quarta-feira, 15 de junho de 2011

Projeto Conecte seu Negócio reúne criação rápida de sites, domínio e publicidade online; primeiros 5 mil registros serão gratuitos.

O Google e o Sebrae, em parceria com HP, CNI, Serasa Experian e a empresa de hospedagem Yola, querem incentivar a entrada de pequenos negócios brasileiros na web. Para isso, disponibilizam a partir desta quarta-feira (15/6) um serviço gratuito de criação de sites, o Conecte seu Negócio. Utilizado por 11 países, o projeto chega em solo nacional com o intuito de ajudar pequenas e médias empresas a desenvolver o primeiro site de maneira simples, contribuindo para que elas ampliem as oportunidades de negócios.
Segundo Fábio Coelho, diretor-geral do Google Brasil, a companhia de buscas tem um compromisso global de apoiar pequenas e médias empresas. “Estar na internet torna os negócios mais sólidos e as empresas têm mais capacidade de competir e crescer, ao mesmo tempo em que trabalhamos para criar uma sociedade mais conectada”, afirmou, durante evento de lançamento transmitido pelo YouTube.
Na avaliação do diretor-presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, há ainda um grande número de companhias que não está presente no mundo digital e a ideia é mudar esse quadro. “Muitas oportunidades deverão surgir a partir do momento que o negócio está na web; a visibilidade e o poder de alcance aumentam e novos clientes aparecem”, aposta.
Registro e criação
Para criar o site, é preciso entrar na página do Conecte seu Negócio e verificar se o domínio desejado está disponível, registrando-o em seguida. Feito isso, o empresário usará uma ferramenta da Yola para construir a página. Lá, explica David Sexton, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Yola, há várias opções de layout e ainda existe a possibilidade de customizar o site. “Cada negócio tem uma necessidade específica e uma identidade”, pontua.
Os primeiros 5 mil empreendimentos que criarem os sites, que contam ainda com recurso para e-commerce, não precisarão pagar pelo domínio por um período de um ano. Depois, o usuário terá de pagar uma taxa anual de 29,95 reais ao Google.
O papel do Sebrae será o de realizar treinamentos via Internet, além de dar suporte às empresas no processo. Já a HP oferecerá condições especiais na compra de computadores, monitores e impressoras para empresas que não contam com infraestrutura adequada. E a Serasa Experian, por sua vez, vai disponibilizar pacotes a preços competitivos para consulta de dados cadastrais de consumidores.
O Google afirma ainda que o empreendedor que criar o site poderá usar o programa de publicidade AdWords para promover a empresa em resultados de busca e na rede de parceiros. Na inscrição, a empresa ganhará créditos no valor de 150 reais para uso na plataforma de publicidade online.
Fonte: IDG NOW!
(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Google une-se a Sebrae em iniciativa para levar pequena empresa à web

Por Felipe Morais

A resposta para o título deste artigo, na teoria, seria muito fácil: “basta anunciar que as pessoas chegam ao site”. Mas será que é só isso mesmo? A fórmula é tão simples?

Na verdade, nem tanto. Primeiro que para fazer uma boa campanha na internet é preciso investimento e, bem ao contrário do que a maioria pensa, anunciar na web não é barato, entretanto, sabendo fazer, a loja virtual com certeza terá um excelente retorno em vendas.

O foco basicamente é um pilar estratégico, não apenas para aumentar as vendas, mas para manter uma loja no curso do crescimento sempre. Aumentar vendas não significa crescer, apenas, 10% de um mês para o outro, mas também deixar o cliente fiel. Em época de redes sociais, reputação é fundamental, pois além de o consumidor comprar sempre indica amigos.

Bons produtos, encontrabilidade dos produtos, atendimento, marketing digital e logística. Esses são os cinco pilares que defendo para a evolução da loja como um todo. Cada um deles tem a sua importância para essa evolução da loja, seja ela uma mega loja multiprodutos ou uma pequena loja de uma pessoa que vende camisetas pela internet.

