quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

No dia 24/11/2010 recebemos a Iris Lo-Buono, responsável pelo Relacionamento e Assertividade da ClearSale, para uma apresentação sobre análise de fraudes nas vendas não presenciais efetuadas em lojas virtuais.

A ClearSale é uma empresa referência em gestão de risco na Internet, que desenvolve ferramentas anti-fraude para monitorar as vendas efetuadas com cartão de crédito nas lojas virtuais, com o objetivo de converter mais vendas para o bom cliente e evitar perdas financeiras.

Foram apresentados os benefícios da nova integração do FastCommerce com o t-ClearSale, que tem como diferencial a gestão total com entrega da decisão final: aprovar ou não aprovar a venda.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra online com a ClearSale: Como evitar fraudes em transações eletrônicas

Que tal aderir à onda dos super-descontos e aumentar o número de vendas em sua loja virtual?

Com o MilhoAzul.com isso pode ser feito de forma simples e gratuita:

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4) Na ficha do produto escolhido, é necessário informar o preço normal, o preço promocional, a data e hora de início e de término da promoção. Selecione "Milho Azul" no campo Exclusivo.

Vamos lá? Ficou em dúvida se vale a pena?

Acesse nossa Sala de Imprensa e assista o vídeo da palestra que realizamos no dia 19/11/2010 sobre essa novidade do MilhoAzul.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

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SÃO PAULO - Relatório da comScore, consultoria especializada na mensuração de tráfego online, apontou que 88% das mulheres latinas fazem compras online de forma complementar às compras tradicionais.
Em relação aos homens, o índice cai para 79%. A pesquisa entrevistou cerca de 800 pessoas no Brasil, México, Argentina, Chile e Peru.
“Em relatação a outras regiões globais, o comércio virtual na América Latina ainda está engatinhando, mas os consumidores estão mostrando fortes indícios de adesão a esse tipo de compra”, disse Alejandro Fosk, vice-presidente da comScore na América Latina.
“Com 3 de cada 5 usuários da Internet na América Latina visitando sites de compra a cada mês, fica claro que os consumidores tem interesse em comércio virtual. Para converter esses visitantes em compradores, os comerciantes precisam considerar as preocupações dos consumidores ao fazer compras online para ajudar no crescimento da indústria de comércio virtual em seu completo potencial nessa região”, completou ele.
A segurança ainda é o principal empecilho apontado pelos usuários na hora de realizar uma compra online. 68% das mulheres e 48% dos homens assumiram ter algum receio na hora de fazer realizar uma ação.
A preferência pela compra presencial é o segundo quesito que mais impede a realização de compras online, seguida das opções de pagamento, os custos do frete e da seleção dos produtos.
Apesar dos empecilhos, 94% dos usuários brasileiros que visitam sites de comércio eletrônico fazem compras online.
Fonte: INFO Online

Mulheres compram online mais do que homens

Segundo pesquisa, data marca dia de liquidações em lojas virtuais.
Vendas superaram US$ 1 bilhão pela primeira vez em apenas um dia.

As vendas no varejo on-line dos Estados Unidos na última segunda-feira (29) atingiram sua máxima histórica, ultrapassando US$ 1 bilhão pela primeira vez em apenas um dia, segundo o grupo de estudos comScore.
A data, primeira segunda-feira após o feriado de Ação de Graças nos EUA e conhecida como “Cyber Monday”, marca um tradicional dia de liquidações nas lojas virtuais. A Amazon e o eBay devem ser os maiores beneficiários do salto nas vendas.
Conforme a pesquisa, os consumidores americanos gastaram um total de US$ 1,028 bilhão na internet na segunda-feira, 16% a mais que um ano antes. O gasto médio por compra também subiu 10%, para US$ 60,05, enquanto que o total de transações cresceu 6%, para 17,1 milhões.
Desde o começo da temporada de vendas de Natal, as vendas no varejo on-line nos EUA já chegaram a US$ 13,55 bilhões, alta de 13% sobre 2009, de acordo com a pesquisa.

Fonte: G1

Vendas on-line nos EUA atingem máxima histórica na segunda-feira

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O Brasil é o quinto País que mais acessa redes sociais, segundo o comScore, em agosto deste ano. As redes de relacionamentos tornam-se cada vez mais fortes e passam a ser um fator de influência no comércio eletrônico (e-commerce). Dados do e-Bit afirmam que 20 milhões de internautas já fazem compras pela internet até o primeiro semestre deste ano, o que representa 40% de crescimento do e-commerce se comparado a 2009.

