quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Novos domínios custarão cerca de US$ 185 mil

A partir do ano que vem, a empresa, organização ou instituição que quiser usar novo padrão de domínios terá que desembolsar US$ 185 mil para submeter o pedido à avaliação do ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), que controla e regulamenta os nomes de domínios da internet.

Com a nova regulamentação, uma empresa, por exemplo, poderá ter um domínio do tipo http://nomedaempresa, sem ter .com.br ou http://x.nomedaempresa. A possibilidade de ter domínios diferenciados foi apresentada nesta terça-feira (24) pelo órgão.

Para iniciar o processo para requerimento do novo domínio, restrito a pessoas jurídicas, a empresa deverá analisar as regras no site da ICANN e preencher todos os requisitos para uma posterior avaliação do órgão.

A diretora de produtos, serviços e comunicações da ICANN, Karla Valente, afirmou que vão existir severas regras para manter o controle sobre os endereços. "Não sabemos quantas propostas a ICANN vai ter no próximo ano. Mas vão existir oposições, direitos autorais, critérios, prazos e taxas", afirmou. O valor anual para manter o domínio personalizado é US$ 25 mil.

Valente salientou ainda que os novos nomes de domínio internacionalizados — que vão aceitar qualquer idioma — são caracterizados principalmente como plano de negócios. "O preço é elevado pois terá que ter infra-estrutura para refazer os nomes. Além disso, sistemas e aplicações na web precisam se adaptar", concluiu.

Domínios

Há, hoje em dia, basicamente dois tipos de domínio: o ccTLD (Country Code Top-Levels Domain), que define o país, por exemplo, .br (Brasil) e .pt (Portugal); e o gTLDs (Generic Top-Levels Domains), que diz respeito a terminações genéricas como, por exemplo, .net, .com ou .org. Esta nova possibilidade de domínio se encaixa nos gTLDS.

Fonte: UOL Tecnologia

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Natal promete vendas aquecidas para o comércio eletrônico

O Setor de comércio eletrônico terá ao menos R$ 1,63 bilhão de faturamento no período. Analista da Câmara-e.net acredita no dobro de receita.

Superação da crise financeira internacional, bons indicadores econômicos e disposição para o consumo. Com esses ingredientes na mesa, o setor de comércio eletrônico espera um bom desempenho neste final de ano.

Em 2008, o faturamento no período de compras relacionado ao Natal - entre 15 de novembro e 24 de dezembro - ficou em 1,25 bilhão de reais, crescimento de 15% em relação a 2007. Este ano, as vendas natalinas devem ser 30% maiores do que as registradas em igual período de 2008 e alcançar 1,63 bilhão de reais, ainda de acordo com a consultoria.

Já a estimativa de faturamento da Câmara de Comércio Eletrônico (Camara-e.net ) é bem mais otimista . Enquanto no final de 2008 o contexto do consumo não era dos melhores, agora o mercado vive um período aquecido, o que justifica mais compras, segundo Gastão Mattos, consultor do Movimento Internet Segura, da Câmara-e.net."Temos notícias positivas sobre a economia nos jornais, o que afeta a psicologia do consumidor, que quer aproveitar as ofertas e comprar", aponta Mattos. Por isso, o executivo prevê faturamento de nada menos que 2,5 bilhões de reais no final de ano, o dobro do registrado em 2008.

"Em 2009 a expectativa de consumo é maior, certamente há mais pessoas propensas a comprar". A projeção com base em informações obtidas por questionários respondidos por internautas após o processo de compra em cerca de 2.100 lojas virtuais ser finalizado. Entre as questões, que envolvem satisfação com a loja virtual, a que mais é levada em conta nas previsões é a que se refere ao valor da compra.

Desempenho no ano Em 2008, o comércio eletrônico brasileiro movimentou 8,2 bilhões de reais. Para 2009, o faturamento do ano deve chegar a 10,5 bilhões de reais, ou 28% superior ao do ano anterior. Esse ritmo deve se manter nos próximos anos, acredita Mattos.

"Hoje, o que justifica o crescimento do comércio eletrônico é a crescente migração dos consumidores para o virtual, já que a economia não cresce com a mesma velocidade. Até o final de 2009 serão 17 milhões de brasileiros fazendo compras pela internet, número 25% maior que os 13,2 milhões que compraram em lojas virtuais em 2008. E Mattos é otimista. "Pelo potencial de nosso mercado, podemos alcançar até 30 milhões nos próximos cinco anos", prevê.

