quinta-feira, 21 de julho de 2011

Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa do R$ 1,5 bilhão, e a participação da internet em relação a outras mídias - que hoje responde por pouco menos de 4,5% - saltaria para, no mínimo, 6,5% do bolo total de publicidade. Isso sem levar em consideração os investimentos em links patrocinados.

No que diz respeito ao número de pessoas com acesso à internet no Brasil, o IAB está prevendo que a população de internautas chegue a pouco mais de 81 milhões frente aos 73,7 milhões do ano passado.

O crescimento da publicidade na internet aqui no Brasil é natural e irreversível, à medida que cada dia mais pessoas passam mais tempo conectadas, seja em casa, no trabalho ou pelo celular. Da mesma forma que a atenção e o tempo dos consumidores migraram para os meios digitais, é necessário que as marcas também tenham sua presença na internet.

Mas será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? As marcas estão criando estratégias consistentes para acompanhar o ritmo dessa nova geração de pessoas que buscam, cada vez mais, se conectar, participar e compartilhar informações?

Somente alocar recursos para o digital, sem mudar o pensamento em relação ao comportamento do consumidor, pode fazer com que as marcas se percam na hora de fazer os investimentos. De nada adianta elas entrarem no mundo digital sem pedir licença, invadir as redes sociais e enviar mensagens indesejadas.

Sem entender as mudanças ocorridas no comportamento desse consumidor, as estratégias digitais estão fadadas ao fracasso. A solução para construir estratégias consistentes passa pelo entendimento de como esse consumidor interage e como ele manterá o relacionamento com a marca em todas as fases do processo de compra.

Atender esse consumidor nos canais corretos quando ele está buscando informações sobre o produto exigirá das marcas a geração de conteúdo relevante. Elas também poderão estimular que o consumidor crie conteúdo, seja permitindo que ele opine e participe do processo de criação de novos produtos ou dando sugestões para melhorar os que já existem.

É preciso estar à disposição do consumidor na fase em que ele estiver em busca do produto, sem deixar que ele tenha dúvidas, pois, caso contrário, ele entrará em contato com marcas concorrentes e que possuam uma presença digital mais consistente que a sua.

Após a , esse consumidor continuará interagindo com a marca através de opiniões próprias postadas nas redes sociais, lendo e compartilhando comentários de outros usuários ou ainda solicitando suporte online. A marca deve estar presente nessa fase, pois investir em http://www.blogger.com/img/blank.gifações publicitárias somente para vender, não dando continuidade ao relacionamento, acarretará em consumidores irritados e comentários http://www.blogger.com/img/blank.gifnegativos.

Vale ressaltar ainda que, independentemente das ferramentas que a marca esteja utilizando, falar de somente dela, sem abrir espaço para interação e feedback, pode não ser a melhor estratégia. No entanto, ao construir uma presença digital consistente, as marcas passam a entender melhor como o consumidor interagehttp://www.blogger.com/img/blank.gif e quais são suas expectativas, podendo entregar uma experiência de consumo e interatividade cada vez melhor.

Além do volume investido em publicidade na internet, o que determinará o sucesso das marcas na utilização dos meios digitais está em como elas construirão essa presença, de maneira a entregar conteúdo, entretenimento e interatividade relevantes, que vão além dos anúncios estáticos e sem interação.

Fonte: iMasters

Presença digital: como implementar estratégias de marketing na web

sexta-feira, 15 de julho de 2011

É o que revela pesquisa do Mobile Entertainment Forum; por outro lado, serviços financeiros móveis ainda são desconhecidos da maioria.
Cerca de 79% dos brasileiros já utilizaram o celular em alguma fase do processo de compra, mas os serviços bancários no celular ainda são desconhecidos da maioria. É o que revela uma pesquisa global realizada em junho pelo Mobile Entertainment Forum (MEF) com 8,5 mil pessoas em nove países. Os números foram divulgados na quinta-feira (7/7).

O índice de 79% coloca o Brasil à frente da média de 72% entre os países participantes da pesquisa MEF Global Consumer - o número mede o uso de celular em algum momento do processo de compra, desde a busca por informações até a compra efetiva. O grupo também inclui Egito, Índia, Indonésia, Qatar, Cingapura, África do Sul, Inglaterra e Estados Unidos.

Essas mudanças em relação ao uso de dispositivos móveis tiveram reflexo também na missão do MEF, que deixa o foco original de contéudo para abranger todas as atividades e setores ligados a mobilidade - publicidade, conteúdo, varejo, serviços financeiros -, com ênfase na rentabilização desse tipo de produto em todas as áreas.

