segunda-feira, 20 de junho de 2011

Em 2010, quase um terço (33,02%) de todas as transações entre varejo e consumidores foram feitas eletronicamente, segundo a 13ª edição da Pesquisa FGV-EAESP. No caso de transações realizadas entre empresas, esse índice sobe pra quase dois terços do total, o que representa 65,25%. E, apesar das boas perspectivas nos negócios pela internet, ainda há um número muito grande de empresas online que desrespeitam os direitos do consumidor. Segundo o site Reclame Aqui, o volume de reclamações cadastradas no mês de dezembro de 2010, referentes a 14 lojas virtuais de maior operação no País, aumentou 320%, se comparado ao mesmo período do ano anterior.

Uma das razões pelo grande volume de reclamações sobre os sites de venda é a falta de preparo por parte do fornecedor. Se, por um lado, os custos em relação a ponto comercial físico, locais para estoque e funcionários são menores, por outro, a empresa deve investir em itens como atendimento e logística, principalmente para o cumprimento dos prazos. E, para evitar situações problemáticas entre a empresa e o consumidor, aqui estão os principais cuidados a serem tomados no ambiente virtual:
  • Aja sempre de acordo com a lei: A legislação que protege o consumidor no Brasil é uma das mais modernas e completas do mundo. O Código de Defesa do Consumidor é um verdadeiro manual de procedimentos, estabelecendo todos os critérios que a empresa deve seguir para evitar a insatisfação do consumidor e até problemas jurídicos. Sendo assim, o Código torna-se uma ferramenta a seu favor, sendo um aliado às suas atividades.
  • Forneça sempre informação adequada e precisa: A elaboração de manuais de compras, com todos os procedimentos descritos de forma clara e precisa, contendo informações como prazo de entrega e política de devolução, é essencial nessa relação. A linguagem deve ser simples e objetiva. O cumprimento dessas medidas também é essencial, ou seja, o fornecedor deve cumprir exatamente aquilo que descreve. Do contrário, irá gerar descredibilidade.
  • Garanta que os prazos sejam cumpridos: Há vários casos de sites que dispõem dos produtos, têm um marketing adequado e vendem muito bem, porém, na hora da entrega, a falha é evidente. Por isso, uma boa logística é essencial. Os prazos de entrega devem ser cumpridos à risca para que o consumidor não tenha a sensação de insegurança em relação ao fornecedor. Da mesma forma, quando houver uma devolução, o ressarcimento do valor ao consumidor deve ser imediato. Prazos longos para o ressarcimento geram desconfiança e desconforto ao consumidor, além de violar a legislação.
  • Atente-se ao crescimento ordenado: Muitas vezes, os empresários têm ideias criativas e até chegam a implementá-las, porém, sem a exata dimensão do que é necessário para colocá-las em prática. O resultado é um crescimento maior do que a empresa comporta, o que gera, na maioria das vezes, um resultado desastroso.
  • Aposte na responsabilidade social: O consumidor de hoje valoriza as empresas que investem nas questões sociais, entendendo essa postura como um sinal de ética e cidadania. E, para as empresas, atuar em prol de causas sociais é uma forma de aliar a sua imagem a questões politicamente corretas, proporcionando uma importante vantagem competitiva.
  • Encare um problema como oportunidade: Por mais que a empresa trabalhe com ética, transparência e de acordo com a lei, determinados problemas são inevitáveis. Nesses casos, reverta o problema a favor da sua empresa. Lidar com a situação de forma adequada, justa e atenciosa é a melhor maneira de minimizar o problema, além de evitar maiores constrangimentos, como reclamações em órgãos de proteção ao consumidor ou até mesmo processos judiciais. O consumidor se encanta com a empresa que reconhece seu erro e não poupa esforços para se redimir!
Elaborar um bom Plano de Negócios para estruturar e planejar todo o fluxo de venda é muito importante para evitar deslizes e surpresas ao longo das vendas de sua loja virtual. É muito importante informar e deixar muito claro para seu cliente o produto que está vendendo, o prazo de entrega, as garantias da compra e todas as leis que vigoram nas negociações pela internet.

Fonte: iMasters
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Você conhece os direitos do e-Consumidor?

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa do R$ 1,5 bilhão, e a participação da internet em relação a outras mídias - que hoje responde por pouco menos de 4,5% - saltaria para, no mínimo, 6,5% do bolo total de publicidade. Isso sem levar em consideração os investimentos em links patrocinados.

No que diz respeito ao número de pessoas com acesso à internet no Brasil, o IAB está prevendo que a população de internautas chegue a pouco mais de 81 milhões frente aos 73,7 milhões do ano passado.

O crescimento da publicidade na internet aqui no Brasil é natural e irreversível, à medida que cada dia mais pessoas passam mais tempo conectadas, seja em casa, no trabalho ou pelo celular. Da mesma forma que a atenção e o tempo dos consumidores migraram para os meios digitais, é necessário que as marcas também tenham sua presença na internet.

Mas será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? As marcas estão criando estratégias consistentes para acompanhar o ritmo dessa nova geração de pessoas que buscam, cada vez mais, se conectar, participar e compartilhar informações?

Somente alocar recursos para o digital, sem mudar o pensamento em relação ao comportamento do consumidor, pode fazer com que as marcas se percam na hora de fazer os investimentos. De nada adianta elas entrarem no mundo digital sem pedir licença, invadir as redes sociais e enviar mensagens indesejadas.

