segunda-feira, 6 de junho de 2011

Especialistas dizem que encarar a loja virtual como simples de administrar e fonte geradora de lucros fáceis é um dos equívocos mais comuns

Da Agência Brasil de Notícias

O comércio eletrônico é promissor, mas vender pela internet exige tanto cuidado e atenção quanto um negócio no formato tradicional. Este consenso entre especialistas do e-commerce deu o tom das palestras realizadas pela manhã do Ciclo MPE.net - Comércio Eletrônico para Micro e Pequena Empresa, realizado nesta terça-feira (31), no auditório da Bolsa de Valores, centro do Rio de Janeiro.

Perfil desconhecido do visitante, distribuição dispersa, demanda incerta e esporádica são algumas das particulares do negócio pela internet. Encarar a loja virtual como simples de administrar e fonte geradora de lucros fáceis é um dos equívocos mais comuns, alertaram os palestrantes de diferentes empresas como Correios, Embratel, Pagseguro e FastCommerce.

O cliente deve ser apresentado a um ambiente virtual limpo e agradável, sem cores fortes que possam cansar a vista, com fotos padronizadas dos produtos e descrição correta do que está sendo oferecido. Outro ponto importante é dar opções diferenciadas de pagamento como boleto bancário ou cartão de crédito.

O que o cliente não vê, mas percebe, é a arquitetura funcional do site. Se o ambiente for mal construído, ele se afasta e a venda não é concretizada. Para que a navegação seja efetiva, os palestrantes recomendam ainda especial atenção a pontos críticos como estoque, logística da entrega, embalagem adequada, clareza nas datas previstas e cumprimento do acordado.

“O diferencial competitivo está na qualidade do serviço, inovação e processos logísticos”, afirmou o gerente de Vendas Corporativas dos Correios, Leonardo Garcia de Lima.

Para quem quer se aventurar no mundo virtual ou aprimorar seu site, também é importante pesquisar as diferentes possibilidades de pacotes e preços oferecidos por empresas para as micro e pequenas empresas: da concepção da loja à contratação de serviços para suportar o tráfego de informações e facilitar o pagamento. A segurança das operações financeiras é vista como crucial, dada a desconfiança do consumidor.

A previsão é que o faturamento este ano do comércio eletrônico chegue a R$ 20 bilhões, 30% a mais em relação a 2010. Segundo dados da câmara-e.net, cerca de 50 milhões de internautas utilizam o internet bank, mas 23 milhões não compram pela internet. Entre as razões para não aderir ao e-commerce, cerca de 30% disseram que tem medo de fornecer dados pessoais e número do cartão de crédito, mas realizam operações financeiras porque confiam na instituição bancária.

A implantação de um Comércio Eletrônico passa por algumas etapas. Uma das etapas está estruturada de forma a escolher a melhor alternativa tecnológica, e entender como adequar uma loja virtual às necessidades de seu negócio. O Fastcommerce, sistema utilizado para criação de lojas virtuais foi criado pela Rumo Web Informática, empresa pioneira em comércio eletrônico, e é utilizado por lojas virtuais de todos os segmentos e tamanhos, em diversos países.


O FastCommerce é um motor de loja virtual, altamente personalizável, com foco nos resultados financeiros das empresas. O próprio lojista pode criar e gerenciar sua loja virtual de uma forma simples e rápida, disponibiliza diversos recursos para seu negócio garantindo segurança, agilidade e flexibilidade em toda operação da loja, porque representa todo o ‘sistema circulatório’ do e-Commerce. Se a loja ficar 1 hora parada os prejuízos são enormes, as vendas param de acontecer, o consumidor tem uma péssima percepção da marca e todo o processo fica comprometido. Além disso, uma loja virtual possui inúmeras integrações entre legados e terceiros. Desde uma simples consulta de estoque, que deve ter suas regras de atualização e consolidação até a integração com meios de pagamentos, operadores logísticos e sistemas de call center.

O FastCommerce começou a ser desenvolvido em 1996 pela Rumo Web Informática, e é uma tecnologia em permanente evolução, utilizada por lojas virtuais de todos os portes.

Ao longo de todos estes anos, os recursos foram aprimorados e multiplicaram-se, permitindo ao lojista utilizar o FastCommerce para a gestão completa de seu negócio online.