Avanço rápido
Na avaliação da entidade, o comércio móvel, ou m-commerce, têm avançado de forma rápida na América Latina. Um em cada cinco consumidores da região (20%) afirmou estar pronto para gastar mais de 200 reais em compras pelo celular - o segundo maior índice, da Índia, chegou a 10%. A região apresenta o maior índice de migração de banda larga fixa para móvel: 41% dos entrevistados afirmaram utilizar a conexão fixa com menos frequência na comparação com o índice de 18 meses atrás.

No entanto, o MEF destaca que os serviços financeiros pelo celular, como mobile banking e mobile payments, ainda são desconhecidos de mais da metade da população da América Latina, embora já tenham sido utilizados pelo menos uma vez por 34% dos entrevistados. No levantamento, a maioria das pessoas afirmou nunca ter usado qualquer serviço financeiro no celular.

Em 2012
No Brasil, pelo menos, a tendência é que os serviços financeiros móveis comecem a deslanchar no ano que vem. Em junho, durante o Ciab 2011, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anunciou ter chegado a um consenso e que até o início de 2012 será possível fazer pagamentos pelo celular. Num dos painéis relizados no evento, a empresa de consultoria CPM Braxis Capgemini afirmou que o Brasil é um dos líderes na adoção do m-payment, pois o número de pagamentos móveis realizados no País chegou a 3,9 milhões em 2010 e cresce mais de 30% ao ano.

Para que o m-commerce tenha condições de se desenvolver, o MEF anunciou que vai trabalhar em parceria com o ASCX9, comitê técnico americano que cria padrões para o setor financeiro. A ideia é estabelecer padrões de privacidade e segurança para o comércio via celular, já que em todos os mercados pesquisados a preocupação com segurança foi apontada por 27% como principal razão para não efetuar transações móveis.

Fonte: IDGNOW!

M-commerce: 79% dos brasileiros já usaram celular em compras

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Nichos de mercado são segmentos ou públicos cujas necessidades particulares são pouco exploradas ou inexistentes. A estratégia de aproveitamento de nichos está justamente na identificação das bases de segmentação que, quando explorados, representam o diferencial ou vantagem competitiva à empresa. Ocupando pequenos Nichos de mercado, pequenas e médias empresas desenvolvem recursos para manter uma posição saudável no mercado através da contínua perseverança e dedicação em atender seus consumidores melhor que outras empresas, por buscar e compreender as necessidades do seu público.

Para desenvolver uma estratégia de nicho é preciso que haja efetiva oportunidade de mercado e de potencialidades exploratórias da empresa tanto quanto o efetivo desempenho no sentido de aproveitá-la da melhor forma possível. A existência de oportunidades de mercado decorre do ambiente de marketing, das características dos clientes, ou das ações (ou ausência) dos concorrentes.

As potencialidades necessárias da empresa requerem desde a sua capacidade de identificar as oportunidades até a disponibilidade de recursos e capacitações administrativas, tecnológicas, produtivas, mercadológicas, financeiras e outras que lhe possibilitam explorar tais oportunidades. Deste modo, a estratégia de nicho vai depender do efetivo desempenho da empresa, no sentido de se ajustar de forma adequada ao consumidor-cliente estruturado em sólidas bases no planejamento do negócio e no posicionamento mercadológico.

Caso você seja um dos grandes acionistas da Amazon.com ou da B2W, a resposta é óbvia: não atuamos em apenas um nicho de mercado! Mas, na hipótese provável de que você seja um pequeno ou médio empreendedor da web, reflita sobre as considerações a seguir, antes de responder à pergunta do título.

Na competição pelo mercado da Internet, o grande varejista tem a sua força decorrente de uma grande escala de comercialização, o que lhe permite comprar em melhores condições de preço e repassar essa vantagem ao cliente. Possui também a visibilidade decorrente de seu tamanho, o que atrai naturalmente novos visitantes e sugere credibilidade, atributo fundamental na Internet. Em contrapartida, os grandes tendem a reagir mais lentamente às novas tendências e mudanças repentinas de mercado. Além disso, para atender ao enorme volume e diversidade de perfis de clientes, necessitam oferecer uma gigantesca variedade de produtos e arcar com todo o ônus decorrente de uma grande infra-estrutura operacional.

O grande pode ser bom no atendimento da maior parte do mercado, mas ele não consegue ser o melhor em todos os segmentos, uma vez que isso exige especialização e, logicamente, não se pode ser especialista em tudo ao mesmo tempo. É justamente nesse aspecto que reside a força do pequeno varejista. Ele pode se dar ao luxo de escolher uma linha de produtos e trabalhar em um segmento de mercado específico, concentrando todas as suas energias e estreitando o foco de sua atenção para ser o melhor, um expert, naquele nicho. Isso significa, entre outras coisas, conhecer profundamente o perfil de seu público-alvo a ponto de poder satisfazer plenamente suas necessidades.

