quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O desenvolvimento do setor de compras online e das lojas virtuais no Brasil é incontestável. Mas pouco se sabe, ainda, sobre o perfil dos clientes. O IBOPE Mídia, por meio de uma pesquisa exclusiva com internautas, o TG.net, traçou um amplo perfil do consumidor de e-commerce brasileiro.

O estudo analisou dados demográficos e comportamentais dos consumidores, suas preferências, opiniões e atitudes e o que pretendem comprar. Segundo a pesquisa, o consumidor eletrônico ainda está situado, predominantemente, na classe AB, tem grau mais alto de escolaridade, compra produtos de uso pessoal e gasta, em média, R$ 118 por mês.


Perfil do cliente e-commerce
A classe AB é responsável por 61% do total do e-commerce, a classe C, responde por 35% dos consumidores virtuais e a classe DE representa 4%. A parcela compreendida entre os 25 e 44 anos de idade é a maioria entre os consumidores das lojas virtuais, sendo 48% da população que realiza compras pela internet. O estudo mostra, também, que 15% dos consumidores têm entre 15 e 19 anos e 17% entre 20 e 24 anos. Outros 13% têm de 45 a 54 anos e apenas 6% têm entre 55 e 64 anos. A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos.

Os homens estão mais habituados a comprar pela internet: 54% ante 46% das mulheres.

A parcela de solteiros também é mais representativa (49% na comparação com os casados – 41%). O estudo revelou, ainda, que 36% estão matriculados em instituições de ensino e até 32% falam uma segunda língua.

As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo respondem por 37% do total dos compradores.


Preferências
Cerca de 80% dos internautas usam a internet para comparar preços, 25% buscam um carro novo e 18% realizam compras profissionais. Cerca de 43% dos internautas costumam recorrer à internet antes de realizar compras e, se o produto tiver valor superior a R$ 1.500, é na web que buscarão mais informações.

Mais de 66% dos consumidores online realizaram de uma a cinco compras nos últimos seis meses e 30% gastaram, pelo menos, R$ 224.

Entre os produtos preferidos por esses consumidores estão: livros (30%), telefones e acessórios para celulares (20%), eletrodomésticos (18%) e produtos de tecnologia pessoal (17%), como câmeras digitais, leitores de MP3.
Nos próximos seis meses, 25% pretendem comprar câmera digital, 17% telefone celular 3G, 17% telefone celular com câmera e 15% iPhone.


Metodologia
O TG.net é uma pesquisa online realizada com 2.500 internautas do Brasil. Fusionada com a base regular do Target Group Index, permite um banco único, com um universo de mais de 61 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos.

O levantamento foi realizado entre maio e junho de 2010, nos mercados de: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Distrito Federal (DF), além de Goiânia, Nordeste, São Paulo Interior e Interior do Sul e Sudeste.

Fonte: AdNews

Brasileiro gasta R$ 118 por mês com e-commerce

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O vendedor deve considerar o risco como parte do negócio, medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo.



Por Sandra Turchi*

O tema segurança na internet está sempre em pauta. Há diversas preocupações, como acesso a conteúdos inapropriados por crianças e adolescentes, assédio sexual, golpes dos mais diversos tipos, enfim, são muitas as questões pertinentes.

Neste artigo, abordarei, especificamente, as fraudes relacionadas ao e-commerce na visão do lojista.

O índice de fraudes no comércio eletrônico, no Brasil e no mundo, gira em torno de 1,2% do total das receitas do setor. Já foi maior e vem apresentando queda. No cenário internacional, há países que evitam transacionar com outros, segundo pesquisa da empresa americana CyberSource, devido aos altos índices de fraudes. Há, inclusive, um ranking de países menos seguros, liderado pela Nigéria e no qual o Brasil figura em sétimo lugar.

As fraudes no mundo, segundo essa pesquisa, contabilizam em torno de US$ 10 bilhões ao ano e, no Brasil, representam aproximadamente US$ 500 milhões.

Os comerciantes no mundo real já lidam com fraudes no seu dia a dia, tais como cheques e cartões de crédito roubados e cheques sem fundo, entre outras. No caso do comércio virtual, há esses riscos e alguns outros, devido ao fato de não haver certezas com relação à identidade do comprador e à veracidade das informações fornecidas. Esse é o tipo de fraude mais comum, ou seja, a compra de um bem ou serviço por meio de um meio de pagamento fraudulento, principalmente os cartões de crédito.