Cada loja criada no FastCommerce está vinculada a um site administrativo, de acesso exclusivo aos usuários cadastrados pelo lojista. Através deste site, acessado com segurança certificada, é feito todo o gerenciamento da loja, desde a criação do design até a inclusão de produtos, acompanhamento do fluxo de pedidos e emissão de relatórios administrativos.

Seminário mostra as vantagens e os riscos do e-commerce

quinta-feira, 2 de junho de 2011

De acordo com dados da Câmara Brasileira http://www.blogger.com/img/blank.gifde Comércio Eletrônico (camara-e.net), de cada R$ 100 movimentados no comércio eletrônico brasileiro, apenas R$ 20 vão para os caixas das micro e pequenas empresas. Apesar de representarem 98% dos negócios formais no país, elas responderam por menos de 20% dos R$ 14,8 bilhões gerados pelo e-commerce no ano passado.

Para ajudar os empresários a ingressarem no setor, a camara-e.net está promovendo o Ciclo MPE.net, evento sobre economia digital patrocinado pelo Sebrae desde 2http://www.blogger.com/img/blank.gif003. “A proposta do ciclo é contribuir para a inclusão digital dos micro e pequenos negócios. A presença dessas empresas no mercado digital, seja como fornecedores ou como compradores, é estratégica. Além de abrir novos mercados, pode contribuir para melhorar a competitividade”, afirma o gerente de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, Paulo Alvim.

Para Gerson Rolim, consultor da Câmara, a dica para os donos de pequenos negócios é focar em um nicho específico e se especializar, uma vez que na internet elas estarão competindo com empresas de médio e grande porte. “A internet permite comparar preços e geralmente as grandes conseguem negociar valores mais baixos. É difícil competir com o grande varejista. Para a micro e pequena empresa, o melhor é se especializar, focar em um determinado produto”, afirma.http://www.blogger.com/img/blank.gif

Neste ano, serão realizadas palestras em 20 cidades brasileiras. A expectativa é que em todo país cerca de 5 mil empreendedores participem dos encontros até o fim do ano. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas site do Ciclo Mpe.Net. O FastCommerce está presente no ciclo Pme.Net, divulgando a plataforma pronta para lojas virtuais e seus recursos.

Estamos em um momento excelente para aproveitar e seguir o alto crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Cada vez mais lojistas, de pequeno, médio e grande porte procuram o FastCommerce para iniciarem suas vendas pela internet. O FastCommerce oferece uma plataforma completa de loja virtual para os lojistas.

Fonte: Imasters

Pequenas empresas correspondem com 20% do e-Commerce no Brasil

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Entidade entrou com ações de inconstitucionalidade contra três estados por cobrar ICMS em produtos vendidos por lojas virtuais de outros estados.