A expectativa é fechar o ano com faturamento de R$ 14,3 bilhões em 2010, alcançando 23 milhões de e-consumidores. Os clientes virtuais estão cada vez mais confiantes em realizar compras pela internet. Segundo dados da WebShoppers, o índice de satisfação dos consumidores brasileiros com o comércio virtual atingiu 86% no primeiro semestre deste ano.

Um estudo do Sophia Mind aponta que 63% dos brasileiros só compram depois de consultar as redes sociais. Embora inicialmente as redes sociais fossem usadas apenas para encontrar pessoas e entrar em contato com os amigos, atualmente estes pontos de encontro virtuais começam a ser vistos também como uma grande oportunidade de fazer negócios pela internet.

A tendência do mercado atual é que as pessoas compartilhem ideias, elogios, críticas às marcas e aos produtos através dessa ferramenta. E as empresas precisam estar prontas para aproveitar o conteúdo gerado espontaneamente pelo próprio cliente. As redes de relacionamento vêm se tornando não apenas um canal de acesso as lojas virtuais, mas principalmente uma oportunidade de divulgar a marca para os internautas que ainda não fizeram a primeira compra on-line.

Os consumidores de e-commerce que utilizam as ferramentas das redes sociais ao comprar pela internet possuem um perfil diferenciado. Se no comércio eletrônico, as compras estão divididas igual entre homens e mulheres, a influência das redes de relacionamento é mais forte no gênero feminino. Pesquisas do e-bit apontam que 55% dos internautas que fizeram uma compra pela internet influenciados por esses meios são mulheres.

Os compradores pela internet e que se utilizam destas redes também são sete anos mais jovens. Este consumidor tem em média 34 anos, contra 41 que não utiliza as ferramentas sociais. A pesquisa ainda mostra que 65% dos internautas sociais que realizam compras pela web são light users, ou seja, possuem uma frequência baixa de compra. A renda desses consumidores é 10% inferior aos clientes de e-commerce em geral.

O Social Commerce, como é conhecida essa prática, está além de converter o número de acessos em rede sociais em vendas. Gerar conteúdo e compartilhar informações é a maior tendência da internet atualmente. Nas redes de informação, reclamações, sugestões e desejo dos clientes oferecem às marcas uma base de dados que pode se transformar em excelentes estratégias para o negócio. É um ambiente novo criado pelo próprio consumidor de forma espontânea.

O cliente, além de consumir o produto, difunde a marca e promove mais credibilidade para a empresa nos canais comunicação. É um institucional criado pelos e-consumidores e não mais pela marca. A participação do usuário gera o novo conteúdo que abastece as redes segundo a segundo.

Uma notícia ou informação se propaga através das conversas entre as pessoas. Mas o boca a boca se tornou high-tech, e nas redes sociais, as informações são amplificadas, discutidas e repassadas rapidamente. Da mesma forma, que um elogio de um consumidor pode atingir milhões de pessoas, uma avaliação negativa a marca pode também se tornar um vírus de insatisfação que se propaga na mesma velocidade.

As empresas precisam não só saber o que estão falando da sua marca, como também transformar em algo positivo para a empresa. As companhias inseridas na web passam a ter a necessidade de usar adequadamente as redes como ferramenta de marketing promocional, acompanhando as comunidades e aprimorando seus serviços a partir delas. As ações das empresas também precisam ser diferenciadas. As estratégias utilizadas nas mídias tradicionais não necessariamente serão aceitas pelos internautas.

A pesquisa da consultoria Deloitte aponta que 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. As redes sociais não são mídias de massa e o trabalho com redes sociais pode levar tempo. Um trabalho a ser realizado de forma diferenciada e de médio a longo prazo. Uma rede de relacionamentos é também de amigos e é preciso conquistá-los. Não são apenas consumidores. São pessoas e leva-se algum tempo para adquirir confiança.

Fonte: DCI - Comércio, Indústria & Serviços

Poder de influência das redes sociais

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Do total, 57 são lojas virtuais e 20 lojas físicas



Em mais uma operação de fiscalização ao cumprimento à Lei 13.747/09, conhecida como Lei da Entrega, a Fundação Procon-SP autuou 77 estabelecimentos comerciais, sendo 57 lojas virtuais e 20 lojas físicas. As 77 autuações atingiram um total de 70 empresas, já que o mesmo estabelecimento pode ter apresentado irregularidade em mais de uma filial e foram feitas com base nas reclamações encaminhadas pelos consumidores aos postos de atendimento do Procon-SP e em monitoramento realizado pelos fiscais da fundação.

Foram autuadas empresas que não fixavam data e turno para a entrega de produtos - contrariando a Lei Estadual -, e que não cumpriram o prazo estabelecido com seus consumidores - infração ao Código de Defesa do Consumidor. Houve casos de fornecedores que cometeram ambas as infrações.