A expressão “nicho de mercado” está intrinsecamente associada a segmento de mercado, mas representa algo mais do que isso. Nicho de mercado é um segmento com características especiais em termos de necessidades a serem atendidas. Para o pequeno empreendedor, isso significa a oportunidade de atender com excelência a uma necessidade específica de determinado público, consolidando-se como o seu fornecedor número um. Em suma, estamos falando de oportunidades de negócios que podem ser agarradas. Naturalmente, manter-se na posição número um de um nicho de mercado é muito mais fácil e barato do que manter-se na posição número um de todo o mercado, o que tem implicações em termos de lucratividade do negócio. A conseqüência é que um pequeno empreendimento pode gerar um retorno sobre o investimento – ROI – muito maior do que o gerado por uma grande empresa.

Ao procurar um nicho de mercado, considere dois aspectos inter-relacionados: os produtos a serem oferecidos e o público que deverá se beneficiar deles; em outras palavras: “o que” vai ser vendido e “para quem” vai ser vendido. Na avaliação do nicho de mercado, deve-se ainda considerar fundamentalmente os seguintes fatores: o tamanho do segmento, ou seja, a quantidade estimada de pessoas que o compõe; o grau de competição, que pode ser obtido usando-se os sites de busca e, finalmente, as características relacionadas ao produto, tais como o seu padrão de qualidade, o seu custo de distribuição e a vantagem relativa da web como canal de comercialização. Feita a escolha, é o momento de trabalhar duro, sempre buscando o melhor para o cliente e tendo como "mantra" aquele antigo slogan publicitário que dizia: “quem não é o maior tem que ser o melhor”.

Qual é o seu nicho de mercado?

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O FastCommerce sai na frente novamente e integra a plataforma de comércio eletrônico às principais redes sociais.

São recursos gratuitos disponíveis na nova versão para todos os lojistas da plataforma.

"O uso competente das redes sociais ajuda lojas virtuais a crescer, popularizar-se e firmar seu lugar no mercado. Facebook e Twitter são cada vez mais populares e relevantes na internet e não podem passar despercebidos pelas pequenas e médias empresas. O investimento em redes sociais permite expandir mercado, melhorar relacionamento com clientes e ações de marketing mais direcionadas. Sem contar na rede colaborativa que auxilia as indicações e recomendações do conteúdo das lojas virtuais.", informa Gustavo Takeshi, executivo de mercado da Rumo Informática.

Um dos vários recursos dessa nova versão é a publicação de conteúdo (produtos, categorias e notícias da loja) no Facebook e no Twitter através do site administrativo da loja. São passos simples e rápidos que geram grandes resultados para a sua loja.

Acesse o site administrativo de sua loja, siga até a página dados da loja e acesse o menu redes sociais, clique no ícone do Facebook ou Twitter localizado na ficha de categoria, produto ou notícia da loja. Em seguida digite o texto a ser publicado e autorize a publicação na janela aberta da rede social. O conteúdo será publicado na respectiva rede social e pronto para ser visto por todos.

Esta é uma forma de marketing gratuito para divulgar seu conteúdo de forma exponencial, pois cada vez mais e mais amigos receberão a indicação e recomendação de produtos, promoções, notícias etc.

"Reforçamos aos lojistas que utilizam o FastCommerce que é um recurso gratuito, rápido e prático de utilizar. As redes socias são estratégias e formas gratuitas de atingir e fidelizar um número cada vez maior de clientes, aumentando assim o número de conversão em vendas!", finaliza Gustavo Takeshi.

Publicar produtos no Facebook via site administrativo : FastCommerce


Publicar produtos no Twitter via site administrativo : FastCommerce


Publicar notícias no Facebook via site administrativo : FastCommerce


Publicar notícias no Twitter via site administrativo : FastCommerce

FastCommerce e Redes Sociais - Publique conteúdo pelo site administrativo de sua loja virtual!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A maioria dos empreendedores iniciantes não quer explorar nichos de mercado, tenta evitá-los, com receio de ficar fora de setores importantes, e acaba entrando em mercados altamente competitivos, no oceano vermelho, onde as empresas disputam palmo a palmo, a preferência dos consumidores.

