compra. Veja um exemplo gritante desse fato. Sabe-se que o consumidor on-line é um sujeito esclarecido, que sabe o que quer, é exigente e extremamente impaciente. Ao visitar uma loja, ele deseja saber rapidamente quais os produtos oferecidos, os atributos positivos do produto, o preço e a eventual promoção para tomar a decisão rapidamente e clicar no botão comprar. Mesmo assim, é comum nos depararmos com lojas virtuais que utilizam as antigas “splash pages”, aquelas páginas de abertura criadas em flash, cheias de animações e até com musica de fundo, que só servem para obrigar o usuário a clicar para desligar o som, procurar um botão de saída, clicar para fechar a página, para, só então, tentar descobrir o que, afinal de contas, a loja tem de interessante para ele comprar. Só que até chegar lá, boa parte de sua paciência já se esvaiu e ao se deparar com mais um ou dois cliques desnecessários, ele se cansa e vai procurar ambientes mais amigáveis. Com ele, se vai uma venda perdida! E para complicar, essas famigeradas páginas de entrada confundem os sites de busca que não encontram nada para indexar, dificultando também a chegada de possíveis novos visitantes.

São também muito comuns problemas graves de usabilidade, tais como: formulários extensos, que solicitam até o nome da mãe; navegação confusa que dificulta o percurso até a finalização da compra; imagens de baixa qualidade que não permitem uma visão adequada do produto; texto excessivamente voltado para as características técnicas do produto e não para as necessidades do usuário, e mais uma infinidade de pequenas barreiras que vão minando a paciência e o interesse do potencial cliente, de tal forma que no final só restarão alguns poucos teimosos que insistiram em chegar até o último clique.

Uma loja eficaz na transformação de visitantes em clientes é um dos principais fundamentos do e-commerce. É preciso que os empreendedores e os empresários iniciantes no novo canal de comercialização estejam atentos à necessidade de uma loja virtual vendedora para se ter sucesso nos negócios on-line. Para isso, devem ser muito exigentes na escolha da solução, preferencialmente optando por aquelas que estejam a um bom tempo no mercado e que já tenham sido testadas por muitos lojistas.

Fonte: eCommerceOrg

Lojas virtuais que não vendem: barreiras no caminho da compra

 
Fastcommerce | Crie sua loja virtual © 2016 - Templateism.com