O ano que está para terminar marcou também a chegada de lojistas tradicionais, como a Casas Bahia, à internet - o que é ótimo para a saúde do setor. "A entrada de novas companhias tem favorecido a melhor distribuição do mercado. Hoje nós falamos das 20 maiores lojas dividindo 70% do faturamento", diz Mattos.

O grande sucesso de 2009 foi a linha branca - como geladeiras e fogões -, favorecida pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Outras categorias, como a de livros - que lidera o consumo no ano todo - e eletrônicos, devem estar entre as 10 maiores no Natal.

Fonte: IDG NOW

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

PayPal agora faz transferências para bancos brasileiros e quer ter nosso país como base de operações

Com o crescimento do comércio pela internet no Brasil, o PayPal decidiu voltar um pouco de sua atenção para o nosso lado e anunciou importantes novidades. Uma delas, divulgada pelo ReadWriteWeb nacional, é a realização de transferências para alguns dos nossos bancos, algo que era impossível anteriormente.

As transferências diretas requerem apenas os dados da conta bancária e o CPF do beneficiado, e não possuem taxas por parte do PayPal caso sejam acima de R$250 — abaixo disso, são cobrados R$3. Contudo, ainda não se sabe com precisão qual será o comportamento dos bancos suportados pela novidade, pois eles podem cobrar outras taxas e/ou aplicar impostos.

Falando em bancos suportados, são eles:

  • Banco do Brasil;
  • Bradesco;
  • Itaú;
  • Banco Real Santander;
  • HSBC;
  • UNIBANCO;
  • Caixa Econômica Federal;
  • Nossa Caixa.


Mas a coisa não para por aí: de acordo com a Folha Online, o PayPal também escolheu o Brasil como sede de suas operações na América Latina e abrirá um escritório por aqui em breve. Com essas iniciativas, os dois milhões de brasileiros que utilizam os seus serviços frequentemente podem se sentir contentes, sabendo que estão ganhando a atenção de quem ajuda a tornar suas compras pela web mais fáceis e, principalmente, seguras.

Fonte: Mc Magazine

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Palestra gratuita: Pagamento colaborativo com Vakinha


Dando continuidade ao nosso ciclo de palestras online, convidamos a Equipe Vakinha para dar o show.

O Vakinha é uma forma de pagamento "colaborativa", ou seja, quando várias pessoas contribuem para comprar um ou mais produtos.

Saiba como adicionar em sua loja uma nova opção "Fazer Vakinha". Permita que seu visitante peça de presente um produto de sua loja e avise à sua rede de contatos. O montante arrecadado poderá ser trocado somente por produtos da loja.

A palestra apresentará todos os detalhes sobre o Vakinha, desde sua criação até a configuração no site administrativo do FastCommerce.

Público alvo
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Empresários e profissionais das áreas administrativa, financeira,
marketing, vendas e demais profissionais envolvidos com a implantação
e a gestão do comércio eletrônico da empresa.

Informações gerais
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Data: 19 de novembro de 2009 (quinta-feira)
Dois horários: 10h às 11h e 15h às 16h
Investimento: palestra GRATUITA

ATENÇÃO: O EVENTO OCORRERÁ SOMENTE PELA INTERNET.

Para se inscrever, acesse http://www.fastcommerce.com.br/eventos

Vagas limitadas!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

VisaNet vira Cielo e entra na era da concorrência

Antecipando-se a mudanças regulatórias do governo para ampliar a concorrência no setor de cartões, a VisaNet anunciou nesta terça-feira que passará a se chamar Cielo, em meio à campanha para fazer-se conhecida como empresa multibandeiras.

"Quando o mercado passa por mudanças, temos que refazer as estratégias", disse o presidente da companhia, Rômulo de Mello Dias, a jornalistas.

O contrato de exclusividade para lojistas receberem cartões Visa, que dura desde o início das operações da companhia, há 13 anos, e que a ajudou a firmar-se na liderança do setor no país, vence em julho de 2010.

Visualizando um mercado com mais competidores --Redecard, hoje única credenciadora dos cartões MasterCard, e VisaNet detêm mais de 90 por cento do setor--, a empresa já se prepara para um cenário em que o fator decisivo de sobrevivência será a combinação de preço e serviços.