Para quem está começando, a melhor estratégia é procurar acender uma fogueira com fósforos e não com lança-chamas, ou melhor; desenvolver a capacidade de fornecer um produto ou serviço exclusivo. Identificar um nicho de mercado onde os clientes mais o apreciam, e as margens de lucro são boas porque você acaba oferecendo algo exclusivo que todos desejam intensamente.
Por exemplo: uma academia de ginástica pode oferecer um serviço exclusivo para 30 ou 40 pessoas de forma customizada, individualizada. O serviço é exclusivo para cada cliente, com hora marcada e atendimento personalizado.
É necessário criar uma vantagem competitiva, escolhendo um mercado em que poucos sabem fazer o que você faz bem. Para reduzir o grau de concorrência, é melhor evitar escolher um setor saturado, pois ele é sempre pouco rentável. O que vai determinar se uma boa idéia pode virar um negócio de sucesso é a escolha de um modelo de negócio rentável.
É sempre mais inteligente escolher um negócio com investimento inicial reduzido, assim menor será o risco. Quanto à rentabilidade, escolha um setor que tem a dimensão para absorver erros iniciais e permitir margens adequadas. Na escolha de um setor de mercado, jamais deixe de considerar critérios como o grau de rentabilidade e a necessidade de capital.
Conhecendo o seu negócio, o empreendedor pode criar uma estratégia de marketing de nichos, pois segundo o autor do livro " A ARTE DO COMEÇO" , Guy Kawasaki, você precisa começar em um nicho pequeno, ainda inexplorado, em forma de uma " cabeça-de-praia", o que significa dizer : um mercado pequeno o bastante para grandes concorrentes não quererem entrar nele, e grande o bastante para que, caso se dê bem, possa atingir massa crítica e lucratividade com ele.
Evidentemente que, se o empreendedor começar a desenhar cada aspecto do negócio, como a intensidade da concorrência, o grau de rentabilidade, a necessidade de capital, formação de custos, carga tributária, as possibilidades de sucesso são bem maiores.
O micro e pequeno empresário consegue criar uma loja virtual no FastCommerce com baixo investimento e definir suas estratégias de marketing, utilizando as mídias sociais, que são ferramentas gratuitas para ajudar na divulgação da marca, focando no contato direto com o cliente, interagindo e criando uma relação mais “humanizada” com o público-alvo.”

As mídias sociais possibilitam realizações de promoções, sorteios e descontos especiais. O contato com o cliente é um grande diferencial. Além disso, é possível identificar necessidades de mercado, opiniões e sugestões para melhorar o negócio.
Fonte: Portal da Administração
(Texto adaptado por Flavio Gomes)

Como analisar um setor de mercado, antes de criar sua Loja Virtual?

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Não é de hoje que defendo o quanto o relacionamento é importante para uma marca no
ambiente digital. Uma recente pesquisa da Camara-e.net mostrou que 50% das pessoas que compram online, compram de lojas que elas já conhecem. Ou seja, onde já há um relacionamento.

Não é difícil descobrir porque a B2W (Americanas.com, Submarino.com, Shoptime.com) ainda é a líder em vendas. As empresas do grupo foram as primeiras a se destacarem, e tiveram a 1ª compra de muitos e-consumidores. E aqueles que não tiveram problemas com nenhuma das empresas, mantiveram-se fiéis. Esse é um dos motivos de sucesso da empresa.

Quando um consumidor vai comprar pela web é mais fácil ele procurar a Casas Bahia, o WalMart, o MagazineLuiza e o Extra, por serem que ele já conhece. Quem teve uma boa experiência nas compras nessas lojas físicas, se sente mais seguro para migrar para as lojas online quase que naturalmente.

É nesse quesito que refaço a pergunta do título: será que as marcas tem esse mesmo conhecimento do consumidor?

Por exemplo, será que a Crawford sabe o time que eu torço? Ou que a Volkswagem sabe o dia do meu aniversário? E o Submarino, sabe que tipo de livros eu prefiro? A Coca-Cola sabe que sou um grande fã da marca? E a Timberland sabe quanto eu calço? Ou a Sony, sabe que eu comprei um dos seus notebooks? Não são exemplos fictícios não, essas são as marcas que me relaciono e gosto. Tenho produtos de todas elas, e algumas para mim, são preferência número 1 no segmento em que atuam.

Mas será que elas sabem disso?

Claro, estou aqui dando um exemplo pessoal, mas imagine isso elevado a milhares de fãs dessas e de outras marcas. Até mesmo a Apple, que é uma empresa altamente desejada, será que ela sabe porque comprei um dos seus telefones e porque meus amigos também o fizeram? Cada indivíduo tem uma história de vida e assim uma forma de se relacionar com as marcas e produtos. O motivo pelo qual eu escolhi um celular da Apple não é o mesmo pelo qual meu amigo, advogado, ou a minha irmã compraram, podem ter certeza.

Cada vez mais, e se falando de Internet é mais forte ainda, as empresas tem que trabalhar o entendimento profundo do consumidor. As marcas esqueçam o perfil de público com idade, sexo, grau de escolaridade, faixa etária e classe social. Isso era perfil de consumidor há 15 anos atrás. Hoje precisamos saber mais desse consumidor: Quem, como, onde, porque compram?

