segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A utilização dos facilitadores de pagamento para negociações internacionais irão beneficiar os pequenos e médios empresários

A recente decisão do Banco Central (BC) de autorizar as vendas do comércio eletrônico brasileiro para o exterior, por intermédio dos facilitadores de pagamento, deve contribuir para aumentar a participação de empresas de nicho no mercado internacional e forçar o amadurecimento do setor. Atualmente, o pagamento das compras de consumidores estrangeiros só pode ser feito diretamente ao site de e-commerce.

A resolução proposta pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 28 de julho deste ano, aprovada pelo BC, permite as transações apenas com facilitadoras que atuem no Brasil, e tem o intuito de proporcionar paridade entre os empreendedores do país e os de outras nações. Mas para Alexandre Umberti, diretor de marketing da e-bit (empresa especializada em números do setor), a medida não vem no melhor momento. "Qualquer oportunidade de abertura do mercado, principalmente que incentive a exportação, é super bem-vinda. Agora, o cenário não é tão bom assim, o real está muito valorizado, o que diminui a competitividade."

Umberti acredita que a utilização dos facilitadores de pagamento para negociações internacionais irão beneficiar os pequenos e médios empresários. Ela também será positiva aos comerciantes de produtos mais customizados, que normalmente são procurados pelo diferencial com relação aos itens facilmente encontrados no país de origem dos consumidores em questão.


Mão de obra desqualificada

Há ainda outro entrave na expansão do comércio eletrônico para além do território nacional, que é o apagão de mão de obra especializada por qual o setor passa. Dados da 24ª edição do relatório Webshoppers, divulgados pela e-bit, em parceria com a E-commerce School e a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), apontam para a dificuldade de 63% das lojas virtuais ativas no Brasil encontrarem profissionais que atendam a todas as necessidades das empresas: 79% dos candidatos não tinham as habilidades necessárias ao cargo.

Usar ferramentas que facilitem o acesso do público internacional é ainda outra necessidade da plataforma de empresas que pretendem expandir a atuação para outros países. Segundo Umberti, no mercado não existem profissionais preparados para essa demanda, que implica em desenvolver o código em outro idioma (o inglês, por exemplo) e em criar métodos mais sofisticados para o processo de pagamento da compra, como um sistema que faça a conversão para outra moeda do valor em Real do produto. "Tem empresas com caminhões parados porque não encontram motoristas. Imagine as dificuldades de encontrar desenvolvedores com fluência em outros idiomas?", questiona.


Fonte: Administradores.com.br

E-commerce nacional deve amadurecer com atuação no exterior

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Inaugurada em 21 de abril de 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, Brasília é a terceira capital do Brasil, após Salvador e Rio de Janeiro.

No dia 16/08/2011 apresentamos o FastCommerce no E-commerce Meeting 2011 e gostaríamos de agradecer sua presença.




Fotos do evento
FastCommerce - E-Commerce Meeting - Brasília 16/08/2011

FastCommerce - E-commerce Meeting 2011 - Brasília 16/08/2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Goiânia é conhecida por ter o maior índice de área verde por habitante do Brasil e o segundo no mundo, sendo superada apenas por Edmonton, no Canadá, que tem 100 m² de área verde por habitante.

Atualmente, Goiânia tem 95 m² de área verde por habitante.

Podemos dizer que fizemos parte deste índice e no dia 09/08/2011 apresentamos o FastCommerce no Ciclo de Seminários sobre Comércio Eletrônico.

Gostaríamos de agradecer sua presença.




Fotos do evento



FastCommerce - Ciclo mpe.net - Goiânia 09/08/2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Maceió, capital do Alagoas, é um lugar onde natureza não mediu esforços. São quase 40 km de praias paradisíacas, piscinas naturais, um mar de águas mornas e tranquilas e de uma cor inigualável.

Felizmente estávamos lá para apresentar o FastCommerce, sistema de loja virtual mais utilizado do Brasil.

Gostaríamos de agradecer sua presença no Ciclo de Seminários sobre Comércio Eletrônico ocorrido em Maceio no dia 04/08/2011.




Fotos do evento


FastCommerce - Ciclo mpe.net - Maceio 04/08/2011

Natal, é conhecida como a Cidade do Sol ou Noiva do Sol por ser uma das localidades com o maior número de dias de sol no Brasil, chegando a aproximadamente trezentos.

Também a chamam de Capital Espacial do Brasil devido às operações da primeira base de foguetes da América do Sul e estivemos em 02/08/2011 apresentando o FastCommerce no Ciclo de Seminários sobre Comércio Eletrônico.

