quarta-feira, 25 de novembro de 2020

 


Um dos maiores pesadelos das lojas virtuais é o cancelamento da compra. Infelizmente nem todos os pedidos gerados na sua loja serão pagos.

Por muitas vezes o cliente visita a loja, escolhe os produtos, passa pelo checkout mas não finaliza o pagamento no prazo estipulado. O hábito que é inofensivo na visão do cliente pode ser frustrante para a loja.

As causas mais comuns de cancelamento de compra são:
  • Arrependimento da compra
  • Problemas com pagamento
  • Demora na entrega
  • Erros no envio

O que fazer para evitar o cancelamento?

Uma forma muito eficiente de recuperar pedidos não pagos é entrar em contato com o cliente para entender as razões. O contato pode ser feito facilmente pelo WhatsApp, e-mail ou até mesmo uma ligação.

Lembre-se de deixar claro que você não está ligando para cobrar, mas sim perguntar as razões para não ter finalizado a compra.

Uma outra forma de recuperar pedidos não pagos é via Email marketing. Crie uma campanha de recuperação de pedidos e incentive a finalização do pedido com um desconto. 

Para os casos em que identificou que a razão do não pagamento foi o arrependimento da compra, pois o cliente comprou por impulso, relembre-o sobre as qualidades daquele item. Inspire o cliente para que ele finalize o pagamento. Ofereça informações, vídeos e demonstre como o produto pode ser útil em sua vida.

Esse contato ativo pode fazer com que um percentual das pessoas que não concluíram o pagamento voltem e concluam a compra, o que fará com que a receita aumente. Ou seja, atenção especial e o tratamento humano podem converter esse pedido perdido!

Você sabia que no Fastcommerce é possível alterar forma de pagamento do pedido? Sim! É possível escolher qualquer forma de pagamento disponível no Fastcommerce mesmo aquelas que não estão ativas no momento na loja virtual.

Fale com nossa equipe e boas vendas!

Este artigo foi escrito por Luciana Hamassaki, da equipe de Marketing do Fastcommerce.

Reduza o cancelamento de compra em sua loja virtual

quarta-feira, 18 de novembro de 2020


Um guia de estilo é um documento que descreve tudo o que é necessário para a criação de uma página, elementos ou postagem nas redes sociais.

Esse guia é detalhado e inclui gráficos (botões), logotipos, estilos fontes, tamanhos de fontes, cores de texto, plano de fundo, aplicativo, newsletter e qualquer outra coisa que diga respeito a atualizações da loja virtual e criação de conteúdo.

O guia é fundamental quando existe mais de um designer ou desenvolvedor trabalhando no mesmo projeto. Dessa forma, o projeto seguirá os mesmos padrões de design e desenvolvimento.

Dentro do guia de estilo, determinamos:

Cores
Se a loja virtual já tem uma paleta de cores com a qual trabalham, é perfeito!

Nem sempre isso acontece, nesse caso precisamos escolher as cores primárias e secundárias.

As cores primárias são as cores principais específicas da empresa, enquanto as cores secundárias representam as cores adicionais utilizadas para realces.

Ao decidir sobre a cor dos títulos principais, é recomendável escolher uma cor mais escura e usar um mais claro ou o mesmo matiz para o corpo do texto.

Lembre-se de que o preto não é a melhor escolha para a cor do texto porque não é uma cor quente e é menos legível, então escolha tons mais claros de preto. Quando você tem as cores primárias e secundárias, basicamente tem sua paleta de cores com tonalidades diferentes para exposição dos elementos.

Um fator importante é garantir a legibilidade. Devemos ter isso em mente se quisermos escolher os tons de fundo corretos para o texto.

A psicologia das cores é o estudo que revela como o cérebro humano identifica e entende as cores de diferentes formas, influenciando em suas emoções, sentimentos e desejos.

Veja como aplicar a psicologia das cores no e-commerce.

Tipografia
Você sabia que a tipografia representa 95% da sua loja virtual? Mais um motivo para ter certeza de usar a tipografia apropriada que melhor descreve sua empresa.