Por Robinson dos Santos, do IDG Now!
A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), entidade que representa grandes varejistas de e-commerce do país, fará nesta semana um pedido formal à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que estenda às suas representações estaduais a iniciativa de contestar a prática de bitributação no comércio de bens pela Internet.
Durante o mês de maio, a OAB propôs três Ações Diretas de Inconstitucionalidade contra Roraima, Mato Grosso e Ceará. Os três estados regulamentaram a incidência de ICMS em bens de consumo que entram em suas divisas e foram adquiridos em sites de comércio eletrônico. Outros estados vêm cobrando ICMS para os produtos que chegam a seus moradores mesmo sem regulamentação específica, utilizando-se de interpretações da legislação vigente, alerta a camara-e.net.
“Queremos que a Constituição seja seguida”, afirmou o advogado e coordenador do comitê jurídico da camara-e.net, Leonardo Palhares. “O Procotolo 21 estabelece uma nova regra que faz com que alguns estados consideram uma forma de cobrança e outros estados, outra. Espera-se que haja uma regra única aplicada ao país inteiro.”
Direito de exigir
Apresentado no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e publicado em 7 de abril, o Protocolo 21 estabelece que os estados que aderiram a ele devem exigir a parcela do ICMS sobre “operações interestaduais em que o consumidor final adquire mercadoria ou bem de forma não presencial por meio de Internet, telemarketing ou showroom”.
O documento foi assinado inicialmente por 17 estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe) e o Distrito Federal. Mais tarde, no fim de abril, Mato Grosso do Sul aderiu à lista.
Nos estados que não assinaram o protocolo, contudo, a tributação ocorre como previsto pela legislação - o ICMS é cobrado integralmente na origem, sem repasse ao estado de destino da mercadoria. Isso faz com que um produto que sai de um centro de distribuição de São Paulo ou do Rio de Janeiro seja novamente tributado ao chegar, por exemplo, à Bahia, o que caracterizaria bitributação.
Constituição
Em comunicado, a camara-e.net afirma que os termos do Protocolo 21 “desrespeitam frontalmente a Constituição, já que, se cumprido integralmente, caracterizará bitributação para as vendas, já que o imposto será cobrado integralmente onde for emitida a nota fiscal e de forma dividida nos estados citados”. Os 18 estados que assinaram o Protocolo 21 representam 25% do volume total de pedidos processados pelos varejistas associados da camara-e.net – em 2010, as empresas reprehttp://www.blogger.com/img/blank.gifsentadas pela entidade processaram mais de 40 milhões de pedidos.
“Os estados que assinaram o Protocolo 21 querem que uma parcela do ICMS seja recolhida no destino. Até aí, é uma discussão a ser travada. Mas, nessa guerra fiscal entre estados, os varejistas do e-commerce são colocados num fogo cruzado. Esta é uma discussão política entre unidades da federação”, argumenta Palhares.
Em Rondônia, por exemplo, a regulamentação da partilha de ICMS prevista pelo Protocolo 21 veio com o Decreto 15.846/2011, de 19/4/2011. O texto determina que mercadorias provenientes do Sul e do Sudeste (exceto Espírito Santo) sejam tributadas em 7%, enquanto bens procedentes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo recolham 12%.
Em Mato Grosso, a regulamentação foi feita pelo Decreto 312/2011, de 11 de maio, e determina o recolhimenthttp://www.blogger.com/img/blank.gifo de ICMS sobre bens enviados por empresa de outro estado e "cuja aquisição ocorrer a distância ou de forma não presencial no estabelecimento do remetente". As taxas são as mesmas das de Rondônia - ambos seguem as alíquotas propostas pelo Protocolo 21.
Duas saídas
Atualmente, segundo a camara-e.net, os lojistas virtuais têm duas saídas: ou recolhem o imposto em duplicidade (nos estados que o exigem), ou tentam medidas judiciais em caráter liminar. Esse foi, por exemplo, o caminho trilhado pela B2W, controladora das lojas Submarino, Americanas e Shoptime, segundo informou a Folha de S.Paulo no início de maio – a empresa afirmou não comentar processos judiciais em andamento.
Por enquanto, para o consumidor nada muda, explica Palhares, da camara-e.net. “O preço do produto [nas lojas virtuais] é o mesmo, independentemente do estado no qual o consumidor está. Só muda o frete. Em tese, essa guerra não terá impacto no preço das mercadorias”, afirma. O advogado admite, contudo, que o problema começa a se tornar crítico em estados como Bahia, Piauí, Mato Grosso, Ceará e Goiás.
O coordenador jurídico da camara-e.net admite que, até agora, essa discussão ainda não saiu do âmbito do Confaz, mas isso deverá mudar. “Só resta partir para o Judiciário”, afirma. “Esta é uma questão mais do poder Executivo, que envolve o Ministério da Fazenda e as Secretarias da Fazenda estaduais. No curto prazo, prevejo uma enxurrada de ações de todas as operadoras de e-commerce em busca de decisões liminares que as livrem da bitributação e as permitam funcionar. Mas é necessária uma movimentação política para resolver o problema e não prejudicar o consumidor.”
Nós do FastCommerce sentimos a necessidade de informar os lojistas virtuais sobre esse tipo de Lei, pois incidem diretamente sobre o valor do imposto a ser pago pelo produto vendido. É muito importante observar os Estados que aplicam a Bitributação para que o faturamento de sua loja virtual não diminua devido a esse tipo de cobrança que ainda está sendo analisada pelos Orgãos responsáveis.
Fonte: IDG NOW!

Camara-e.net pede ajuda à OAB para combater dupla cobrança de ICMS

terça-feira, 31 de maio de 2011

Com mais 1,9 milhão de novos usuários, a participação do Brasil na rede social subiu 11% no mês de maio; País tem mais de 19 milhões de usuários.

O Facebook está prestes a atingir a marca dos 700 milhões de usuários segundo um relatório do site de estatísticas SocialBakers. Em janeiro deste ano, o Facebook estava na marca dos 600 milhões de usuário.