Gostaríamos de agradecer sua presença.





Fotos do evento


FastCommerce - Ciclo mpe.net - Natal 02/08/2011

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa do R$ 1,5 bilhão, e a participação da internet em relação a outras mídias - que hoje responde por pouco menos de 4,5% - saltaria para, no mínimo, 6,5% do bolo total de publicidade. Isso sem levar em consideração os investimentos em links patrocinados.

No que diz respeito ao número de pessoas com acesso à internet no Brasil, o IAB está prevendo que a população de internautas chegue a pouco mais de 81 milhões frente aos 73,7 milhões do ano passado.

O crescimento da publicidade na internet aqui no Brasil é natural e irreversível, à medida que cada dia mais pessoas passam mais tempo conectadas, seja em casa, no trabalho ou pelo celular. Da mesma forma que a atenção e o tempo dos consumidores migraram para os meios digitais, é necessário que as marcas também tenham sua presença na internet.

Mas será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? As marcas estão criando estratégias consistentes para acompanhar o ritmo dessa nova geração de pessoas que buscam, cada vez mais, se conectar, participar e compartilhar informações?

Somente alocar recursos para o digital, sem mudar o pensamento em relação ao comportamento do consumidor, pode fazer com que as marcas se percam na hora de fazer os investimentos. De nada adianta elas entrarem no mundo digital sem pedir licença, invadir as redes sociais e enviar mensagens indesejadas.

Sem entender as mudanças ocorridas no comportamento desse consumidor, as estratégias digitais estão fadadas ao fracasso. A solução para construir estratégias consistentes passa pelo entendimento de como esse consumidor interage e como ele manterá o relacionamento com a marca em todas as fases do processo de compra.

Atender esse consumidor nos canais corretos quando ele está buscando informações sobre o produto exigirá das marcas a geração de conteúdo relevante. Elas também poderão estimular que o consumidor crie conteúdo, seja permitindo que ele opine e participe do processo de criação de novos produtos ou dando sugestões para melhorar os que já existem.

É preciso estar à disposição do consumidor na fase em que ele estiver em busca do produto, sem deixar que ele tenha dúvidas, pois, caso contrário, ele entrará em contato com marcas concorrentes e que possuam uma presença digital mais consistente que a sua.

Após a , esse consumidor continuará interagindo com a marca através de opiniões próprias postadas nas redes sociais, lendo e compartilhando comentários de outros usuários ou ainda solicitando suporte online. A marca deve estar presente nessa fase, pois investir em http://www.blogger.com/img/blank.gifações publicitárias somente para vender, não dando continuidade ao relacionamento, acarretará em consumidores irritados e comentários http://www.blogger.com/img/blank.gifnegativos.

Vale ressaltar ainda que, independentemente das ferramentas que a marca esteja utilizando, falar de somente dela, sem abrir espaço para interação e feedback, pode não ser a melhor estratégia. No entanto, ao construir uma presença digital consistente, as marcas passam a entender melhor como o consumidor interagehttp://www.blogger.com/img/blank.gif e quais são suas expectativas, podendo entregar uma experiência de consumo e interatividade cada vez melhor.

Além do volume investido em publicidade na internet, o que determinará o sucesso das marcas na utilização dos meios digitais está em como elas construirão essa presença, de maneira a entregar conteúdo, entretenimento e interatividade relevantes, que vão além dos anúncios estáticos e sem interação.

Fonte: iMasters

Presença digital: como implementar estratégias de marketing na web

sexta-feira, 15 de julho de 2011

É o que revela pesquisa do Mobile Entertainment Forum; por outro lado, serviços financeiros móveis ainda são desconhecidos da maioria.
Cerca de 79% dos brasileiros já utilizaram o celular em alguma fase do processo de compra, mas os serviços bancários no celular ainda são desconhecidos da maioria. É o que revela uma pesquisa global realizada em junho pelo Mobile Entertainment Forum (MEF) com 8,5 mil pessoas em nove países. Os números foram divulgados na quinta-feira (7/7).

O índice de 79% coloca o Brasil à frente da média de 72% entre os países participantes da pesquisa MEF Global Consumer - o número mede o uso de celular em algum momento do processo de compra, desde a busca por informações até a compra efetiva. O grupo também inclui Egito, Índia, Indonésia, Qatar, Cingapura, África do Sul, Inglaterra e Estados Unidos.

