terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Escrito por Juliana Gonçalves

Nos últimos dez anos, o comportamento da sociedade em relação ao comércio de produtos eróticos mudou radicalmente. Em 2010, de acordo com dados preliminares da Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), o mercado de produtos eróticos e sensuais cresceu 17%, contra 15% no ano anterior.

O setor ganha fôlego na carona das vendas de lingeries, cosméticos sensuais e similares.
Antes, um mercado que pertencia em sua maioria a homens solteiros, passou a ser dominado pelo público feminino, por mulheres solteiras e casadas, que buscam nos acessórios sensuais, novas formas de apimentar o relacionamento.

Segundo levantamento da Abeme, em 2004 elas representavam 31% dos clientes de lojas eróticas virtuais. Em 2009, esse número subiu para 42% e em 2010 para 70%. A preferência na compra são cosméticos íntimos, lingeries e vibradores.

De acordo com Paula Aguiar, presidente da Abeme, há mais de 10 mil consultores trabalhando com produtos eróticos no Brasil, isso sem contar aqueles que vendem também artigos não-eróticos.

Quando se fala em loja virtual, o destaque fica com A Loja do Prazer, a maior do mundo online no Brasil, segundo a Abeme. Em 2010, a Loja do Prazer cresceu 40%, aumentou o número de funcionários e mudou para uma estrutura três vezes maior que a anterior. Para o proprietário Daniel Passos "o mercado de produtos sensuais ganhou itens novos e diferenciados, muito com apelo romântico e menos erótico", declara.

O portal oferece mais de 11 mil produtos, vende 8 mil pedidos por mês e em datas comemorativas como Dia dos Namorados e Natal, esse número chega aos 10 mil.

No entanto, mesmo com esses números consideráveis, a participação da categoria em volume de pedidos, no primeiro semestre de 2010, não chegou a 1%, segundo a e-bit, empresa referência no fornecimento de informações sobre e-commerce nacional.


Raio-X do setor

O mercado de produtos eróticos no Brasil cresce em ritmo acelerado, cerca de 15% ao ano. Seguem alguns dados desse mercado fornecidos pela ABEME - Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual:

- Movimenta por ano 1 bilhão de reais;
- 70% dos consumidores são mulheres;
- Emprega mais de 50.000 pessoas;
- 30 fabricantes;
- 50 distribuidores;
- 15 importadores;
- 1000 lojas físicas;
- 650 lojas virtuais;
- 3.000 vendedoras domiciliares;
- Mais de 500 sites adultos;
- Mais de 120 publicações impressas;
- 5 produtoras de filmes.

Fonte: Revista no Varejo

Mercado de produtos sensuais cresce 15% ao ano

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

2011 será o ano do comércio eletrônico finalmente transpor fronteiras, segundo análise da Forrester. Em 2010, alguns varejistas já começaram este movimento, como a Gap que lançou seu site no Reino Unido e China, ou a Zara que lançou operações de ecommerce em seis países da Europa.

Por mais que Canadá e Reino Unido ainda estejam no topo da lista de destinos mais procurados por varejistas online americanos, os mercados emergentes prometem agitar 2011.

Uma pesquisa da McKinsey indica que mais de 75% das empresas pesquisadas esperam ver lucros advindos de suas operações em mercados emergentes nos próximos cinco anos – metade delas espera que esse lucro represente acima de 25% do total.

Segundo a analista da Forrester, Zia Daniell Wigder algumas tendências de ecommerce são esperadas para 2011:

• As opções de frete internacional vão aumentar – Várias soluções tecnológicas que estão chegando ao mercado vão facilitar o envio de produtos pelo mundo. Esta ainda permanece de longe uma das maneiras mais populares para os varejistas online americanos atingirem consumidores internacionais, revelou pesquisas da Forrester.

• Antes de expandir, é preciso melhorar a infraestrutura interna - Investir em novos mercados pode ser uma estratégia tudo-ou-nada, com empresas se desfocando de seu mercado doméstico para investir muito em novos locais. Mas o ideal mesmo é aumentar a eficiência e infraestrutura interna antes de almejar o que atrás da fronteira. Ainda: antes de entrar com tudo, vale antes usar a tática do tópico anterior, de oferecer entrega via frete para entender o novo mercado.

• Os departamentos que cuidam da expansão do ecommerce serão centralizados - Muitos se fala sobre administrar localmente empresas multinacionais. Fato é que hoje sabe-se que os modelos mais eficientes são uma mescla de regional com global, mas com uma administração centralizada. Muitas empresas americanas tinham a tarefa de se adaptar ao mercado local para entender desejos e necessidades e responderam a isso com escritórios locais, o que resultou em desencontros administrativos. As novas estratégias de expansão internacional têm tentado uma nova forma de modelo centralizado que usa a tecnologia para entender as nuances de cada mercado global.