Quando uma marca começa a entender profundamente o que o seu consumidor deseja, ela não apenas oferece produtos relevantes em momentos relevantes. Elas aumentam as chances de vendas, como também conseguem desenvolver novas linhas de produtos, melhorar o atendimento, se diferenciar da concorrência, ganhar fãs da marca e com isso, advogados da marca que vão defendê-la gratuitamente.

E por que mencionei que na Internet esse conceito de entender o consumidor é mais forte? Porque na web é onde as pessoas falam o que querem, mostram o que desejam e deixam rastros do seu caminho. Quando pego meu carro e saio de casa em direção ao shopping para comprar uma camisa, o máximo que o lojista sabe é que estou no determinado shopping e entrei na loja dele. Quando abro o browser, pesquiso no Google sobre uma camisa, entro no Buscapé e vejo o local com preço mais em conta e vou para o site da loja.

Sites que tem a cultura de web vão ver todo esse meu caminho digital, pois deixei rastros em cada site que fui. Sites sem conhecimento só saberão que eu cheguei a loja, mas não saberão o porque nem como. Ai fica mais difícil me conquistar ou oferecer produtos para que eu aumente meu ticket médio, correto?

Em resumo: quanto mais as marcas entenderem seus consumidores, mais retorno financeiro terão.

Fonte: iMasters

O consumidor conhece as marcas. As marcas conhecem o consumidor?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Uma recente pesquisa da Camara-e.net mostrou que 50% das pessoas que compram online, compram de lojas que elas já conhecem. Ou seja, onde já há um relacionamento.

O Google está por lançar o projeto Google+, uma ferramenta para ajudar as pessoas a visualizar anúncios mais relevantes e recomendados.

O Google+ é um site? Sim e não. Na verdade o site leva a uma ferramenta onde o internauta, dono de uma conta Google, monta e gerencia seus Círculos de amizade, muito semelhante às listas do Facebook e do Twitter. Mas o funcionamento, em geral, está espalhado pela Web, a partir de marcadores sociais (âncoras) como o botão +1 para conteúdos, dentro e fora de produtos Google.

O botão +1 é a ponta do iceberg desta estratégia.

A fala fica ainda mais clara quando abro a caixa-postal e leio um e-mail enviado a clientes do serviço Google AdWords.

“Nas próximas semanas, seus resultados de pesquisas e anúncios no Google incluirão um botão+1, no qual os usuários podem clicar para recomendar seus anúncios. Você não precisa fazer alterações em sua conta para aproveitar os benefícios do botão. O URL da página de destino final de seus anúncios também poderá ser exibido no perfil do Google de qualquer usuário que marcar seu anúncio com +1. (…) Pense no botão “+1″ como uma forma de as pessoas recomendarem seu produto ou serviço a todos os amigos e contatos. Ao ajudar as pessoas a visualizar anúncios mais relevantes e recomendados de uma forma mais pessoal, acreditamos que você receberá um tráfego mais qualificado.”

A versão 6.2 do FastCommerce, que agora torna-se a plataforma de comércio eletrônico mais integrada às principais redes sociais já inclui integração com serviço do Google "botão+1" .

A nova versão inclui também, de forma pioneira, o Google Shopping, que em breve estarão disponíveis no Brasil.

Com este lançamento, pretendemos manter o FastCommerce na dianteira, como a tecnologia de comércio eletrônico mais utilizada no Brasil.

Fonte: IDGNow

(Texto adaptado por Flavio Gomes)








Você conhece seu consumidor?

terça-feira, 28 de junho de 2011

Aprender com a experiência alheia pode economizar muito tempo e dinheiro. Os links patrocinados do Google (AdWords) foram planejados para serem gerenciados de forma independente por pessoas sem conhecimento técnico. Mas a sua aparente simplicidade - criar campanhas, anúncios e escolher palavras chave - oculta armadilhas que podem causar muitos prejuízos financeiros e pessoais. Veremos aqui alguns erros muito comuns na maioria das campanhas de links patrocinados. Espero que seja útil para você melhorar os resultados de suas campanhas. Caso atinja este objetivo, por favor, divulgue!

01. Falta de planejamento das campanhas. Primeiro entenda seu consumidor!


Muitas pessoas costumam a criar uma apresentação sem um planejamento prévio, simplesmente sentam e começam a criar slides. O resultado são apresentações com muito texto e monótonas.

Quando se trata de campanhas de AdWords as pessoas se deslumbram com a facilidade em criar campanhas, bolar "anúncios chamativos" e incluir dezenas de palavras-chave. O Google incentiva que o próprio usuário inicie sua campanha.

Com isso, muitas empresas começam as campanhas sem planejamento e aguardam chegarem os pedidos! Doce ilusão! Se você não sabe as regras do jogo, com certeza irá perder oportunidades para quem sabe.