Em seu guia, identifique claramente os nomes das fontes, tamanhos e altura da linha. Isso torna muito fácil para futuros designers recriar a aparência apropriada do seu site.

O tamanho do corpo do texto pode ser determinado usando tamanhos diferentes e comparando-os entre si para ver qual deles tem a melhor legibilidade no notebook e no mobile.

Um ponto importante é a hierarquia dos títulos. A hierarquia é a seguinte: H1, H2, H3 e assim por diante.

Acesse o Google Fonts e descubra qual fonte combina com sua marca.

Grade
A grade de conteúdo é a maneira perfeita de identificar como as páginas e as postagens devem ser dispostas.

Ela mostra onde as imagens e gráficos devem ser posicionados entre o texto e seus espaçamentos. Dessa forma, o desenvolvedor tem um trabalho mais fácil e também nos ajuda a manter a consistência da imagem visual.

Gráficos e Ícones
Ao criar os ícones, botões e outros gráficos concentre-se no estilo. Se eles são preenchidos ou ícones de linha, coloridos, preto e branco e assim por diante.

Faça testes de usabilidade. Os ícones são elementos gráficos frequentemente usados em projetos. Eles ajudam a simplificar o design e dar mais clareza nas informações para os clientes.

Veja como criar ícones para telas sensíveis ao toque.

Fotos
É necessário definir as especificações das fotos dos produtos, banners, e-mail marketing, etc.

Ao especificar a largura e a altura das imagens, a loja virtual será equilibrada com todos os outros elementos.

Muitos programas aplicam filtros ou efeitos em imagens que são inseridos em postagens nas redes sociais. Tome cuidado para não ir contra a paleta de cores da loja.

Outros
Não esqueça dos estilos dos formulários, depoimentos, dos botões secundários e primários.

É importante definir os efeitos dos botões e outras animações da página.

Por que você deve usar um guia de estilo?
  • Tempo de construção mais rápido para novas seções e páginas
  • A consistência do design é mais fácil de manter
  • Designers, desenvolvedores e proprietários de conteúdo têm um guia completo para referência
  • Os novos colaboradores que ingressam no projeto podem consultar o guia para saber o uso do estilo
  • Mantém o código e o design consistentes em toda loja virtual
  • O guia permite padronizar o código (CSS, JS, HTML), mantendo-o pequeno e rápido de carregar.

Boas vendas!

Este artigo foi escrito por Adriano Yamuto, da equipe de desenvolvimento do Fastcommerce.    

Crie um Guia de Estilo para sua Loja Virtual

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

 


Não tenha dúvidas, oferecer desconto ou brinde pode ser um ótimo instrumento de marketing para conquistar a simpatia e o engajamento de seus clientes.

Empresas de pequeno, médio e de grande porte utilizam esse recurso como ferramenta de relacionamento com o cliente. Ao fornecer um brinde ou um desconto, você cria um vínculo entre a sua marca e o cliente.

Além de fidelizar novos clientes, o uso do brinde e desconto estimula os clientes antigos a retornar a loja, já que os itens promocionais para este público são um ótimo caminho para chamar a atenção e incentivá-los a comprar novamente.

Existem diversas formas de você conceder brindes e descontos.

- Brinde na compra de determinado produto

Selecione os principais produtos da sua loja. Dê preferência aqueles mais vendidos ou mais visitados e anuncie que ao comprar o cliente levará um brinde exclusivo.  

- Brinde acima de determinado valor

Dependendo do valor da compra, é possível oferecer um mimo. É possível também enviar esse presente sem que o cliente saiba. Afinal a sensação de ganhar algo inesperado junto ao produto principal é prazerosa.

- Desconto de 50% em um produto, desde que seja comprado com outro

Selecione produtos complementares ou que frequentemente são comprados juntos. Por exemplo, em uma loja do segmento de moda, ofereça na compra do vestido o desconto de 50% na bolsa que complementará o look. 

- Desconto 50% de desconto na terceira peça do mesmo item

As chances de um cliente gastar mais são maiores quando ele entra em uma loja e encontra um desconto como esse. Afinal, quem não gosta de um descontinho?

