terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ascensão de novos consumidores aquece o mercado no Natal.



Os integrantes da classe C são os que mais compram produtos atráves do e-commerce, representando 52% desse mercado, segundo uma pesquisa realizada pela plataforma digital MoIP.

A classe D também aumentou sua participação no mercado, sendo 29% do total. Com a ascensão desses grupos, o mercado tornou-se mais acessível para todos, fazendo com que o Natal desse ano seja considerado o melhor dos últimos 10 para os comerciantes.

Esse grupo de novos consumidores é formado principalmente por pessoas de faixa etária adulta, nascidos antes da internet, e por jovens da geração digital.

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Fonte: Administradores.com.br

Mais da metade dos e-consumidores são da classe C

As vendas do comércio eletrônico brasileiro somaram R$ 2,2 bilhões entre 15 de novembro e 24 de dezembro, segundo a consultoria e-bit. O valor representa um crescimento de 40% sobre o Natal do ano passado, quando o faturamento foi de R$ 1,6 bilhão no mesmo período.

Ao todo, foram feitos mais de 6 milhões de pedidos de bens de consumo em lojas virtuais de todo o país.

“Mais uma vez notamos uma franca evolução do e-commerce no Natal. Essa data é uma grande aliada para o setor, contribuindo com grande fatia do faturamento. Por essa razão, em 2010 exaltamos o melhor natal de todos os tempos no comércio eletrônico”, afirmou, em nota, o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.

Os eletrodomésticos lideraram as vendas, seguidos por informática e saúde, beleza e medicamentos. Livros e eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocação, respectivamente, completando o ranking de volume de pedidos para o referido período.

Fonte: G1

Vendas do comércio eletrônico no Natal cresceram 40%, diz consultoria

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Para terminar com chave de ouro nosso ciclo de palestras online de 2010, fizemos uma apresentação especial sobre SEO no FastCommerce.

SEO (Search Engine Optimization) é o conjunto de técnicas para melhorar o posicionamento nos resultados naturais em sites de busca.

Aparecer com destaque nos sites de busca (Google, Yahoo!, Bing, etc) é o objetivo de 10 entre 10 sites. O ideal é que isto ocorra nas buscas não pagas (naturais), ou seja, nos resultados que aparecem logo abaixo dos "links patrocinados" e que não precisam de constantes investimentos.

O FastCommerce permite o uso de diversas técnicas de SEO para melhorar o posicionamento nos resultados naturais dos principais sites de
busca. No evento apresentamos essas técnicas e mostramos como implementá-las em sua loja no FastCommerce.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar o conteúdo apresentado.

Palestra gratuita online: SEO é o céu!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Entre outras dicas, a cartilha ensina o internauta a fazer o passo a passo de uma compra segura, começando pelo PC em que efetuará a aquisição.



A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico criou uma "cartilha virtual" para orientar as compras de Natal dos internautas. "Percebemos que grande parte dos comentários dos e-consumidores vinham em forma de dúvidas muito simples sobre a utilização do comércio eletrônico. Todos estes questionamento foram abordados na cartilha de forma didática e neutra", explica Leonardo Palhares, coordenador do comitê jurídico da camara-e.net.

Entre outras dicas, a cartilha ensina o internauta a fazer o passo-a-passo de uma compra segura, começando pelo computador onde efetuará a compra, que deve sempre estar com seu antivírus atualizado. Muitos internautas também se esquecem de verificar a segurança da conexão. "Algumas pessoas possuem internet sem fio em casa e não colocam senha, deixando seu computador completamente vulnerável a uma possível invasão", explica Palhares.

Outras dúvidas podem ser esclarecidas no tutorial, como verificação do carrinho de compras, se existe segurança na página onde o e-consumidor vai digitar seus dados cadastrais, informações para o pagamento e, por fim, a necessidade de guardar o número do pedido para poder acompanhar sua compra.

Durante a navegação na cartilha, o e-consumidor poderá passar o mouse sobre "etiquetas" vermelhas que exibem explicações sobre pontos como: central de atendimento, preço, descrição técnica, selos de segurança, entre outras.


e-Natal

A camara-e.net espera um forte crescimento do comércio eletrônico neste Natal. Época do ano em que o varejo on-line e off-line fica mais aquecido, o Natal deve registrar um crescimento da ordem de 40% no e-comércio. "O faturamento das vendas on-line do segmento do e-varejo deve superar R$ 15 bilhões em 2010 e a previsão de crescimento para o último trimestre é de R$ 3,3 bilhões", prevê Manuel Matos, presidente da camara-e.net. O número de e-consumidores também deve crescer em 2010, passando de 17 milhões, em 2009, para 23 milhões neste ano.

Seguindo a mesma tendência de 2009, os produtos de informática e eletrônicos devem ser destaque de vendas, seguidos por livros, CD´s e DVD´s, os últimos na quantidade de itens vendidos. Os e-varejistas estão se preparando para atender o crescimento da demanda que ocorre nesta época do ano. "Nas três semanas que antecedem o Natal, o e-varejo vende o volume equivalente a oito semanas médias e o ticket médio de 2009 foi de R$ 346,00", explica Matos.