Bons produtos significam que a loja deve vender qualidade: entender o que o mercado deseja comprar e oferecer esses produtos de forma clara, simples, objetiva e se possível com o melhor preço (digo se possível, pois frete ou empresas com produtos tabelados às vezes dificultam essa ação); se a loja tem bons produtos, é preciso que o usuário os encontre. De nada adianta levar o usuário ao site se ele não acha nada! Assim como não se pode, JAMAIS, achar que aquele usuário que digitou “câmera digital 12 megas” no Google chegue a sua loja para ver um notebook. Ele pode se interessar, mas depois de ver a câmera.

Atendimento é fundamental no pré e no pós-venda. As pessoas têm dúvidas e estas nem sempre podem ser sanadas pelo texto do site. Tem que ser na conversa. Tenha uma equipe pronta para atender as pessoas, e especializada em fechar a venda! Marketing digital é basicamente anunciar a loja, como disse no começo do artigo, mas como vimos até o momento não é a única solução para que a loja venda mais. Logística é fundamental, pois se uma pessoa compra e não entrega no prazo, perde a confiança. Ela não compra mais, não indica, não volta à loja e se possível fala mal dela para sua rede de amigos. É uma forma de perder não apenas um, mas vários potenciais consumidores.

Voltando ao marketing digital como estratégia, há diversas formas de se usar esse conceito. Banner na home de portal é um deles, muito usado pelos mega players. Altos investimentos, grandes riscos. É preciso pensar além do básico. As pessoas não se empolgam mais pelo “mais do mesmo”. Nesse momento, vem o conceito de presença digital que defendo. É preciso estar bem posicionado no Google, ter ações de Links Patrocinados. Usar bem o s-commerce (comércio pelas redes sociais), estar presente em blogs - de preferência em blogs que espontaneamente falem bem da marca -, estar no mobile não apenas com um banner em site, mas com uma loja virtual.

Mais do mesmo não vende mais. É preciso empolgar, deixar o usuário curioso e fazer com que ele sinta vontade de ir até a loja. Lá estando, oferecer um ambiente em que ele se sinta confortável e seguro. Oferecer a ele o que ele quer. Assim, cria-se um cliente fiel que pode trazer diversos outros.

Fonte: Imasters

(Texto adptado por Gustavo Takeshi)

Como aumentar as vendas no e-commerce?

terça-feira, 14 de junho de 2011

Quatro em cada dez usuários de smartphones clicam nos anúncios que veem; pesquisa aponta para o surgimento de um novo tipo de consumidor móvel.