• A China estará no topo da maioria das iniciativas de expansão na web - Nos últimos dois anos, a maioria dos executivos marcava Japão como o melhor destino de iniciativas de ecommerce na Ásia. Agora a China tomou seu lugar. Com a maior população online do mundo – um mercado de quase US$ 50 bilhões, que cresce acima de 25% ao ano - a China tornou-se o único país capaz de rivalizar com os EUA no longo prazo.


• O Brasil está no radar da expansão – O país é frequentemente citado como um dos mais promissores, e curiosamente os maiores investimentos de ecommerce vem exatamente de varejistas locais. Alguns varejistas online americanos, entretanto, tem anunciado a abertura de sites no país para atender demanda interna. Walmart lançou a tendência em 2008, em 2010 Sephora comprou 70% do brasileiro Sack’s. Os próximos 12 meses devem aumentar o interesse nesse mercado que cresce acelerado.


Escrito por Ticiana Werneck - http://www.revistanovarejo.com.br/inovacao/tendencias/1282--2011-ecommerce-em-expansao-internacional

2011: Ecommerce em expansão internacional

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

SÃO PAULO – A chegada das classes C e D na internet modificou o perfil de compras do consumidor brasileiro na rede, segundo aponta estudo realizado pela plataforma digital MoIP.

Uma das evidências, conforme o levantamento, é o aumento do tíquete médio na web - R$ 295 na primeira metade do ano passado -por conta da mudança na cesta de compras do consumidor, que passou a adquirir mais produtos de maior valor agregado, como informática e departamentos.

“O crescimento das transações que foi alcançado no primeiro semestre de 2010 supera algumas expectativas. Nosso mercado é muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar por melhores ofertas, serviços e qualidade”, avalia o CEO da MoIP Pagamentos, Igor Senra.

Produtos

No primeiro semestre de 2010, o aumento do poder aquisitivo da população brasileira, a facilidade do crédito e os incentivos governamentais levaram o setor de informática a responder por 71% das vendas feitas por meio da rede.

Um ano antes, em 2009, o setor respondia por apenas 3,43% das transações, ocupando a quinta posição.

Fonte: InfoMoney

Chegada das classes C e D na web muda perfil de compras online

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ascensão de novos consumidores aquece o mercado no Natal.



Os integrantes da classe C são os que mais compram produtos atráves do e-commerce, representando 52% desse mercado, segundo uma pesquisa realizada pela plataforma digital MoIP.

A classe D também aumentou sua participação no mercado, sendo 29% do total. Com a ascensão desses grupos, o mercado tornou-se mais acessível para todos, fazendo com que o Natal desse ano seja considerado o melhor dos últimos 10 para os comerciantes.

Esse grupo de novos consumidores é formado principalmente por pessoas de faixa etária adulta, nascidos antes da internet, e por jovens da geração digital.

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Fonte: Administradores.com.br

Mais da metade dos e-consumidores são da classe C

As vendas do comércio eletrônico brasileiro somaram R$ 2,2 bilhões entre 15 de novembro e 24 de dezembro, segundo a consultoria e-bit. O valor representa um crescimento de 40% sobre o Natal do ano passado, quando o faturamento foi de R$ 1,6 bilhão no mesmo período.

Ao todo, foram feitos mais de 6 milhões de pedidos de bens de consumo em lojas virtuais de todo o país.

“Mais uma vez notamos uma franca evolução do e-commerce no Natal. Essa data é uma grande aliada para o setor, contribuindo com grande fatia do faturamento. Por essa razão, em 2010 exaltamos o melhor natal de todos os tempos no comércio eletrônico”, afirmou, em nota, o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.

Os eletrodomésticos lideraram as vendas, seguidos por informática e saúde, beleza e medicamentos. Livros e eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocação, respectivamente, completando o ranking de volume de pedidos para o referido período.

Fonte: G1

Vendas do comércio eletrônico no Natal cresceram 40%, diz consultoria

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Para terminar com chave de ouro nosso ciclo de palestras online de 2010, fizemos uma apresentação especial sobre SEO no FastCommerce.

SEO (Search Engine Optimization) é o conjunto de técnicas para melhorar o posicionamento nos resultados naturais em sites de busca.

Aparecer com destaque nos sites de busca (Google, Yahoo!, Bing, etc) é o objetivo de 10 entre 10 sites. O ideal é que isto ocorra nas buscas não pagas (naturais), ou seja, nos resultados que aparecem logo abaixo dos "links patrocinados" e que não precisam de constantes investimentos.