Sem entender as mudanças ocorridas no comportamento desse consumidor, as estratégias digitais estão fadadas ao fracasso. A solução para construir estratégias consistentes passa pelo entendimento de como esse consumidor interage e como ele manterá o relacionamento com a marca em todas as fases do processo de compra.

Atender esse consumidor nos canais corretos quando ele está buscando informações sobre o produto exigirá das marcas a geração de conteúdo relevante. Elas também poderão estimular que o consumidor crie conteúdo, seja permitindo que ele opine e participe do processo de criação de novos produtos ou dando sugestões para melhorar os que já existem.

É preciso estar à disposição do consumidor na fase em que ele estiver em busca do produto, sem deixar que ele tenha dúvidas, pois, caso contrário, ele entrará em contato com marcas concorrentes e que possuam uma presença digital mais consistente que a sua.

Após a compra, esse consumidor continuará interagindo com a marca através de opiniões próprias postadas nas redes sociais, lendo e compartilhando comentários de outros usuários ou ainda solicitando suporte online. A marca deve estar presente nessa fase, pois investir em ações publicitárias somente para vender, não dando continuidade ao relacionamento, acarretará em consumidores irritados e comentários negativos.

Vale ressaltar ainda que, independentemente das ferramentas que a marca esteja utilizando, falar de somente dela, sem abrir espaço para interação e feedback, pode não ser a melhor estratégia. No entanto, ao construir uma presença digital consistente, as marcas passam a entender melhor como o consumidor interage e quais são suas expectativas, podendo entregar uma experiência de consumo e interatividade cada vez melhor.

Além do volume investido em publicidade na internet, o que determinará o sucesso das marcas na utilização dos meios digitais está em como elas construirão essa presença, de maneira a entregar conteúdo, entretenimento e interatividade relevantes, que vão além dos anúncios estáticos e sem interação.
Quando o lojista vem até nós, tanto para esclarecer dúvidas sobre a plataforma pronta para loja virtual FastCommerce como para conhecer mais sobre o mundo da venda pela internet, recomendamos o planejamento do negócio antes de iniciar suas vendas pela web.
Assim o lojista evita surpresas durante a gestão de sua loja virtual, pois saberá um pouco mais sobre leis, impostos e até mesmo como se comunicar melhor com seus clientes e aumentar suas vendas.
Fonte: iMasters
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Presença digital: como implementar estratégias de marketing na web

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Seu negócio está no Twitter? Pois deveria estar. São mais de 200 milhões de usuários que enviam cerca de 65 milhões de mensagens por dia.