E o Brasil lidera a lista dos países que mais cresceram em participação no último mês: 1.949.700 brasileiros se registraram na rede social, um crescimento de 11% em relação ao valor registrado no mês de abril. No total, 19.041.140 usuários do Facebook são brasileiros.

Depois do Brasil, a Indonésia leva o segundo lugar, com crescimento de 4,15% (1.509.600 usuários), seguida pelas Filipinas, com 5,75% de crescimento (1.332.580 usuários).

Em números absolutos, o Brasil aparece em décimo lugar no ranking da Social Bakers, atrás da Itália (com 19,6 milhões de usuários) e à frente da Alemanha (18,7 milhões). Na América Latina, apenas o México tem mais usuários na rede social: 24,7 milhões.

Curiosamente, nos Estados Unidos o Facebook encolheu -4,07% nos últimos 30 dias, perdendo 6,3 milhões de usuários. Outros países em que a rede social sofreu retração no período foram França (-0,69%) e Canadá (-10,79%).

Há ainda alguns dados bizarros: No Vaticano, por exemplo, o Facebook perdeu 75% de seus usuários, caindo de 80 para 20 em um mês.

Marcas e check-ins
As estatísticas da empresa fornecem detalhes sobre o uso do Facebook por usuários brasileiros. Não há, no entanto, explicações sobre a metodologia utilizada.

Em termos de marca, por exemplo, a mais popular não produto nem serviço: é o Clube de Regatas Flamengo. Ela supera marcas comerciais famosas como Nike, L´Oreal e Guaraná Antárctica.

Curiosamente, na sexta posição em marcas está outro time carioca, o Vasco da Gama. Nenhum outro time foi citado entre as 50 marcas mais populares dos últimos 30 dias.

O Flamengo também tem a página do Facebook com mais fãs. São mais de 593 mil, de acordo com a Social Bakers. O Vasco aparece em sétimo lugar, com 190 mil fãs.

Já a lista de lugares no Brasil mais marcados no Facebook Places, serviço de geolocalização da rede social, é liderada por dois aeroportos: Congonhas e Guarulhos, ambos na Grande São Paulo. O de Guarulhos, contudo, aparece várias vezes na lista com nomes diferentes - numa consolidação, ele poderia aparecer em primeiro.
O Comércio Eletrônico ganha cada vez mais com o crescimento das redes sociais e se torna um grande negócio no Brasil.
O FastCommerce, o sistema mais utilizado no Brasil para criação de lojas virtuais, possui clientes de diversos segmentos e tamanhos, que utilizam as redes sociais para fomentar as vendas e criar relacionamentos com seus clientes.
A próxima versão do FastCommerce estará ainda mais integrada com Twitter, disponibilizando a criação de Tags e com o Facebook, contribuindo para ações direcionadas da lojas virtuais que são clientes do FastCommerce. Com base e estudos feitos com clientes que utilizam nossa plataforma, identificamos essa necessidade em implementar e facilitar o uso de mídias sociais como estratégia para aumentar as vendas e estreitar o relacionamento entre lojista e cliente.

Clique no link abaixo para ver a lista dos principais recursos do FastCommerce:

Link

Brasil é o mercado que registra maior crescimento do Facebook

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Texto: Elizangela Grigoletti (Jornalista, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência, empresa de soluções em inteligência de mercado).

Na era da internet 2.0, manter bom relacionamento com o cliente é fundamental para a preservação da imagem de uma empresa. Isso porque a nova geração de consumidores encontra na rede o espaço ideal para dar suas opiniões sobre produtos e serviços. Quando essas reclamações alcançam outros clientes insatisfeitos, os comentários repercutem de forma impressionante, com alcance ilimitado e imediato, gerando um buzz negativo e prejudicial para as marcas.

A MITI Inteligência realizou um estudo no período de 30 de dezembro de 2010 e 3 de janeiro de 2011, sobre reclamações de consumidores na internet. Foram monitoradas mais de 17 mil interações em cinco dias, tanto nas redes sociais quanto nos sites de reclamação, e as principais críticas dos consumidores foram a respeito de atraso nas entregas de produtos de sites de compras online, acompanhados da falta de qualidade no atendimento aos usuários.