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Os usuários de smartphone respondem a anúncios em um nível extraordinário, de acordo com os resultados de uma pesquisa divulgada pela Google. E uma das razões disso pode ser a natureza das buscas feitas no celular, mais voltadas para informações locais.
Dos usuários pesquisados, 42% clicam nos anúncios de que gostam, revelou o estudo "Mobile Movement: Understanding Smartphone Users". Destes, 49% - quase a metade – vão em frente para efetuar uma compra; 35% visitam o site do anunciante; e 27% ligam para a empresa em questão.
Conduzida sob encomenda pela empresa de pesquisas Ipsos OTX, a pesquisa ouviu 5.013 usuários adultos de Internet móvel no fim de 2010.
Outro resultado foi que 82% dos usuários de smartphone “percebem os anúncios móveis”, mas a frase é capciosa: perceber um anúncio não garante que ele tenha sido lido, por exemplo.
Natureza prática
A pesquisa enfatiza a natureza prática da busca em um smartphone se comparada com a no desktop. Nove entre dez pessoas tomaram uma ação com base nos resultados da busca pelo celular. As buscas na web via smartphone têm forte apelo local: 95% das pessoas usam o celular para procurar informações sobre as redondezas. Talvez a explosão recente de apps de geolocalização não seja apenas uma moda passageira, afinal.
Nós também usamos nossos celulares enquanto compramos no mundo real: 45% comparam preços enquanto navegam, 44% leem avaliações dos produtos cobiçados e 34% usam o celular até para verificar o estoque da loja no momento em que estão nela.
Some-se a isso o fato de que usamos nossos smartphones ao mesmo tempo em que vemos outra mídia (33% usam o celular enquanto assistem à TV e 22%, enquanto leem o jornal). A Google afirma que os resultados da pesquisa apontam para uma nova geração de consumidores informados em tempo real - o “smartphone consumer”, segundo a empresa.
Tais pessoas fazem parte de um “movimento móvel”, e novas técnicas de marketing são exigidas de quem deseja se aproximar dele, afirma a Google. Por exemplo, dos que usam seus smartphones durante as compras, praticamente a metade busca promoções ou cupons. A atitude combina com a visão da Google para a tecnologia Near Field Communications (NFC), que segundo a empresa será mais utilizada em promoções e ofertas.
Faltam sites
Nem tudo são flores. A pesquisa aponta que 79% dos maiores anunciantes não têm sites produzidos especialmente para a plataforma móvel, algo que pode afastar quem busca informações no smartphone. A maioria dos sites funciona bem nos smartphones modernos, mas alguns são melhores que outros, especialmente os mais adaptados a redução e ampliação e que não incluem firulas, como o excesso de animações em Flash.
De forma compreensível, a Google avisa que a publicidade móvel deverá se tornar uma área de crescimento explosivo à medida que mais pessoas tenham smartphones. Mas aqui, pelo menos, há questões em relação à lógica da Google.
A empresa esquece convenientemente que, neste exato momento, os donos de smartphones percentem às classes de alta renda. A menos que tenham achado seu aparelho na rua, eles gastaram centenas de dólares (e muito mais em reais) por um smartphone e continuam a pagá-lo por meio das contas mensais.
Pode ser que a tecnologia de smartphones se torne predominante caso os preços dos aparelhos caiam, mas não haverá garantia de que essa nova parcela de usuários não tão endinheirados terá o mesmo tipo de resposta diante de anúncios no celular.
Uso desigual
Além disso, uma pesquisa de 2010 divulgada também pela Google mostrou que o uso dos smartphones não é igual em todas as classes e faixas etárias. A maioria (58%) dos compradores de smartphones é homem e 40% deles são jovens, entre 25 e 34 anos. Sem cair em estereótipos, é razoável afirmar que as pessoas jovens saem mais que as mais velhas e, por consequência, estão mais sujeitas a fazer o tipo de pesquisa móvel que, segundo a Google, impulsiona a publicidade móvel.
De fato, no que diz respeito à publicidade móvel, nós podemos estar bem no meio de uma época de ouro. O mercado pode muito bem se diluir à medida que novos e mais baratos aparelhos cheguem ao mercado.
Há poucas dúvidas de que as buscas móveis sejam um novo e importante mercado. É provavelmente verdade que as versões móveis dos sites são necessárias. No entanto, pode ser preciso um pouco mais de tempo para perceber qual será o cenário antes que grandes investimentos sejam feitos. (Keir Thomas)
O FastCommerce disponibiliza para os lojistas uma plataforma pronta e adaptada para o uso em smartphones, recurso diferenciado da plataforma FastCommerce e que quando utilizado com planejamento e divulgação aumenta consideravelmente as vendas das lojas virtuais.
Fonte: IDG Now!

Publicidade no celular é extraordinariamente eficaz, afirma Google

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Estratégias de vídeos da Zappos: simples, barata e eficiente!

A Zappos - empresa pertencente à Amazon - vem trabalhando desde 2009 sua estratégia de vídeos nas páginas de produtos do seu site e na plataforma YouTube. No ano passado, a Zappos desenvolveu 58.000 vídeos curtos de demonstração de produtos estrelados pelos seus próprios funcionários - seus verdadeiros porta-vozes, ao invés de modelos profissionais -, demonstrando bolsas, sapatos e roupas. Atualmente 11 funcionários são responsáveis por produzir por volta de 400 vídeos por dia.

A Zappos vem analisando há muitos anos o comportamento dos seus compradores e descobriu que os vídeos vendem mais e reduzem as devoluções; as páginas de produtos com vídeos têm uma performance em vendas de 6 a 30% acima daquelas que não tem. E pesquisadores, marqueteiros e psicólogos já afirmaram que a utilização de pessoas comuns em propagandas ou recomendações de produtos pode ser muito eficiente em alguns casos pois as pessoas confiam mais na comunicação.Parece que o ar "caseiro" e natural passa credibilidade e sua simplicidade demonstra verdade.

No YouTube, a Zappos ainda utiliza em seu brand channel (nosso canal customizado) o que chamamos de "special annotations", annotations do YouTube que direcionam o usuário para a página de compra de detalhe do produto, através de linksexternos, retirando o usuário do ambiente do YouTube. Veja um exemplo de vídeo que possui o special annotation de "click here to buy".