Os infratores responderão a processo administrativo com base no artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor. Será assegurada ampla defesa e, ao final do processo, as empresas poderão ser multadas em valores que podem chegar a R$ 3,2 milhões. As reincidentes em infrações de maior gravidade podeão sofrer outras penalidades, como a suspensão temporária de suas atividades.

A Lei da Entrega, que entrou em vigor em 8 de outubro de 2009, determina que as empresas fixem data e turno para a entrega de produtos e realização de serviços. Os turnos podem ser das 7h às 12h; das 12h às 18h e das 18h às 23h. Ainda de acordo com a norma, o fornecedor deve informar previamente as datas e turnos disponíveis e fica a critério do consumidor a escolha dentre as opções apresentadas.

O consumidor que tiver problemas com o cumprimento da Lei da Entrega deve procurar o órgão de defesa do consumidor de sua cidade Os postos de atendimento pessoal da Fundação Procon-SP na capital localizam-se dentro do Poupatempo Sé (Pça. Do Carmo, s/n), Poupatempo Santo Amaro (Rua Amador Bueno, 176/258) e Poupatempo Itaquera (Av. do Contorno, 60 - ao lado da Estação Itaquera do Metrô). Nos postos dos Centros de Integração da Cidadania (CIC), de segunda à quinta-feira, das 9h às 15h.

A comunicação por cartas deve ser encaminhada à Caixa Postal 3050, CEP 01061-970 e por fax ao telefone (11) 3824-0717. O telefone para informações é 151 e o site www.procon.sp.gov.br.

As informações são da Fundação Procon-SP

Fonte: Midiacon News

Procon-SP autua 77 estabelecimentos por desrespeito à Lei da Entrega

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A PayPal escolheu o FastCommerce, sistema de criação de lojas virtuais, como um de seus principais parceiros no Brasil. A partir desse mês, as lojas online vinculadas ao FastCommerce poderão usar a PayPal para efetuar a venda de produtos via internet de forma rápida e segura.

De acordo com Guilherme Rudnitzki, diretor de tecnologia da Rumo Informática, grupo ao qual pertence o FastCommerce, os números do e-commerce no Brasil são promissores e tudo aponta para uma rápida expansão das lojas virtuais brasileiras rumo ao mercado mundial. “Estamos confiantes de que a adesão dos lojistas à PayPal será significativa”, afirma Rudnitzki.

A parceria com a PayPal será fundamental para a concretização desta tendência, em especial pelo alcance, facilidade de implantação e segurança oferecida pelo sistema. Todas as operações realizadas pela PayPal são protegidas e monitoradas por uma equipe antifraude e as informações dos clientes são armazenadas de acordo com critérios internacionais de proteção de dados.

“Quando os consumidores se sentem seguros para comprar, os comerciantes acabam ganhando mais. Cerca de 18% dos norte americanos, por exemplo, dizem que só fazem compras pela Internet por causa da PayPal”, afirma Mario Mello, presidente da empresa no Brasil. “Quando um pequeno ou médio comerciante decide colocar a PayPal entre as opções de pagamento da loja, é identificado um crescimento de 12% a 16% no volume de concretização de vendas”, complementa.

A disponibilidade da PayPal aos clientes do FastCommerce está alinhada à estratégia da empresa de se tornar líder em pagamento online no Brasil, como já é em outros países, como Estados Unidos, Inglaterra e França. A PayPal opera hoje em 190 mercados e possui mais de dois milhões de contas no Brasil.

Fonte: AdNews

PayPal fecha acordo comercial com FastCommerce

Faturamento do comércio eletrônico deve atingir R$ 15 bilhões em 2010; setor se expande 40% no Brasil e apenas 12,7% nos EUA



De acordo com dados levantados pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, as vendas online devem alcançar R$ 2,2 bilhões neste Natal, durante o período de 15 de novembro a 24 de dezembro. Isso corresponde a um aumento nominal de 40% em relação ao ano anterior, quando o comércio eletrônico faturou R$ 1,6 bilhão no mesmo período.

"Com a previsão de alta demanda na época natalina, as lojas virtuais já começam a preparar seus estoques para atender o grande número de pedidos", afirma o e-bit.

De acordo com Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, antecipar as compras em um período aquecido do mercado é mais do que necessário. “Recomendamos que os e-consumidores planejem suas compras antecipadamente. Dessa forma, não correm o risco de enfrentar uma surpresa desagradável durante a comemoração. Por outro lado, a comodidade de realizar as compras em casa ou no escritório, evitando assim filas em shoppings centers e o trânsito característico das grandes cidades, é uma vantagem diferencial para esses clientes”, explica Umberti.