A sua empresa já tem um perfil no Twitter? Então crie já. O microblog tweetou seu caminho até o topo das redes sociais. São mais de 200 milhões de usuários que enviam 65 milhões de tweets por dia.
Mas alto lá. Se você ainda não aprendeu em outras redes sociais, o relacionamento com clientes nessas plataformas não é o mesmo que pessoalmente. Você precisa aprender tanto o uso do Twitter quanto como usá-lo para se comunicar de maneira efetiva com consumidores para obter sucesso.
Aqui estão oito dicas para começar na direção certa:
1 - Construindo uma lista de seguidores
Não importa o valor da comunicação via Twitter se não há leitores. Seus tweets são públicos e pesquisáveis de acordo com os tópicos específicos contidos em sua mensagem, mas você precisa construir uma lista de seguidores ativos que leiam seu conteúdo. Os seguidores no Twitter representam sua comunidade, são a audiência e com quem você se relaciona.
Se você é Ashton Kutcher, Charlie Sheen ou Lady Gaga, tudo que precisa fazer é criar uma conta no microblog e milhões de pessoas irão seguir seu perfil instantaneamente. Caso você não seja um megastar, e a maioria não é, você vai ter que se esforçar para conseguir isso. Comece convidando comunidades de clientes que você tenha.
Sua companhia tem site, blog, lista de contatos ou newsletter? Use todos os meios que você possui. Se seus clientes já têm conta no serviço, convide-os a seguir seu perfil. Você deve também incluir o endereço do Twitter da sua empresa na assinatura de seus e-mails, marketing de apoio ou qualquer tipo de exposição. Você pode até mesmo estimular os usuários com sorteio de prêmios ou desconto em serviços.
Parte da cultura do Twitter é que os usuários seguem de volta quem os segue. Clique no link de sugestões no Twitter “Who to Follow”. Ferramentas como o software Tweet Adder pode dar mais detalhamento de contas a serem seguidas. Use-a para selecionar usuários de companhias similares ou que compartilham interesses com seus serviços e então siga automaticamente esses internautas. Certo número de perfis devem segui-lo de volta. Mas antes disso, é claro, deixa a sua página no Twitter atraente com uma boa imagem de perfil e bio.
2 - Conheça as regras do relacionamento
Se você é novo, aprenda o básico. As melhores práticas do Twitter como direct messages, o uso do ”@” para responder a usuários e os retweets. As direct messages são particulares. Para enviá-las, basta colocar a letra “d” antes do nome de perfil do destinatário. Para conversar em tweets público é feito o mesmo procedimento, mas substituindo a letra “d” pelo “@”. Caso você queira reenviar uma mensagem de outro internauta, basta colocar o mesmo símbolo antes do nome do usuário e escrever as letras “RT” no começo do tweet. Você pode também pedir educadamente que seu público retweet suas publicações.
Essas práticas atraem a atenção dos seguidores, que podem ver que você está interagindo com eles. Para ter ter sucesso nessa ação, escreva uma mensagem curta antes de replicar a publicação de outro usuário. E fique atento a tweets sobre suas mensagens para manter uma conversa. Assim que aprender o básico, ferramentas com o Group Tweet permitem que você se comunique com grupos de usuários, mesmo via direct messages.
3 - Valorize a conversa
Um dos maiores erros que companhias cometem no Twitter - e nas redes sociais em geral - é tentar usá-lo para um marketing antiquado. O slogan que sua empresa usa em campanhas publicitárias na mídia pode se revelar falso no microblog.
O Twitter pode ser uma ferramenta importante de marketing, mas a rede social deve gerar conversação e agregar valor à marca. Você se promove por quem é, não pelo que diz ser. Você pode certamente usar o microblog como um meio para anunciar produtos ou serviços novos, mas seus tweets precisam valorizar o público para manter sua audiência interessada. Compartilhe informações relevantes sobre o seu setor, assim como dicas e conselhos e conversas em geral para motivar seus contatos a participar das discussões. Faça tweets divertidos e espirituosos, diga algo único. Se posicione como especialista em sua área e ofereça conselhos gratuitamente. É melhor divulgar opiniões próprias e pessoais do que apenas repetir o que os outros dizem.
4 - Encurte os links
Utilize ferramentas de encurtamento de link, como bit.ly e TinyURL para que seus links não utilizem todos os 140 caracteres do seu tweet. O bit.ly oferece também mensuração de acessos para monitorar o sucesso da sua publicação. Você pode analisar quantos cliques foram dados em cada link e qual foi mais popular, informação que você pode usar para descobrir o que funciona melhor.
5 - Enriqueça seus tweets com ferramentas de terceiros
Uma quantidade incrível de ferramentas e plug-ins para Twitter pode aumentar o valor do seu perfil. Apesar de a rede social ter sido criada como forma de serviço de SMS via internet, você pode ampliar o tamanho de suas mensagens e enviar outros tipos de arquivo. Comece usando o TwitPic ou o Yfrog para compartilhar fotos ou vídeos. Habilite estes serviços no seu smartphone para que você possam mostrar - e não apenas contar - a coisa engraçada que você viu na rua.
Você pode tornar os tweets mais interativos conectando-os com pesquisas, usando o Twtpoll, ou a salas de bate-papo, com o Nurph. Seus seguidores vão prestar mais atenção em seus tweets se acharem conversas interessantes para participar. E integrando o Twitter com serviços de localização, como o FourSquare, pode chamar a atenção. Por exemplo, durante aquela conferência em Atlanta, alguém da sua área pode ver que você está realmente lá.
O TweetDeck, recentemente comprado pelo Twitter, permite que você gerencie multiplas contas tanto no microblog, como no Facebook, LinkedIn, MySpace, Google (GOOG) Buzz, and Foursquare. Você pode criar listas e filtrar o conteúdo dos updates que quer receber. O aplicativo possui colunas que permitem que o usuário monitore palavras-cheve específicas ou hashtags. Você também pode habilitar o TweetDeck a enviar alertas quando outras contas no Twitter mencionem sua companhia, o que dá oportunidade para identificar clientes fiéis, possíveis questões de relações públicas e gerenciar crises rapidamente.
O programa também permite programar o horário das publicações, mas o Timely, da Flowtown, vai além. Ele analise seus tweets anteriores e estima qual hora do dia eles são mais favoráveis e então programa seus próximos tweets de acordo com o resultado.
6 - Use hashtags
As hashtags são símbolos # na frente de palavras-chave. Elas tornam seus tweets mais fáceis de pesquisar. Ferramentas como o TweetDeck e o Hashtags.org permitem que visualizar os tweets mais recentes com qualquer hashtag. Uma hashtag comum no Twitter é #FollowFriday ou #FF, que às sextas-feiras divulga nomes de usuários que você acha relevantes. É um método valioso de conseguir mais seguidores. Se você ganhar novos seguidores, responda agradecendo a indicação. Esse tipo de toque pessoal é uma das coisas de que os usuários gostam.
Uma maneira de atrair a atenção é tweetar sobre tópicos enquanto eles estão entre os mais postados do momento. Crie um Google Alerta para rastrear assuntos da sua área, e quando ele enviar uma histórica inédita e relevante para seu e-mail, envie essa mensagem aos seus seguidores. Se sua compania conserta computadores antigos e uma matéria sobre desperdício de eletrônicos está nas manchetes dos jornais, você pode criar a hashtag #ewaste ou #desperdicioeletronico em um tweet que explique como seu trabalho deixa equipamentos eletrônicos fora de aterros sanitários.
Mesmo que você não comente as mais novas histórias populares do dia, você pode direcionar seu Twitter para divulgação de eventos na sua área. O NearbyTweets permite visualizar quem está falando sobre praticamente qualquer tópico em uma parte específica do mundo.
7 - Evite armadilhas
Já falamos sobre não usar o Twitter como ferramenta de spam. Mas cuidado com outras armadilhas. Lembre que muitos “seguidores” não estão realmente prestando atenção. Mesmo que a tática de conseguir seguidores seja seguir usuários com interesses em comum e esperar que haja reciprocidade, isso só vai até aí. Muitos internautas que seguirem seu perfil podem estar usando a mesma tática para aumentar a força de suas contas no microblog, e eles não estão realmente interessados nas suas publicações ou área de negócios.
Utilize o Klout ou o Peerindex para ter ideia de quantos seguidores são realmente ativos. Esses serviços dão notas de 1 a 100 para medir sua influencia online. Em algum ponto, você terá que parar de usar a estratégia de seguir usuários para conseguir mais seguidores.Deixa a sua conta no Twitter falar por si própia e espere a divulgação boca-a-boca da qualidade do seu perfil.
8 - Não espere milagres
Preciso lembrar que você não é a Lady Gaga? Você não vai ter milhões de seguidores instantaneamente. Não haverá um aumento milagroso nas vendas ou no lucro da sua companhia só porque você criou uma conta no Twitter. Como para tudo que vale a pena ser feito, não há atalhos mágicos.
Se você usar corretamente, o Twitter pode ser uma poderosa ferramenta de marketing, um instrumento para conseguir o reconhecimento da marca e a fidelidade de clientes. Seja paciente. Agregue valor. Construa uma comunidade e deixe o conteúdo e o reconhecimento dos seus seguidores ser a força que o leva ao sucesso, tanto a sua conta no Twitter, quanto nos seus negócios.
Vale uma dica que o pessoal do FastCommerce sempre dá aos lojistas virtuais: Invista em Publicidade, Comunicação e Marketing de sua loja virtual, utilize ferramentas como twitter, facebook, blog e youtube para se promover, é gratuito e atinge milhões de pessoas em curto período de tempo!!!! A próxima versão do FastCommerce, que será lançada em alguns dias, facilitará muito a comunicação nas mídias socias de nossos lojistas. Não é só porque sua loja está na web que irá vender. Seus atuais e futuros clientes devem saber que sua loja existe e vende pela internet!!!
Fonte: IDG NOW!
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Dicas: Veja como turbinar o Twitter de sua empresa e aumentar suas vendas