A Zappos mostrou como uma estratégia simples e barata pode ser muito eficiente.

Roberta Plut, Gerente Comercial do Google Brasil

Fonte: Blog Google Varejo

Dicas e sugestões para aumentar suas vendas

Não é porque as empresas estão cada vez mais imersas no e-commerce que os empresários não tenham grandes desafios pela frente. Muito pelo contrário, vender pela internet todo mundo vende, difícil é manter a fidelização dos clientes e o posicionamento da marca no comércio eletrônico. É por isso que direcionar atenção especial para a pós-venda no e-commerce é essencial para o sucesso de qualquer empresa, seja ela pequena, média ou grande. Ter uma equipe especializada para atuar no que vem depois da venda é tão importante quanto ter vendedores bem treinados. E isso vale não só para o comércio eletrônico, mas também para o varejo tradicional. Portanto, é hora de começar a analisar o que sua empresa vem fazendo, ou deixando de fazer, para alcançar a excelência na pós-venda.

Insegurança à prova

De acordo com Maurício Morgado, professor do Centro de Excelência em Varejo da FGV–Eaesp, a pós-venda é tão fundamental para o comércio virtual quanto para o varejo tradicional, pois está diretamente ligada à credibilidade das empresas. Segundo o professor, as grandes preocupações daqueles que compram pela internet ainda são a insegurança e o atendimento – fatores determinantes para que um cliente volte, ou não, a comprar em determinado site.

Quanto ao atendimento, Morgado afirma que uma das maiores falhas está nos meios de fazer contato com a empresa. Segundo ele, a companhia deve disponibilizar diversos canais para que o consumidor entre em contato de maneira fácil, rápida e segura.

“Se o cliente tiver uma experiência negativa na pós-venda – se ninguém o atende, se ninguém resolve ou se tem de repetir várias vezes o seu problema –, isso irá irritar e gerar insegurança para o consumidor, que certamente não voltará a comprar. Então, esse tipo de cuidado é o que acho que as empresas deveriam ter, pois a pós-venda no e-commerce está diretamente ligada ao atendimento e às coisas mais simples. É fazer o básico de maneira correta, é registrar a reclamação e evitar que o consumidor repita várias vezes o problema. É ter algo que resolva a dificuldade do cliente.

Se os fatores que atrapalham a fidelização dos clientes no e-commerce estão diretamente ligados ao atendimento e à credibilidade, o que fazem as empresas, depois da venda, para que os clientes se mantenham fiéis e voltem a comprar em seus sites?

Fonte: Venda Mais


Em busca da fidelidade

O FastCommerce possui recursos com a capacidade de reunir uma grande quantidade de informações sobre os clientes de forma organizada e acessível é um aspecto fundamental do CRM (Customer Relationship Management), que visa colocar o cliente no plano central do negócio a ponto de conhecê-lo de forma individualizada.

O FastCommerce integra solução completa de CRM, permitindo conhecer cada cliente de perto. As seguintes informações são armazenadas automaticamente:
Quantas vezes cada cliente visitou a loja e quais as páginas visitadas em cada uma das vezes.
O tempo de permanência no site em cada visita.
O navegador e o sistema operacional utilizados.
Quantos pedidos o cliente já fez no site e quais foram remetidos ou cancelados.
As formas de pagamento selecionadas pelo cliente.


Para aprimorar o atendimento de pós-venda, é possível enviar e-mails padronizados para o cliente a cada fase do processamento de seu pedido. Todas as mensagens enviadas são gravadas em log de auditoria. O histório do pedido é organizado em fichas, permitindo o acompanhamento de todos os trâmites do pedido, desde a sua realização até a sua entrega.

Para acompanhar e aprimorar o atendimento aos clientes, foram criados dezenas de relatórios administrativos. Seguem alguns exemplos:

Tempo médio de atendimento aos pedidos:
mostra o tempo médio que a equipe de atendimento da loja leva para atender aos pedidos realizados.
Comparativo entre visitantes e compradores:
compara o total de visitantes com aqueles que colocam produtos em cesta, os que fecham pedido e os que têm seus pedidos remetidos.
Lista de aniversariantes no período: relaciona os clientes que fazem aniversário no período indicado.