O FastCommerce permite o uso de diversas técnicas de SEO para melhorar o posicionamento nos resultados naturais dos principais sites de
busca. No evento apresentamos essas técnicas e mostramos como implementá-las em sua loja no FastCommerce.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar o conteúdo apresentado.

Palestra gratuita online: SEO é o céu!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Entre outras dicas, a cartilha ensina o internauta a fazer o passo a passo de uma compra segura, começando pelo PC em que efetuará a aquisição.



A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico criou uma "cartilha virtual" para orientar as compras de Natal dos internautas. "Percebemos que grande parte dos comentários dos e-consumidores vinham em forma de dúvidas muito simples sobre a utilização do comércio eletrônico. Todos estes questionamento foram abordados na cartilha de forma didática e neutra", explica Leonardo Palhares, coordenador do comitê jurídico da camara-e.net.

Entre outras dicas, a cartilha ensina o internauta a fazer o passo-a-passo de uma compra segura, começando pelo computador onde efetuará a compra, que deve sempre estar com seu antivírus atualizado. Muitos internautas também se esquecem de verificar a segurança da conexão. "Algumas pessoas possuem internet sem fio em casa e não colocam senha, deixando seu computador completamente vulnerável a uma possível invasão", explica Palhares.

Outras dúvidas podem ser esclarecidas no tutorial, como verificação do carrinho de compras, se existe segurança na página onde o e-consumidor vai digitar seus dados cadastrais, informações para o pagamento e, por fim, a necessidade de guardar o número do pedido para poder acompanhar sua compra.

Durante a navegação na cartilha, o e-consumidor poderá passar o mouse sobre "etiquetas" vermelhas que exibem explicações sobre pontos como: central de atendimento, preço, descrição técnica, selos de segurança, entre outras.


e-Natal

A camara-e.net espera um forte crescimento do comércio eletrônico neste Natal. Época do ano em que o varejo on-line e off-line fica mais aquecido, o Natal deve registrar um crescimento da ordem de 40% no e-comércio. "O faturamento das vendas on-line do segmento do e-varejo deve superar R$ 15 bilhões em 2010 e a previsão de crescimento para o último trimestre é de R$ 3,3 bilhões", prevê Manuel Matos, presidente da camara-e.net. O número de e-consumidores também deve crescer em 2010, passando de 17 milhões, em 2009, para 23 milhões neste ano.

Seguindo a mesma tendência de 2009, os produtos de informática e eletrônicos devem ser destaque de vendas, seguidos por livros, CD´s e DVD´s, os últimos na quantidade de itens vendidos. Os e-varejistas estão se preparando para atender o crescimento da demanda que ocorre nesta época do ano. "Nas três semanas que antecedem o Natal, o e-varejo vende o volume equivalente a oito semanas médias e o ticket médio de 2009 foi de R$ 346,00", explica Matos.

Fonte: IDG Now!

Câmara de Comércio Eletrônico lança cartilha para orientar compras na web

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O desenvolvimento do setor de compras online e das lojas virtuais no Brasil é incontestável. Mas pouco se sabe, ainda, sobre o perfil dos clientes. O IBOPE Mídia, por meio de uma pesquisa exclusiva com internautas, o TG.net, traçou um amplo perfil do consumidor de e-commerce brasileiro.

O estudo analisou dados demográficos e comportamentais dos consumidores, suas preferências, opiniões e atitudes e o que pretendem comprar. Segundo a pesquisa, o consumidor eletrônico ainda está situado, predominantemente, na classe AB, tem grau mais alto de escolaridade, compra produtos de uso pessoal e gasta, em média, R$ 118 por mês.


Perfil do cliente e-commerce
A classe AB é responsável por 61% do total do e-commerce, a classe C, responde por 35% dos consumidores virtuais e a classe DE representa 4%. A parcela compreendida entre os 25 e 44 anos de idade é a maioria entre os consumidores das lojas virtuais, sendo 48% da população que realiza compras pela internet. O estudo mostra, também, que 15% dos consumidores têm entre 15 e 19 anos e 17% entre 20 e 24 anos. Outros 13% têm de 45 a 54 anos e apenas 6% têm entre 55 e 64 anos. A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos.

Os homens estão mais habituados a comprar pela internet: 54% ante 46% das mulheres.

A parcela de solteiros também é mais representativa (49% na comparação com os casados – 41%). O estudo revelou, ainda, que 36% estão matriculados em instituições de ensino e até 32% falam uma segunda língua.

As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo respondem por 37% do total dos compradores.