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Projeto Conecte seu Negócio reúne criação rápida de sites, domínio e publicidade online; primeiros 5 mil registros serão gratuitos.

O Google e o Sebrae, em parceria com HP, CNI, Serasa Experian e a empresa de hospedagem Yola, querem incentivar a entrada de pequenos negócios brasileiros na web. Para isso, disponibilizam a partir desta quarta-feira (15/6) um serviço gratuito de criação de sites, o Conecte seu Negócio. Utilizado por 11 países, o projeto chega em solo nacional com o intuito de ajudar pequenas e médias empresas a desenvolver o primeiro site de maneira simples, contribuindo para que elas ampliem as oportunidades de negócios.
Segundo Fábio Coelho, diretor-geral do Google Brasil, a companhia de buscas tem um compromisso global de apoiar pequenas e médias empresas. “Estar na internet torna os negócios mais sólidos e as empresas têm mais capacidade de competir e crescer, ao mesmo tempo em que trabalhamos para criar uma sociedade mais conectada”, afirmou, durante evento de lançamento transmitido pelo YouTube.
Na avaliação do diretor-presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, há ainda um grande número de companhias que não está presente no mundo digital e a ideia é mudar esse quadro. “Muitas oportunidades deverão surgir a partir do momento que o negócio está na web; a visibilidade e o poder de alcance aumentam e novos clientes aparecem”, aposta.
Registro e criação
Para criar o site, é preciso entrar na página do Conecte seu Negócio e verificar se o domínio desejado está disponível, registrando-o em seguida. Feito isso, o empresário usará uma ferramenta da Yola para construir a página. Lá, explica David Sexton, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Yola, há várias opções de layout e ainda existe a possibilidade de customizar o site. “Cada negócio tem uma necessidade específica e uma identidade”, pontua.
Os primeiros 5 mil empreendimentos que criarem os sites, que contam ainda com recurso para e-commerce, não precisarão pagar pelo domínio por um período de um ano. Depois, o usuário terá de pagar uma taxa anual de 29,95 reais ao Google.
O papel do Sebrae será o de realizar treinamentos via Internet, além de dar suporte às empresas no processo. Já a HP oferecerá condições especiais na compra de computadores, monitores e impressoras para empresas que não contam com infraestrutura adequada. E a Serasa Experian, por sua vez, vai disponibilizar pacotes a preços competitivos para consulta de dados cadastrais de consumidores.
O Google afirma ainda que o empreendedor que criar o site poderá usar o programa de publicidade AdWords para promover a empresa em resultados de busca e na rede de parceiros. Na inscrição, a empresa ganhará créditos no valor de 150 reais para uso na plataforma de publicidade online.
Fonte: IDG NOW!
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Google une-se a Sebrae em iniciativa para levar pequena empresa à web

Por Felipe Morais

A resposta para o título deste artigo, na teoria, seria muito fácil: “basta anunciar que as pessoas chegam ao site”. Mas será que é só isso mesmo? A fórmula é tão simples?

Na verdade, nem tanto. Primeiro que para fazer uma boa campanha na internet é preciso investimento e, bem ao contrário do que a maioria pensa, anunciar na web não é barato, entretanto, sabendo fazer, a loja virtual com certeza terá um excelente retorno em vendas.