Nos sites de reclamação monitorados – Reclamão, ReclameAqui, NuncaMais e Denuncio – as empresas do grupo B2W – Submarino, Americanas.com e Shoptime – apresentaram grande número de críticas e figuraram nos rankings das empresas com maior número de denúncias, sempre acompanhadas pelas empresas de telefonia. Também no final de 2010, a MITI Inteligência analisou a imagem na web de algumas empresas destacadas por publicações nacionias como as melhores daquele ano. Como resultado, a companhia aérea TAM teve alto índice de críticas e reclamações no período avaliado – 15 a 21 de dezembro.

Essa repercussão virtual é um reflexo do que os consumidores pensam no mundo real. Para aqueles que ainda têm dúvidas sobre essa relação bilateral entre o ambiente on e off e se as opiniões expressas nas redes são tão confiáveis quanto aquelas obtidas em campo, segue a confirmação. Uma recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Relacionamento com o Cliente, divulgada na primeira semana deste mês de maio, apresentou justamente que o Submarino, Americanas.com e TAM estão no ranking das empresas que mais desapontaram seus clientes em 2010. Na mesma época, um levantamento da Fundação Procon de São Paulo afirma que, entre novembro de 2010 e janeiro de 2011, a B2W foi a empresa que mais recebeu reclamações por problemas relacionados a entrega de produtos e serviços.

No estudo online realizado entre dezembro e janeiro foram mensurados claramente os resultados também obtidos em campo e divulgados agora em maio, confirmando que a linha que divide o mundo real e o universo virtual é cada vez mais tênue, com forte tendência ao desaparecimento. Aquele usuário que posta uma informação ou opinião na rede é o mesmo que defende esse ponto de vista em uma roda de amigos ou quando questionado em uma pesquisa de opinião. A diferença é que o alcance das mídias sociais abrange um grande número de consumidores que, se compartilham das mesmas expectativas, dão um poder inimaginável a essa percepção.

O risco de não monitorar e acompanhar as opiniões dos consumidores é grande, principalmente porque hoje elas estão disponíveis para qualquer um e não mais restritas aos órgãos competentes ou serviços de atendimento ao cliente das empresas reclamadas. Quando a reclamação existe e a empresa se omite, a informação se dissemina entre os usuários. Com o monitoramento constante e um plano de ação adequado, é possível gerenciar crises antes que elas tomem proporções maiores, como diversos casos conhecidos que se iniciaram nas redes e influenciaram diretamente a imagem da marca e até seus resultados na repercussão offline.

O mundo digital hoje não é um “universo à parte”, é a “terra dos consumidores” e requer uma atenção redobrada em relação às opiniões expressas no antigo formulário de satisfação disponível nas bancadas das lojas. Cada vez mais exigentes, os consumidores buscam empresas transparentes e que percebam essa mudança de paradigma. Independente do canal utilizado, eles querem ser ouvidos. As empresas precisam estar atentas a essa evolução ou serão ultrapassadas e sujeitas a sérios problemas de identificação com o consumidor da era digital.

Fonte: IDG NOW!

Reclamações na era do consumo virtual não se restringem ao ambiente online

terça-feira, 26 de abril de 2011

No dia 21/4/2011 os Correios reajustaram suas tarifas para SEDEX (tabela 40010).

O último reajuste destas tarifas foi em 9/4/2010.

Caso a loja faça envio de pedidos pelo SEDEX, sugerimos que verifique suas tabelas de frete. Para isto, acesse a página Envio & frete e siga os passos abaixo:
  • Se a opção Utilizar tabela SEDEX estiver selecionada, suas tabelas de frete já estão atualizadas.

  • Se a opção Utilizar tabela de localidades ou frete fixo estiver selecionada, atualize as tabelas personalizadas da loja. Para importar as tabelas atualizadas de SEDEX, execute o utilitário Importação de localidades e tarifas SEDEX.

  • Se a opção Utilizar faixas de CEP (Brasil) estiver selecionada, atualize as tabelas personalizadas da loja. Para importar as tabelas atualizadas de SEDEX, execute o utilitário Importação de CEPs e tarifas SEDEX.

  • Se a opção Utilizar faixas de CEP (Brasil) e tabela de localidades estiver selecionada, siga os passos 2 e 3 acima.
OBS: Para executar os utilitários mencionados acima, clique no link Utilitários que fica no topo do site administrativo, que deve ser feito por usuário que tenha acesso aos utilitários de frete.

Reajuste nas tarifas de SEDEX (tabela 40010)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Imposto passará a ser repartido entre os estados de origem e os de destino.