Essas mudanças em relação ao uso de dispositivos móveis tiveram reflexo também na missão do MEF, que deixa o foco original de contéudo para abranger todas as atividades e setores ligados a mobilidade - publicidade, conteúdo, varejo, serviços financeiros -, com ênfase na rentabilização desse tipo de produto em todas as áreas.

Avanço rápido
Na avaliação da entidade, o comércio móvel, ou m-commerce, têm avançado de forma rápida na América Latina. Um em cada cinco consumidores da região (20%) afirmou estar pronto para gastar mais de 200 reais em compras pelo celular - o segundo maior índice, da Índia, chegou a 10%. A região apresenta o maior índice de migração de banda larga fixa para móvel: 41% dos entrevistados afirmaram utilizar a conexão fixa com menos frequência na comparação com o índice de 18 meses atrás.

No entanto, o MEF destaca que os serviços financeiros pelo celular, como mobile banking e mobile payments, ainda são desconhecidos de mais da metade da população da América Latina, embora já tenham sido utilizados pelo menos uma vez por 34% dos entrevistados. No levantamento, a maioria das pessoas afirmou nunca ter usado qualquer serviço financeiro no celular.

Em 2012
No Brasil, pelo menos, a tendência é que os serviços financeiros móveis comecem a deslanchar no ano que vem. Em junho, durante o Ciab 2011, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anunciou ter chegado a um consenso e que até o início de 2012 será possível fazer pagamentos pelo celular. Num dos painéis relizados no evento, a empresa de consultoria CPM Braxis Capgemini afirmou que o Brasil é um dos líderes na adoção do m-payment, pois o número de pagamentos móveis realizados no País chegou a 3,9 milhões em 2010 e cresce mais de 30% ao ano.

Para que o m-commerce tenha condições de se desenvolver, o MEF anunciou que vai trabalhar em parceria com o ASCX9, comitê técnico americano que cria padrões para o setor financeiro. A ideia é estabelecer padrões de privacidade e segurança para o comércio via celular, já que em todos os mercados pesquisados a preocupação com segurança foi apontada por 27% como principal razão para não efetuar transações móveis.

Fonte: IDGNOW!

M-commerce: 79% dos brasileiros já usaram celular em compras

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Nichos de mercado são segmentos ou públicos cujas necessidades particulares são pouco exploradas ou inexistentes. A estratégia de aproveitamento de nichos está justamente na identificação das bases de segmentação que, quando explorados, representam o diferencial ou vantagem competitiva à empresa. Ocupando pequenos Nichos de mercado, pequenas e médias empresas desenvolvem recursos para manter uma posição saudável no mercado através da contínua perseverança e dedicação em atender seus consumidores melhor que outras empresas, por buscar e compreender as necessidades do seu público.

Para desenvolver uma estratégia de nicho é preciso que haja efetiva oportunidade de mercado e de potencialidades exploratórias da empresa tanto quanto o efetivo desempenho no sentido de aproveitá-la da melhor forma possível. A existência de oportunidades de mercado decorre do ambiente de marketing, das características dos clientes, ou das ações (ou ausência) dos concorrentes.

As potencialidades necessárias da empresa requerem desde a sua capacidade de identificar as oportunidades até a disponibilidade de recursos e capacitações administrativas, tecnológicas, produtivas, mercadológicas, financeiras e outras que lhe possibilitam explorar tais oportunidades. Deste modo, a estratégia de nicho vai depender do efetivo desempenho da empresa, no sentido de se ajustar de forma adequada ao consumidor-cliente estruturado em sólidas bases no planejamento do negócio e no posicionamento mercadológico.

Caso você seja um dos grandes acionistas da Amazon.com ou da B2W, a resposta é óbvia: não atuamos em apenas um nicho de mercado! Mas, na hipótese provável de que você seja um pequeno ou médio empreendedor da web, reflita sobre as considerações a seguir, antes de responder à pergunta do título.

Na competição pelo mercado da Internet, o grande varejista tem a sua força decorrente de uma grande escala de comercialização, o que lhe permite comprar em melhores condições de preço e repassar essa vantagem ao cliente. Possui também a visibilidade decorrente de seu tamanho, o que atrai naturalmente novos visitantes e sugere credibilidade, atributo fundamental na Internet. Em contrapartida, os grandes tendem a reagir mais lentamente às novas tendências e mudanças repentinas de mercado. Além disso, para atender ao enorme volume e diversidade de perfis de clientes, necessitam oferecer uma gigantesca variedade de produtos e arcar com todo o ônus decorrente de uma grande infra-estrutura operacional.