O foco basicamente é um pilar estratégico, não apenas para aumentar as vendas, mas para manter uma loja no curso do crescimento sempre. Aumentar vendas não significa crescer, apenas, 10% de um mês para o outro, mas também deixar o cliente fiel. Em época de redes sociais, reputação é fundamental, pois além de o consumidor comprar sempre indica amigos.

Bons produtos, encontrabilidade dos produtos, atendimento, marketing digital e logística. Esses são os cinco pilares que defendo para a evolução da loja como um todo. Cada um deles tem a sua importância para essa evolução da loja, seja ela uma mega loja multiprodutos ou uma pequena loja de uma pessoa que vende camisetas pela internet.

Bons produtos significam que a loja deve vender qualidade: entender o que o mercado deseja comprar e oferecer esses produtos de forma clara, simples, objetiva e se possível com o melhor preço (digo se possível, pois frete ou empresas com produtos tabelados às vezes dificultam essa ação); se a loja tem bons produtos, é preciso que o usuário os encontre. De nada adianta levar o usuário ao site se ele não acha nada! Assim como não se pode, JAMAIS, achar que aquele usuário que digitou “câmera digital 12 megas” no Google chegue a sua loja para ver um notebook. Ele pode se interessar, mas depois de ver a câmera.

Atendimento é fundamental no pré e no pós-venda. As pessoas têm dúvidas e estas nem sempre podem ser sanadas pelo texto do site. Tem que ser na conversa. Tenha uma equipe pronta para atender as pessoas, e especializada em fechar a venda! Marketing digital é basicamente anunciar a loja, como disse no começo do artigo, mas como vimos até o momento não é a única solução para que a loja venda mais. Logística é fundamental, pois se uma pessoa compra e não entrega no prazo, perde a confiança. Ela não compra mais, não indica, não volta à loja e se possível fala mal dela para sua rede de amigos. É uma forma de perder não apenas um, mas vários potenciais consumidores.

Voltando ao marketing digital como estratégia, há diversas formas de se usar esse conceito. Banner na home de portal é um deles, muito usado pelos mega players. Altos investimentos, grandes riscos. É preciso pensar além do básico. As pessoas não se empolgam mais pelo “mais do mesmo”. Nesse momento, vem o conceito de presença digital que defendo. É preciso estar bem posicionado no Google, ter ações de Links Patrocinados. Usar bem o s-commerce (comércio pelas redes sociais), estar presente em blogs - de preferência em blogs que espontaneamente falem bem da marca -, estar no mobile não apenas com um banner em site, mas com uma loja virtual.

Mais do mesmo não vende mais. É preciso empolgar, deixar o usuário curioso e fazer com que ele sinta vontade de ir até a loja. Lá estando, oferecer um ambiente em que ele se sinta confortável e seguro. Oferecer a ele o que ele quer. Assim, cria-se um cliente fiel que pode trazer diversos outros.

Fonte: Imasters

(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Como aumentar as vendas no e-commerce?

terça-feira, 14 de junho de 2011

Quatro em cada dez usuários de smartphones clicam nos anúncios que veem; pesquisa aponta para o surgimento de um novo tipo de consumidor móvel.

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Os usuários de smartphone respondem a anúncios em um nível extraordinário, de acordo com os resultados de uma pesquisa divulgada pela Google. E uma das razões disso pode ser a natureza das buscas feitas no celular, mais voltadas para informações locais.
Dos usuários pesquisados, 42% clicam nos anúncios de que gostam, revelou o estudo "Mobile Movement: Understanding Smartphone Users". Destes, 49% - quase a metade – vão em frente para efetuar uma compra; 35% visitam o site do anunciante; e 27% ligam para a empresa em questão.
Conduzida sob encomenda pela empresa de pesquisas Ipsos OTX, a pesquisa ouviu 5.013 usuários adultos de Internet móvel no fim de 2010.
Outro resultado foi que 82% dos usuários de smartphone “percebem os anúncios móveis”, mas a frase é capciosa: perceber um anúncio não garante que ele tenha sido lido, por exemplo.
Natureza prática
A pesquisa enfatiza a natureza prática da busca em um smartphone se comparada com a no desktop. Nove entre dez pessoas tomaram uma ação com base nos resultados da busca pelo celular. As buscas na web via smartphone têm forte apelo local: 95% das pessoas usam o celular para procurar informações sobre as redondezas. Talvez a explosão recente de apps de geolocalização não seja apenas uma moda passageira, afinal.
Nós também usamos nossos celulares enquanto compramos no mundo real: 45% comparam preços enquanto navegam, 44% leem avaliações dos produtos cobiçados e 34% usam o celular até para verificar o estoque da loja no momento em que estão nela.
Some-se a isso o fato de que usamos nossos smartphones ao mesmo tempo em que vemos outra mídia (33% usam o celular enquanto assistem à TV e 22%, enquanto leem o jornal). A Google afirma que os resultados da pesquisa apontam para uma nova geração de consumidores informados em tempo real - o “smartphone consumer”, segundo a empresa.
Tais pessoas fazem parte de um “movimento móvel”, e novas técnicas de marketing são exigidas de quem deseja se aproximar dele, afirma a Google. Por exemplo, dos que usam seus smartphones durante as compras, praticamente a metade busca promoções ou cupons. A atitude combina com a visão da Google para a tecnologia Near Field Communications (NFC), que segundo a empresa será mais utilizada em promoções e ofertas.
Faltam sites
Nem tudo são flores. A pesquisa aponta que 79% dos maiores anunciantes não têm sites produzidos especialmente para a plataforma móvel, algo que pode afastar quem busca informações no smartphone. A maioria dos sites funciona bem nos smartphones modernos, mas alguns são melhores que outros, especialmente os mais adaptados a redução e ampliação e que não incluem firulas, como o excesso de animações em Flash.
De forma compreensível, a Google avisa que a publicidade móvel deverá se tornar uma área de crescimento explosivo à medida que mais pessoas tenham smartphones. Mas aqui, pelo menos, há questões em relação à lógica da Google.
A empresa esquece convenientemente que, neste exato momento, os donos de smartphones percentem às classes de alta renda. A menos que tenham achado seu aparelho na rua, eles gastaram centenas de dólares (e muito mais em reais) por um smartphone e continuam a pagá-lo por meio das contas mensais.
Pode ser que a tecnologia de smartphones se torne predominante caso os preços dos aparelhos caiam, mas não haverá garantia de que essa nova parcela de usuários não tão endinheirados terá o mesmo tipo de resposta diante de anúncios no celular.
Uso desigual
Além disso, uma pesquisa de 2010 divulgada também pela Google mostrou que o uso dos smartphones não é igual em todas as classes e faixas etárias. A maioria (58%) dos compradores de smartphones é homem e 40% deles são jovens, entre 25 e 34 anos. Sem cair em estereótipos, é razoável afirmar que as pessoas jovens saem mais que as mais velhas e, por consequência, estão mais sujeitas a fazer o tipo de pesquisa móvel que, segundo a Google, impulsiona a publicidade móvel.
De fato, no que diz respeito à publicidade móvel, nós podemos estar bem no meio de uma época de ouro. O mercado pode muito bem se diluir à medida que novos e mais baratos aparelhos cheguem ao mercado.
Há poucas dúvidas de que as buscas móveis sejam um novo e importante mercado. É provavelmente verdade que as versões móveis dos sites são necessárias. No entanto, pode ser preciso um pouco mais de tempo para perceber qual será o cenário antes que grandes investimentos sejam feitos. (Keir Thomas)
O FastCommerce disponibiliza para os lojistas uma plataforma pronta e adaptada para o uso em smartphones, recurso diferenciado da plataforma FastCommerce e que quando utilizado com planejamento e divulgação aumenta consideravelmente as vendas das lojas virtuais.
Fonte: IDG Now!