Planejar uma campanha pode ser mais simples do que imagina. Uma ação simples é realizar buscas no Google e salvar prints das sugestões de busca. Veja no exemplo abaixo que é fácil perceber que há uma busca por "Buffet Infantil Zona Leste", ou seja, criar uma campanha com foco nessa palavra-chave é mais barato para um buffet da Zona Leste do que comprar a palavra mais genérica "Buffet Infantil".

É preciso compreender o comportamento de buscas das pessoas antes de iniciar as campanhas.

Como conhecer o comportamento de busca das pessoas?

Há dois sites do próprio Google que permitem estudar o comportamento de busca do usuário. São eles:

- Ferramenta de Palavras-Chave - Permite avaliar as palavras mais buscadas no Google. Digite uma ou mais palavras e terá uma lista de palavras com respectivos volumes de busca.
- Google Insights para Pesquisa - Compara até 5 palavras e analisa seu volume de busca ao longo do tempo. Experimente pesquisar a palavra MULHER e você notará que em março existe um pico de buscas devido ao Dia Internacional da Mulher.

A maioria das pessoas não planeja a falha, e sim falha no planejamento - John L. Beckley

02. AdWords é um leilão, portanto quem paga mais fica em melhor posição.

Muitos pensam que quem pagar um CPC (custo por clique) maior, terá seu anúncio em melhores posições. Em parte é verdade, o problema é que a posição é determinada pela multiplicação do CPC Máximo e do Índice de Qualidade. O anúncio que tiver o maior número será o primeiro.

Mas o que é índice de qualidade?

É uma nota que cada palavra-chave recebe de acordo com vários fatores, sendo três principais:

1.Relevância da palavra-chave com o texto do anúncio: o título e/ou texto do anúncio contém a palavra-chave procurada?

2.CTR (Taxa de Cliques): a taxa de cliques é o cálculo do Cliques/Impressões e indica se o anúncio foi relevante para o usuário. O CTR está estreitamente ligado a uma boa seleção de palavras-chave e anúncios bem redigidos.

3.Página destino: a URL para o qual o usuário é direcionado atende o desejo de busca do usuário? Se o usuário buscou Hotel Fazenda Reveillon 2011, não podemos direcioná-lo para Home Page do site, mas para uma página destino criada especialmente para essa palavra-chave.

03. Rede de Display como recomendação do Google?

Os anúncios do Google não aparecem apenas na busca direta no Google, mas também em parceiros de pesquisa, que são portais como o Terra, que utilizam a busca do Google, e na Rede de Display, que são milhares de sites que publicam anúncios do Google.

O AdWords deixa a opção Todos os sites disponíveis como recomendação para novos anunciantes. Minha sugestão é desabilitar a Rede de Display, para garantir que as primeiras visitas tenham origem no Google.

Para segmentos com palavras-chave muito específicas (inglês para engenheiros, por exemplo), a Rede de Display pode ser uma alternativa importante.

04. Anúncios exibidos em todo o Brasil

O padrão é que os anúncios sejam exibidos em todo Brasil. Resista à tentação de achar que seu produto ou serviço poderá ser comprado por pessoas de qualquer lugar do país. Atualmente você possui clientes em todo Brasil? Se a resposta for não, então vá com calma e faça uma segmentação geográfica para focar suas visitas nas regiões com maior potencial de venda.

Você pode selecionar os estados, mas para cidades é necessário definir círculos ao redor das regiões de interesse.

05. Começar com um CPC Máximo muito baixo

Você pode influenciar a posição de seus anúncios configurando o lance máximo de CPA. Esse lance é o maior valor que você deseja pagar quando alguém clicar em seu anúncio. Você inserirá um lance inicial abaixo, mas poderá alterá-lo sempre que quiser. Experimente definir um lance agora para dar os primeiros passos e depois o analise com base no desempenho de seus anúncios.

No momento de informar o CPC Máximo, muitas pessoas colocam valores muito baixos como R$ 0,10. Não faça isso!

A razão é que se colocar um valor baixo, seu anúncio começará a ser exibido em posições muito ruins. Com isso, o CTR (taxa de cliques) será baixo. Por exemplo: se o anúncio está na oitava posição e foi exibido 1000 vezes, mas teve apenas 5 cliques, o CTR é 0,5%. Lembrem-se de que o CTR é um dos principais fatores do índice de qualidade, portanto um CTR baixo implica em um CPC Máximo alto (ver erro número 02).

06. Apenas uma campanha para todos anúncios

Colocar todos os anúncios em apenas uma campanha não seria o melhor, pois o orçamento de uma campanha é limitado. Com isso, haverá uma concentração de cliques em poucas palavras-chave.