Nesse aspecto, a mudança de nome é parte da estratégia de desvincular-se da inevitável associação à marca Visa, uma vez que a credenciadora já se prepara para trabalhar com outras marcas.

Além de operar com 89 diferentes cartões de redes de varejo (private label), a companhia já opera com a marca American Express e pode nos próximos meses fazer o mesmo com a bandeira Dinners. De acordo com Dias, as tratativas com a MasterCard ainda não começaram.

"Ficaria inapropriado continuar usando o nome VisaNet", apontou Dias.

Em paralelo, a agora Cielo deve lançar em breve programas visando a fidelizar lojistas. Um deles, batizado de plataforma promocional, permitirá parcerias para oferecer prêmios e descontos a consumidores. O projeto entra em vigor gradualmente a partir de 2010.

"Temos que falar a linguagem do comércio", disse Eduardo Chedid, diretor de soluções em negócios da companhia.

Embora evite falar a respeito, a Cielo admite que terá de enfrentar a principal fonte de reclamações dos lojistas, o preço de uso dos terminais (POS).

De acordo com Dias, a taxa média cobrada dos lojistas gira em torno de 2,5 por cento do valor das compras pagas com cartões. Segundo ele, esse índice é pouco superior à taxa praticada nos Estados Unidos, de 1,9 por cento.

"Pode ser (que tenha de reduzir os preços). Tem de ver como o mercado vai se comportar", disse Dias. "Mas não é só preço, tem de ter soluções para os lojistas", acrescentou.

A campanha, que começa neste final de semana nas mídias impressa e eletrônica, contará futuramente com o campeão olímpico César Cielo como garoto-propaganda.

Fonte Reuters

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Palestra gratuita FastCommerce 5.2: Viva o Marketing de Relacionamento!


Dando continuidade ao nosso ciclo de palestras online, faremos uma apresentação especial para falar sobre os novos recursos do FastCommerce 5.2.

Os novos recursos são focados para a boa prática do Marketing de Relacionamento, que visa construir pró-ativamente relacionamentos duradouros entre a empresa e seus clientes. Neste sentido, destacamos a nova funcionalidade de E-mail Marketing, a integração ao Twitter, o pagamento colaborativo do Vakinha, o novo Provador Virtual, entre outros.

Como sempre, algumas destas inovações são exclusivas do FastCommerce, como por exemplo a visualização de produtos em 3D, o suporte ao DinheiroMail e os novos players de áudio do YouTube.

Mostraremos como cada recurso pode ser aplicado para a melhoria das vendas e da utilização do FastCommerce, com vários exemplos práticos.


Público alvo
Empresários e profissionais das áreas administrativa, financeira, marketing, vendas e demais profissionais envolvidos com a implantação e a gestão do comércio eletrônico da empresa.


Clique aqui para baixar os slides da apresentação.


ATENÇÃO: O EVENTO OCORRERÁ SOMENTE PELA INTERNET.


Informações gerais
Data: 12 de novembro de 2009 (quinta-feira)
Dois horários: 10h às 11h e 15h às 16h
Investimento: palestra GRATUITA

Para se inscrever, acesse http://www.fastcommerce.com.br/eventos

Vagas limitadas!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Crie e gerencie campanhas de e-mail marketing a partir da lista de assinantes de newsletters da loja

E-mail marketing é a utilização do e-mail como ferramenta de Marketing de Relacionamento. Trata-se de uma das ferramentas mais utilizadas por organizações que se preocupam em manter um contato próximo com seu público.

Diferentemente do spam, que são indesejados, cada envio depende do consentimento do destinatário. O e-mail marketing pode ser usado na oferta de produtos e serviços, na divulgação de notícias da loja, bem como em campanhas de fidelização, pesquisas de satisfação, cartões de aniversário e promoções de datas comemorativas (Natal, Dias das Mães, Dias dos Namorados etc).

Crie e gerencie campanhas de e-mail marketing a partir da lista de assinantes de newsletters da loja. Pode-se enviar as mensagens para todos os assinantes ativos ou somente para os clientes selecionados a partir de diversos critérios de filtragem, como por exemplo o envio diário para aniversariantes.