Publicidade no celular é extraordinariamente eficaz, afirma Google

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Estratégias de vídeos da Zappos: simples, barata e eficiente!

A Zappos - empresa pertencente à Amazon - vem trabalhando desde 2009 sua estratégia de vídeos nas páginas de produtos do seu site e na plataforma YouTube. No ano passado, a Zappos desenvolveu 58.000 vídeos curtos de demonstração de produtos estrelados pelos seus próprios funcionários - seus verdadeiros porta-vozes, ao invés de modelos profissionais -, demonstrando bolsas, sapatos e roupas. Atualmente 11 funcionários são responsáveis por produzir por volta de 400 vídeos por dia.

A Zappos vem analisando há muitos anos o comportamento dos seus compradores e descobriu que os vídeos vendem mais e reduzem as devoluções; as páginas de produtos com vídeos têm uma performance em vendas de 6 a 30% acima daquelas que não tem. E pesquisadores, marqueteiros e psicólogos já afirmaram que a utilização de pessoas comuns em propagandas ou recomendações de produtos pode ser muito eficiente em alguns casos pois as pessoas confiam mais na comunicação.Parece que o ar "caseiro" e natural passa credibilidade e sua simplicidade demonstra verdade.

No YouTube, a Zappos ainda utiliza em seu brand channel (nosso canal customizado) o que chamamos de "special annotations", annotations do YouTube que direcionam o usuário para a página de compra de detalhe do produto, através de linksexternos, retirando o usuário do ambiente do YouTube. Veja um exemplo de vídeo que possui o special annotation de "click here to buy".

A Zappos mostrou como uma estratégia simples e barata pode ser muito eficiente.

Roberta Plut, Gerente Comercial do Google Brasil

Fonte: Blog Google Varejo

Dicas e sugestões para aumentar suas vendas

Não é porque as empresas estão cada vez mais imersas no e-commerce que os empresários não tenham grandes desafios pela frente. Muito pelo contrário, vender pela internet todo mundo vende, difícil é manter a fidelização dos clientes e o posicionamento da marca no comércio eletrônico. É por isso que direcionar atenção especial para a pós-venda no e-commerce é essencial para o sucesso de qualquer empresa, seja ela pequena, média ou grande. Ter uma equipe especializada para atuar no que vem depois da venda é tão importante quanto ter vendedores bem treinados. E isso vale não só para o comércio eletrônico, mas também para o varejo tradicional. Portanto, é hora de começar a analisar o que sua empresa vem fazendo, ou deixando de fazer, para alcançar a excelência na pós-venda.

Insegurança à prova

De acordo com Maurício Morgado, professor do Centro de Excelência em Varejo da FGV–Eaesp, a pós-venda é tão fundamental para o comércio virtual quanto para o varejo tradicional, pois está diretamente ligada à credibilidade das empresas. Segundo o professor, as grandes preocupações daqueles que compram pela internet ainda são a insegurança e o atendimento – fatores determinantes para que um cliente volte, ou não, a comprar em determinado site.