Qual é o caminho, então? Perder a venda? O vendedor deverá considerar o risco como parte do negócio, ou seja, não há negócios sem risco. Sendo assim, ao ter consciência disso, ele deverá medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo. Por outro lado, obviamente, deverá lançar mão de estratégias que reduzam esse risco e suas perdas.

Para isso, há basicamente dois caminhos possíveis. Um, mais prático e um pouco mais caro, é terceirizar a operação para empresas especializadas atuantes no setor. São os chamados gateways de pagamentos, que funcionam como um intermediário e que fazem toda a análise do crédito. Isso gera maior segurança para quem compra e para quem vende. Há algumas empresas, nesse segmento, que são bem conhecidas: PagSeguro UOL, Pagamento Seguro, Mercado Pago, PayPal, Moip, entre outras. Essa opção é a ideal para pequenas empresas, com pouca ou nenhuma estrutura interna disponível.

Outro caminho é a empresa criar uma estrutura própria. Para isso, deverá focar na identificação do comprador e de suas fontes de pagamento. Além disso, o processo não poderá ser demorado. Sendo assim, é interessante o uso de ferramentas automáticas de scoring ou de detecção de sinais de fraudes. Em caso de suspeitas, algumas medidas serão necessárias, como validação do nome e CPF na Receita Federal e validação dos dados com sistemas de proteção ao crédito, além de validações ativas, quando se entra em contato direto com os clientes.

Com o aumento da profissionalização do e-commerce no país, podemos observar que o cenário tem melhorado e apresentado cada vez mais segurança para todos os participantes do processo de compras.

* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP - Associação Comercial de SP - e do SCPC - Serviço Central de Proteção ao Crédito, Coordenadora do curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM e VP de Marketing da ABRAREC
www.sandraturchi.com.br
@sandraturchi


Fonte: Pequenas Empresas & Grande Negócios

Previna-se contra fraudes no comércio eletrônico

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Na quarta-feira (01/12/2010) recebemos o Robson Campos, responsável pela área comercial do MercadoPago, que apresntou as principais funcionalidades, recursos e números do sistema.

Com mais de seis anos de trajetória no Brasil, o MercadoPago é uma das plataformas de pagamentos online mais importantes do mercado nacional. Trata-se de um serviço seguro e de rápida implantação, que agrupa diversas formas de pagamento online, incluindo os principais cartões de crédito e várias opções de parcelamento.

Foram apresentados os detalhes da integração do MercadoPago com o FastCommerce e como implementá-lo facilmente em sua loja virtual.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra do MercadoPago: Todos os cartões em sua loja AGORA!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Com previsão de faturamento de R$ 15 bilhões até o final do ano, as vendas online devem ser 40% maiores do que em 2009



Estudo da Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico (camara-e.net) mostra que as vendas do setor chegarão a R$ 15 bilhões até o final do ano, aumento de 40% em relação a 2009. Pela primeira vez, a receita anual do e-commerce será maior do que do comércio tradicional na região metropolitana de São Paulo, que, segundo números da Fecomércio-SP, deve fechar 2010 com receita de R$ 11 bilhões.

Essa não é a primeira vez que as vendas eletrônicas superam o comércio tradicional. A Fecomércio e a e-Bit divulgaram um estudo que mostra que os sites faturaram R$ 7,8 bilhões no primeiro semestre deste ano, contra R$ 7,2 bilhões dos shoppings centers da Grande São Paulo no mesmo período. Os itens mais procurados pelos 23 milhões de consumidores online são eletrônicos, artigos de informática, eletrodomésticos e livros. O tíquete médio varia entre R$ 346 e R$ 370.

Outro estudo, encomendado pela Visa para a América Economia Intelligence, mostra que o comércio eletrônico cresceu 170% entre 2007 e 2009. É a maior expansão da América Latina e do Caribe, região que viu as vendas online aumentarem, em média, 39%. De acordo com o estudo, a estimativa é de que o comércio eletrônico chegue a R$ 36 bilhões em 2011, ou 61% do market share da América Latina.

Alguns fatores explicam o crescimento do comércio eletrônico no Brasil: maior base instalada de computadores, mais pessoas com acesso à internet de alta velocidade, aumento no número de usuários de cartão de crédito e investimentos de grandes varejistas. Alguns fenômenos da internet contribuíram para esse crescimento. Um exemplo são os clubes de compra coletiva, que oferecem produtos com até 90% de desconto.