São mais de 20 modelos de mensagens prontas, que podem ser utilizados como base para a personalização. Entre os modelos prontos, estão alguns utilizados em datas comemorativas tais como: Natal, Ano novo, Aniversário, Dia das mães, Dia dos pais, Dia das crianças, Dia dos namorados.

Veja mais detalhes

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Fraudes com cartão lideram a lista de preocupações na web entre brasileiros

SÃO PAULO - Para os brasileiros, a privacidade na internet é um tema importante e 76%deles temem ter suas informações pessoais violadas. O maior temor por aqui é com relação às fraudes com cartão de crédito ou com dados do banco. A utilização desses dados preocupa 19% dos brasileiros e lidera a lista dos temores na rede.

As constatações são da Nokia Siemens, que realizou um estudo sobre privacidade com 9.200 pessoas de 14 países. O levantamento constatou que, no mundo, a preocupação com a privacidade atinge 82% dos entrevistados. Na lista também está o temor com as violações (76%). A pesquisa também aponta que 45% acreditam que perderam o controle sobre seus próprios dados.

Enquanto os brasileiros temem mais pelos seus dados bancários, nos demais países a maior preocupação na rede é com relação ao roubo de identidade, temor apontado por 24% dos entrevistados. No mundo, fraudes com cartão e dados da conta bancária são preocupações listadas por 11% dos pesquisados.

Cobranças indevidas

Outra preocupação na rede entre os brasileiros é a cobrança por produtos que não foram comprados. O temor está em segundo lugar da lista, com 16% das respostas. O uso de dados pessoais sem o prévio conhecimento do internauta figura na terceira posição da lista de preocupações dos brasileiros, com 14%.

Com o mesmo percentual de respostas estão o acesso à conta bancária e a utilização de dados pessoais na prática de crimes. Repasse de dados bancários para outras pessoas, mudança de perfil na internet e a publicação de dados pessoais estão nas últimas colocações da lista, com 1%, 1% e 2% das respostas, respectivamente.

Fraudes em geral preocupam 4% dos entrevistados no País. No mundo, além do roubo de identidade, acesso a detalhes da conta bancária é temor de 13% dos entrevistados.

Más experiências

A preocupação com as informações pessoais entre os brasileiros tem justificativa. Segundo o levantamento, 64% já tiveram sua privacidade violada e as ligações de call centers lideram a lista dos casos de violação, com 49% das respostas.

O repasse de dados pessoais para terceiros sem permissão também estão na lista: 41% dos entrevistados no País já tiveram essa experiência. A utilização de dados financeiros em geral foi apontada por 9% como mais um caso de violação ocorrido.

No mundo, as ligações dos operadores de telemarketing também incomodam e lideram a lista dos casos (44%); repasse de dados sem a permissão do consumidor está em segundo lugar do ranking, com 32% das respostas, e fraudes com cartão de crédito ocorreram com 10% dos entrevistados.

De maneira geral, no mundo, 74% dos pesquisados já passaram por problemas ocasionados por violação da privacidade.

Fonte: Yahoo Finanças

terça-feira, 3 de novembro de 2009

On-line e a prestação

De cada 100 compras feitas via internet, 80 são pagas com cartão de crédito. É o que concluíram, em evento realizado em São Paulo na última sexta-feira (30/10), a Associação Comercial de São Paulo e a Câmara-e.net.

Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP e colunista da B2B Magazine, enfatiza que a massiva utilização do cartão de crédito como opção de pagamento é característica peculiar do comércio eletrônico, bem como o prazo prolongado de pagamentos. Joyce Boano, coordenadora de novos negócios da Pagseguro, aponta que 55% das compras são parceladas.

Em 2009, segundo previsões das entidades, o comércio eletrônico brasileiro deve fechar 2008 com um faturamento de R$ 10,5 bilhões – 28% a mais que no ano passado. Aderir a esse tipo de negócio, porém, exige atenção. “Devido à falta de planejamento, 45% dos empreendimentos virtuais cancelam suas atividades antes mesmo do primeiro mês”, alerta Sandra.

O diretor da Camara-e.net, Gerson Rolim, destacou a tendência de redução da participação dos grandes varejistas no comércio online e, em contrapartida, das PMEs que aumentarão ainda mais sua participação. “Mesmo com a contração do market share das grandes lojas no e-commerce, a pequena empresa participará mais e o universo do negócio virtual continuará crescendo”, comemora Rolim.

Fonte: B2B Magazine