Por exemplo: Se o anúncio (1) tem a palavra-chave HOTEL FAZENDA e o anúncio (3) tem a palavra-chave HOTEL FAZENDA COM PISCINA AQUECIDA, teremos muitos cliques no anúncio (1) e poucos no anúncio (3) (A curva representa o volume de busca das palavras).

07. Falta do código de conversão: saiba quais palavras são mais eficazes

Todo site possui um formulário de Fale Conosco, um Pedido de Orçamento ou um Formulário de Compra.

Em geral, uma página de agradecimento é apresentada logo após essa ação. O código de conversão é um pequeno trecho de código fornecido pelo Google que deve ser colocado na página APÓS UM FORMULÁRIO. Ele permite saber quantas pessoas preencheram o formulário de contato, orçamento ou compra, e QUAL PALAVRA-CHAVE gerou aquela conversão.

Em um site de brinquedos educativos, podemos ter as palavras/cliques: FANTOCHES (500 cliques/mês) e MÚSICAS INFANTIS (1000 cliques/mês). Como saber a palavra mais importante? Com o código de conversão, podemos descobrir que para fantoches temos 20 conversões em vendas (4% de conversão) e que músicas infantis tem ZERO conversões. Supondo que o CPC foi de R$ 0,20, investimos R$ 100 em FANTOCHES e tivemos 20 vendas, ou seja, R$ 5/venda. Para músicas infantis, o investimento foi de R$ 200, mas o retorno foi ZERO, pois não converteu em vendas.

Sem o código de conversão, sua campanha é como um voo sem destino.

"Quem não mede não gerencia. Quem não gerencia não melhora." - Joseph Juran

08. Falta de vínculo com o Google Analytics

Em muitas empresas é comum o próprio cliente gerenciar suas campanhas de AdWords com um e-mail pessoal do próprio sócio ou de um funcionário. Também é comum um fornecedor criar as campanhas de AdWords com o e-mail da agência.

A produção do site, em geral, é responsabilidade de outra empresa. Portanto, o e-mail utilizado para cadastrar o código do Google Analytics será diferente do e-mail utilizado nas campanhas de AdWords.

O resultado é que não será possível acompanhar pelo Google Analytics as visitas com origem nos links patrocinados, e elas serão contabilizadas como visitas orgânicas (ou gratuitas).

Para saber se o AdWords está vinculado ao Analytics, basta selecionar Relatórios > Google Analytics. Se aparecer a tela abaixo, é porque não estão vinculados.

09. Falta de relatórios

O AdWords oferece uma gama muito variada de relatórios que permitem analisar as campanhas, os anúncios e as palavras-chave com muitos detalhes. Infelizmente, a maioria das pessoas não tem o hábito de analisar mensalmente os resultados das campanhas, deixando 100% da responsabilidade com quem está gerenciando as campanhas.

Os relatórios são uma responsabilidade gerencial. Portanto, os gestores deveriam se envolver mais com as campanhas de AdWords e solicitar os relatórios que respondam suas demandas de informações sobre as campanhas.

"Uma boa pergunta já é 50% da resposta!"

10. Palavras-chave e anúncios não relacionados

As pessoas criam anúncios com títulos chamativos, porém não relacionados com a palavra-chave pesquisada.

No exemplo abaixo, a palavra pesquisada foi HOTEL FAZENDA CRIANÇAS. Note que, em primeiro lugar, temos o Hotel Fazenda Santa Mônica, cujo anúncio tem o título "Hotel Fazenda p/ Crianças". Em uma posição bem abaixo, temos um anúncio com o título "Viaje com as Crianças", que não possui as palavras HOTEL FAZENDA no anúncio.

Fonte: iMasters!

(Texto adaptado por Gustavo Takeshi)

10 erros comuns em Links Patrocinados

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Apesar da constante guerra entre as potências da época, o maior medo que rondava o Caribe dos séculos XVI e XVII era a pirataria. Com hábitos impiedosos, bandos saqueavam navios comerciais e aterrorizavam vilas com ameaças e uso indiscriminado de força para aumentar os seus patrimônios ou simplesmente para se divertir com o sadismo que sempre os caracterizou.
Séculos se passaram, mares se acalmaram e tanto territórios quanto países cercaram-se de defesas para extirpar os piratas tradicionais de boa parte das costas do planeta. Exceto por casos isolados que ainda persistem, a batalha foi ganha com um sucesso considerável.
Mas isso não significa que a pirataria tenha chegado ao fim: ela simplesmente evoluiu e entrou em uma nova era.