Dezoito estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste assinaram nessa sexta-feira, 1º de abril, no Rio de Janeiro, protocolo que altera o regime de tributação nas vendas pela internet e por meio de telemarketing. Com isso, esses estados e o Distrito Federal passam a dividir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que era recolhido exclusivamente nas unidades da Federação dos dois maiores centros de lojas virtuais, Rio de Janeiro e São Paulo.

O protocolo assinado estabelece que 7% do ICMS é retido no estado de origem onde a compra é realizada, e o restante, o diferencial de alíquota, é encaminhado para o estado de destino. Isso varia conforme o valor do produto.
A decisão foi aprovada em reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) pelos estados do Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Espírito Santo, de Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Pernambuco, Roraima, Rondônia, Sergipe, da Paraíba, Bahia, além do Distrito Federal.
Segundo a Secretária de Fazenda da Bahia, com a mudança, “o imposto passará a ser repartido entre os estados de origem e do destino, assim como ocorre nas operações interestaduais realizadas através dos meios tradicionais de venda”.
Os estados que assinaram o protocolo alegam que a medida vai fortalecer o comércio local, gerar emprego e renda, além de incrementar a competitividade e diminuir o prejuízo na arrecadação.
Dados da Secretaria de Fazenda baiana revelam que os mais de R$ 15 bilhões arrecadados com o ICMS, em 2010, no comércio eletrônico, ficaram exclusivamente no estado de origem das mercadorias. Só a Bahia, no período, deixou de arrecadar, no mínimo, R$ 85 milhões com as vendas pela internet, informou o secretário de Fazenda do estado, Carlos Martins, que é coordenador do Confaz.


Bitributação
Em 1º de fevereiro entrou em vigor no estado baiano a cobrança dupla do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) para compras feitas pela internet ou telefone. O tributo deveria incidir apenas no estado de origem do produto. Mas a Bahia decidiu impor a cobrança também no estado de destino da compra.
Desde então, as Fonte: Revista no Varejolojas virtuais começaram a conseguir liminares na Justiça para fugir do recolhimento duplo.

(*) Com informações da Agência Brasil.


Fonte: IDG NOW!

e-Commerce: 18 estados assinam acordo para evitar perda de receita de ICMS

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Melhorias na usabilidade e novas integrações com "velhos amigos" são destaques da nova versão.

No dia 31 de março de 2011, a Rumo Web Informática anunciou o lançamento da versão 6.1 do FastCommerce, a tecnologia de comércio eletrônico mais utilizada no Brasil.

Nesta nova versão, o foco foi a melhoria na usabilidade do site administrativo e novas integrações com antigos parceiros: Cielo, Correios e MoIP.

"Nunca foi tão fácil navegar pelo site administrativo da loja", informa Eduardo Lima, executivo de mercado da Rumo Web Informática. Foram implementados novos botões contextuais que permitem mais agilidade na criação de registros, retorno aos resultados de buscas etc. A lista de produtos do site administrativo permite a remoção automática de arquivos relacionados ao produto quando este for removido do cadastro da loja, liberando espaço e agilizando a navegação. Foi facilitada também a localização de usuários e mensagens, através de novos filtros de busca.

Recentemente a Cielo lançou seu WebService para integrar seus cartões às lojas virtuais. Esta tecnologia substituirá o antigo CBP (ex-VbV), que será descontinuado em breve pela Cielo.

"A nova versão do FastCommerce permite a venda com cartão Elo, que é a mais antiga bandeira de cartão de crédito aceita no Brasil e que foi recentemente relançada no mercado. As autorizações online devem ser feitas pelo WebService da Cielo." informa Eduardo Lima.

O MoIP agora está integrado ao FastCommerce de forma nativa, o que facilita sua adoção. A configuração é feita pela seção MoIP da página Pagamentos. Trata-se de um serviço prático que abrange diversas formas de pagamento online, incluindo os principais cartões de crédito e várias opções de parcelamento. A empresa oferece condições especiais a todas as lojas que utilizam o FastCommerce.

Os Correios oferecem um serviço para que o cálculo do frete dos pedidos seja feito através dos servidores da empresa. Isto facilita a configuração do frete e permite que os valores estejam sempre sincronizados com as tarifas cobradas pelos Correios.