Fonte: IG - Comércio e Serviços

Vendas online superam varejo tradicional em São Paulo

No dia 24/11/2010 recebemos a Iris Lo-Buono, responsável pelo Relacionamento e Assertividade da ClearSale, para uma apresentação sobre análise de fraudes nas vendas não presenciais efetuadas em lojas virtuais.

A ClearSale é uma empresa referência em gestão de risco na Internet, que desenvolve ferramentas anti-fraude para monitorar as vendas efetuadas com cartão de crédito nas lojas virtuais, com o objetivo de converter mais vendas para o bom cliente e evitar perdas financeiras.

Foram apresentados os benefícios da nova integração do FastCommerce com o t-ClearSale, que tem como diferencial a gestão total com entrega da decisão final: aprovar ou não aprovar a venda.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra online com a ClearSale: Como evitar fraudes em transações eletrônicas

Que tal aderir à onda dos super-descontos e aumentar o número de vendas em sua loja virtual?

Com o MilhoAzul.com isso pode ser feito de forma simples e gratuita:

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Deixe conosco a divulgação, que será feita na home do shopping, que recebe milhões de visitantes por mês.

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1) Serão apresentados 12 produtos de cada vez, e somente um produto por loja.

2) Terão maior divulgação os produtos que tiverem o menor prazo de término da promoção e a maior diferença percentual entre o preço normal e o preço promocional.

3) Promoções que terminarem em menos de 30 minutos não serão mais exibidas.

4) Na ficha do produto escolhido, é necessário informar o preço normal, o preço promocional, a data e hora de início e de término da promoção. Selecione "Milho Azul" no campo Exclusivo.

Vamos lá? Ficou em dúvida se vale a pena?

Acesse nossa Sala de Imprensa e assista o vídeo da palestra que realizamos no dia 19/11/2010 sobre essa novidade do MilhoAzul.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Seus produtos na home do MilhoAzul!

SÃO PAULO - Relatório da comScore, consultoria especializada na mensuração de tráfego online, apontou que 88% das mulheres latinas fazem compras online de forma complementar às compras tradicionais.
Em relação aos homens, o índice cai para 79%. A pesquisa entrevistou cerca de 800 pessoas no Brasil, México, Argentina, Chile e Peru.
“Em relatação a outras regiões globais, o comércio virtual na América Latina ainda está engatinhando, mas os consumidores estão mostrando fortes indícios de adesão a esse tipo de compra”, disse Alejandro Fosk, vice-presidente da comScore na América Latina.
“Com 3 de cada 5 usuários da Internet na América Latina visitando sites de compra a cada mês, fica claro que os consumidores tem interesse em comércio virtual. Para converter esses visitantes em compradores, os comerciantes precisam considerar as preocupações dos consumidores ao fazer compras online para ajudar no crescimento da indústria de comércio virtual em seu completo potencial nessa região”, completou ele.
A segurança ainda é o principal empecilho apontado pelos usuários na hora de realizar uma compra online. 68% das mulheres e 48% dos homens assumiram ter algum receio na hora de fazer realizar uma ação.
A preferência pela compra presencial é o segundo quesito que mais impede a realização de compras online, seguida das opções de pagamento, os custos do frete e da seleção dos produtos.
Apesar dos empecilhos, 94% dos usuários brasileiros que visitam sites de comércio eletrônico fazem compras online.
Fonte: INFO Online

Mulheres compram online mais do que homens

Segundo pesquisa, data marca dia de liquidações em lojas virtuais.
Vendas superaram US$ 1 bilhão pela primeira vez em apenas um dia.

As vendas no varejo on-line dos Estados Unidos na última segunda-feira (29) atingiram sua máxima histórica, ultrapassando US$ 1 bilhão pela primeira vez em apenas um dia, segundo o grupo de estudos comScore.
A data, primeira segunda-feira após o feriado de Ação de Graças nos EUA e conhecida como “Cyber Monday”, marca um tradicional dia de liquidações nas lojas virtuais. A Amazon e o eBay devem ser os maiores beneficiários do salto nas vendas.
Conforme a pesquisa, os consumidores americanos gastaram um total de US$ 1,028 bilhão na internet na segunda-feira, 16% a mais que um ano antes. O gasto médio por compra também subiu 10%, para US$ 60,05, enquanto que o total de transações cresceu 6%, para 17,1 milhões.
Desde o começo da temporada de vendas de Natal, as vendas no varejo on-line nos EUA já chegaram a US$ 13,55 bilhões, alta de 13% sobre 2009, de acordo com a pesquisa.