Fonte: IDG Now!

Câmara de Comércio Eletrônico lança cartilha para orientar compras na web

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O desenvolvimento do setor de compras online e das lojas virtuais no Brasil é incontestável. Mas pouco se sabe, ainda, sobre o perfil dos clientes. O IBOPE Mídia, por meio de uma pesquisa exclusiva com internautas, o TG.net, traçou um amplo perfil do consumidor de e-commerce brasileiro.

O estudo analisou dados demográficos e comportamentais dos consumidores, suas preferências, opiniões e atitudes e o que pretendem comprar. Segundo a pesquisa, o consumidor eletrônico ainda está situado, predominantemente, na classe AB, tem grau mais alto de escolaridade, compra produtos de uso pessoal e gasta, em média, R$ 118 por mês.


Perfil do cliente e-commerce
A classe AB é responsável por 61% do total do e-commerce, a classe C, responde por 35% dos consumidores virtuais e a classe DE representa 4%. A parcela compreendida entre os 25 e 44 anos de idade é a maioria entre os consumidores das lojas virtuais, sendo 48% da população que realiza compras pela internet. O estudo mostra, também, que 15% dos consumidores têm entre 15 e 19 anos e 17% entre 20 e 24 anos. Outros 13% têm de 45 a 54 anos e apenas 6% têm entre 55 e 64 anos. A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos.

Os homens estão mais habituados a comprar pela internet: 54% ante 46% das mulheres.

A parcela de solteiros também é mais representativa (49% na comparação com os casados – 41%). O estudo revelou, ainda, que 36% estão matriculados em instituições de ensino e até 32% falam uma segunda língua.

As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo respondem por 37% do total dos compradores.


Preferências
Cerca de 80% dos internautas usam a internet para comparar preços, 25% buscam um carro novo e 18% realizam compras profissionais. Cerca de 43% dos internautas costumam recorrer à internet antes de realizar compras e, se o produto tiver valor superior a R$ 1.500, é na web que buscarão mais informações.

Mais de 66% dos consumidores online realizaram de uma a cinco compras nos últimos seis meses e 30% gastaram, pelo menos, R$ 224.

Entre os produtos preferidos por esses consumidores estão: livros (30%), telefones e acessórios para celulares (20%), eletrodomésticos (18%) e produtos de tecnologia pessoal (17%), como câmeras digitais, leitores de MP3.
Nos próximos seis meses, 25% pretendem comprar câmera digital, 17% telefone celular 3G, 17% telefone celular com câmera e 15% iPhone.


Metodologia
O TG.net é uma pesquisa online realizada com 2.500 internautas do Brasil. Fusionada com a base regular do Target Group Index, permite um banco único, com um universo de mais de 61 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos.

O levantamento foi realizado entre maio e junho de 2010, nos mercados de: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Distrito Federal (DF), além de Goiânia, Nordeste, São Paulo Interior e Interior do Sul e Sudeste.

Fonte: AdNews

Brasileiro gasta R$ 118 por mês com e-commerce

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O vendedor deve considerar o risco como parte do negócio, medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo.



Por Sandra Turchi*

O tema segurança na internet está sempre em pauta. Há diversas preocupações, como acesso a conteúdos inapropriados por crianças e adolescentes, assédio sexual, golpes dos mais diversos tipos, enfim, são muitas as questões pertinentes.

Neste artigo, abordarei, especificamente, as fraudes relacionadas ao e-commerce na visão do lojista.

O índice de fraudes no comércio eletrônico, no Brasil e no mundo, gira em torno de 1,2% do total das receitas do setor. Já foi maior e vem apresentando queda. No cenário internacional, há países que evitam transacionar com outros, segundo pesquisa da empresa americana CyberSource, devido aos altos índices de fraudes. Há, inclusive, um ranking de países menos seguros, liderado pela Nigéria e no qual o Brasil figura em sétimo lugar.

As fraudes no mundo, segundo essa pesquisa, contabilizam em torno de US$ 10 bilhões ao ano e, no Brasil, representam aproximadamente US$ 500 milhões.

Os comerciantes no mundo real já lidam com fraudes no seu dia a dia, tais como cheques e cartões de crédito roubados e cheques sem fundo, entre outras. No caso do comércio virtual, há esses riscos e alguns outros, devido ao fato de não haver certezas com relação à identidade do comprador e à veracidade das informações fornecidas. Esse é o tipo de fraude mais comum, ou seja, a compra de um bem ou serviço por meio de um meio de pagamento fraudulento, principalmente os cartões de crédito.

Qual é o caminho, então? Perder a venda? O vendedor deverá considerar o risco como parte do negócio, ou seja, não há negócios sem risco. Sendo assim, ao ter consciência disso, ele deverá medir qual é o provável índice de perda e verificar a possibilidade de incluir esse percentual no seu custo. Por outro lado, obviamente, deverá lançar mão de estratégias que reduzam esse risco e suas perdas.