Quanto ao atendimento, Morgado afirma que uma das maiores falhas está nos meios de fazer contato com a empresa. Segundo ele, a companhia deve disponibilizar diversos canais para que o consumidor entre em contato de maneira fácil, rápida e segura.

“Se o cliente tiver uma experiência negativa na pós-venda – se ninguém o atende, se ninguém resolve ou se tem de repetir várias vezes o seu problema –, isso irá irritar e gerar insegurança para o consumidor, que certamente não voltará a comprar. Então, esse tipo de cuidado é o que acho que as empresas deveriam ter, pois a pós-venda no e-commerce está diretamente ligada ao atendimento e às coisas mais simples. É fazer o básico de maneira correta, é registrar a reclamação e evitar que o consumidor repita várias vezes o problema. É ter algo que resolva a dificuldade do cliente.

Se os fatores que atrapalham a fidelização dos clientes no e-commerce estão diretamente ligados ao atendimento e à credibilidade, o que fazem as empresas, depois da venda, para que os clientes se mantenham fiéis e voltem a comprar em seus sites?

Fonte: Venda Mais


Em busca da fidelidade

O FastCommerce possui recursos com a capacidade de reunir uma grande quantidade de informações sobre os clientes de forma organizada e acessível é um aspecto fundamental do CRM (Customer Relationship Management), que visa colocar o cliente no plano central do negócio a ponto de conhecê-lo de forma individualizada.

O FastCommerce integra solução completa de CRM, permitindo conhecer cada cliente de perto. As seguintes informações são armazenadas automaticamente:
Quantas vezes cada cliente visitou a loja e quais as páginas visitadas em cada uma das vezes.
O tempo de permanência no site em cada visita.
O navegador e o sistema operacional utilizados.
Quantos pedidos o cliente já fez no site e quais foram remetidos ou cancelados.
As formas de pagamento selecionadas pelo cliente.


Para aprimorar o atendimento de pós-venda, é possível enviar e-mails padronizados para o cliente a cada fase do processamento de seu pedido. Todas as mensagens enviadas são gravadas em log de auditoria. O histório do pedido é organizado em fichas, permitindo o acompanhamento de todos os trâmites do pedido, desde a sua realização até a sua entrega.

Para acompanhar e aprimorar o atendimento aos clientes, foram criados dezenas de relatórios administrativos. Seguem alguns exemplos:

Tempo médio de atendimento aos pedidos:
mostra o tempo médio que a equipe de atendimento da loja leva para atender aos pedidos realizados.
Comparativo entre visitantes e compradores:
compara o total de visitantes com aqueles que colocam produtos em cesta, os que fecham pedido e os que têm seus pedidos remetidos.
Lista de aniversariantes no período: relaciona os clientes que fazem aniversário no período indicado.


Para uma visão ainda mais ampla, vários relatórios comportamentais estão disponíveis. Eis alguns:

Comparativo de acessos por dia da semana
Comparativo de acessos por horário
Valor médio dos pedidos remetidos/cancelados
Comparativo dos clientes por faixa etária e sexo
Comparativo entre formas de pagamento
Tempo de Reposição ( Alguns produtos, tais como perfumes, cartuchos de impressora, papéis, alimentos etc, são adquiridos regularmente pelos clientes. Informe neste campo o tempo normal de recompra deste produto pelo cliente, em dias ou meses. Este intervalo será utilizado para determinar a data quando uma mensagem será enviada ao cliente, sugerindo a reposição do produto adquirido anteriormente na loja.


Diversos relatórios são gerados também em forma gráfica. Os relatórios podem ser exportados em formato Excel, Word ou XML, para utilização em outras aplicações ou acesso em tempo real como fonte de dados remota.

Com o conhecimento completo de cada cliente, a empresa pode se antecipar às suas necessidades, com larga vantagem sobre a concorrência.

Conhecer o perfil do cliente também ajuda na formulação de propostas de vendas casadas (cross selling), além de promover sua fidelidade.

Como está o seu pós-venda?

terça-feira, 7 de junho de 2011

Algumas dicas para os clientes FastCommerce de como interpretar e implementar ações de marketing para elevar a visibilidade de seus produtos no mundo virtual. Retirado do site Imasters (por Silvio Tanabe).
Não é à toa que o marketing digital se tornou uma das prioridades nos investimentos em publicidade e propaganda. É uma forma prática, dinâmica e acessível para empresas de qualquer porte ou segmento promover seus negócios e manter contato com clientes e consumidores. Um bom exemplo é o Google Adwords, um canal de publicidade em que uma pessoa com algumas horas de treinamento é capaz de criar e de gerenciar seu próprio anúncio de publicidade. Outro mais recente é a Like Store do Facebook, em que é possível não só divulgar, mas vender os produtos diretamente na fan page.
De tanto ler, ver e ouvir falar sobre essas aparentes facilidades, empresários e gestores passaram a acreditar em “mitos” que conferem poderes sobrenaturais ao marketing digital. Com base em experiências pessoais, vou relatar três dos mitos mais comuns.