O grande pode ser bom no atendimento da maior parte do mercado, mas ele não consegue ser o melhor em todos os segmentos, uma vez que isso exige especialização e, logicamente, não se pode ser especialista em tudo ao mesmo tempo. É justamente nesse aspecto que reside a força do pequeno varejista. Ele pode se dar ao luxo de escolher uma linha de produtos e trabalhar em um segmento de mercado específico, concentrando todas as suas energias e estreitando o foco de sua atenção para ser o melhor, um expert, naquele nicho. Isso significa, entre outras coisas, conhecer profundamente o perfil de seu público-alvo a ponto de poder satisfazer plenamente suas necessidades.

A expressão “nicho de mercado” está intrinsecamente associada a segmento de mercado, mas representa algo mais do que isso. Nicho de mercado é um segmento com características especiais em termos de necessidades a serem atendidas. Para o pequeno empreendedor, isso significa a oportunidade de atender com excelência a uma necessidade específica de determinado público, consolidando-se como o seu fornecedor número um. Em suma, estamos falando de oportunidades de negócios que podem ser agarradas. Naturalmente, manter-se na posição número um de um nicho de mercado é muito mais fácil e barato do que manter-se na posição número um de todo o mercado, o que tem implicações em termos de lucratividade do negócio. A conseqüência é que um pequeno empreendimento pode gerar um retorno sobre o investimento – ROI – muito maior do que o gerado por uma grande empresa.

Ao procurar um nicho de mercado, considere dois aspectos inter-relacionados: os produtos a serem oferecidos e o público que deverá se beneficiar deles; em outras palavras: “o que” vai ser vendido e “para quem” vai ser vendido. Na avaliação do nicho de mercado, deve-se ainda considerar fundamentalmente os seguintes fatores: o tamanho do segmento, ou seja, a quantidade estimada de pessoas que o compõe; o grau de competição, que pode ser obtido usando-se os sites de busca e, finalmente, as características relacionadas ao produto, tais como o seu padrão de qualidade, o seu custo de distribuição e a vantagem relativa da web como canal de comercialização. Feita a escolha, é o momento de trabalhar duro, sempre buscando o melhor para o cliente e tendo como "mantra" aquele antigo slogan publicitário que dizia: “quem não é o maior tem que ser o melhor”.

Qual é o seu nicho de mercado?

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O FastCommerce sai na frente novamente e integra a plataforma de comércio eletrônico às principais redes sociais.

São recursos gratuitos disponíveis na nova versão para todos os lojistas da plataforma.

"O uso competente das redes sociais ajuda lojas virtuais a crescer, popularizar-se e firmar seu lugar no mercado. Facebook e Twitter são cada vez mais populares e relevantes na internet e não podem passar despercebidos pelas pequenas e médias empresas. O investimento em redes sociais permite expandir mercado, melhorar relacionamento com clientes e ações de marketing mais direcionadas. Sem contar na rede colaborativa que auxilia as indicações e recomendações do conteúdo das lojas virtuais.", informa Gustavo Takeshi, executivo de mercado da Rumo Informática.

Um dos vários recursos dessa nova versão é a publicação de conteúdo (produtos, categorias e notícias da loja) no Facebook e no Twitter através do site administrativo da loja. São passos simples e rápidos que geram grandes resultados para a sua loja.

Acesse o site administrativo de sua loja, siga até a página dados da loja e acesse o menu redes sociais, clique no ícone do Facebook ou Twitter localizado na ficha de categoria, produto ou notícia da loja. Em seguida digite o texto a ser publicado e autorize a publicação na janela aberta da rede social. O conteúdo será publicado na respectiva rede social e pronto para ser visto por todos.

Esta é uma forma de marketing gratuito para divulgar seu conteúdo de forma exponencial, pois cada vez mais e mais amigos receberão a indicação e recomendação de produtos, promoções, notícias etc.

"Reforçamos aos lojistas que utilizam o FastCommerce que é um recurso gratuito, rápido e prático de utilizar. As redes socias são estratégias e formas gratuitas de atingir e fidelizar um número cada vez maior de clientes, aumentando assim o número de conversão em vendas!", finaliza Gustavo Takeshi.

Publicar produtos no Facebook via site administrativo : FastCommerce


Publicar produtos no Twitter via site administrativo : FastCommerce


Publicar notícias no Facebook via site administrativo : FastCommerce


Publicar notícias no Twitter via site administrativo : FastCommerce

FastCommerce e Redes Sociais - Publique conteúdo pelo site administrativo de sua loja virtual!

 
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