Preferências
Cerca de 80% dos internautas usam a internet para comparar preços, 25% buscam um carro novo e 18% realizam compras profissionais. Cerca de 43% dos internautas costumam recorrer à internet antes de realizar compras e, se o produto tiver valor superior a R$ 1.500, é na web que buscarão mais informações.

Mais de 66% dos consumidores online realizaram de uma a cinco compras nos últimos seis meses e 30% gastaram, pelo menos, R$ 224.

Entre os produtos preferidos por esses consumidores estão: livros (30%), telefones e acessórios para celulares (20%), eletrodomésticos (18%) e produtos de tecnologia pessoal (17%), como câmeras digitais, leitores de MP3.
Nos próximos seis meses, 25% pretendem comprar câmera digital, 17% telefone celular 3G, 17% telefone celular com câmera e 15% iPhone.


Metodologia
O TG.net é uma pesquisa online realizada com 2.500 internautas do Brasil. Fusionada com a base regular do Target Group Index, permite um banco único, com um universo de mais de 61 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos.

O levantamento foi realizado entre maio e junho de 2010, nos mercados de: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Distrito Federal (DF), além de Goiânia, Nordeste, São Paulo Interior e Interior do Sul e Sudeste.

Fonte: AdNews

Brasileiro gasta R$ 118 por mês com e-commerce

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O vendedor deve considerar o risco como parte do negócio, medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo.



Por Sandra Turchi*

O tema segurança na internet está sempre em pauta. Há diversas preocupações, como acesso a conteúdos inapropriados por crianças e adolescentes, assédio sexual, golpes dos mais diversos tipos, enfim, são muitas as questões pertinentes.

Neste artigo, abordarei, especificamente, as fraudes relacionadas ao e-commerce na visão do lojista.

O índice de fraudes no comércio eletrônico, no Brasil e no mundo, gira em torno de 1,2% do total das receitas do setor. Já foi maior e vem apresentando queda. No cenário internacional, há países que evitam transacionar com outros, segundo pesquisa da empresa americana CyberSource, devido aos altos índices de fraudes. Há, inclusive, um ranking de países menos seguros, liderado pela Nigéria e no qual o Brasil figura em sétimo lugar.

As fraudes no mundo, segundo essa pesquisa, contabilizam em torno de US$ 10 bilhões ao ano e, no Brasil, representam aproximadamente US$ 500 milhões.

Os comerciantes no mundo real já lidam com fraudes no seu dia a dia, tais como cheques e cartões de crédito roubados e cheques sem fundo, entre outras. No caso do comércio virtual, há esses riscos e alguns outros, devido ao fato de não haver certezas com relação à identidade do comprador e à veracidade das informações fornecidas. Esse é o tipo de fraude mais comum, ou seja, a compra de um bem ou serviço por meio de um meio de pagamento fraudulento, principalmente os cartões de crédito.

Qual é o caminho, então? Perder a venda? O vendedor deverá considerar o risco como parte do negócio, ou seja, não há negócios sem risco. Sendo assim, ao ter consciência disso, ele deverá medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo. Por outro lado, obviamente, deverá lançar mão de estratégias que reduzam esse risco e suas perdas.

Para isso, há basicamente dois caminhos possíveis. Um, mais prático e um pouco mais caro, é terceirizar a operação para empresas especializadas atuantes no setor. São os chamados gateways de pagamentos, que funcionam como um intermediário e que fazem toda a análise do crédito. Isso gera maior segurança para quem compra e para quem vende. Há algumas empresas, nesse segmento, que são bem conhecidas: PagSeguro UOL, Pagamento Seguro, Mercado Pago, PayPal, Moip, entre outras. Essa opção é a ideal para pequenas empresas, com pouca ou nenhuma estrutura interna disponível.

Outro caminho é a empresa criar uma estrutura própria. Para isso, deverá focar na identificação do comprador e de suas fontes de pagamento. Além disso, o processo não poderá ser demorado. Sendo assim, é interessante o uso de ferramentas automáticas de scoring ou de detecção de sinais de fraudes. Em caso de suspeitas, algumas medidas serão necessárias, como validação do nome e CPF na Receita Federal e validação dos dados com sistemas de proteção ao crédito, além de validações ativas, quando se entra em contato direto com os clientes.

Com o aumento da profissionalização do e-commerce no país, podemos observar que o cenário tem melhorado e apresentado cada vez mais segurança para todos os participantes do processo de compras.

* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP - Associação Comercial de SP - e do SCPC - Serviço Central de Proteção ao Crédito, Coordenadora do curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM e VP de Marketing da ABRAREC
www.sandraturchi.com.br
@sandraturchi


Fonte: Pequenas Empresas & Grande Negócios

Previna-se contra fraudes no comércio eletrônico

 
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