Não há segredo. Use sua criatividade! Com medidas simples, é possível fazer o cliente sair de sua loja virtual com as sacolas cheias, se sentir valorizado e ainda retornar com frequência.

Para te ajudar, preparamos um guia detalhado para criar as regras em sua loja. Além disso, nossa equipe está pronta para ajudar nestas configurações.

Boas vendas!

Este artigo foi escrito por Luciana Hamassaki, da equipe de Marketing do Fastcommerce.

Como aumentar as vendas com brindes?

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

 


Navegar apenas com o teclado é fundamental para a acessibilidade. Ele se torna um componente essencial para alguns usuários.

Os usuários cegos, deficientes visuais (baixa visão) ou com mobilidade reduzida usam as setas tradicionais do teclado e as teclas de tab para navegar na loja virtual.

A diferença entre o teclado e o mouse é que quando o usuário navega pelo teclado, o acesso aos links na tela é sequencial.

O usuário precisa percorrer todos os links que estão disponíveis na loja até encontrar o que deseja.

O mouse por outro lado permite o acesso direto aos links.

Até a loja virtual mais sofisticada se torna inútil para um usuário que não pode acessar seus controles e interagir com ela.

A ordem de leitura é determinada pela ordem DOM

Não importa como você vai estruturar seu HTML. O teclado ou leitor de tela navegará pela loja virtual com base em onde o código aparece no HTML.

Se existe um texto no topo e a posição é alterada via CSS. Nesse caso, os usuários de teclado e leitor de tela encontrarão esse texto na parte superior. A alteração da posição com CSS não será levada em conta.

Cuidado com o Tabindex

Evite usar valores do tabindex maiores que 0. Isso pode fazer com que a ordem de leitura não corresponda à ordem de tabulação.

Ao fazer isso, vai dificultar para os usuários que dependem de tecnologias para navegar pelo conteúdo da página. 

Use controles HTML nativos

Usar frameworks e bibliotecas personalizadas na maioria dos casos significa que você terá que fazer um trabalho extra para torná-las acessíveis.

Ao utilizar controles HTML nativos, como um controle de dropdown, os usuários de teclado e leitor de tela não terão problemas para usar o controle porque é um padrão estabelecido.

Tente não usar DIVs clicáveis como botões. Basta usar os botões porque eles já são anunciados automaticamente como botões, aparecem na ordem das guias e funcionam com a tecla Enter.

Os usuários de teclado devem ser capazes de acessar os elementos interativos, não apenas a navegação principal. Dessa forma, os elementos do formulário, menus suspensos, botões, caixas de diálogo e outros widgets devem ser acessíveis.

Um problema é causado por widgets com elementos <div> ou <span>. Eles podem ser atribuídos ao foco do teclado por meio de tabindex. Alternativamente, usar apenas links, botões e campos de formulário HTML garantirá que todos os elementos possam ser tabulados.

Você já navegou na sua loja virtual através do teclado?

Você sabe dizer se ela é acessível?

Conheça mais sobre a Diretriz 2.1 Acessível por Teclado.

Boas vendas!

Este artigo foi escrito por Adriano Yamuto, da equipe de desenvolvimento do Fastcommerce.    

Faça Você Mesmo - DICA #8 Acessível por Teclado - Acessibilidade

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

 


Tornar o conteúdo "distinguível" é uma forma de melhorar a acessibilidade da sua loja virtual.

Isso significa que o seu conteúdo precisa ser legível por pessoas com uma ampla variedade de deficiências visuais, bem como pelo público não deficiente em geral também.

As deficiências visuais podem incluir daltonismo, baixa visão, visão turva e muitas outras.

Existem quatro critérios principais para tornar sua loja virtual distinguível. Eles são:

Contraste entre a cor do texto e o fundo. 

Pessoas com deficiência visual têm dificuldade em distinguir cores e formas que não tenham contraste suficiente. Em muitas situações, um elemento no design pode passar despercebido.

Texto amarelo em um fundo azul pode ser um modelo padrão em um hotsite, mas é altamente problemático para pessoas com baixa visão ou daltonismo amarelo-azul. Hiperlinks azuis em um fundo azul são igualmente problemáticos.