Para isso, há basicamente dois caminhos possíveis. Um, mais prático e um pouco mais caro, é terceirizar a operação para empresas especializadas atuantes no setor. São os chamados gateways de pagamentos, que funcionam como um intermediário e que fazem toda a análise do crédito. Isso gera maior segurança para quem compra e para quem vende. Há algumas empresas, nesse segmento, que são bem conhecidas: PagSeguro UOL, Pagamento Seguro, Mercado Pago, PayPal, Moip, entre outras. Essa opção é a ideal para pequenas empresas, com pouca ou nenhuma estrutura interna disponível.

Outro caminho é a empresa criar uma estrutura própria. Para isso, deverá focar na identificação do comprador e de suas fontes de pagamento. Além disso, o processo não poderá ser demorado. Sendo assim, é interessante o uso de ferramentas automáticas de scoring ou de detecção de sinais de fraudes. Em caso de suspeitas, algumas medidas serão necessárias, como validação do nome e CPF na Receita Federal e validação dos dados com sistemas de proteção ao crédito, além de validações ativas, quando se entra em contato direto com os clientes.

Com o aumento da profissionalização do e-commerce no país, podemos observar que o cenário tem melhorado e apresentado cada vez mais segurança para todos os participantes do processo de compras.

* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP - Associação Comercial de SP - e do SCPC - Serviço Central de Proteção ao Crédito, Coordenadora do curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM e VP de Marketing da ABRAREC
www.sandraturchi.com.br
@sandraturchi


Fonte: Pequenas Empresas & Grande Negócios

Previna-se contra fraudes no comércio eletrônico

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Na quarta-feira (01/12/2010) recebemos o Robson Campos, responsável pela área comercial do MercadoPago, que apresntou as principais funcionalidades, recursos e números do sistema.

Com mais de seis anos de trajetória no Brasil, o MercadoPago é uma das plataformas de pagamentos online mais importantes do mercado nacional. Trata-se de um serviço seguro e de rápida implantação, que agrupa diversas formas de pagamento online, incluindo os principais cartões de crédito e várias opções de parcelamento.

Foram apresentados os detalhes da integração do MercadoPago com o FastCommerce e como implementá-lo facilmente em sua loja virtual.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra do MercadoPago: Todos os cartões em sua loja AGORA!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Com previsão de faturamento de R$ 15 bilhões até o final do ano, as vendas online devem ser 40% maiores do que em 2009



Estudo da Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico (camara-e.net) mostra que as vendas do setor chegarão a R$ 15 bilhões até o final do ano, aumento de 40% em relação a 2009. Pela primeira vez, a receita anual do e-commerce será maior do que do comércio tradicional na região metropolitana de São Paulo, que, segundo números da Fecomércio-SP, deve fechar 2010 com receita de R$ 11 bilhões.

Essa não é a primeira vez que as vendas eletrônicas superam o comércio tradicional. A Fecomércio e a e-Bit divulgaram um estudo que mostra que os sites faturaram R$ 7,8 bilhões no primeiro semestre deste ano, contra R$ 7,2 bilhões dos shoppings centers da Grande São Paulo no mesmo período. Os itens mais procurados pelos 23 milhões de consumidores online são eletrônicos, artigos de informática, eletrodomésticos e livros. O tíquete médio varia entre R$ 346 e R$ 370.

Outro estudo, encomendado pela Visa para a América Economia Intelligence, mostra que o comércio eletrônico cresceu 170% entre 2007 e 2009. É a maior expansão da América Latina e do Caribe, região que viu as vendas online aumentarem, em média, 39%. De acordo com o estudo, a estimativa é de que o comércio eletrônico chegue a R$ 36 bilhões em 2011, ou 61% do market share da América Latina.

Alguns fatores explicam o crescimento do comércio eletrônico no Brasil: maior base instalada de computadores, mais pessoas com acesso à internet de alta velocidade, aumento no número de usuários de cartão de crédito e investimentos de grandes varejistas. Alguns fenômenos da internet contribuíram para esse crescimento. Um exemplo são os clubes de compra coletiva, que oferecem produtos com até 90% de desconto.

Fonte: IG - Comércio e Serviços

Vendas online superam varejo tradicional em São Paulo

No dia 24/11/2010 recebemos a Iris Lo-Buono, responsável pelo Relacionamento e Assertividade da ClearSale, para uma apresentação sobre análise de fraudes nas vendas não presenciais efetuadas em lojas virtuais.

A ClearSale é uma empresa referência em gestão de risco na Internet, que desenvolve ferramentas anti-fraude para monitorar as vendas efetuadas com cartão de crédito nas lojas virtuais, com o objetivo de converter mais vendas para o bom cliente e evitar perdas financeiras.

Foram apresentados os benefícios da nova integração do FastCommerce com o t-ClearSale, que tem como diferencial a gestão total com entrega da decisão final: aprovar ou não aprovar a venda.

Para assistir o vídeo da palestra acesse nossa Sala de Imprensa.

Clique aqui para visualizar os slides da apresentação.

Palestra online com a ClearSale: Como evitar fraudes em transações eletrônicas

 
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