Ainda de acordo com o executivo, outros fatores devem ser considerados nas vendas natalinas. “No Natal, as pessoas têm o hábito de presentear familiares e amigos, o que potencializa a decisão de compra. Além disso, a injeção do 13º salário e os bônus de final de ano estimulam as pessoas a adquirirem mais produtos.”

Tíquete médio e categorias mais vendidas

O tíquete médio do setor deve girar em torno de R$ 370,00. As categorias mais vendidas devem ser livros, eletrônicos, informática e eletrodomésticos. Para o público feminino, a e-bit estima que a maior parte das vendas sejam destinadas ao segmento de cosméticos e beleza.

O comércio eletrônico deve aproveitar o embalo das vendas de final de ano e fechar 2010 com R$ 15 bilhões de faturamento, um crescimento nominal 40% maior em relação a 2009, quando o canal faturou R$ 10,6 bilhões em vendas de bens de consumo pelas lojas virtuais em todo Brasil.

O potencial de crescimento do país no varejo online é tão expressivo que chega a superar o mercado norte-americano. Enquanto no Brasil as vendas pela internet têm previsão de crescimento de 40% em 2010, nos Estados Unidos as vendas devem ser de apenas 12,7%, de acordo com dados do eMarketer, empresa norte-americana de inteligência digital.

Fonte: Comércio e serviços - IG

Lojas online preveem crescer 40% e faturar R$ 2,2 bi no Natal

• Para especialista da TGestiona, empresa do Grupo Telefônica, a tendência do e-consumidor é não comprar novamente em sites que não entregam no prazo

• A logística tornou-se o calcanhar-de-aquiles das lojas virtuais para não perder clientes e aproveitar a melhor época de vendas do ano, o Natal

• Estimativa é que o e-commerce brasileiro cresça 40% neste Natal, época que concentra 16% de todas as transações realizadas no ano

Que o Natal é a melhor data do ano para o varejo em geral, até aí nenhuma novidade. Mas o comércio convencional tem enfrentado cada vez mais a concorrência das lojas virtuais, cujas vendas nessa época do ano, desde 2003, crescem sempre acima dos dois dígitos, de acordo com o e-bit. E, segundo estimativas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o e-commerce brasileiro vai crescer 40% neste Natal, época que concentra 16% de todas as transações realizadas no ano. Para dar uma idéia, as três semanas que antecedem o dia 25 de dezembro equivalem a oito semanas de um período normal. Fica evidente a importância das lojas virtuais se prepararem muito be m para aproveitar o “boom” das vendas nessa época.

Mas como aproveitar o Natal para faturar mais e não frustrar o consumidor ou, pior, perder a confiança em sua loja? “Sempre ansiosos, as pessoas que moram nos grandes centros urbanos tendem a não voltar a comprar em sites que não entregam no prazo”, afirma o diretor de Logística da TGestiona (www.tgestiona.com.br), empresa do Grupo Telefônica, Marcelo José de Sousa.

Especialista em entrega, principalmente, de produtos eletroeletrônicos para o consumidor final, pelo atendimento a grandes operadoras de telefonia, varejistas e fabricantes, “a TGestiona tem uma média histórica de 98% de performance de entrega no prazo na região Sudeste, enquanto o mercado trabalha com índice de 80% de pontualidade”, comemora Sousa.

Além do alto índice de eficiência na entrega, a empresa do Grupo Telefônica presta outros tipos de serviços que tornam-se verdadeiros “agrados” para o consumidor, como a instalação e a configuração de TVs de LCD, telefones móveis e computadores, de acordo com a necessidade do comprador.

“Frustrar um cliente que aguarda com ansiedade a sua compra, nesse caso, um presente de Natal para uma pessoa querida, no prazo prometido é algo impensável para as lojas virtuais e tradicionais e para nós que realizamos a logística dos produtos vendidos por elas”, desabafa Sousa, da TGestiona.

Todos os releases desta empresa estão disponíveis no site da Versátil Comunicação: http://www.versatilcomunicacao.com.br/versa/imprensa.asp

SOBRE A TGESTIONA (www.tgestiona.com.br)
Presente no Brasil desde o ano 2001, a empresa do Grupo Telefônica, com faturamento de cerca de R$ 213 milhões anuais, presta serviços nas áreas de logística, outsourcing e gestão de terceiros. Além das companhias do grupo (Vivo, Atento, Terra, Fundação Telefônica etc.), a TGestiona tem entre seus clientes empresas como Lenovo, Dell, Positivo, ZTE, L’Occitane, Motorola, Samsung e Sony Ericsson. Emprega 1,6 mil funcionários no Brasil e está presente em quatro outros países: Espanha, Peru, Argentina e Chile.

Fonte: Segs.com.br

E-consumidor não perdoa atraso na entrega

 
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