Para uma visão ainda mais ampla, vários relatórios comportamentais estão disponíveis. Eis alguns:

Comparativo de acessos por dia da semana
Comparativo de acessos por horário
Valor médio dos pedidos remetidos/cancelados
Comparativo dos clientes por faixa etária e sexo
Comparativo entre formas de pagamento
Tempo de Reposição ( Alguns produtos, tais como perfumes, cartuchos de impressora, papéis, alimentos etc, são adquiridos regularmente pelos clientes. Informe neste campo o tempo normal de recompra deste produto pelo cliente, em dias ou meses. Este intervalo será utilizado para determinar a data quando uma mensagem será enviada ao cliente, sugerindo a reposição do produto adquirido anteriormente na loja.


Diversos relatórios são gerados também em forma gráfica. Os relatórios podem ser exportados em formato Excel, Word ou XML, para utilização em outras aplicações ou acesso em tempo real como fonte de dados remota.

Com o conhecimento completo de cada cliente, a empresa pode se antecipar às suas necessidades, com larga vantagem sobre a concorrência.

Conhecer o perfil do cliente também ajuda na formulação de propostas de vendas casadas (cross selling), além de promover sua fidelidade.

Como está o seu pós-venda?

terça-feira, 7 de junho de 2011

Algumas dicas para os clientes FastCommerce de como interpretar e implementar ações de marketing para elevar a visibilidade de seus produtos no mundo virtual. Retirado do site Imasters (por Silvio Tanabe).
Não é à toa que o marketing digital se tornou uma das prioridades nos investimentos em publicidade e propaganda. É uma forma prática, dinâmica e acessível para empresas de qualquer porte ou segmento promover seus negócios e manter contato com clientes e consumidores. Um bom exemplo é o Google Adwords, um canal de publicidade em que uma pessoa com algumas horas de treinamento é capaz de criar e de gerenciar seu próprio anúncio de publicidade. Outro mais recente é a Like Store do Facebook, em que é possível não só divulgar, mas vender os produtos diretamente na fan page.
De tanto ler, ver e ouvir falar sobre essas aparentes facilidades, empresários e gestores passaram a acreditar em “mitos” que conferem poderes sobrenaturais ao marketing digital. Com base em experiências pessoais, vou relatar três dos mitos mais comuns.

Mito 1: É possível fazer marketing digital sem Marketing

Recentemente fui consultado para o lançamento de um novo site de compras coletivas. Ao ser apresentado ao projeto, fiquei preocupado com o fato de não haver praticamente nenhuma característica que o distinguisse de outras centenas de sites da categoria. Levantei a questão e me surpreendi com a resposta. Para os empreendedores, relevante não era ter um diferencial para se destacar dos concorrentes, mas sim uma propaganda boa o suficiente para chamar atenção e gerar tráfego.
Assim como eles, muitas outras empresas se enganam ao pensar que só publicidade é capaz de fazer de qualquer produto um sucesso. Ela pode até gerar visibilidade para a empresa ou produto por um determinado período, mas não se sustenta ao longo do tempo.
Banners, links patrocinados, ações em redes sociais, newsletters e outras iniciativas online só funcionam se fizerem parte de um mix de marketing abrangendo pesquisa de mercado e público-alvo, análise de oportunidades, definição de uma estratégia de diferenciação para o produto, política de preços, canais de venda e monitoramento dos resultados por meio de indicadores. Quanto mais esse Marketing estiver estruturado, maior o potencial de a publicidade realizada através do marketing digital gerar retorno efetivo.