O verificador de contraste de cor do WebAim permite que você verifique se as cores escolhidas para o texto ou imagens na sua loja virtual atendem aos requisitos de contraste. Se você não estiver familiarizado com a notação hexadecimal para cores, você também pode usar ContrastChecker.com e clicar na paleta de cores para abrir um seletor de cores RBG.

Tamanho da fonte sem prejudicar a legibilidade.

Os clientes com problema de baixa visão podem dar zoom na sua loja virtual através do navegador de até 200% e ainda assim navegar, interagir e comprar na loja.

À medida que envelhecemos, fica mais difícil distinguir o texto impresso (ou na tela) em tamanhos menores.

Os padrões de acessibilidade da web reconhecidos internacionalmente, conhecidos como Web Content Accessibility Guidelines (WCAG), exigem que o texto possa ser redimensionado sem tecnologia assistiva em até 200% sem perda de conteúdo ou funcionalidade.

As páginas da sua loja virtual precisam ser totalmente legíveis e funcionais quando alguém aumenta o texto usando o zoom do navegador da web.

Botões claros e fáceis.

Por favor, não invente a roda!

Os botões devem ser semelhantes a botões, os links devem ser semelhantes a links e todos os destinos clicáveis na sua loja virtual devem ser grandes o suficiente para serem imediatamente reconhecíveis como um destino clicável.

Tornar alvos clicáveis (ou seja, botões de ação, botões de envio de formulários, links, etc.) pequenos torna difícil para a maioria dos adultos clicar corretamente no alvo. Isso torna virtualmente impossível para pessoas com deficiência motora.

Cor como única característica distintiva.

Aproximadamente 8% dos homens e 0,5% das mulheres são afetados pelo daltonismo (ou deficiência de cor).

O daltonismo não se limita simplesmente às cores vermelho e verde, elas ocorrem em uma variedade de cores. Dessa forma, você não pode presumir que um único indivíduo possa ver uma cor específica como a cor que você espera.

O conteúdo acessível não usa a cor como única característica distintiva. Apresentações e conteúdos acessíveis não usam frases como "como você pode ver na linha vermelha" ou "como você pode ver na linha azul".

Os sites acessíveis não usam a cor vermelha para indicar avisos importantes ou erros. O Simulador de Daltonismo Coblis pode pegar seus gráficos, tabelas e imagens e mostrar a você como eles se parecem para pessoas com uma variedade de deficiências de cores.

Conheça mais sobre a Diretriz 1.4 Distinguível.

Boas vendas!

Este artigo foi escrito por Adriano Yamuto, da equipe de desenvolvimento do Fastcommerce.    


Faça Você Mesmo - DICA #7 Distinguível - Acessibilidade

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

 


Criar algo complexo e de difícil compreensão é fácil, o complicado é criar algo simples!

Ao desenvolver um design que seja adaptável e que pode ser apresentado de diferentes maneiras sem perder informações ou a estrutura, essa é a parte complicada.

A Diretriz 1.3 Adaptável visa garantir que a estrutura e a relação do conteúdo não mudem quando fornecida de uma maneira alternativa, que a sequência de leitura correta seja mantida e que o conteúdo não dependa exclusivamente de dados sensoriais.

Exemplos de conteúdo adaptável:
  • Os campos obrigatórios em um formulário não são apenas distinguidos por um contorno vermelho, mas também por um asterisco.
  • Um documento de texto simples segue as convenções de formatação padrão que permitirão que as tecnologias assistivas o convertam em sua seqüência adequada.
  • Se várias colunas forem usadas para exibir o conteúdo, a progressão linear do conteúdo vai de cima para baixo e então para o topo da próxima coluna.
  • Um texto de várias páginas usa um ícone de seta para indicar onde clicar para continuar na próxima página. Além do ícone, a seta é rotulada como "continuar" ou "próximo" e inclui instruções sobre como navegar para a próxima página.

Os clientes podem alterar a aparência da tela do computador ou as configurações do navegador para atender às suas necessidades, como ampliar a página ou utilizar o modo noturno.