Fonte: G1

Vendas on-line nos EUA atingem máxima histórica na segunda-feira

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O Brasil é o quinto País que mais acessa redes sociais, segundo o comScore, em agosto deste ano. As redes de relacionamentos tornam-se cada vez mais fortes e passam a ser um fator de influência no comércio eletrônico (e-commerce). Dados do e-Bit afirmam que 20 milhões de internautas já fazem compras pela internet até o primeiro semestre deste ano, o que representa 40% de crescimento do e-commerce se comparado a 2009.

A expectativa é fechar o ano com faturamento de R$ 14,3 bilhões em 2010, alcançando 23 milhões de e-consumidores. Os clientes virtuais estão cada vez mais confiantes em realizar compras pela internet. Segundo dados da WebShoppers, o índice de satisfação dos consumidores brasileiros com o comércio virtual atingiu 86% no primeiro semestre deste ano.

Um estudo do Sophia Mind aponta que 63% dos brasileiros só compram depois de consultar as redes sociais. Embora inicialmente as redes sociais fossem usadas apenas para encontrar pessoas e entrar em contato com os amigos, atualmente estes pontos de encontro virtuais começam a ser vistos também como uma grande oportunidade de fazer negócios pela internet.

A tendência do mercado atual é que as pessoas compartilhem ideias, elogios, críticas às marcas e aos produtos através dessa ferramenta. E as empresas precisam estar prontas para aproveitar o conteúdo gerado espontaneamente pelo próprio cliente. As redes de relacionamento vêm se tornando não apenas um canal de acesso as lojas virtuais, mas principalmente uma oportunidade de divulgar a marca para os internautas que ainda não fizeram a primeira compra on-line.

Os consumidores de e-commerce que utilizam as ferramentas das redes sociais ao comprar pela internet possuem um perfil diferenciado. Se no comércio eletrônico, as compras estão divididas igual entre homens e mulheres, a influência das redes de relacionamento é mais forte no gênero feminino. Pesquisas do e-bit apontam que 55% dos internautas que fizeram uma compra pela internet influenciados por esses meios são mulheres.

Os compradores pela internet e que se utilizam destas redes também são sete anos mais jovens. Este consumidor tem em média 34 anos, contra 41 que não utiliza as ferramentas sociais. A pesquisa ainda mostra que 65% dos internautas sociais que realizam compras pela web são light users, ou seja, possuem uma frequência baixa de compra. A renda desses consumidores é 10% inferior aos clientes de e-commerce em geral.

O Social Commerce, como é conhecida essa prática, está além de converter o número de acessos em rede sociais em vendas. Gerar conteúdo e compartilhar informações é a maior tendência da internet atualmente. Nas redes de informação, reclamações, sugestões e desejo dos clientes oferecem às marcas uma base de dados que pode se transformar em excelentes estratégias para o negócio. É um ambiente novo criado pelo próprio consumidor de forma espontânea.

O cliente, além de consumir o produto, difunde a marca e promove mais credibilidade para a empresa nos canais comunicação. É um institucional criado pelos e-consumidores e não mais pela marca. A participação do usuário gera o novo conteúdo que abastece as redes segundo a segundo.

Uma notícia ou informação se propaga através das conversas entre as pessoas. Mas o boca a boca se tornou high-tech, e nas redes sociais, as informações são amplificadas, discutidas e repassadas rapidamente. Da mesma forma, que um elogio de um consumidor pode atingir milhões de pessoas, uma avaliação negativa a marca pode também se tornar um vírus de insatisfação que se propaga na mesma velocidade.

As empresas precisam não só saber o que estão falando da sua marca, como também transformar em algo positivo para a empresa. As companhias inseridas na web passam a ter a necessidade de usar adequadamente as redes como ferramenta de marketing promocional, acompanhando as comunidades e aprimorando seus serviços a partir delas. As ações das empresas também precisam ser diferenciadas. As estratégias utilizadas nas mídias tradicionais não necessariamente serão aceitas pelos internautas.

A pesquisa da consultoria Deloitte aponta que 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. As redes sociais não são mídias de massa e o trabalho com redes sociais pode levar tempo. Um trabalho a ser realizado de forma diferenciada e de médio a longo prazo. Uma rede de relacionamentos é também de amigos e é preciso conquistá-los. Não são apenas consumidores. São pessoas e leva-se algum tempo para adquirir confiança.

Fonte: DCI - Comércio, Indústria & Serviços

Poder de influência das redes sociais

 
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