Mito 2: Marketing digital é a solução milagrosa para meus problemas

O dono de um site de camisetas personalizadas nos procurou para saber como poderíamos ajudá-lo a alcançar seus concorrentes, que estavam“bombando” nas vendas. Antes de eu terminar de explicar como funcionava nosso trabalho ele já me questionava sobre os resultados. Na sua visão, a conta era simples: “minhas vendas não estão indo bem, então vou investir X em uma agência de marketing digital e eles vão aumentar meu faturamento em 10X”.
Isso pode até acontecer, mas não basta somente contratar a agência e esperar os resultados. Antes de mais nada, o trabalho de um profissional de marketing é compreender por que as vendas estão baixas. Quais os pontos fortes dos concorrentes, quais os pontos fracos da sua empresa e o que o cliente em potencial está procurando, de modo a estabelecer uma estratégia e um plano de ação envolvendo tanto iniciativas online quanto off-line.
No caso em particular, detectamos que a loja era praticamente desconhecida, enquanto o principal concorrente era um conhecido case de loja inovadora, inclusive com várias matérias na imprensa nacional e internacional. Seu produto era de qualidade e o preço até abaixo do que a média, mas as estampas não chamavam atenção. Por outro lado, outras lojas apresentavam camisetas segmentadas de acordo com o gosto do cliente (filmes, atores, bandas de rock) ou permitiam que a própria pessoa criasse sua estampa personalizada. As vendas eram limitadas ao site, enquanto a concorrência comercializava suas camisetas em outros sites e redes de varejo.
Para alcançar o tão almejado resultado, portanto, seria necessário investir não só em publicidade, mas em um reposicionamento da marca e de sua atuação no mercado, o que não estava nos planos da empresa. Ou seja, a conta não era tão simples de fechar quanto inicialmente parecia.

3. Fazer marketing digital custa uma mixaria ou sai até de graça

Uma metalúrgica interessada em fazer publicidade por meio de links patrocinados solicitou uma proposta. Fiz uma apresentação para a diretoria, explicando os detalhes de como o trabalho funcionava, o orçamento estimado para campanha e o valor do nosso trabalho de gerenciamento.
"Mas se já estamos pagando para o Google, para que pagar também a você?”, foi o questionamento de um dos diretores, quase ofendido pelo fato de eu cobrar por um serviço que ele considerava gratuito. “Afinal o Google não é de graça?”
Não adiantou tentar explicar que o “investimento” era destinado a remunerar os profissionais responsáveis pelo gerenciamento da campanha. Para dizer a verdade, até hoje não sei nem por que me chamaram lá, se eles mesmos podiam fazer o serviço “de graça”.
Assim como o Google, muitos sites oferecem recursos gratuitos, contribuindo para a percepção de que marketing digital é “barato” ou mesmo “na faixa”. Na verdade, os sites colocam à disposição algumas ferramentas gratuitas que, utilizadas por um bom profissional, são capazes de gerar bons resultados. Nesse sentido, comparado com a propaganda em jornais, revistas ou TV, o investimento no marketing digital é muito menor.
Mesmo o caso de pequenos empresários que conseguem promover seus negócios nas redes sociais “sem gastar nada” nas redes sociais, por exemplo, na verdade investiram muito do seu tempo (um dos ativos mais valiosos de hoje) em aprender os recursos dos sites e em interagir com os clientes e consumidores.
Em vez de “barato” ou “caro”, a empresa deveria avaliar o custo-benefício das ações de marketing digital comparado às alternativas.
Os relatos acima podem soar como desabafo, e de uma certa forma são mesmo. Mas também servem de alerta para as empresas que estão investindo ou pensam em investir em marketing digital. Comparado com outras formas de publicidade e propaganda, ele pode ser mais simples, ágil e apresentar custo menor, mas os resultados sempre vão depender do trabalho de profissionais (internos ou externos), dos recursos investidos e de muitos testes e avaliações.
Como os americanos costumam dizer: “no pain, no gain” (sem dor não há ganhos). O marketing digital não é exceção.
Atualmente muitos lojistas fecham devido a falta de investimento em publicidade e propaganda de sua loja virtual. Não adianta abrir uma loja virtual, por em funcionamento para vender para internet e esperar os resultados. Há todo um trabalho de divulgação e posicionamento da loja virtual na internet. O FastCommerce oferece alguns benefícios como créditos em cupons de divulgação nos principais buscadores para incentivar o planejamento e divulgação dos lojistas clientes.
Fonte: Imasters

Os três grandes mitos do marketing digital

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Especialistas dizem que encarar a loja virtual como simples de administrar e fonte geradora de lucros fáceis é um dos equívocos mais comuns

Da Agência Brasil de Notícias

O comércio eletrônico é promissor, mas vender pela internet exige tanto cuidado e atenção quanto um negócio no formato tradicional. Este consenso entre especialistas do e-commerce deu o tom das palestras realizadas pela manhã do Ciclo MPE.net - Comércio Eletrônico para Micro e Pequena Empresa, realizado nesta terça-feira (31), no auditório da Bolsa de Valores, centro do Rio de Janeiro.