Agora é possível cadastrar códigos de cupons que serão divulgados aos clientes da loja, obtendo assim um desconto no total dos produtos comprados. O cupom é um crédito para impulsionar as vendas na loja e não um desconto simples. Por esta razão, os demais descontos da loja continuam válidos mesmo se o cliente informar um cupom ao fazer o seu pedido.

"Através dos cupons também é possível vender vale-presentes, que serão trocados por produtos da loja e sua divulgação pode ser feita através de e-mail, mala direta, anúncios em sites ou publicados em jornais, revistas etc." comenta Eduardo.

O envio de e-mail marketing pelo FastCommerce pode ser ainda mais segmentado. É possível agrupar os clientes para envio de campanhas segmentadas por diversos critérios. Por exemplo, é possível executar utilitário para incluir em um mesmo grupo os clientes que mais fizeram compras na loja e criar uma campanha de envio de cupons de desconto para este grupo. É possível também agrupar os clientes que compraram determinado produto para divulgar para estes o lançamento de um produto similar. Alguns dos utilitários disponíveis para criar estes grupos são:

  • Definição do grupo de melhores clientes
  • Definição do grupo de clientes pelos produtos comprados
  • Definição do grupo de clientes pelo parceiro
  • Definição do grupo de clientes pelo cupom

"A nova funcionalidade para exibir múltiplas imagens de cada produto com recurso de ampliação, o chamado Magic Zoom, a nova tag para utilizar em mensagens de acompanhamento de pedidos enviadas aos clientes pelo site administrativo e o novo campo Imagem na lista de produtos na ficha de categoria são outros destaques da versão 6.1 do FastCommerce." finaliza Eduardo Lima.

Novos relatórios também foram implementados:

  • Lista de quantidade em estoque de produtos para alterações via API
  • Lista de melhores clientes
  • Funil de compra no período por parceiro ou cupom
  • Lista de clientes de determinado grupo
  • Lista de cupons
  • Lista de pedidos feitos por cupom

FastCommerce 6.1: mais fácil e mais integrado!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Os novos meios de relacionamento e comunicação da internet estão modificando a estrutura dos negócios das empresas, indo além das tradicionais ações de marketing. O poder que as pessoas exercem nas comunidades, através de trocas de informações sobre seus desejos e expectativas, estão forçando as empresas a remodelar suas estratégias de marketing e comunicação. O Social Commerce depende da empresa ouvir de seus clientes o que eles desejam. Desta forma podemos evoluir no CRM Social criando novas estratégias de marketing.

No CRM Social é possível trabalhar com dados transacionais e conversacionais. A idéia é simples, mas a prática é complexa. Não basta apenas criar uma conta no Facebook, Orkut, Twitter entre outras, sem planejamento de comunicação e estratégia de alimentar esses canais, com informações relevantes para seu nicho de mercado.

Temos como exemplo a cafeteria Starbucks que mantém o site My Starbucks Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do McDonald’s. Há outros casos, todos devidamente apoiados por uma rede social aberta ou privada. São grandes empresas,
mas a inovação aberta é perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo.

Agora que temos uma noção mais aprofundada sobre CRM Social, poderemos explorar o Link building através dessas redes sociais. O Link Building basicamente é um conjunto de estratégias planejadas e colocadas em prática com o objetivo de obter links referenciando uma página de um
site.

Normalmente as pessoas acham que o único objetivo de uma estratégia de Link Building é melhorar o PageRank de um site. Essa é uma visão "curta", pois o bom trabalho de Link Building também visa um tráfego de pessoas qualificadas.

Existem inúmeras maneiras de colocar em prática uma campanha de Link Building. A mais trabalhosa porém mais duradoura é aquela que consiste em criar um conteúdo relevante e que leve uma pessoa a indicar, através de um link, a página desse conteúdo.

Comércio Eletrônico nas redes sociais

O FastCommerce está integrado ao Facebook e Twitter, as redes sociais que mais crescem e auxiliam na indexação junto com diversas técnicas de Search Engine Optimization (SEO) para melhorar o posicionamento nos resultados naturais (não patrocinados) dos principais sites de busca.

Para uma melhor avaliação do FastCommerce, crie AGORA sua loja, que ficará no ar gratuitamente durante quinze dias, em demonstração:

http://novaloja.fastcommerce.com.br

Fastcommerce: Lojas que Vendem

Fonte: Blog da Mídia

CRM Social

 
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