Você deve se perguntar: Quando todo o estilo (CSS) não for mostrado na página, o conteúdo estará de fácil entendimento na estrutura?

O conteúdo deve ser claro quando visto em telas pequenas ou diferentes resoluções, como um dispositivo móvel, tablet, notebook e desktop.

As instruções para manusear precisam ser claras e oferecer opções. Algumas ações podem ser tornar inacessíveis para pessoas com deficiência ou um dispositivo que não ofereça suporte. Por exemplo:

"Clique no botão redondo para continuar"
O botão deve ser claramente rotulado para que seja óbvio que é o botão que você precisa pressionar. Se houver vários botões, certifique-se de que todos estejam claramente identificados para distinguir suas funções.

"Ouça as instruções de áudio para orientação"
Isso é obviamente problemático, o áudio ficará inacessível para pessoas com deficiência auditiva, enquanto o texto pode ser lido, mas também falado por um leitor de tela, se necessário.

"Deslize do lado direito da tela para revelar o menu"
Alguns usuários podem não conseguir deslizar a tela devido a deficiência ou porque o dispositivo não suporta o toque. Uma alternativa deve ser fornecida, como um atalho de teclado ou botão que pode ser ativado pelo teclado ou outros meios.

Faça uma análise na sua loja virtual e verifique quais mudanças precisam ser feitas para melhorar a acessibilidade.

Conheça mais sobre a Diretriz 1.3 Adaptável.

Boas vendas!

Este artigo foi escrito por Adriano Yamuto, da equipe de desenvolvimento do Fastcommerce.

Faça Você Mesmo - DICA #6 Adaptável - Acessibilidade

quarta-feira, 14 de outubro de 2020


 O Time-based Media é uma das diretrizes de acessibilidade de acordo com o critério 1.2 das diretrizes WCAG 2.0.

Essa diretriz está relacionada aos vídeos, áudios, slides (apresentações) ou qualquer outra mídia que tenha a duração (tempo) como uma propriedade.

Se sua loja virtual possui uma apresentação multimídia como um vídeo falando sobre sua empresa ou sobre um produto, alguns clientes não serão capazes de perceber ou terão dificuldade em perceber as imagens ou o áudio.

Ao fornecer alternativas, seu conteúdo melhora a acessibilidade para uma gama de indivíduos com e sem deficiência.

  • Clientes que tem problemas para entender de forma visual incluem pessoas com deficiências visuais, certas deficiências cognitivas, dificuldades de linguagem e dificuldades de aprendizagem. Ao incluir alternativas de texto tornam a apresentação multimídia acessível a essas pessoas.
  • Clientes que tem problemas para entender a faixa de áudio incluem pessoas com deficiência auditiva ou surdas ou que tem certas dificuldades cognitivas, de linguagem ou de aprendizagem. Ao incluir alternativas de texto e legendas são as duas maneiras mais comuns de aprimorar a acessibilidade para pessoas que tem problemas para processar a parte de áudio de uma apresentação multimídia.
  • Clientes surdos e cegos podem ter problemas ou serem incapazes de entender uma comunicação visual, a faixa de áudio ou ambas. Um tipo especial de alternativa de texto, a alternativa para Time-based Media, pode tornar a multimídia acessível para pessoas surdas e cegas.
  • Clientes que tem o português ou outro idioma como uma segunda língua se beneficiam de alternativas em texto, especialmente aqueles que entendem melhor ao lê-lo do que ao ouvi-lo.
  • Alguns clientes aprendem visualmente, eles estão "programados" para entender melhor olhando do que ouvindo ou fazendo. Outros são aprendizes auditivos, eles aprendem melhor ouvindo do que vendo ou fazendo. As alternativas de texto ajudam a todos a obter o máximo de uma apresentação multimídia.
  • Alternativas de texto e legendas são convenientes. Por exemplo, um vídeo legendado pode ser entendido em um ambiente barulhento ou em um ambiente silencioso.
  • As alternativas de texto tornam a multimídia pesquisável. Quando os motores de busca de pesquisa indexam seu conteúdo, eles não podem “ler” seus vídeos e áudios. Os mecanismos de pesquisa só entendem texto (embora a tecnologia de reconhecimento de imagem esteja surgindo).