Mito 1: É possível fazer marketing digital sem Marketing

Recentemente fui consultado para o lançamento de um novo site de compras coletivas. Ao ser apresentado ao projeto, fiquei preocupado com o fato de não haver praticamente nenhuma característica que o distinguisse de outras centenas de sites da categoria. Levantei a questão e me surpreendi com a resposta. Para os empreendedores, relevante não era ter um diferencial para se destacar dos concorrentes, mas sim uma propaganda boa o suficiente para chamar atenção e gerar tráfego.
Assim como eles, muitas outras empresas se enganam ao pensar que só publicidade é capaz de fazer de qualquer produto um sucesso. Ela pode até gerar visibilidade para a empresa ou produto por um determinado período, mas não se sustenta ao longo do tempo.
Banners, links patrocinados, ações em redes sociais, newsletters e outras iniciativas online só funcionam se fizerem parte de um mix de marketing abrangendo pesquisa de mercado e público-alvo, análise de oportunidades, definição de uma estratégia de diferenciação para o produto, política de preços, canais de venda e monitoramento dos resultados por meio de indicadores. Quanto mais esse Marketing estiver estruturado, maior o potencial de a publicidade realizada através do marketing digital gerar retorno efetivo.

Mito 2: Marketing digital é a solução milagrosa para meus problemas

O dono de um site de camisetas personalizadas nos procurou para saber como poderíamos ajudá-lo a alcançar seus concorrentes, que estavam“bombando” nas vendas. Antes de eu terminar de explicar como funcionava nosso trabalho ele já me questionava sobre os resultados. Na sua visão, a conta era simples: “minhas vendas não estão indo bem, então vou investir X em uma agência de marketing digital e eles vão aumentar meu faturamento em 10X”.
Isso pode até acontecer, mas não basta somente contratar a agência e esperar os resultados. Antes de mais nada, o trabalho de um profissional de marketing é compreender por que as vendas estão baixas. Quais os pontos fortes dos concorrentes, quais os pontos fracos da sua empresa e o que o cliente em potencial está procurando, de modo a estabelecer uma estratégia e um plano de ação envolvendo tanto iniciativas online quanto off-line.
No caso em particular, detectamos que a loja era praticamente desconhecida, enquanto o principal concorrente era um conhecido case de loja inovadora, inclusive com várias matérias na imprensa nacional e internacional. Seu produto era de qualidade e o preço até abaixo do que a média, mas as estampas não chamavam atenção. Por outro lado, outras lojas apresentavam camisetas segmentadas de acordo com o gosto do cliente (filmes, atores, bandas de rock) ou permitiam que a própria pessoa criasse sua estampa personalizada. As vendas eram limitadas ao site, enquanto a concorrência comercializava suas camisetas em outros sites e redes de varejo.
Para alcançar o tão almejado resultado, portanto, seria necessário investir não só em publicidade, mas em um reposicionamento da marca e de sua atuação no mercado, o que não estava nos planos da empresa. Ou seja, a conta não era tão simples de fechar quanto inicialmente parecia.

3. Fazer marketing digital custa uma mixaria ou sai até de graça

Uma metalúrgica interessada em fazer publicidade por meio de links patrocinados solicitou uma proposta. Fiz uma apresentação para a diretoria, explicando os detalhes de como o trabalho funcionava, o orçamento estimado para campanha e o valor do nosso trabalho de gerenciamento.
"Mas se já estamos pagando para o Google, para que pagar também a você?”, foi o questionamento de um dos diretores, quase ofendido pelo fato de eu cobrar por um serviço que ele considerava gratuito. “Afinal o Google não é de graça?”
Não adiantou tentar explicar que o “investimento” era destinado a remunerar os profissionais responsáveis pelo gerenciamento da campanha. Para dizer a verdade, até hoje não sei nem por que me chamaram lá, se eles mesmos podiam fazer o serviço “de graça”.
Assim como o Google, muitos sites oferecem recursos gratuitos, contribuindo para a percepção de que marketing digital é “barato” ou mesmo “na faixa”. Na verdade, os sites colocam à disposição algumas ferramentas gratuitas que, utilizadas por um bom profissional, são capazes de gerar bons resultados. Nesse sentido, comparado com a propaganda em jornais, revistas ou TV, o investimento no marketing digital é muito menor.
Mesmo o caso de pequenos empresários que conseguem promover seus negócios nas redes sociais “sem gastar nada” nas redes sociais, por exemplo, na verdade investiram muito do seu tempo (um dos ativos mais valiosos de hoje) em aprender os recursos dos sites e em interagir com os clientes e consumidores.
Em vez de “barato” ou “caro”, a empresa deveria avaliar o custo-benefício das ações de marketing digital comparado às alternativas.
Os relatos acima podem soar como desabafo, e de uma certa forma são mesmo. Mas também servem de alerta para as empresas que estão investindo ou pensam em investir em marketing digital. Comparado com outras formas de publicidade e propaganda, ele pode ser mais simples, ágil e apresentar custo menor, mas os resultados sempre vão depender do trabalho de profissionais (internos ou externos), dos recursos investidos e de muitos testes e avaliações.
Como os americanos costumam dizer: “no pain, no gain” (sem dor não há ganhos). O marketing digital não é exceção.
Atualmente muitos lojistas fecham devido a falta de investimento em publicidade e propaganda de sua loja virtual. Não adianta abrir uma loja virtual, por em funcionamento para vender para internet e esperar os resultados. Há todo um trabalho de divulgação e posicionamento da loja virtual na internet. O FastCommerce oferece alguns benefícios como créditos em cupons de divulgação nos principais buscadores para incentivar o planejamento e divulgação dos lojistas clientes.
Fonte: Imasters

Os três grandes mitos do marketing digital

 
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