Perfil desconhecido do visitante, distribuição dispersa, demanda incerta e esporádica são algumas das particulares do negócio pela internet. Encarar a loja virtual como simples de administrar e fonte geradora de lucros fáceis é um dos equívocos mais comuns, alertaram os palestrantes de diferentes empresas como Correios, Embratel, Pagseguro e FastCommerce.

O cliente deve ser apresentado a um ambiente virtual limpo e agradável, sem cores fortes que possam cansar a vista, com fotos padronizadas dos produtos e descrição correta do que está sendo oferecido. Outro ponto importante é dar opções diferenciadas de pagamento como boleto bancário ou cartão de crédito.

O que o cliente não vê, mas percebe, é a arquitetura funcional do site. Se o ambiente for mal construído, ele se afasta e a venda não é concretizada. Para que a navegação seja efetiva, os palestrantes recomendam ainda especial atenção a pontos críticos como estoque, logística da entrega, embalagem adequada, clareza nas datas previstas e cumprimento do acordado.

“O diferencial competitivo está na qualidade do serviço, inovação e processos logísticos”, afirmou o gerente de Vendas Corporativas dos Correios, Leonardo Garcia de Lima.

Para quem quer se aventurar no mundo virtual ou aprimorar seu site, também é importante pesquisar as diferentes possibilidades de pacotes e preços oferecidos por empresas para as micro e pequenas empresas: da concepção da loja à contratação de serviços para suportar o tráfego de informações e facilitar o pagamento. A segurança das operações financeiras é vista como crucial, dada a desconfiança do consumidor.

A previsão é que o faturamento este ano do comércio eletrônico chegue a R$ 20 bilhões, 30% a mais em relação a 2010. Segundo dados da câmara-e.net, cerca de 50 milhões de internautas utilizam o internet bank, mas 23 milhões não compram pela internet. Entre as razões para não aderir ao e-commerce, cerca de 30% disseram que tem medo de fornecer dados pessoais e número do cartão de crédito, mas realizam operações financeiras porque confiam na instituição bancária.

A implantação de um Comércio Eletrônico passa por algumas etapas. Uma das etapas está estruturada de forma a escolher a melhor alternativa tecnológica, e entender como adequar uma loja virtual às necessidades de seu negócio. O Fastcommerce, sistema utilizado para criação de lojas virtuais foi criado pela Rumo Web Informática, empresa pioneira em comércio eletrônico, e é utilizado por lojas virtuais de todos os segmentos e tamanhos, em diversos países.


O FastCommerce é um motor de loja virtual, altamente personalizável, com foco nos resultados financeiros das empresas. O próprio lojista pode criar e gerenciar sua loja virtual de uma forma simples e rápida, disponibiliza diversos recursos para seu negócio garantindo segurança, agilidade e flexibilidade em toda operação da loja, porque representa todo o ‘sistema circulatório’ do e-Commerce. Se a loja ficar 1 hora parada os prejuízos são enormes, as vendas param de acontecer, o consumidor tem uma péssima percepção da marca e todo o processo fica comprometido. Além disso, uma loja virtual possui inúmeras integrações entre legados e terceiros. Desde uma simples consulta de estoque, que deve ter suas regras de atualização e consolidação até a integração com meios de pagamentos, operadores logísticos e sistemas de call center.

O FastCommerce começou a ser desenvolvido em 1996 pela Rumo Web Informática, e é uma tecnologia em permanente evolução, utilizada por lojas virtuais de todos os portes.

Ao longo de todos estes anos, os recursos foram aprimorados e multiplicaram-se, permitindo ao lojista utilizar o FastCommerce para a gestão completa de seu negócio online.

Cada loja criada no FastCommerce está vinculada a um site administrativo, de acesso exclusivo aos usuários cadastrados pelo lojista. Através deste site, acessado com segurança certificada, é feito todo o gerenciamento da loja, desde a criação do design até a inclusão de produtos, acompanhamento do fluxo de pedidos e emissão de relatórios administrativos.

Seminário mostra as vantagens e os riscos do e-commerce

 
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