A Seção 1.2 das Diretrizes WCAG 2.0 estabelece os seguintes requisitos:

Time-based Media inclui:

  • Conteúdo apenas de áudio
  • Conteúdo apenas de vídeo
  • Conteúdo de áudio e vídeo

Apenas áudio pré-gravado

  • Um texto alternativo fornece uma identificação descritiva
  • Uma versão em texto apresenta informações equivalentes

Apenas vídeo pré-gravado

  • Um texto alternativo fornece uma identificação descritiva
  • Uma versão em texto apresenta informações equivalentes ou uma faixa de áudio é fornecida

Áudio-vídeo pré-gravado

  • Um texto alternativo fornece uma identificação descritiva
  • É fornecida uma descrição de texto ou áudio-descrição
  • Legendas ou interpretação em linguagem de sinais é fornecida

Para facilitar o entendimento, em termos gerais, Time-based Media é qualquer elemento incorporado na loja virtual que se move, faz barulho, exibe conteúdo sincronizado com outro elemento da loja ou exibe conteúdo que muda sem intervenção do usuário.

Certas considerações de acessibilidade precisam ser feitas ao construir o conteúdo, para que todos tenham acesso a esse conteúdo, independentemente do seu nível de habilidade.

Conheça mais sobre a Diretriz 1.2 Time-Based Media.

Boas vendas!

Este artigo foi escrito por Adriano Yamuto, da equipe de desenvolvimento do Fastcommerce.    

Faça Você Mesmo - DICA #5 Time-based Media - Acessibilidade e SEO

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

 


Uma das maiores preocupações das lojas virtuais é a segurança na hora da compra. Afinal, não importa se seu negócio é grande ou pequeno, ou o que ele vende, todos estão expostos.

Não existe 0% de fraude, até porque, se isso acontecer, significa que a sua loja não está vendendo. Enquanto houver  transações online, será preciso lidar com a fraude, e o que as empresas precisam saber é administrar sua loja virtual utilizando as ferramentas que a tecnologia disponibiliza, protegendo assim o bom cliente.

Analise com atenção todas as informações, para só então remeter o pedido. Lembre-se: existem fraudes muito bem elaboradas, por isso todo cuidado é pouco!

Conheça agora as fraudes mais comuns:

Fraude efetiva: A compra é realizada com cartão de crédito roubado ou clonado.

Auto fraude: Nesse caso o cliente age de má fé e realiza a compra normalmente, no entanto solicita o estorno para a administradora do cartão. 

Fraude amigável: Uma pessoa próxima ao titular do cartão (como o filho ou esposo) compra algum produto sem que ela saiba.

Fraude de aquisição de conta: O golpe ocorre quando o fraudador se apossa das credenciais de login de um cliente legítimo e aproveita os cartões de crédito armazenados para comprar mercadorias.

A principal razão de se importar com a fraude é que você perde dinheiro quando é vítima de fraude. Isso por si só já pode ser consideravelmente preocupante e gera enormes prejuízos, diminuindo a viabilidade financeira do seu negócio.

Mas, como evitar as fraudes?

O primeiro aspecto é observar e acompanhar o perfil dos clientes e o tipo de produtos que compram. Assim, quando alguma venda sair do "padrão", você pode entrar em contato com o comprador para confirmar a compra antes do envio.

Além disso, recomendamos que adote esse procedimento sempre que uma compra ultrapassar determinado valor. Assim, minimiza o risco de enviar o item sem receber o pagamento.

Vale ficar de olho também se a localização é incomum ou se o endereço de cobrança não é o mesmo.

Vale ressaltar que existe a opção de contratar empresas especializadas em antifraude, ferramentas de gestão de risco e de monitoramento de vendas vai garantir mais eficiência na aprovação de compras e reduzir drasticamente o risco de o seu negócio ser vítima de crimes digitais.

Administre o risco de sua loja virtual de maneira profissional e consciente.