A metamorfose do dinheiro. E do crime
Nós séculos passados, o ouro rodava o mundo em baús estocados nos porões de navios.
Hoje, o dinheiro não está mais em navios. A cada dia que passa, ele sai também de bolsos e de cofres tradicionais e assume uma forma nova, característica da evolução à qual fazemos parte: a eletrônica, caminhando entre lojas online, bancos e contas diversas.
O crime, claro, está atento a isso.
Os ataques dos piratas modernos
Protegido pelo anonimato da rede e longe das armas da polícia, organizações criminosas modernas já dão claros sinais de acumularem conhecimento e experiência em um tipo de furto mais difícil de combater.
Apenas nos últimos meses, testemunhamos invasões em sites de entidades políticas (site do PT, em 18/10/2010, e PSDB, em 25/10/2010); de serviços de hospedagem como a Locaweb (17/10/2010) e até mesmo de sites que prestam serviço de segurança, como a Kaspersky Labs (17/10/2010).
Em maio de 2009, um hacker invadiu o sistema do Twitter e conseguiu acesso administrativo a todas as contas de usuários do serviço.
Até mesmo o Google já sofreu invasões de 2009 para cá – como uma que alterou a página da empresa no Marrocos para uma tela em branco contendo mensagens do tipo “cyber-criminal esteve aqui”.
Em alguns desses casos, os prejuízos financeiros foram notórios. Em outros, as marcas tiveram que se esmerar para recuperar a credibilidade perante os seus públicos.
A prevenção ao crime digital
Seja qual for o caso, o fato é que notícias de ataques e invasões a sites têm se tornado assustadoramente mais comuns, forçando empresas a investirem cada vez mais em segurança e a envolverem-se em um tipo diferente de guerra.
Se você está à frente de áreas digitais de empresas, é bom se preparar para combater um inimigo muito pior do que os seus concorrentes: os piratas digitais. Estes começam a se proliferar pela Web, dotados de conhecimento e motivação que varia de prazer pessoal a ambição desmedida.
Não há receita para combater um inimigo invisível – mas há, sim, algumas premissas que podem ajudar:
1) Investimento. Sistemas de segurança, certificados e muito trabalho de programação direta. Hoje, não há como fugir de se equipar as plataformas digitais de empresas com um aparato que diminua (mesmo sem eliminar) riscos de invasão.
2) Cuidado extra com as informações realmente delicadas. A única maneira 100% segura de um hacker não capturar informações é você não as colocar na rede. Assim, é aconselhável armazenar alguns dos dados da empresa em locais sem nenhum tipo de conexão com o mundo exterior e onde apenas poucos usuários tenham acesso.
3) Seja discreto. Quando muitos ficam sabendo de muita coisa, guardar segredos acaba se tornando algo impossível. O que vale, portanto, é a tradicionalíssima regra militar para lidar com informação: só se deve compartilhá-la diretamente com quem precisa sabê-la – e ninguém mais.
4) Orientação às equipes. Ainda assim, sempre haverá dados ao alcance de todos os membros da equipe – algo fundamental para que qualquer empresa informatizada consiga operar. Nesse caso, a única solução é orientar os colaboradores de maneira constante e clara sobre riscos envolvendo downloads de arquivos suspeitos, cliques em links que venham de anônimos e assim por diante.
5) Zelo extra com operações de comerciais online. Algumas empresas de comércio eletrônico têm o hábito de armazenar dados de cartão de crédito de seus consumidores para viabilizar cobranças recorrentes ou outros tipos de operações financeiras. Isso é completamente desaconselhado. Em um processo de compra, o ideal é que a loja nem sequer tenha acesso aos dados, fazendo-os transitar de maneira criptografada da máquina do usuário até a operadora de cartão de crédito. A partir do momento em que uma empresa armazena os dados de cartões dos seus usuários, ela está sujeita a ataques de hackers com o objetivo claro de capturar e utilizar este dados. Por mais que ela invista em segurança, esse é um risco que sempre existirá e que, caso se concretize, pode causar danos institucionais irreparáveis.
Há ainda uma lista praticamente infinita de medidas de segurança que se pode tomar, mas caberá também ao gestor desenhar a linha entre precaução e paranóia (mesmo porque a última pode afastar os usuários).
Mas, de todas as atitudes existentes nesse campo, a mais importante é estar permanentemente atento. A partir do instante em que o site que você estiver gerindo alcançar níveis altos de crescimento, ele chamará a atenção do crime.
Nesse momento, você estará inserido em um eterno jogo de xadrez contra um inimigo poderoso e invisível: precisará observar pistas, suspeitar tentativas de ataques e reagir, seja trocando senhas, aumentando investimentos ou realocando dados. Preferencialmente antes que o mal seja feito.
O FastCommerce possui vários recursos para inibir esses crimes e fraudes no comércio eletrônico. Exibição de força de senha, Firewall personalizado, Site Blindado e certificado de segurança EV SSL (Thawte).
Fonte: IDGNOW!
(Texto: Ricardo Almeida. Adaptação: Gustavo Takeshi)


O crime digital e os cuidados das lojas virtuais!

 
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