Aqui no Fastcommerce oferecemos os mais avançados recursos para auxiliar a sua gestão de risco. Clique aqui e saiba como proteger a sua loja virtual.

Boas vendas!

Este artigo foi escrito por Luciana Hamassaki, da equipe de Marketing do Fastcommerce.

Como evitar fraudes na minha loja virtual?

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

 


O Alt text (texto alternativo), também conhecido como "atributos alt" e "descrições alt", são utilizados para descrever uma imagem.

O preenchimento da tag alt é essencial para os motores de busca (Google, Bing, DuckDuckGo, Yahoo), a função dessa tag é descrever o que tem dentro da imagem.

Com a evolução da tecnologia e a inteligência artificial, a cada dia os motores de busca estão mais inteligentes. Isso não quer dizer que ela não precise da sua ajudinha.

A utilização do texto alternativo vai melhorar a experiência do usuário e consequentemente obter benefícios relacionados ao SEO.

Conhecemos algumas práticas recomendadas como utilizar palavras-chave no nome da imagem, mas somente a palavra-chave no texto alternativo é bom?

A resposta para pergunta é sim e não. A tecnologia para reconhecer uma imagem está em constante evolução e tem melhorado a cada dia, mas elas ainda não conseguem detalhar com precisão o conteúdo que tem dentro.

Voltando para resposta, sim, você pode utilizar apenas uma palavra-chave, e não, não é aconselhável deixar a interpretação exclusivamente nas mãos dos motores de busca. Se eles não entenderem ou errarem o que sua imagem é, é possível que você classifique por palavras-chave indesejadas ou perca completamente a classificação.

Exemplo com apenas a palavra-chave:

<img src="tenis.jpg" alt="tênis">

Este texto alternativo é apenas "bom" porque não é descritivo. a imagem é um tênis. Mas, há mais a ser dito sobre a imagem.

Exemplo descrevendo a imagem:

<img src="tenis.jpg" alt="Tênis de corrida para performance ideal para corredores com pisada neutra">

Este texto alternativo é uma alternativa melhor porque é muito mais descritivo do que está na imagem. Isso não é apenas um tênis (como o primeiro exemplo demonstrou), é um tênis de corrida para performance ideal para corredores com pisada neutra.

Agora sabemos que é melhor descrever uma imagem para os motores de busca, mas esse não é o único motivo, um motivo extremamente importante é que muitas vezes são esquecidos a questão de acessibilidade, e esse fator não pode ser ignorado.

Transformar a loja virtual mais acessível é um trabalho diário, o objetivo é descrever as imagens para os visitantes que não conseguem vê-las. Esses usuários não utilizam os navegadores tradicionais que utilizamos, são navegadores específicos, isso inclui leitores de tela e navegadores que bloqueiam imagens. Ou seja, o texto alternativo é a única solução, incluir texto alternativo nas imagens garante que todos os usuários, independentemente da capacidade visual, possam apreciar o conteúdo da sua loja virtual.

Boas práticas para escrever seu texto alternativo:

  • Adicione texto alternativo descritivo às imagens
  • Descreva a imagem o mais especificamente possível
  • Mantenha-o (relativamente) curto. Os leitores de tela mais populares cortam o texto alternativo em cerca de 125 caracteres
  • Use suas palavras-chave, o texto alternativo oferece uma oportunidade de incluir palavra-chave em uma página
  • Evite o excesso de palavras-chave.
  • Não negligencie os botões do formulário. Se um formulário em seu site usa uma imagem como botão "enviar", atribua a ele um atributo alt. Os botões de imagem devem ter um atributo alt que descreva a função do botão, como "comprar", "inscrever-se" etc.
  • Fornece uma forma alternativa de CAPTCHA que produz o código CAPTCHA como áudio  

Conheça mais sobre a Diretriz 1.1 Alternativas de texto.

Boas vendas!

Este artigo foi escrito por Adriano Yamuto, da equipe de desenvolvimento do Fastcommerce.    

Faça Você Mesmo - DICA #4 Alt Text - Acessibilidade e SEO

 
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